Exmo Sr Senador Randolfe Rodrigues

Corrija-me, por favor, se eu estiver enganado, mas, de acordo com as minhas observações, baseadas na forma como VExa faz seus pronunciamentos públicos, o Sr faz parte de uma minoria que se julga discriminada no conjunto da sociedade e que, coerentemente, empenha-se pela aprovação de leis que privilegiem o seu direito à vida, à manifestação de suas opções e à integridade física, acima do que é oferecido aos demais brasileiros. Repito, por favor, corrija-me e desculpe-me se eu estiver enganado!

Pensando assim, julgo ser incoerência da sua parte a exclusão dos militares do direito à opinião e a criminalização das Instituições Armadas por realizarem a análise e o planejamento da execução das suas missões constitucionais.

O seu pronunciamento na Tribuna do Senado a respeito da palestra e das declarações do General Antônio Hamilton Mourão, no Grande Oriente do Brasil, permite acreditar que, na sua opinião,  os militares não têm esse direito e que devem ser considerados e tratados como cidadãos de segunda classe, condenados ao silêncio e ao servilismo!

O Sr se refere a um integrante do Alto Comando do Exército como “maluco” e à instituição a que pertence como “chantagista” sem considerar que fazem parte da sociedade e da estrutura organizacional do estado brasileiro e desconsidera que a democracia garante a TODOS os brasileiros o direito de pensar, querer, defender suas ideias e anseios e de exercer, na plenitude, a sua profissão e o seu dever profissional

A postura adotada por VExa, nos permite aduzir que, na sua maneira de pensar, a divulgação de posições pessoais e, neste caso,  PROFISSIONAIS de militares, mesmo que no ambiente reservado de um Templo Maçônico, constitui-se em ameaça à democracia e à hierarquia, quando, na verdade, é e foi, apenas, a difusão da análise institucional de uma missão prevista na constituição!

Os militares, Senador Randolfe, têm o dever de estar SEMPRE atentos às conjunturas interna e externa para, SE NECESSÁRIO, correr em socorro da Pátria e da sociedade quando essas estiverem dominadas pela ilegalidade e pela desordem, como é, sem dúvida, o rumo tomado pelo Brasil quando o observamos de dentro do local de trabalho de VExa.

Mais ainda, senhor Senador, as FFAA devem planejar seu emprego dando prioridade às hipóteses mais extremas e graves, como é o caso da situação de completa ausência de condições de qualquer dos poderes para cumprir seus deveres e de assumir a iniciativa das providências necessárias ao restabelecimento da ordem e do cumprimento das leis, conforme foi comentado pelo General!

Na opinião de grande parte da sociedade, onde incluo a minha, considerando a fragilidade moral dos três poderes da República, essa hipótese, além de ser a mais grave, é também a de maior probabilidade de ocorrer, portanto, senhor Senador, crescem de importância, de seriedade e de utilidade pública as declarações do brilhante militar pretensiosamente criticado por VExa.

Sugiro  que o Sr medite sobre a incoerência e o despropósito do seu pronunciamento e que, em oportunidade que obviamente não lhe faltará, retrate-se publicamente, para o bem da verdade, da sua imagem e da tranquilidade do povo dessa terra devastada pela prática da demagogia, da desonestidade e da irresponsabilidade, como VExa muito bem sabe!

Respeitosamente

General de Brigada Paulo Chagas

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PALESTRA DO GENERAL ANTÔNIO HAMILTON MARTINS MOURÃO

Caros amigos

Mais uma tempestade em copo d’agua criada pela ansiedade de uns e pelo pavor de outros.

O Gen Mourão, em sua palestra no Grande Oriente do Brasil, não disse mais do que o óbvio, o que todo mundo já sabe ou, se não sabe, deveria saber.

Ele não fez nenhuma previsão. Não disse qual será o futuro político do Brasil, apenas, e não mais do que isso, disse que, na hipótese extrema de desordem total (“por aproximações sucessivas”), de perda do controle da situação pelas autoridades constituídas (objetivo claro da esquerda bolivariana) o Exército estará pronto para restabelecer a ordem interna no País.

E acrescentou, com ênfase e propriedade, que, em uma situação como a do cenário de um caos total, os militares não poderiam ficar inertes, aguardando ordens (de quem?) porque, acima de tudo, têm o dever de cumprir o juramento solene de dedicar-se inteiramente ao serviço da Pátria e de defender-lhe a honra, a integridade e as instituições até com o sacrifício da própria vida!

Não há novidade nessa assertiva. É a obrigação de qualquer soldado em qualquer exército do mundo! E, seguindo a máxima de que “um exército pode passar um século sem ser empregado, mas não pode passar um segundo sem estar preparado”, o EB tem planos para quaisquer hipóteses de emprego! É o seu dever profissional e patriótico.

Praticando a lealdade, o General não deixou também de citar os 3 pilares da conduta militar, estabelecidos pelo Comandante do Exército, ESTABILIDADE, LEGITIMIDADE e LEGALIDADE, em cuja interpretação lógica depreende-se que o EB não contribuirá para a instabilidade e só agirá dentro da lei e com legitimidade e, QUANDO e SE, as instituições não forem capazes de manter a estabilidade e esta, por qualquer motivo, for quebrada ou sair de controle, as FFAA, legitimamente terão que tomar a iniciativa de restabelecer o controle da situação e, principalmente, a legalidade e a ordem!

Como eu disse no início, essas simples verdades aguçam a ansiedade dos impacientes e o pavor dos promotores do caos, daí tantas conjecturas e tanto assanhamento em torno de obviedades tão simples.

Deixo aqui os meus respeitosos cumprimentos ao Gen Mourão pela forma clara com que, mais uma vez, expôs a missão das FFAA para o Brasil.

Gen Bda Paulo Chagas

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Que se cumpra a lei, doa a quem doer!

Caros amigos

É revoltante assistir às reações de políticos face à situação caótica em que se encontra o País. Em um círculo vicioso de acusações, eles se manifestam como se a responsabilidade pelo desastre fosse de todo o mundo menos de cada um deles, quando, na verdade, entre incompetência, cafajestagem, rapinagem e ignorância, poucos são os “otários” que por compromisso com a ética e com a honestidade preservaram as suas reputações e não se envolveram no assédio ao erário.

No meio do povo, a grande vítima, há também responsáveis, porquanto um percentual ainda significativo de pessoas – por absoluta ignorância e apesar dos pesares – insiste em dar crédito à mentiras e em viver de ilusões.

Identificamos no Congresso algumas grandes quadrilhas, como o PT, o PMDB e o PSDB, um lote de alcateias e alguns lobos solitários, todos, junto com a Suprema Corte, alvoroçados e acuados pela revolta do povo esclarecido, por malas de dinheiro, gravações, delações, vídeos e evidências investigadas e processadas pela polícia, pelo Ministério Público e pela Justiça de Curitiba, de Porto Alegre e de alhures.

É inútil querer tapar o Sol com a peneira e fingir acreditar que o gesticulante e verborrágico Michel Temer – há anos no meio dessa balbúrdia criminosa, cercado por “amigos de confiança” que precisam até de apartamentos para guardar a quantidade de dinheiro que roubaram – possa, nessas condições, ser uma ilustre, pura, ingênua e inocente vítima da má vontade do Procurador Geral, por mais venal e comprometido que este seja!

Nunca gritei “Fora Temer”, mas, tanto quanto Lula da Silva, Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima e outros, ele não é inocente e não há como não ser investigado, processado, julgado e punido! Pode haver um porquê ou uma discutível justificativa para protelar essas ações, mas não há qualquer razão para que não encaremos de frente esta realidade e a fatalidade de termos essa funesta cadeia sucessória na Presidência da República!

Levaremos mais do que uma geração para corrigir o mal que nos foi causado por esses bandidos e não há qualquer razão que justifique tergiversar ou aceitar remendos na busca da correção, mesmo que isso signifique protelar o início da recuperação. Chega de meias-solas, precisamos de um Brasil novo e não de mais do mesmo!

Que se cumpra a lei, doa a quem doer!

Gen Bda Paulo Chagas

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São os mesmos de sempre…

Caros amigos

A Avenida Castello Branco, em Porto Alegre, retomou seu nome original, deixando, ao largo e à dimensão que lhe cabe, a falácia escondida por trás da “legalidade e da democracia” pretendidas pelo mesmo alucinado que criou os “Grupos dos Onze”, em cujo plano estava o alerta de que “só a morte” poderia libertar os compromissados com a “Libertação Nacional”, os quais, dirigidos por ele, viriam “destruindo e queimando as plantações, engenhos, celeiros, depósitos de cereais e armazéns (…) à sombra da massa humana”, convergindo, “em destruição e assaltos”, para o centro das cidades, “depredando os estabelecimentos comerciais e industriais, saqueando e incendiando os edifícios públicos e os de empresas particulares”, e que finalizava sua loucura decretando que, no caso de derrota do movimento, os reféns deveriam ser “sumária e imediatamente fuzilados”, a fim de que não denunciassem seus aprisionadores.

Ainda há gente no Brasil que pensa e age assim!

São os mesmos que propuseram a troca de nome da Ponte Costa e Silva, em Brasília, para o de “Honestino Guimarães”, um militante da organização terrorista Ação Popular, responsável pelo atentado à bomba no Aeroporto dos Guararapes que, em 1966, pretendia matar o Marechal.

São os mesmos que tiraram o nome do Presidente Emílio Garrastazu Médici de uma escola na Bahia para homenagear o terrorista Carlos Marighela, cujos “ensinamentos”, ainda hoje, vitimam inocentes ao redor do mundo.

São os mesmos que não vacilaram diante da “necessidade de justiçar” Celso Daniel em nome da segurança de seu plano macabro.

São os mesmos que, em um esforço permanente e obcecado, encheram os bolsos, as cuecas, as contas bancárias, as malas e até os apartamentos com fortunas roubadas do povo brasileiro e que não hesitaram em jogá-lo no fundo de um poço de lama e miséria que lhe tomará décadas de vida em privações e atraso.

São os mesmos, e não são poucos, que flagrados na prática criminosa de destruir física e moralmente o País, buscam desesperadamente fórmulas mirabolantes e obscenas para manterem-se no poder e à margem da lei.

São os mesmos que conclamam os “inocentes úteis” a interromper o diálogo, as conversas e os bons modos com os adversários para derramar-lhes o sangue em defesa da utopia e do caos socialista que, sem qualquer pudor ou amargura, flagela a pobre e desvalida Venezuela!

São os mesmos fanfarrões que com suas bravatas fazem incautos acreditar no “poder” de um exército de iludidos, mantidos em barracas de plástico à beira das estradas e às custas do dinheiro que nos roubaram e que, covardemente, se escudam atrás de mulheres “enraivecidas” e de crianças inocentes.

São os mesmos que chamam o Juiz Sérgio Moro de “merdinha” quando esse é o produto que lhes escorre, em grande escala, pelas pernas só de pensar em enfrentar o olhar passivo e determinado daquele que, sob o aplauso unânime dos bons brasileiros, os fará pagar na cadeia pelo mal que nos têm causado!

Repito, ainda há muita gente entre nós que pensa e age assim!

O Brasil está em luta por si próprio. Não é uma luta à morte, como quis Che Guevara, o covarde e insano ídolo que inspira os mesmos de sempre, mas pela vida, glória e progresso do seu digno e maltratado povo que sofre as consequências das mentiras e do estelionato político, moral e financeiro de que foi vítima.

O Brasil está acima de todos eles e, com a benção de Deus, permanecerá acima de tudo!

Gen Bda Paulo Chagas

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Revogação da mudança de nome da Avenida Presidente Castelo Branco, em Porto Alegre.

Caros amigos

A “campanha da legalidade”, não passou de uma tentativa de dar plenos poderes à João Goulart, o que foi presidente sem nunca ter sido, aquele que, quando os teve, levou o Brasil a uma crise, até então, sem precedentes na história e que culminou com o que Jacob Gorender, comunista histórico, referiu-se – em seu conhecido livro, Combate nas Trevas – como “golpe preventivo” da direita, realizado “antes que o caldo entornasse”.

Populista por formação, Jango julgava ser mais esperto do que seus aliados vermelhos e praticava uma política hesitante que teve como resultado o caos econômico, político e social e que acabou por contaminar o tecido militar na forma de indisciplina e quebra da hierarquia.

A “Legalidade” deu-lhe o poder e levou-o ao limbo de sofrer um golpe de seus “aliados” que, além de tirá-lo do governo, com certeza, o levaria à morte no paredão, como reza a cartilha e a tradição comunistas!

Salvou-o do triste e violento fim o “golpe preventivo” que, em 31 de março de 1964, sob a liderança do estadista e soldado Humberto de Alencar Castelo Branco, representando a vontade nacional, mudou, para sempre, o rumo e o destino do Brasil e, de fato, às custas de uma luta armada, preservou a democracia, hoje solapada pelos mesmos fieis seguidores da utopia totalitária.

A ânsia pelo poder a qualquer custo nunca deixou de ser o objetivo da esquerda radical travestida de populismo irresponsável. O momento atual, quando, em queda vertiginosa, o Brasil, mais uma vez, persegue o fundo do poço em que foi lançado pelos invariáveis parasitas da “legalidade” que fez de Jango Goulart o protagonista do caos.

Como é possível, então, que a cultura do povo gaúcho não o faça aperceber, à luz dos fatos atuais, que a mudança do nome da Avenida Presidente Castelo Branco para Avenida da Legalidade e da Democracia foi uma distorção da história? Ela própria, nos ensina que a campanha da legalidade, ao contrário do que sugere a sua associação ao regime democrático, nada mais foi do que a plataforma que permitiu ao comunismo internacional, pela segunda vez, tentar eliminá-la no Brasil!

Castelo Branco, brilhantemente, deu os primeiros passos em sua carreira de soldado no Colégio Militar de Porto Alegre. Galgou da mesma forma todos os postos da hierarquia. Integrou a Força Expedicionária Brasileira na campanha da Itália. Foi Comandante da Escola de Estado Maior do Exército e Chefe do Estado Maior do Exército, função em que tornou-se a figura de proa na coordenação das ações civis, militares e políticas que se fizeram necessárias para que os brasileiros se salvassem da investida dos que usaram o argumento da “legalidade” para atentar contra a democracia e a liberdade, valores tradicionalmente caros ao povo rio-grandense.

O movimento liderado pela Vereadora Mônica Leal para revogar a mudança de nome da Avenida Presidente Castelo Branco e o equívoco que encerra merece a atenção e o apoio de todos os gaúchos e, em particular, da sociedade porto-alegrense.

É o que penso e o que espero dos homens e das mulheres da terra que adotei por força de atavismo familiar e da admiração que, desde sempre, lhe dedico.

Gen Bda Paulo Chagas

http://www.plps.com.br/noticias/tjrs-determina-que-avenida-da-legalidade-e-da-democracia-volte-a-se-chamar-castelo-branco/

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JOÃO DÓRIA

Caros amigos

Graças a Deus, a minha educação familiar e a minha formação militar, tenho a mente aberta, não me envergonho de pensar e, assim, não me fecho para novas ideias, propostas, linhas de ação ou amizades.

Tenho um grande amigo, companheiro de turma da AMAN a quem quero como a um irmão. Excelente profissional, sério, dedicado, leal, franco e corajoso, um militar de escol, patriota, democrata e liberal, que, absurdamente, foi prejudicado na carreira porque, no serviço de inteligência militar, constava que seu pai tinha militado no Partido Comunista.

Não é justo, correto ou inteligente, portanto, rotular ou julgar as pessoas por ouvir dizer ou prejulga-las com argumentos que contradizem os fatos.

João Dória, por exemplo, é filiado ao PSDB e dizem que seu pai era comunista “de carteirinha”, no entanto, ele é um empresário de sucesso, não fez carreira na política e, em que pese sua gestão na prefeitura de São Paulo não ter ultrapassado ainda as questões cosméticas da cidade, tem propostas e, principalmente, atitudes liberais, ou seja, não apenas diz que é, mas, faz o que diz e não tem estado atrelado às posições do “tucanato” em geral.

Mais ainda, diz quase tudo o que eu quero ouvir, faz o que eu penso que é o certo, é inimigo dos maiores inimigos do Brasil, não poupa críticas às pessoas e aos agrupamentos ideológicos que eu critico. Por que, então, eu deveria exclui-lo da relação das pessoas que podem contribuir para a conquista dos objetivos da minha causa? Por que eu haveria de desmerecer o seu discurso ou as suas atitudes naquilo em que se identificam com o que eu penso?

Se ele combate o meu inimigo e advoga pelas minhas causas, até que ele mesmo me prove o contrário, não vejo razão para não considera-lo como um colaborador!

É como penso e me coloco em relação a ele e a tantos outros que, como ele, têm marchado na direção geral que eu, neste momento, julgo a mais adequada.

A hora é de somar, não de dividir. Pensem nisso!

Gen Bda Paulo Chagas

 

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A “Reforma” Política

Caros amigos

Tudo que tem sido apresentado  como proposta para a chamada Reforma Política revela, com todas as letras e cores, que os nossos atuais “representantes”, conhecendo a intenção renovadora do eleitorado, cansado de ser usado e roubado, não visa mais do que assegurar a manutenção do status quo da política e dos políticos brasileiros.

É o desespero que  lhes bate à porta, porque, seja qual for a mutreta que venham a implementar, na extremidade inalcançável do processo está a vontade do eleitor atento e consciente.

Todas as propostas até aqui apresentadas visam, descaradamente e às custas da nossa paciência e do nosso dinheiro, a proteger-lhes o mandato através da reeleição.

Escorados na ausência de pudor que os caracteriza, acreditam que podem sobreviver à má vontade do povo.

Cabe-nos, portanto, acompanhar e analisar todas essas manobras para encontrar o que se esconde nas entrelinhas das propostas e, por todos os meios, fazer chegar a eles os nossos protestos.

Cabe-nos,  também, continuar a abrir os olhos de quem ainda não conseguiu enxergar o quanto tem sido usado e, assim, engrossar o efetivo dos que querem a RENOVAÇÃO.

Temos que guardar a certeza de que, ao fim e ao cabo de toda essa novela, aparecerão as opções que irão dar início à mudança que se faz necessária na política e no Brasil.

Temos que acreditar no poder que nos confere a Constituição, guardar a fé na missão que nos cabe e acreditar que concluiremos com sucesso mais esta campanha!

Gen Bda Paulo Chagas

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