A Justiça e os Juízes brasileiros são maiores do que o STF

Caros amigos

Nós todos sabemos que o Foro de São Paulo, em seu projeto de dominação do Brasil, teria que fazer 4 coisas:

  1. Conquistar o poder Executivo pelo voto dos ignorantes em um líder carismático;
  2. comprar o já corrompido poder Legislativo;
  3. cooptar as FFAA e
  4. aparelhar, ao longo do tempo, o Supremo Tribunal Federal.

As duas primeiras foram facilmente realizadas, a terceira, relativa às FFAA, foi um fracasso e a quarta, como se sabe, era uma questão de tempo.

A sociedade seria facilmente submetida pelo caos provocado pela bancarrota do inviável Estado paquidérmico, onipresente, paternalista e provedor.

O projeto não está dando certo no Brasil, basicamente, por duas razões: A falta de respaldo militar e a antecipação do caos. Foram com muita sede ao pote e quebraram o país antes da hora!

Hoje, temos os três poderes da república desmoralizados, cambaleantes e desnorteados, batendo cabeças como se tivessem nas mãos uma batata quente que tem que ser passada adiante antes que lhes queime as mãos.

O protagonista do presente ato do drama (ou da trama) é o Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte do país, integrada por 11 Ministros “escolhidos” (não “selecionados”) por interesses políticos circunstanciais. Desses, apenas 2 são juízes de carreira, ou seja, apenas 2, em algum momento e de alguma forma, exerceram a autoridade judicial antes de assumir a mais alta responsabilidade da estrutura jurídica brasileira. São ministros que vão julgar, em última instância, o trabalho dos Juízes de fato, aqueles que pelo estudo, por concurso e pela prática, adquiriram o conhecimento e a experiência que lhes dão a competência para JULGAR!

Não é por outras razões que, no último dia 11 de outubro, de forma totalmente incoerente com decisões anteriores, eles abriram mão da sua responsabilidade e do seu PODER em benefício dos “interesses circunstanciais” que deram razão à escolha dos seus nomes para integrar aquela Suprema Corte!

A JUSTIÇA BRASILEIRA não é o STF! É muito mais do que isso e eu não acredito que ela possa ser menor que o STF, nem que a operação Lava-Jato seja tão débil, que possa, como já disseram, ser “morta” pelo Supremo!

Tudo tem limites, inclusive a passividade dos brasileiros e dos verdadeiros JUÍZES e demais operadores do direito, achincalhados, tratados como idiotas pelas decisões fisiológicas e contraditórias de “supremos ministros” que, sem qualquer pudor, concedem até Habeas Corpus para condenados em 2ª instância, preparando o precedente que lhes dará condições para cumprir o compromisso que assumiram com quem lhes presenteou a suprema toga!

Eu, como a maioria dos brasileiros, não confio no conjunto dos atuais ministros da Suprema Corte, mas ainda tenho fé na JUSTIÇA brasileira e não aceito a ideia de que ela “já era”, como li em um comentário que recebi!

Não concordo! Chegou a hora de a Justiça brasileira e os Juízes de fato reagirem e provarem que são maiores e melhores do que esse Supremo Tribunal Federal, organizado para acabar com ela, com eles e com o Brasil!

Eu acredito que, como em Berlim, ainda haja Juízes no Brasil. E não aceito, passivamente, a possibilidade de que um sistema jurídico integrado por magistrados como Sérgio Moro e tantos outros, seguidamente citados por sua coragem, competência e altivez profissional, “já era”, porquanto, se assim for, é porque “nunca foi”!

Isso é inaceitável, porque a Justiça e os Juízes brasileiros são maiores do que esse STF!

Gen Bda Paulo Chagas

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VERGONHOSAS ATITUDES DE DIMINUTOS FANTOCHES

Caros amigos

Ricardo Lewandowiski foi militar temporário e, enquanto esteve entre os Alunos do CPOR/SP e no 17° Regimento de Cavalaria, em Pirassununga (SP), não passou de um pigmeu entre gigantes, humilhado pela imensa superioridade moral dos homens de farda com os quais tentou, em vão, fazer- se confundir.

Ainda agora, junto com seus liliputianos camaradas ministros, não ultrapassa a estatura de um pigmeu quando comparado ao gigantismo histórico da Suprema Corte brasileira.

No último dia 11 de outubro, após um placar de 6×5, o STF foi despudoradamente humilhado diante de si mesmo, graças à covardia e à disposição de seus membros para o papel de diminutos fantoches do não menos desmoralizado Congresso Nacional.

Gen Bda Paulo Chagas

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Em política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã. (Nicolau Maquiavel)

Caros amigos

Já disse várias vezes que não me oriento pela intenção de agradar a quem quer que seja. Escrevo e digo o que penso, com a coerência e com a clareza possíveis. Respeito a opinião de todos que me honram com a sua atenção e que me enviam comentários respeitosos e coerentes, mas não oriento o meu pensamento, nem as minhas atitudes pelo agrado ou pelo desagrado dos que o fazem. Prefiro colher ensinamentos da coerência do que leio e ouço.

Não sou uma “metamorfose ambulante”, como Lula da Silva, mas não me envergonho de mudar de ideia quando convencido por argumentos ou evidências.

Sobre João Dória, por exemplo, escrevi que é um empresário de sucesso, que não fez carreira na política, que, embora a sua gestão na prefeitura de São Paulo ainda não tenha ultrapassado as questões cosméticas da cidade, tem propostas e atitudes liberais que não o atrelam às posições do “tucanato” em geral.

Acrescentei que ele é inimigo dos maiores inimigos do Brasil – Lula e o PT – e que não poupa críticas às pessoas e aos agrupamentos e movimentos ideológicos que eu critico.

Todavia, corre nas redes sociais a notícia de que a Prefeitura de São Paulo, cumprindo uma decisão da Comissão da Verdade do Município, tomada e aprovada durante o governo do petista Fernando Haddad, irá homenagear terroristas mortos durante a luta armada e colocará seus nomes em cemitérios da cidade. Segundo me foi dito, é algo que não conta com a aprovação do Prefeito, mas que, por força de lei (sic), não pode deixar de ser cumprido.

Por outro lado, sempre cabe uma ação na Câmara de Vereadores, onde ele tem uma sólida base de apoio, para sustar (ou pelo menos tentar sustar) esse escárnio à sociedade paulistana que ainda sofre as consequências da gestão incompetente e corrupta de Fernando Haddad.

Até agora não tenho conhecimento de nenhuma iniciativa nesse sentido por parte de Dória, o que, somado à sua recente declaração de que a Justiça é soberana para decidir sobre a condenação de Lula da Silva, mas que deve ter a “sensibilidade” de não sentenciá-lo durante o processo eleitoral, me obriga a repensar a sua condição “amigo político”.

Não tenho dúvida de que, estrategicamente, a hora é de somar e não de dividir, contudo, como disse Maquiavel, “em política, os amigos de hoje são os inimigos de amanhã” e, ao prevalecer a omissão face ao rebatismo dos cemitérios e a “sensibilidade” em relação a prisão de Lula, restará crer que a “gestão” de João Dória na Prefeitura de São Paulo não deverá mesmo ultrapassar o nível da maquiagem e que, aplicando o ensinamento de Maquiavel, o amanhã é hoje!

Gen Bda Paulo Chagas

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A Constituição de 1988 e o abandidamento da política e da justiça no Brasil

Caros amigos

A atual CF, promulgada três anos após o fim do Regime Militar, transformou a liberdade em libertinagem e instrumentalizou a impunidade. Não é por outra razão que o Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo chama de “expressão artística” um homem nu deitado em um tablado para ser “apreciado” por aculturados da era pós moral em que vivemos.

Não é por outra razão que os gestores do MAM não têm qualquer escrúpulo para empenhar o dinheiro dos impostos recolhidos de todos os brasileiros para financiar a exposição pública de um nudista.

Não é por outra razão que uma jovem mãe leva sua filha de quatro anos para apreciar e tocar a “expressão artística”, sem considerar o risco de que, em circunstância análoga, ela possa vir a deixar-se tocar por outra “expressão da arte desnuda”.

Não é por outra razão que a Defensoria Pública da União, apesar da inoportunidade e da inconveniência, manda trazer de volta ao Rio de Janeiro 55 criminosos, líderes das facções que tiranizam as “comunidades” e que promovem assassinatos e guerras pelo domínio do tráfico de drogas no estado.

Não é por outra razão que a sociedade está desarmada e, mesmo dizimada em mais de 60 mil vidas por ano, é obrigada a ouvir as asneiras e as mentiras de desarmamentistas, hipócritas especializados em promover a “paz” e que visam não mais do que impedi-la de decidir por si própria a sua auto defesa.

As evidências recentes e atuais do mal são muitas, mas a mais importante e grave é o abandidamento da política e da justiça, principal e mais danosa consequência da reação à ordem cívica, ética e moral que vigorou  no Brasil durante os 21 anos do Regime Militar.

Não é por outra razão que identificamos, hoje, pasmos e revoltados, a presença massiva de bandidos no Congresso Nacional sendo apaniguados pelos “amigos” estrategicamente empossados no Supremo Tribunal Federal!

Os brasileiros saberão corrigir esses equívocos…

Gen Bda Paulo Chagas

 

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O CRIME ORGANIZADO E A SEGURANÇA NACIONAL

Caros amigos

Diferentemente do que pensam ou querem alguns, a ação das FFAA no Rio de Janeiro nada tem a ver com “intervenção militar na politica”, porquanto esta última, para cumprir as condições de legalidade, legitimidade e de preservação da estabilidade, fixadas pelo Comandante do Exército, Gen Villas Bôas, e claramente esplanadas pelo Gen Mourão, em recente palestra para a Maçonaria, pressupõe uma situação de ANOMIA, isto é, ausência de autoridade do Estado, com falência dos Poderes da União, configurando um quadro de desordem generalizada.

Em casos de grave perturbação da ordem e iminente instabilidade institucional, situação mais consentânea com uma Intervenção Federal, quando é decretado o Estado de Defesa ou de Sítio, o emprego das FFAA é feito de forma similar a que lhes é peculiar, com as características e os efeitos colaterais semelhantes aos de uma guerra. Na situação atual, não enquadrada no caso de Intervenção Federal, onde se verifica não mais do que uma grave anormalidade da ordem, esse emprego deve limitar-se ao cerco e ao apoio às operações policiais e especiais. No caso específico da Rocinha, o conflito entre facções será resolvido da forma como está sendo tratado, isto é, com o mínimo de efeitos colaterais para a população, com o máximo de perdas possíveis para os criminosos, com o menor número de baixas nas Forças Policiais e o menor engajamento possível das FFAA. Emprega-se o princípio da “massa” no cerco e o da “ofensiva”, através das Forças Policiais, no confronto com os bandidos.

De qualquer forma, sempre haverá desgaste para todos, na medida em que operações como as desenvolvidas no Rio de Janeiro pouco contribuem para a solução do problema como um todo, o qual, como se sabe, não é apenas o que se vê, mas, principalmente, o que não se vê e que está por traz e por cima do crime organizado e que requer investigações e operações conjuntas e coordenadas que envolvam, além das FFAA e dos órgãos de segurança estaduais, o MPF, a PF e a ABIN, ou seja, a Procuradoria Geral da República, os Ministérios da Justiça e da Defesa, o Gabinete de Segurança Institucional e os segmentos do Estado voltados ao desenvolvimento e à solução de carências sociais.

Salvo outro juízo, a criminalidade organizada no Rio de Janeiro e no Brasil só terá solução quando for tratada como problema de segurança nacional.

É como eu enxergo o problema e a solução.

Gen Bda Paulo Chagas

 

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Exmo Sr Senador Randolfe Rodrigues

Corrija-me, por favor, se eu estiver enganado, mas, de acordo com as minhas observações, baseadas na forma como VExa faz seus pronunciamentos públicos, o Sr faz parte de uma minoria que se julga discriminada no conjunto da sociedade e que, coerentemente, empenha-se pela aprovação de leis que privilegiem o seu direito à vida, à manifestação de suas opções e à integridade física, acima do que é oferecido aos demais brasileiros. Repito, por favor, corrija-me e desculpe-me se eu estiver enganado!

Pensando assim, julgo ser incoerência da sua parte a exclusão dos militares do direito à opinião e a criminalização das Instituições Armadas por realizarem a análise e o planejamento da execução das suas missões constitucionais.

O seu pronunciamento na Tribuna do Senado a respeito da palestra e das declarações do General Antônio Hamilton Mourão, no Grande Oriente do Brasil, permite acreditar que, na sua opinião,  os militares não têm esse direito e que devem ser considerados e tratados como cidadãos de segunda classe, condenados ao silêncio e ao servilismo!

O Sr se refere a um integrante do Alto Comando do Exército como “maluco” e à instituição a que pertence como “chantagista” sem considerar que fazem parte da sociedade e da estrutura organizacional do estado brasileiro e desconsidera que a democracia garante a TODOS os brasileiros o direito de pensar, querer, defender suas ideias e anseios e de exercer, na plenitude, a sua profissão e o seu dever profissional

A postura adotada por VExa, nos permite aduzir que, na sua maneira de pensar, a divulgação de posições pessoais e, neste caso,  PROFISSIONAIS de militares, mesmo que no ambiente reservado de um Templo Maçônico, constitui-se em ameaça à democracia e à hierarquia, quando, na verdade, é e foi, apenas, a difusão da análise institucional de uma missão prevista na constituição!

Os militares, Senador Randolfe, têm o dever de estar SEMPRE atentos às conjunturas interna e externa para, SE NECESSÁRIO, correr em socorro da Pátria e da sociedade quando essas estiverem dominadas pela ilegalidade e pela desordem, como é, sem dúvida, o rumo tomado pelo Brasil quando o observamos de dentro do local de trabalho de VExa.

Mais ainda, senhor Senador, as FFAA devem planejar seu emprego dando prioridade às hipóteses mais extremas e graves, como é o caso da situação de completa ausência de condições de qualquer dos poderes para cumprir seus deveres e de assumir a iniciativa das providências necessárias ao restabelecimento da ordem e do cumprimento das leis, conforme foi comentado pelo General!

Na opinião de grande parte da sociedade, onde incluo a minha, considerando a fragilidade moral dos três poderes da República, essa hipótese, além de ser a mais grave, é também a de maior probabilidade de ocorrer, portanto, senhor Senador, crescem de importância, de seriedade e de utilidade pública as declarações do brilhante militar pretensiosamente criticado por VExa.

Sugiro  que o Sr medite sobre a incoerência e o despropósito do seu pronunciamento e que, em oportunidade que obviamente não lhe faltará, retrate-se publicamente, para o bem da verdade, da sua imagem e da tranquilidade do povo dessa terra devastada pela prática da demagogia, da desonestidade e da irresponsabilidade, como VExa muito bem sabe!

Respeitosamente

General de Brigada Paulo Chagas

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PALESTRA DO GENERAL ANTÔNIO HAMILTON MARTINS MOURÃO

Caros amigos

Mais uma tempestade em copo d’agua criada pela ansiedade de uns e pelo pavor de outros.

O Gen Mourão, em sua palestra no Grande Oriente do Brasil, não disse mais do que o óbvio, o que todo mundo já sabe ou, se não sabe, deveria saber.

Ele não fez nenhuma previsão. Não disse qual será o futuro político do Brasil, apenas, e não mais do que isso, disse que, na hipótese extrema de desordem total (“por aproximações sucessivas”), de perda do controle da situação pelas autoridades constituídas (objetivo claro da esquerda bolivariana) o Exército estará pronto para restabelecer a ordem interna no País.

E acrescentou, com ênfase e propriedade, que, em uma situação como a do cenário de um caos total, os militares não poderiam ficar inertes, aguardando ordens (de quem?) porque, acima de tudo, têm o dever de cumprir o juramento solene de dedicar-se inteiramente ao serviço da Pátria e de defender-lhe a honra, a integridade e as instituições até com o sacrifício da própria vida!

Não há novidade nessa assertiva. É a obrigação de qualquer soldado em qualquer exército do mundo! E, seguindo a máxima de que “um exército pode passar um século sem ser empregado, mas não pode passar um segundo sem estar preparado”, o EB tem planos para quaisquer hipóteses de emprego! É o seu dever profissional e patriótico.

Praticando a lealdade, o General não deixou também de citar os 3 pilares da conduta militar, estabelecidos pelo Comandante do Exército, ESTABILIDADE, LEGITIMIDADE e LEGALIDADE, em cuja interpretação lógica depreende-se que o EB não contribuirá para a instabilidade e só agirá dentro da lei e com legitimidade e, QUANDO e SE, as instituições não forem capazes de manter a estabilidade e esta, por qualquer motivo, for quebrada ou sair de controle, as FFAA, legitimamente terão que tomar a iniciativa de restabelecer o controle da situação e, principalmente, a legalidade e a ordem!

Como eu disse no início, essas simples verdades aguçam a ansiedade dos impacientes e o pavor dos promotores do caos, daí tantas conjecturas e tanto assanhamento em torno de obviedades tão simples.

Deixo aqui os meus respeitosos cumprimentos ao Gen Mourão pela forma clara com que, mais uma vez, expôs a missão das FFAA para o Brasil.

Gen Bda Paulo Chagas

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