Parada LGBT é “cultura”?

Caros amigos

Parada LGBT, em qualquer lugar do mundo, não é cultura! É oportunidade para afrontar, como faz o cidadão da foto acima, quem tem o direito de não estar enquadrado em nenhum dos quatro tipos.

É ocasião para atentar contra o pudor e para tentar impor à maioria os “costumes” e os “valores” de uma minoria espalhafatosa que gosta de vitrine, como esse embandeirado sem qualificação!

Há relatos e registros de coisas piores!

Essas pessoas não querem apenas aparecer ou mostrar a sua “alegria” e as suas paixões em um desfile de fantasias. Elas se valem da oportunidade para afrontar os bons costumes e aqueles que não pensam ou sentem as mesmas coisas que elas.

É, também, uma vergonha e uma afronta o fato de que, no Brasil, os nossos impostos são usados para subsidiar esse tipo de manifestação!

Pouco me importa o prazer ou as afeições sexuais de quem quer que seja, o que não posso aceitar é essa (da foto) ou qualquer outra demonstração do tipo em via pública.

Que andem nus dentro de suas casas ou em áreas privadas e coloquem o que bem entenderem nas suas nádegas ou onde mais quiserem, mas nunca, jamais, em via pública, onde o que se faz não pode ser agressivo aos costumes da maioria, sejam os autores, as demonstrações ou os atos homo ou heterossexuais!!

É como penso e porque me revolto!

Gen Bda Paulo Chagas

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O Brasil em situação de impasse

Caros amigos

A sociedade, os políticos e a justiça no Brasil estão diante de um impasse e dividem-se em quatro grandes grupos que passo a descrever, da esquerda para a direita.

O primeiro é composto pelas viúvas do PT e seus aliados. São os arruaceiros misturados aos viciados em mortadela e aos “Ricardos Pilha” que, nos aviões e em lugares públicos, tentam intimidar e constranger seus adversários e os suspeitos de defecção ideológica. Para esses, o objetivo é o quadro do quanto pior melhor, tanto na intensidade quanto na duração. São comandados e orientados pelos crápulas ainda com mandato no Congresso Nacional que falam, abertamente, em derramar o sangue dos idiotas úteis que ainda os seguem e aplaudem para assegurar a consecução os seus interesses escusos.

O segundo grupo é o dos que, por razões diversas – justas ou injustas, honestas ou desonestas – querem assegurar a Michel Temer (o atual chefe da quadrilha, segundo o empresário Joesley Batista) um ambiente mínimo de estabilidade e governabilidade para conduzir o País, a economia e as “reformas”, do jeito e com os resultados que forem possíveis, matando um tigre e abafando um escândalo a cada dia, até a conclusão do mandato, mantendo, nesse interim, o líder e seus aliados políticos à margem da Lava Jato.

O terceiro grupo, mesmo repudiando essa excrescência apelidada de “cidadã”, defende o cumprimento imediato da lei, doa a quem doer, atinja a quem atingir. Esse grupo parte do princípio de que é melhor uma porcaria de constituição do que nenhuma constituição e quer que Temer e todos os corruptos que o cercam caiam de uma vez por todas no colo da Lava Jato. Para ele, a absolvição da chapa Dilma-Temer foi uma cusparada na cara do Brasil, foi como se a lógica das leis tivesse sido usada como papel higiênico de segunda categoria.

O quarto grupo empenha-se por uma intervenção militar, isto é, a tomada do poder pelo argumento da força e da correção moral e patriótica das Forças Armadas, julgando que, a qualquer custo, é chegada a hora de empregar o último e decisivo recurso da Nação. Neste ponto, aceitam o confronto e os cadáveres propostos pelo primeiro grupo, bem como o risco de internacionalização da solução para a crise brasileira.

Diante da adversidade da situação, da profundidade do caos moral e da falta de maturidade da opinião pública, essa divisão é natural, mas não contribui para o fim da crise e do mal que causa ao País, pelo contrário, coloca em apuro o problema e a solução para ele, particularmente após a expansão e o agravamento das delações de Joesley Batista, o manipulador de propinas cuja delação superou todos os exercícios de imaginação.

A maioria dos brasileiros e a solução do impasse que trava e atrasa o Brasil estão, obviamente, inseridos nos grupos mais à direita, no rigoroso cumprimento das leis em vigor, no bom senso e na honestidade de propósitos dos impacientes, tudo sob a garantia última do declarado comprometimento das Forças Armadas com a estabilidade da Nação, com o respeito à Constituição e com a legitimidade do seu emprego em defesa dos verdadeiros interesses nacionais.

É o que penso.

Gen Bda Paulo Chagas

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Miriam Leitão sentiu o gosto do próprio veneno

Caros amigos

Miriam Leitão sofreu um “ataque de violência verbal por parte de delegados do PT dentro de um voo”. Foi ameaçada, teve seu nome achincalhado e foi acusada de ter defendido posições que diz que não defende.

Bem feito! É assim que ela se conduz quando se trata de “reportar” sua ira contra os militares, como se nunca tivesse sido aliada de terroristas ou conivente com atos de terrorismo.

Ao ser chamada de terrorista, tantas décadas depois, certamente lembrou-se do que já foi.

Por ironia do destino, foi a mesma Policia Federal que, em 1972, a prendeu, que tentou livra-la do constrangimento e da intimidação dos vândalos comunistas, todavia, nem nessa hora, sua incipiente humildade conseguiu vencer a arrogância vingativa: “Diga à Polícia Federal que enfrentei a ditadura. Não tenho medo. De nada”(sic). Exceto de cobra! É o que deveria ter acrescentado, pelo menos para manter a coerência com a sua versão da história.

Os delegados do PT a ofenderam e mostraram, segundo ela, uma visão totalmente distorcida do seu trabalho. Novamente me cabe dizer “bem feito”, porquanto é exatamente o que ela faz quando se trata de reportar o trabalho dos órgãos de segurança em face das ações da organização terrorista da qual fez parte como Amélia. Seria analogia à mulher de verdade ou seu exemplar desempenho na organização criminosa?

Ela sabe que o que sofreu mostra a verdadeira cara do PT e de toda a esquerda que representa, mas seu comprometimento ideologico a obriga a dizer que não e, ao mesmo tempo, a vangloriar-se de ter sido citada positivamente por, nada mais nada menos, que o quadrilheiro chefe, Lula da Silva! É a manifestação da incoerência congênita da esquerda!

Foi um erro do partido achincalha-la, afinal ela é uma jornalista de esquerda, comprometida com seu passado terrorista e que, confessadamente, continuará a fazer o trabalho de sempre.

De qualquer forma, valeu saber que não lhe agradou o gosto amargo do seu próprio veneno!

Bem feito!

Gen Bda Paulo Chagas

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Incitar a violência é crime!

Senhores deputados e senadores do PT e de seus aliados, patrocinadores do agravamento do caos, “o quanto pior só será melhor” enquanto o restabelecimento da ordem não estiver a cargo da tropa que evita o contato físico, não usa cassetetes, balas de borracha, spray de pimenta, granadas de gás lacrimogênio ou de “efeito moral”.

Essa tropa não conhece derrota! É a ela que a sociedade delega o emprego da violência legal e legítima. Ela é adestrada e equipada para dissuadir pela letalidade!

Cuidado, incitar a violência é crime e quem banca o avestruz tem que aguentar o ovo!

Gen Bda Paulo Chagas

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A impunidade foi a grande vitoriosa!

Caros amigos

Qualquer que fosse o resultado do julgamento da “Chapa Dilma/Temer”, o Brasil continuaria a se arrastar, aos traços e barrancos, rumo a 2019 em meio à politicagem destrutiva que visa não mais do que a auto remição dos corruptos.

A absolvição da dupla e dos seus partidos consagrou a fraude e a impunidade. Foi o pior dos resultados, no entanto, a honestidade haverá de ser consagrada e, doa a quem doer, a lei ainda virá a ser cumprida no Brasil!

Gen Bda Paulo Chagas

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O ridículo voto do destemperado Napoleão.

Caros amigos

O destempero teatral do Juiz Napoleão Nunes Maia Filho, com gesto de degola aos “infieis” que, supostamente, o teriam caluniado, põe em dúvida a sua capacidade para o exercício da magistratura, a sua isenção para julgar esse processo e a forma como são indicados e nomeados os integrantes das mais altas cortes do Judiciário nacional.

Seus argumentos e a forma como os expressou autorizam a crer em complacência com os crimes de corrupção cometidos pela organização criminosa que comprou, com recursos ilícitos, o resultado das últimas eleições e, consequentemente, o poder.

Com argumentos pífios e contraditórios, acusou o Brasil de ser um país não civilizado e provou isto com a transformação do seu voto em argumento de defesa da ré, Dilma Rousseff.

É o que fico a pensar depois de, enojado, ter ouvido o seu ridículo, longo e faccioso voto!

É um direito que exerço como cidadão de um país que, apesar de todos os esforços dos corruptos e de seus simpatizantes, aliados e beneficiários, ainda é democrático!

Gen Bda Paulo Chagas

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E não se trata de uma quadrilha?!?!

Caros amigos

Segundo editorial do Estadão (01/06/17), é falso o pressuposto de que “o País só será salvo se a classe política for desbaratada, como se fosse uma quadrilha”.

Bom, se a classe como um todo não é uma quadrilha, seria mais lógico afirmar que a salvação está em desbaratar a quadrilha que contamina a classe como um todo!

Ao considerar, ao arrepio de lógica, que todos são inocentes, faz imperdoável injustiça aos muitos (sic) que de fato o são!

A delação premiada, instrumento legal aprovado pela classe política contaminada pela corrupção, tem sido e continuará a ser o mais eficiente meio para separar o joio do trigo.

Este é o caso típico em que os fins justificam os meios!

Viva a Lava Jato!!!

Gen Bda Paulo Chagas

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