Finalmente foi encontrada a Justiça no STF!

Caros amigos

O Ministro Dias Toffoli, Presidente do STF, anunciou, ontem, 21 de agosto de 2019, que finalmente encontrou a Justiça, o que vem ao encontro dos anseios da maioria da sociedade brasileira que já a julgava definitivamente perdida em algum cafofo do tribunal que ele preside.

A euforia foi tanta, assim presumo, que Sua Excelência deu início a uma campanha de divulgação do achado e, coerentemente com a surpresa do encontro, intitulou-a de “Aqui Tem Justiça”!

Fiquei realmente muito feliz ao saber da descoberta, porque, na verdade, a Justiça sempre esteve por lá, mas, evidentemente, perdida ou propositadamente escamoteada!

No vídeo divulgado pelo Presidente Toffoli nas redes sociais, ele diz que a Justiça praticada depois do desaparecimento da que agora foi achada é a que mais trabalha no mundo. O que eu não ponho em dúvida, porque tudo que é atrapalhado, desregrado e sem lógica, acaba sendo realmente enrolado, trabalhoso, ineficiente e controverso.

Provas disso são a prática pouco republicana da judicialização da política, o contumaz desrespeito monocrático às decisões colegiadas, os grosseiros e ofensivos bate-bocas entre eles próprios e as tentativas de fazer desrespeitadas as decisões dos tribunais de primeira e segunda instâncias – particularmente quando o assunto envolve corrupção, corruptos e corruptores -, entre outras.

Por outro lado, em que pese a alvissareira notícia do reaparecimento da Justiça no STF, passadas 24 horas da divulgação do vídeo, contata-se, pela amostragem de “likes” e “dislikes”, que menos de 1% dos brasileiros acredita no achado do Sr Presidente Toffoli.

Árdua, se não impossível, será a tarefa de fazer crer que “Aqui Tem Justiça”, quando o que se vê é que “Aqui Tem Quadrilhas” e que não são poucas!

Pelo bem do Brasil, desejo sucesso ao Sr Dias Toffoli.

Gen Paulo Chagas

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O BRASIL AINDA ESTÁ ACIMA DE TUDO?

Caros amigos

Temos todas as razões do mundo para creditar a esperança de um Brasil melhor à equipe de ministros sugerida a Jair Bolsonaro e acolhida por ele para governar o País.

Há muito que a gestão da coisa pública não é entregue a pessoas tão competentes e tão comprometidas com os resultados necessários.

De crise em crise, de reforma em reforma, de obstáculo em obstáculo, de audiência em audiência e a cada tentativa de execração, a equipe de governo vai vencendo, convencendo e conquistando o povo, os congressistas e a confiança internacional.

Para atrapalhar temos, além dos tumultos e das fofocas palacianas, o conluio dos 3 Poderes da República para colocar obstáculos às investigações dos crimes de corrupção que criaram o ambiente de revolta que tornou viável a candidatura de Jair Bolsonaro e que contribuiu para a sua eleição

São personagens desse processo de auto defesa contra a ação da justiça: o Senador Flávio Bolsonaro; os presidentes do Senado, da Câmara e da Suprema Corte; alguns Supremos Juízes; conhecidos parlamentares (apenados, processados ou ainda em liberdade) e os corruptores (empresários desonestos e doleiros espertos).

O COAF, a Receita Federal, a Polícia Federal e o Ministério Público são os istrumentos de combate à corrupção à serem sabotados no processo.

A Lei do Abuso de Autoridade é o tamanco(*) a ser colocado nas engrenagens do sistema de apuração dos ilícitos cometidos, em cometimento ou a serem cometidos.

Sérgio Moro e seu “Pacote Anticrime”, Deltan Dallagnol, a Força Tarefa da Lavajato e a própria Lavajato são os bodes expiatórios a serem abatidos.

A honestidade, a justiça, a democracia, o povo brasileiro e a própria Nação serão, ao final de tudo, as principais vítimas do processo.

Como bem definiu o jornalista Willian Waack, trata-se de uma sinuca de bico em que o Presidente Bolsonaro foi colocado (ou se colocou) e que cabe a ele e só a ele estudar e decidir como sair. Que prevaleça na sua decisão o compromisso maior de colocar o Brasil acima de tudo!

Gen Paulo Chagas

(*) O termo “sabotagem” vem do Francês, “sabot”, tamanco, em Português.

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“Não importa a cor do gato o que importa é que ele cace os ratos”

Caros amigos

A Frase que dá título a esta manifestação de alegria e de louvor é de Deng Xiao-ping, líder chinês, comunista, responsável pela abertura da China para o mundo e que a transformou na segunda maior economia do Planeta.

É desta forma que aplaudo a prorrogação da Operação Lavajato por mais um ano, tendo à frente Deltan Dallagnol.

É dessa mesma forma que faço votos para que ela seja eterna enquanto dure o domínio do vício sobre a virtude na gestão da coisa pública.

É dessa forma que respondo aos hipócritas que acusam o combate à corrupção de responsável pelo desemprego.

É assim que respondo aos corruptos e seus comparsas que participaram – e que aplaudiram de forma criminosa e impatriótica – da invasão, não menos criminosa, da privacidade das comunicações entre os integrantes da operação e o então Juiz Sérgio Moro, visando, estupidamente, proteger o crime com a prática de outro crime.

É assim que respondo aos que bovinamente seguem os ditames, tão burros quanto inoportunos, dos que querem ver Dallagnol fora da Operação porque ele se comporta como um “psolista shiita” no combate aos ladrões do erário.

Repito: Não me importa a cor do gato!!!

Viva a LAVAJATO, vivam Deltan e seus camaradas da Força-Tarefa, viva Raquel Dodge, vivam a democracia, a honestidade e o patriotismo.

Abaixo o crime organizado, os corruptos, os corruptores, os canalhas que os paparicam e os que temem porque devem!

Brasil, acima de tudo! Que Deus, acima de todos, não deixe longe da justiça dos homens aqueles que desmerecem ter nascido à sua semelhança!

Gen Paulo Chagas

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COAF, quem não deve não o teme!

Caros amigos

O Conselho de Controle de Operações Financeiras (COAF) não toma, em nenhum caso ou hipótese, a iniciativa de analisar movimentações suspeitas. Isto só acontece se as instituições financeiras (bancos) as detectarem e as informarem ao Conselho para aprofundamento do conhecimento sobre os casos.

Os bancos são obrigados a participar ao órgão todas as irregularidades, incoerências e inconsistências financeiras encontradas em seus arquivos e controles.

Na medida em que as atitudes do Presidente Bolsonaro em relação ao COAF parecem ir ao encontro dos obstáculos interpostos à atuação do Conselho pelo Presidente do STF – apoiado por outros Supremos Ministros não menos controversos – e, ainda, considerando que esses entraves acabam por, de certa forma, parecer que beneficiam seu filho, Sen Flávio Bolsonaro, fica difícil para os brasileiros em geral, apoiadores ou não do seu governo, não desconfiar da total isenção de tais intervenções.

Informações veiculadas na imprensa de todos os níveis e matizes dão conta da conveniência desses óbices para os interesses pessoais dos que têm intervindo na atuação do órgão.

Seria salutar à imagem, ao prestígio e à confiança da população no Presidente e no seu governo que ele se afastasse desse assunto. Seria uma demonstração de isenção e de que nem ele, nem seu filho temem a atuação do COAF, confirmando o célebre ditado popular de que “quem não deve não teme”!

É o que eu e muitos outros esperamos do nosso Presidente.

Gen Paulo Chagas

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A temperança e a tempestividade do Presidente Bolsonaro!

Caros amigos

Ao ingressar no Colégio Militar, aos 12 anos, ensinaram-me que a minha imagem, a partir de então, passava a ser a do Colégio como um todo.

Aprendi que as minhas atitudes e o meu comportamento deixavam de ser os meus para ser os do que eu representava como integrante de uma instituição secular, tradicional, valorosa, admirada e exemplar.

Jair Bolsonaro foi eleito Presidente da República para fazer o que é preciso ser feito para o bem do País.

Como Chefe de Governo, ele não precisa saber tudo, mas tem que ouvir quem sabe sobre cada uma das partes e aprender o mínimo necessário para demonstrar que tem o controle e o conhecimento suficientes para exercer sua função.

Bolsonaro é um homem franco e desassombrado. Diz o que pensa e defende o que está convencido de que é o certo. Alguns de seus ministros, como Paulo Guedes, Sérgio Moro e Damares Alves, já demonstraram que têm estas mesmas características quando enfrentaram e se impuseram à facção irresponsável da oposição no Congresso Nacional

A equipe que integra o Governo foi escolhida pelo Presidente, portanto ele a personifica. Se o seu comportamento é intempestivo e destemperado, todo o governo passa a ser visto e apontado como tal.

Espera-se que os sgovernantes pensem antes de falar e de fazer o que tem que ser feito, suas falas, atitudes e decisões não podem anteceder o pensamento, o estudo e a racionalidade!

Evitar comportamentos inadequados é obrigação do Presidente, em especial quando estes estiverem causando prejuízos à imagem, à confiança e às propostas do Governo.

Agir com temperança e tempestivamente é ter moderação, equilíbrio e parcimônia nas atitudes. É ser prudente e comedido. É ter controle sobre as paixões, sobriedade e segurança nas decisões. É evitar excessos. É moderar e controlar os impulsos e os instintos.

É isto que espero do Presidente e do governo que ele organizou para fazer o que tem que ser feito para, com as bênçãos de Deus, colocar o Brasil acima de tudo!

Gen Paulo Chagas

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O RISCO DA LEALDADE

Há alguns anos, recebi do meu querido amigo, Almirante Carlos Eduardo Motta, o texto do Professor José Luiz Delgado, publicado no Diário de Pernambuco, em outubro de 1984, cujo extrato compartilho agora com meus caros amigos.

Assim escreveu o Professor José Luiz Delgado:

“ A lealdade é um risco. À primeira vista, pode não parecer. Mas é. Haverá nela, as alegrias de amizade e haverá, muitas vezes, as generosidades do sincero reconhecimento. Mas, na hora crucial, a lealdade é muito mais difícil do que se poderia supor. Porque simplesmente não é leal, embora cômodo e sobretudo rendoso, o gesto de concordar com tudo e tudo aplaudir e tudo elogiar.

Amigo é quem quer o bem do amigo; não o que, ou para não o desgostar, ou por calculado interesse, o conserva iludido e lhe falseia os fatos e suas repercussões. Pior ainda o que explora os defeitos do outro e os pinta com as cores da virtude.

Toda a deficiência pode, a alguma luz parecer qualidade. Se o outro é escrupuloso e hesitante caberá menos ao amigo louvar, nisso, requintes de prudência e moderação, do que estimulá-lo a vencer sua tendência omissiva.

Se, ao invés, o outro apressa-se em tomar decisões em cima da perna, meio açodadamente, sem ouvir quem seria indispensável ouvir, ao amigo caberá menos exaltar tais inclinações como próprias de um temperamento singularmente enérgico, do que recomendar pausa e reflexão. Por que não amadurecer certos ímpetos e esfriar certos entusiasmos? Que mal haverá em pensar duas vezes sobre assuntos que se sabe gravíssimos?

(…) o amigo leal estará tão pronto para, quando necessário, com a delicadeza e a discrição convenientes, chamar a atenção do outro para defeitos ou equívocos que houver identificado, quando é isso mesmo que espera dele, em relação aos próprios equívocos e defeitos. A autêntica lealdade é recíproca. (…) Lealdade pede lealdade.

(…) A bajulação, o aulicismo(*), o carreirismo oportunista, os coros de dizer amém, sempre em si mesmos repelentes, são outra coisa muito diversa de lealdade; são incompatíveis com ela. Como, no outro lado, são com ela igualmente incompatíveis a prepotência, o abuso de poder, o desrespeito ao subalterno, a arrogância. (…).

[A lealdade] porque é uma virtude e, como tal, só se encontra à vontade dentro de uma constelação de virtudes. (…) Entre ladrões, entre facínoras, não há propriamente lealdade; haverá cumplicidade, interesses, parceria, coautoria, negociatas, todas uma trama de mútuas dependências e escusos comprometimentos. (…).

Qualquer autoridade que aspire aquela grandeza que leva a inscrever o nome na História, tem de saber cercar-se de auxiliares dotados dessa penosa lealdade e ouvi-los, e prestigiá-los. No mesmo sentido prestigiará a Oposição e a Imprensa e as quererá independente e críticas.

(…). Os governantes (…) precisam de auxiliares altivos e não amedrontados, dispostos a dizer lealmente o que pensam, a alertar para as consequências que enxergam, a instruir, enfim, mais completamente a autoridade, para que esta não tome decisões sem conhecer os lados todos do problema e sem bem pesar todas as suas implicações. “

Gen Paulo Chagas

(*)Os áulicos eram os parasitas que infestavam as cortes dos reis e viviam exclusivamente dos seus favores.

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NÃO PODEMOS REPETIR OS ERROS DO PASSADO!

Caros amigos

A política é a arte de negociar o que é melhor para os cidadãos. Da sua boa prática surgem as decisões compatíveis com a vontade da maioria e com o direito de todos.

Durante os 21 anos do Regime Militar, tivemos governantes sérios e comprometidos com o “Brasil Grande” que almejamos e merecemos e ministros competentes e especialistas das pastas que ocupavam.

Sob um autoritarismo responsável e necessário, o Brasil progrediu e cresceu como nunca, mesmo enfrentando as duas crises do petróleo e a guerra contra o terrorismo.

Na sua vigência, no entanto, por razões óbvias, foram negligenciados o debate político, a comunicação e a publicidade que, se praticados em momento oportuno, teriam consolidado e ampliado a base popular de apoio ao regime e o reconhecimento de seus incontestáveis acertos.

Em vez disso, os enganos e as dificuldades foram potencializados diante da opinião pública e os velhos e novos líderes da esquerda comprometida com as ilusões de antanho voltaram gradativamente ao palco e assumiram a pauta política.

Por excesso de confiança, falta de sensibilidade e por desatenção ao debate e às boas práticas políticas, fortaleceu-se a oposição, comprometeram-se as conquistas e o futuro da Nação e, 21 anos depois, através dos instrumentos da democracia preservada pelo Regime, promoveu-se a volta ao poder dos que por ela nunca tiveram apreço.

Três décadas de desregramento e de promiscuidade se passaram e, em meio ao caos, assim como o Regime Militar, imposto pela circunstância adversa e aclamado pela imensa maioria povo, surge outra vez no horizonte a esperança de um Brasil melhor.

É preciso, portanto, VALORIZAR o bom momento e o aprendizado, a franca e honesta prática política, o debate e o contraditório, porque deles surgirão a verdade, o consenso, o fortalecimento da democracia, o RESPEITO à vontade da maioria, à lei e à ordem e a ampliação do efetivo dos que querem e que sabem qual é o melhor futuro para a Nação.

Podemos até errar, mas não podemos repetir os erros do passado.

Que Deus faça descer o bom senso sobre os que se julgam Seus enviados.

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