No Brasil, deduzo, coprofagia também pode ser cultura!

Caros amigos

Assisti, há pouco, um vídeo produzido pelo Dep. Eduardo Bolsonaro no qual ele, seu pai, Jair Bolsonaro, e o Dep. Marco Feliciano “incursionam” na Comissão da “Cultura”, em um dos auditórios da Câmara dos Deputados.

Logicamente, a visita dos três provocou enorme alvoroço entre os comunistas, “artistas” e “promotores culturais” ali presentes. Entre gritos de “Ocupa e resiste!”, de “Golpistas! Fascistas! Não passarão!” e de outros chistes do repertório da esquerda derrotada, houve, a título de provocação, como uma demonstração ardente da “cultura homossexual”, um escandaloso e babujado “beijo artístico” entre dois gays, saudado e ovacionado pelo delírio dos manifestantes.

Ao dar rédeas ao meu direito de não gostar da encenação, fiquei pensando sobre outro tipo de “gosto humano”, muito comum entre animais: a “coprofagia” (do Latim, copro = fezes, fagia = ingestão).

Assim como, por lei, o homossexualismo é um direito ou uma manifestação natural do ser humano e, no caso que relato, uma demonstração “cultural” e “artística”, por analogia, uma demonstração do gosto por comer fezes deve estar merecendo o mesmo tratamento.

Fiquei, então, a pensar: E, se ao invés do beijo, fosse feita uma apresentação artística de coprofagia, e eu, deixando-me levar pela fragilidade do meu estômago, viesse a vomitar sobre os artistas, será que seria acusado de “coprofóbico” pelos “atores” e promotores da “cultura” presentes no auditório?

Não tenho dúvidas, no entanto, de que seria acusado de “homofóbico” se o meu direito ao engulho ocorresse durante o beijo gay!

Donde, concluo que, para os parasitas promotores da “cultura” no Brasil, comer cocô pode ser arte. Aliás, em grande parte, penalizado pelo meu estômago, é quase só esse tipo de matéria que os vejo produzir com o dinheiro dos nossos impostos.

Digo isto acreditando que tenho assegurados o meu direito à náusea e a minha liberdade para assistir ao que bem entendo e para avaliar e gostar ou não gostar do que vejo e, ainda, de, com todo o respeito, dizer o que penso. Ou será que a “arte” e a “cultura” no Brasil, além de produzirem até repugnâncias subsidiadas por renúncia fiscal, são isentas de críticas e protegidas do mal estar que produzem ao estômago da plateia? Quem vai subsidiar o meu sal de frutas?

Gen Bda Paulo Chagas

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O que dizer de e para Michel Temer

Caros amigos

Em um regime de Presidencialismo de Coalisão, é cedo para dizer qualquer coisa em definitivo sobre o nosso Presidente “Tampão”, no entanto, no curto prazo em que o pudemos observar, guardadas as circunstâncias especiais da missão que lhe incumbe a Nação, ele já cometeu mais equívocos do que sugerem a prudência e a lógica!

Já sabemos que ele conhece muito bem o jogo político e que terá, necessariamente, que negociar a governabilidade com a matéria prima disponível no Legislativo. Afinal, foi por intermédio dessa matéria prima que a Nação incumbiu-o da missão de frear o movimento descendente da economia e de reestabelecer a confiança do mercado e os valores éticos e morais da cultura judaico cristã sob a qual foi formada a nacionalidade brasileira.

Terá, desde logo, que demitir os milhares de “comissionados” do PT que tentarão sabotar o seu governo, terá que enfrentar o boicote da oposição radical dos políticos bolivarianos em processo de defenestração da vida pública nacional e a ação paredista e destrutiva dos sindicatos, dos ditos “movimentos sociais”, do magistério e da conhecida “esquerda caviar”, cuja mentalidade chupista tornou dependente de um Ministério da “Cultura”, teta que lhes assegura os melhores vinhos franceses, os mais raros uísques escoceses e suas ricas vivendas na Europa e alhures.

Nestes aspectos, nos poucos dias em que está à frente do governo, Temer acertou ao reduzir a quantidade de Ministérios e ao recriar o Gabinete de Segurança Institucional, medida que reaproxima o poder militar do processo decisório e que redireciona o Serviço Secreto (ABIN) para os interesses estratégicos do Estado e não do partido no governo.

Por outro lado, em busca apressada pela governabilidade, desconsiderou a principal razão do processo de impeachment que lhe passou às mãos, ainda provisoriamente, as rédeas do governo e negligenciou da necessidade de distribuir cargos e missões apenas a pessoas de caráter e de conduta reconhecidamente ilibadas. Romero Jucá era só uma questão de tempo. Outros virão à tona, porque este tipo de coisa boia. É o momento oportuno para puxar a descarga e corrigir o erro!

Mostrou fraqueza ao submeter-se às pressões de grupos cujos interesses nada têm a ver com as prioridades impostas pelo momento e, além de retroceder na decisão de extinguir o Ministério da Cultura, fez inoportuna escolha para a chefia da Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça. Atitudes que não lhe proporcionaram o apoio desses grupos, mas que despertaram a desconfiança de parte dos que efetivamente estão tirando Dilma e o PT do poder.

Michel Temer e todos nós sabemos que a realização dessa conquista depende da sua determinação e das suas boas decisões neste e em todos o momentos do seu curto governo. Suas opções são, pois, acertar ou acertar!

Os equívocos e demonstrações de fraqueza ainda não comprometem o sucesso da missão, mas devem servir de alerta e de motivo de cobrança por parte do povo brasileiro e das autoridades esclarecidas e competentes que, hoje, mais próximas do poder, podem assessorá-lo com a franqueza e a objetividade necessárias.

Sair às ruas para dizer “Fora Temer” é fazer gol contra, assim como deixá-lo à vontade para decidir conforme o instinto demagogo e camaleônico do seu partido é negligenciar da consolidação das nossas conquistas e dar margem ao contra ataque do adversário.

Mal comparando, ele é o tipo de cavalo com o qual ninguém se sentiria seguro para participar de uma prova hípica, mas é o que nos coube no sorteio e do qual temos que conhecer, o quanto antes, as virtudes e os defeitos e, principalmente, saber impor-lhe a nossa vontade de superar as dificuldades da prova e de vencer!

Gen Bda Paulo Chagas

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A inviolabilidade dos Dragões

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Caros amigos

Ao longo da carreira militar aprendi muitas coisas que, quando da minha despedida do serviço ativo, há dez anos, procurei relatar como forma de agradecimento a Deus e a todos que para isto contribuíram.

Está registrado em minha mensagem que, quando Tenente, fui Dragão, e que, no “1º de Cavalaria”, aprendi, o que é, de fato, ser um Oficial do Exército de Caxias. Devo isto aos exemplos, aos ensinamentos e às exigências dos meus comandantes de Regimento e de Esquadrão, Cel Armando Luiz Mallan de Paiva Chaves e Cap Ariel Rocha De Cunto, com quem aprendi que ser nobre não é a ostentação de títulos, mas a retidão de caráter, a vida regrada, a disciplina, a elegância de atitudes e a dedicação integral ao serviço da Pátria, sem dela nada exigir.

Registrei que considero a função de Comandante do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas a maior comenda posta à ambição de um Oficial da minha Arma e aprendi, por tantas vezes que me emocionei enquanto a exercia, que nada na carreira se compara ao privilégio de comandar os Dragões da Independência!

Não omiti sentimentos ao declarar que durante aquele tempo, não houve jornada em que, pelo menos por um momento, meus olhos não se tivessem marejado, ou minha garganta não se tivesse embargado na intimidade dos meus pensamentos, motivado pelo prazer de assistir os Dragões vibrarem e superarem-se no exercício de importantes e dignificantes tarefas ou nas simples atividades de rotina, onde a dedicação pessoal e espontânea era fator decisivo para manter-nos em parceria com o sucesso!

Ao finalizar a despedida, atribui a Deus a benção de realizá-la no quartel do Regimento de Dragões da Independência, cenário dos melhores momentos de minha carreira e única missão que gostaria de repetir!

Dito isto, deixo à imaginação de cada um os adjetivos que atribui à imagem dos dois Dragões que enobrecem a rampa do Palácio do Planalto com a simbologia da sua presença em uniforme da Imperial Guarda de Honra de D. Pedro I, tendo como pano de fundo bandeiras da CUT, da UNE e de outros movimentos mercenários e apátridas que dão suporte ao governo incompetente, corrupto, traiçoeiro, dissimulado e mentiroso que, em breve, será despejado daquele imóvel!

Foi repugnante, para todo e qualquer Dragão, assistir àquela cena na véspera do dia do nascimento do Patrono da Cavalaria, Marechal Manuel Luis Osorio, e na semana em que o “1º de Cavalaria” completa 208 anos de sua criação.

Dilma Rousseff é ainda, infelizmente, a “Comandanta” em Chefe das FFAA. Todos sabemos que pouco aprendeu no tempo em que se dedicou a destruir o Brasil, mas não custava nada aos bons soldados que a protegem ensiná-la que há limites para o exercício da autoridade, tanto para cima quanto para baixo.

Assim como é crime a prepotência e o seu abuso – motivo mestre do processo que a tirará de onde nunca deveria ter estado -, é crime também a promiscuidade caracterizada pela conivência na invasão do Palácio do Planalto, pelo comportamento inadequado da ralé que a apóia em seus momentos derradeiros e pela utilização da sede do poder executivo para manifestações irresponsáveis, assembleias de sindicatos e para o incentivo à violência e ao desrespeito à ordem jurídica e aos procedimentos legais.

Não menos grave é o crime de desrespeito à inviolabilidade física e moral das Sentinelas da Hora, neste caso, à dos dois Dragões cuja imagem, difundida por todas as mídias, é a prova e o símbolo desse desrespeito e da promiscuidade praticados pela “governanta” em seus últimos dias de desgoverno!

Se, como Comandante, por vibrar com os meus comandados, marejei os olhos e embarguei a garganta, confesso que, desta vez, foi por revolta!

Gen Bda Paulo Chagas

(Pena Branca – 1996/97)

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NÃO VAMOS DEIXAR O BOLSONARO SOZINHO!!!

Caros amigos

Representei contra os Dep Valmir Carlos da Assunção e Glauber Braga, no aplicativo do MPF abaixo e da forma como segue (sugestão)

http://aplicativos.pgr.mpf.mp.br/ouvidoria/portal/cadastro.html?tipoServico=2

Descrição: 

Os Deputados Valmir Carlos da Assunção (PT/BA) e Glauber Braga (PSol/RJ), ao pronunciarem seus votos contra o impeachment da Sra Dilma Rousseff, citaram os nomes dos assassinos e terroristas Luiz Carlos Prestes, o líder comunista que, entre outros crimes, mandou assassinar a jovem Elza Fernades (16 anos) por “crime de traição à causa”; Carlos Marighela que, entre outros crimes, é o autor de um “mini-manual” que, até os dias de hoje, serve de base à ação criminosa e indiscriminada de terroristas ao redor do mundo; e Carlos Lamarca, o Capitão desertor e traidor que, entre outros assassinatos, matou a coronhadas o Ten PMSP Alberto Mendes Jr, sob a alegação de que leva-lo como prisioneiro poderia comprometer seu plano de evasão. Esses e outros crimes cometidos pelos facínoras citados nos pronunciamentos dos deputados podem ser conhecidos em simples pesquisas na rede de computadores. Coube à consciência e aos valores dos dois deputados, acima nominados, homenagear em seus votos conhecidos assassinos que, em nome da sua ideologia, envergonham a história da humanidade, como assim faz a maior parte dos “heróis” comunistas, responsáveis, segundo as estatísticas, por mais de 100 milhões de assassinatos.

Voto do Deputado VALMIR CARLOS DA ASSUNÇÃO Povo brasileiro, no dia 17 de abril de 1996, 21 sem-terra foram assassinados no Pará. Quem era Presidente do Brasil? Fernando Henrique Cardoso, do PSDB. Quem era Governador do Pará? Almir Gabriel, do PSDB. E 20 anos se passaram, ficando impunes aqueles que assassinaram nossos companheiros. Por isso, Sr. Presidente, em homenagem àqueles que lutaram, deram a sua vida pela reforma agrária; em homenagem ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e à população negra deste País; em homenagem a quem vive nas favelas; em homenagem àqueles e àquelas que não vão ficar com a marca de golpistas na cara, que nem óleo de peroba vai tirar; em homenagem ao Capitão Lamarca; em homenagem a Marighella, a Zumbi e a Dandara; em homenagem ao povo brasileiro, à minha Bahia, a Itamaraju, ao PT, a Lula e a Dilma; é “não”.

Voto do Deputado GLAUBER BRAGA Senhor Eduardo Cunha, o senhor é um gangster. O que dá sustentação a sua cadeira cheira a enxofre. Eu voto por aqueles que nunca escolheram o lado fácil da história. Voto por Marighella, por Plinio de Arruda Sampaio, por Luis Carlos Prestes, eu voto por Olga Benário, eu voto por Zumbi dos Palmares, eu voto não.”

Solicitação: 
Diante do fato e da constatação de que a conduta relatada é inadmissível à sua condição de parlamentares, como cidadão brasileiro e no uso de meus direitos, represento contra eles, requerendo a apreciação dos fatos e o posterior encaminhamento ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar para que os infratores sejam punidos na forma da lei.

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Representação junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados

Caros amigos

Desde o histórico dia 17 de abril, deste ano, que a esquerda oportunista – derrotada, desmoralizada e desmascarada pela própria desonestidade e incompetência – vale-se de um dos seus vícios mais intrínsecos para tentar intimidar o Deputado Jair Bolsonaro pelo fato de ter, em contrapartida ao precedente aberto pelos Deputados Valmir Carlos da Assunção (PT/BA) e Glauber Braga (PSol/RJ), pronunciado seu voto a favor do impeachment da Sra Dilma Rousseff, citando o nome do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, tido pelos citados e seus camaradas como “torturador”, mas considerado, por grande parte da sociedade brasileira, na qual me incluo, como um herói da luta contra o terrorismo comunista que vitimou o Brasil nas décadas de 60 e 70.

Coube à consciência e aos valores dos dois deputados comunistas, acima nominados, homenagear em seus votos – contrários à vontade do povo brasileiro, diga-se de passagem – conhecidos assassinos que, em nome da sua ideologia, envergonham a história da humanidade, como assim faz a maior parte dos “heróis” comunistas, responsáveis, segundo as estatísticas, por mais de 100 milhões de assassinatos.

Lembraram os nomes de Luiz Carlos Prestes, o líder comunista que, entre outros crimes, mandou assassinar a jovem Elza Fernades (16 anos) por “crime de traição à causa”; Carlos Marighela que, entre outras “obras”, é o autor de um “mini-manual” que, até os dias de hoje, serve de base à ação criminosa e indiscriminada de terroristas ao redor do mundo; e Carlos Lamarca, o Capitão desertor e traidor que, entre outros assassinatos, matou a coronhadas o Ten PMSP Alberto Mendes Jr, sob a alegação de que leva-lo como prisioneiro poderia comprometer seu plano de evasão.

Esses e outros crimes cometidos pelos facínoras citados nos pronunciamentos dos deputados podem ser conhecidos em simples pesquisas na rede de computadores.

Diante do fato e da constatação de que a conduta relatada é inadmissível à sua condição de parlamentares, como cidadão brasileiro e no uso de meus direitos, representei, na data de hoje (27 de abril), contra eles junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, requerendo a apreciação dos fatos e o posterior encaminhamento ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar para que os infratores sejam punidos na forma da lei, a exemplo do que fizeram contra o Deputado Jair Bolsonaro, sem qualquer fundamento jurídico, alguns de seus camaradas.

Gen Bda Paulo Chagas

Presidente do Grupo Terrorismo Nunca mais – TERNUMA

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O que exigir de Michel Temer?

Caros amigos

Estamos a poucas semanas da conquista do primeiro objetivo da nova era, da primeira consequência da nossa “mudança de hábitos”, da nossa “virada histórica”!

O Senado Federal já está apetrechado, instruído e motivado para executar a vontade do povo. Senadores comprometidos com ela fazem discursos memoráveis e os poucos aliados que ainda restam ao governo circulam como baratas tontas a buscar algum argumento consistente que lhes permita retardar o inevitável.

O arrebitado Senador Randolfe Rodrigues, por exemplo, utiliza-se da lépida veemência com que expõe seus sofismas, para afirmar que o Vice Presidente, Michel Temer, não pode substituir a governanta, porque não foi eleito! Mas, Senador, se ele não foi eleito, por que corre o risco de ser cassado pelo TSE? Se não há legitimidade na figura e no cargo de Vice Presidente, por que a Constituição prevê a sua existência? E se, ao invés de sofrer um impeachment, a governanta viesse a sofrer um AVC – coisa que não desejo a ninguém, diga-se de passagem -, como seria?

Randolfe revolta-se ao rubor histérico ao denunciar as tratativas do substituto constitucional da governanta, que visam a montar um ministério a ser nomeado se e quando houver a decretação da vacância. É o mínimo que se espera de alguém que, em reserva, vê configurar-se a possibilidade de assumir a responsabilidade máxima da Nação.

Por seu lado, Lula, às vésperas de seu tão merecido encarceramento, incita seus correligionários à violência, enquanto Dilma, demonstrando todo o seu desrespeito à soberania do País que alega governar com legitimidade, pede socorro a seus aliados no falido Mercosul e na patética Unasul.

Embora eu não seja, nem nunca tenha sido, eleitor do Sr Temer, assisto a tudo isto com um misto de tristeza e de divertimento face ao desespero dos que buscam dar feição de legalidade a falsos e ridículos argumentos. Todavia, ao mesmo tempo, é revoltante constatar o desprezo dos desesperados pela inteligência e pela pouca cultura da massa. Menos mal que pouca gente tem paciência ou tempo para dedicar-lhes a atenção que gostariam de ter neste momento.

Seja como for e sejam quais forem as atitudes dos perdedores, nós, os vencedores, não podemos negligenciar das nossas próprias atitudes, aquelas que efetivamente produziram as mudanças que nos fazem enxergar luz, ainda que tênue, no final do longo túnel que temos para atravessar.

A conquista que em breve estaremos festejando não é um fim, mas uma abertura para o prosseguimento da ação em direção a novo foco de pressão: Michel Temer e sua “ponte para o futuro” !

Cabe a ele e seu programa criar as condições para o início da mudança. Cabe a nós exigir, desde já, o corte de gastos públicos; o abandono dos critérios políticos para aplicação de recursos; o fim do loteamento político de cargos públicos; a redução do número de ministérios; a redução drástica e urgente dos cargos comissionados que caracterizam o aparelhamento da gestão pública; a eliminação imediata do repasse de recursos para as ONG que subvencionam movimentos, agrupamentos e associações subversivas da lei e da ordem, como MST, CUT, UNE e MTST; a promoção de auditorias, como a do TCU no INCRA, nos programas Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida; o rompimento do contrato de “mais médicos” com o governo cubano, mantendo no Brasil apenas aqueles que quiserem livrar-se do jugo totalitário dos irmãos Castro; a supressão das representações diplomáticas em países cuja importância só interessava ao projeto petista de poder; o apoio incondicional à operação “Lava Jato” e à implementação das “10 Medidas Contra a Corrupção”; o fim da ideologização do ensino e da ideologia de gênero nas escolas; a reavaliação do sistema de cotas e da lei do desarmamento; o corte imediato das cotas para o MST nas universidades; rigorosa auditoria no SUS e máxima prioridade para a saúde pública; entre outras atitudes imediatas que definirão o rumo, a voga e as condições que queremos para o Brasil durante o mandato tampão que a Constituição Federal e a vontade nacional outorgarão ao Sr Michel Temer.

Certamente não haverá condições para que tudo que é necessário seja feito, mas que as atitudes que definem as mudanças sejam tomadas!

Gen Bda Paulo Chagas

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AS CRISES BRASILEIRAS E A OBESIDADE MÓRBIDA

Caros amigos

O problema do Brasil se assemelha à obesidade mórbida, ou seja, só uma mudança de hábitos poderá tirá-lo da rota das dietas (crises) periódicas e da auto destruição.

O regime militar, autoritário, impôs uma dieta e exercícios aeróbicos que resolveram o problema físico, atlético, mas não mudaram o comportamento do “paciente”. Tão logo acabaram-se as imposições autoritárias, voltaram os maus hábitos e, 30 anos após, estamos em nova crise de morbidade!

Ao que tudo indica, estamos vivendo o momento ideal para mudar nossos hábitos políticos por aprendizado e vontade próprios. Tomara que não nos falte força de vontade, inteligência, honestidade, perseverança e determinação para mudá-los em definitivo.

Gen Bda Paulo Chagas

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