O espírito de competição é uma virtude, a ganância é um vício!

Caros amigos

O respeito às diferenças individuais e coletivas valoriza o potencial e o progresso dos mais capazes como meios para a conquista do bem comum. As ambições e as potencialidades devem ser estimuladas e exercidas de forma consciente e honesta para que sejam instrumentos verdadeiros e eficazes dessa conquista. O espírito de competição é, portanto, uma virtude!

A inveja e a incompetência, pregando a igualdade exercida de baixo para cima, tomando dos que têm para dar a si e aos que não têm, promovem a distribuição da miséria, o fim da iniciativa, o nivelamento por baixo das capacidades individuais e coletivas e a estagnação do progresso.

Neste sentido, a doutrina comunista atrai e serve apenas aos invejosos e aos incompetentes, isto é, aos que, não sendo capazes de ter tudo o que gostariam de ter, tudo fazem para tomar de quem tem!

Li um artigo que dizia ter sido a ganância o vício “infiltrado” que destruiu o Foro de São Paulo (FSP). Julgo que não foi só isso, no entanto, com certeza, a ganância e a sede de poder a qualquer custo não são predicados para a conquista do bem comum.

Para um liberal, em tempos de oportunidade como a que nos oferece a incompetência e a desonestidade do PT e de seus aliados, é exigido, principalmente,  paciência, perseverança e senso de medida para mudar o que pode ser mudado, respeitando o tempo necessário para que os brasileiros, impregnados até os ossos de uma cultura paternalista, comecem a entender o que é andar com as próprias pernas e a conhecer as vantagens de não serem tutelados.

O inimigo não precisa ser eliminado fisicamente para que perca a sua capacidade operativa. O FSP continuará existindo, assim como o PT e o comunismo, cabe a nós mantê-los desmoralizados. São como doenças crônicas que precisam ser permanentemente monitoradas e controladas.

“O preço da liberdade é a eterna vigilância”.

Gen Bda Paulo Chagas

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Democracia é como religião, não basta acreditar, tem que ser professada.

Caros amigos

Muitos cristãos maldizem a Deus quando perdem um familiar ou amigo próximo e querido e jogam no lixo a crença na promessa divina de uma outra vida, ao lado do Pai, na qual juravam crer até o dia anterior!

O mesmo acontece na prática política com muitos que se dizem democratas quando as suas convicções são derrotadas no embate das ideias ou nos processos legislativos, judiciários e eleitorais.

A “Parábola do Semeador”, que põe em relevo a ação de propagar a Palavra por toda parte, não importando o terreno que a acolhe ou o resultado do esforço, nos deve servir de exemplo. Na terra boa ou não, apesar dos pássaros, do terreno pedregoso e dos espinhos, ela é ouvida e compreendida e, no final, frutifica e a colheita é sempre compensadora.

Cada um de nós tem o dever de semear o que julga ser direito sem medo do fracasso. A nossa omissão e o nosso derrotismo são os melhores estímulos para a vitória dos nossos oponentes em qualquer área da atividade humana.

Precisamos, portanto, perseverar tanto na fé religiosa quanto na prática da democracia e acreditar na força e na infinidade dos seus recursos mas, principalmente, na compensação da semeadura e da defesa permanentes das nossas convicções democráticos.

Gen Bda Paulo Chagas

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A política como ela é hoje morrerá torta!

Caros amigos

Dois assuntos são recorrentes no noticiário brasileiro, a insegurança pública – que produz uma média de 190 cadáveres por dia – e o embate político das quadrilhas com mandatos e nomeações nos três poderes da República.

Ao observar as atitudes do Presidente Michel Temer e dos congressistas neste mais recente entrechoque de interesses pessoais, partidários e ideológicos, constatamos a exatidão do ditado popular que diz que “pau que nasce torto, morre torto”.

Enojados, assistimos o Executivo a modelar às suas conveniências a composição da “base aliada” na CCJ e a “oposição” a jogar estrume no ventilador e pedras no caminho do processo, não em busca de uma solução para a grave questão que poderá resultar, em curto espaço de tempo, no impedimento de mais um Presidente da República, mas, pelo contrário, hipocritamente, concorre para que tudo evolua para o pior, não para ela, mas para a Nação como um todo.

Complementando essa histórica semana, recém iniciada e que muito mais promete, cinco senadoras, representando a si próprias ocuparam, por várias horas, a mesa do Senado, buscando impedir a votação da tão necessária reforma trabalhista. Não há qualquer adjetivo, por mais forte que seja, que as possa qualificar, ofender ou cutucar-lhes a moralidade, porquanto a incoerência, o cinismo e a imoralidade são suas marcas registradas. Gleisi Hoffmann, Vanessa Grazziotin e Fátima Bezerra fazem parte da fina flor do lixo político nacional em seu segmento feminista.

Dentro da imundice das regras que há trinta anos são praticadas, a classe política joga um jogo que, sem dúvidas, exclui o interesse público e que não tem outros objetivos que as suas próprias cobiças. Quanto mais próximos os políticos se veem do epílogo da era pós moral que construíram a partir do grito de “diretas já”, mais despudoradamente mostram as suas caras e suas garras. É difícil largar o osso e não é por outra razão que as hienas comem até carniça.

Os melhores exemplos são os de Zé Dirceu – o bandido de muitas caras e nenhum caráter, que, mesmo condenado, mas solto pelos que o tem como de estimação, vale-se do privilégio, retoma sua postura de “líder” e avaliza o plano de retorno da sua quadrilha ao poder -, e de Aécio Neves – o corrupto tucano que, como o seu congênere petista, ressurge das cinzas pelas mãos de quem o estima, com liberdade para tentar a fuga da justiça.

Tudo isso nos mostra a importância da nossa indignação e da mudança que se faz necessária em nós mesmos e no Brasil, porque a política, como ela é hoje, morrerá torta!

Cabe a nós, a qualquer custo, plantar uma nova, que nasça direita, que cresça correta e que frutifique em benefício da liberdade de cada um e dos interesses nacionais.

Gen Bda Paulo Chagas

 

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A Politização do Judiciário

Caros amigos

Nunca, “na história deste país”, o Supremo Tribunal Federal teve tanto protagonismo na política nacional. É um fenômeno chamado de “Judicialização da Política”, que eu prefiro chamar de “Politização do Judiciário”.

Não é sem razão, nem tampouco sozinho, que o jornalista José Nêumanne Pinto afirmou ao Ministro Marco Aurélio Mello que não confia na nossa Suprema Corte!

Uma das causas e motivo de pasmo é o processo de indicação e nomeação dos ministros do STF, o qual permite que dela façam parte personagens que NUNCA foram juízes ou, sequer, razoáveis e isentos operadores do direito, como é o caso de “Sua Excelência” o Sr Dias Toffoli!

Nesse contexto, a incapacidade do STF para contribuir com a colocação de ordem na caótica conjuntura nacional é, ao mesmo tempo, causa e consequência, porquanto falta-lhe isenção e comprometimento com os reais interesses da Nação.

O já citado Dias Toffoli, por exemplo, só não se sobressai na capacidade de ser mais venal porque lhe falta competência jurídica, predicado que, por outro lado, é demonstrado com sobra na veemência da atuação de Gilmar Mendes, amigo íntimo do corrupto Aécio Neves e companheiro de viagem e de repastos fora de agenda com outras autoridades sob suspeita de crime.

Por seu lado, o pândego e também já citado Marco Aurélio Mello só está no STF por obra do nepotismo de seu primo Fernando Collor de Mello, outro investigado por crime de corrupção.

Luiz Edson Fachin, nomeado por Dilma Rousseff, é conhecido por seu comprometimento com o assédio socialista ao Brasil. Fica, portanto, difícil acreditar na isenção de um ministro vinculado ao PT e à terrorista Dilma Rousseff e que, reconhecidamente, nutre simpatia pelo MST e pelos métodos destrutivos pelos quais este agrupamento de desordeiros “luta” por suas “causas”.

Ricardo Lewandowiski, um pigmeu entre gigantes quando Tenente de Cavalaria, ingressou na magistratura por “cota”, indicado por ninguém menos do que Orestes Quercia e, na Suprema Corte, pelas mãos de Lula da Silva. Foi ele, em conluio com Renan Calheiros, o responsável pelo “fatiamento” que assegurou direitos políticos a Dilma Rousseff, mesmo depois do seu impeachment.

Como cidadão brasileiro, lamento ter que compartilhar do mesmo sentimento de José Nêumanne Pinto em relação à nossa Suprema Corte e, para não estender-me, deixo de citar outros exemplos como o de Alexandre de Moraes, ex Ministro de Estado da Justiça do cambaleante governo Michel Temer, e o de Rosa Weber, citada por Lula como aliada em gravação feita pela operação Lava Jato.

Guardo sincera esperança de que ao final e no conjunto da obra dos 11 ministros prevaleçam a isenção e os exemplos dos grandes e verdadeiros juristas que por lá já passaram e que, em futuro não muito distante, se restaure o prestígio e a competência do STF, antes que, ao arrepio da Constituição, um Tribunal de Exceção tenha que ser criado para julgar seus integrantes e fazer-lhe a vez.

Gen Bda Paulo Chagas

 

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Parada LGBT é “cultura”?

Caros amigos

Parada LGBT, em qualquer lugar do mundo, não é cultura! É oportunidade para afrontar, como faz o cidadão da foto acima, quem tem o direito de não estar enquadrado em nenhum dos quatro tipos.

É ocasião para atentar contra o pudor e para tentar impor à maioria os “costumes” e os “valores” de uma minoria espalhafatosa que gosta de vitrine, como esse embandeirado sem qualificação!

Há relatos e registros de coisas piores!

Essas pessoas não querem apenas aparecer ou mostrar a sua “alegria” e as suas paixões em um desfile de fantasias. Elas se valem da oportunidade para afrontar os bons costumes e aqueles que não pensam ou sentem as mesmas coisas que elas.

É, também, uma vergonha e uma afronta o fato de que, no Brasil, os nossos impostos são usados para subsidiar esse tipo de manifestação!

Pouco me importa o prazer ou as afeições sexuais de quem quer que seja, o que não posso aceitar é essa (da foto) ou qualquer outra demonstração do tipo em via pública.

Que andem nus dentro de suas casas ou em áreas privadas e coloquem o que bem entenderem nas suas nádegas ou onde mais quiserem, mas nunca, jamais, em via pública, onde o que se faz não pode ser agressivo aos costumes da maioria, sejam os autores, as demonstrações ou os atos homo ou heterossexuais!!

É como penso e porque me revolto!

Gen Bda Paulo Chagas

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O Brasil em situação de impasse

Caros amigos

A sociedade, os políticos e a justiça no Brasil estão diante de um impasse e dividem-se em quatro grandes grupos que passo a descrever, da esquerda para a direita.

O primeiro é composto pelas viúvas do PT e seus aliados. São os arruaceiros misturados aos viciados em mortadela e aos “Ricardos Pilha” que, nos aviões e em lugares públicos, tentam intimidar e constranger seus adversários e os suspeitos de defecção ideológica. Para esses, o objetivo é o quadro do quanto pior melhor, tanto na intensidade quanto na duração. São comandados e orientados pelos crápulas ainda com mandato no Congresso Nacional que falam, abertamente, em derramar o sangue dos idiotas úteis que ainda os seguem e aplaudem para assegurar a consecução os seus interesses escusos.

O segundo grupo é o dos que, por razões diversas – justas ou injustas, honestas ou desonestas – querem assegurar a Michel Temer (o atual chefe da quadrilha, segundo o empresário Joesley Batista) um ambiente mínimo de estabilidade e governabilidade para conduzir o País, a economia e as “reformas”, do jeito e com os resultados que forem possíveis, matando um tigre e abafando um escândalo a cada dia, até a conclusão do mandato, mantendo, nesse interim, o líder e seus aliados políticos à margem da Lava Jato.

O terceiro grupo, mesmo repudiando essa excrescência apelidada de “cidadã”, defende o cumprimento imediato da lei, doa a quem doer, atinja a quem atingir. Esse grupo parte do princípio de que é melhor uma porcaria de constituição do que nenhuma constituição e quer que Temer e todos os corruptos que o cercam caiam de uma vez por todas no colo da Lava Jato. Para ele, a absolvição da chapa Dilma-Temer foi uma cusparada na cara do Brasil, foi como se a lógica das leis tivesse sido usada como papel higiênico de segunda categoria.

O quarto grupo empenha-se por uma intervenção militar, isto é, a tomada do poder pelo argumento da força e da correção moral e patriótica das Forças Armadas, julgando que, a qualquer custo, é chegada a hora de empregar o último e decisivo recurso da Nação. Neste ponto, aceitam o confronto e os cadáveres propostos pelo primeiro grupo, bem como o risco de internacionalização da solução para a crise brasileira.

Diante da adversidade da situação, da profundidade do caos moral e da falta de maturidade da opinião pública, essa divisão é natural, mas não contribui para o fim da crise e do mal que causa ao País, pelo contrário, coloca em apuro o problema e a solução para ele, particularmente após a expansão e o agravamento das delações de Joesley Batista, o manipulador de propinas cuja delação superou todos os exercícios de imaginação.

A maioria dos brasileiros e a solução do impasse que trava e atrasa o Brasil estão, obviamente, inseridos nos grupos mais à direita, no rigoroso cumprimento das leis em vigor, no bom senso e na honestidade de propósitos dos impacientes, tudo sob a garantia última do declarado comprometimento das Forças Armadas com a estabilidade da Nação, com o respeito à Constituição e com a legitimidade do seu emprego em defesa dos verdadeiros interesses nacionais.

É o que penso.

Gen Bda Paulo Chagas

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Miriam Leitão sentiu o gosto do próprio veneno

Caros amigos

Miriam Leitão sofreu um “ataque de violência verbal por parte de delegados do PT dentro de um voo”. Foi ameaçada, teve seu nome achincalhado e foi acusada de ter defendido posições que diz que não defende.

Bem feito! É assim que ela se conduz quando se trata de “reportar” sua ira contra os militares, como se nunca tivesse sido aliada de terroristas ou conivente com atos de terrorismo.

Ao ser chamada de terrorista, tantas décadas depois, certamente lembrou-se do que já foi.

Por ironia do destino, foi a mesma Policia Federal que, em 1972, a prendeu, que tentou livra-la do constrangimento e da intimidação dos vândalos comunistas, todavia, nem nessa hora, sua incipiente humildade conseguiu vencer a arrogância vingativa: “Diga à Polícia Federal que enfrentei a ditadura. Não tenho medo. De nada”(sic). Exceto de cobra! É o que deveria ter acrescentado, pelo menos para manter a coerência com a sua versão da história.

Os delegados do PT a ofenderam e mostraram, segundo ela, uma visão totalmente distorcida do seu trabalho. Novamente me cabe dizer “bem feito”, porquanto é exatamente o que ela faz quando se trata de reportar o trabalho dos órgãos de segurança em face das ações da organização terrorista da qual fez parte como Amélia. Seria analogia à mulher de verdade ou seu exemplar desempenho na organização criminosa?

Ela sabe que o que sofreu mostra a verdadeira cara do PT e de toda a esquerda que representa, mas seu comprometimento ideologico a obriga a dizer que não e, ao mesmo tempo, a vangloriar-se de ter sido citada positivamente por, nada mais nada menos, que o quadrilheiro chefe, Lula da Silva! É a manifestação da incoerência congênita da esquerda!

Foi um erro do partido achincalha-la, afinal ela é uma jornalista de esquerda, comprometida com seu passado terrorista e que, confessadamente, continuará a fazer o trabalho de sempre.

De qualquer forma, valeu saber que não lhe agradou o gosto amargo do seu próprio veneno!

Bem feito!

Gen Bda Paulo Chagas

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