O IDEAL DEMOCRÁTICO E A RENOVAÇÃO PELO VOTO!!

Caros amigos

O ideal democrático só encontra ambiente propício para crescer e fortalecer-se em países onde haja eleições livres e a possibilidade, além do direito, de que qualquer cidadão seja candidato a cargos eletivos e só se torna efetivo quando as instituições governamentais são transparentes e se submetem ao controle eficiente das suas atividades.

Ao analisar esta afirmação, constatamos que, no Brasil, ainda estamos distantes desse ideal, haja vista a existência de pessoas entre nós que chegam a acreditar e a afirmar, por atitudes e discursos, que a gestão fraudulenta da coisa pública deve perder a característica de crime para tornar-se uma pré-condição de governabilidade.

Para livrar-nos desse absurdo, é preciso que promovamos uma “RENOVAÇÃO PELO VOTO”, sem anarquia, vandalismo ou desrespeito à lei, mas pela manifestação organizada e ordeira da vontade de quem entende que a democracia é um regime que pressupõe liberdade, dinâmica social, igualdade de oportunidades, direitos e deveres, e que exige ordem, respeito e amor à pátria.

Onde há desordem, desobediência às leis e desapego às tradições e aos bons costumes, o futuro e a estabilidade política e social estão permanentemente ameaçados.

A manutenção das conquistas democráticas do povo brasileiro passa ao largo da desonestidade, da corrupção, da luta de classes, da baderna, da depredação, da desordem, do desacato e do oportunismo.

Gen Bda Paulo Chagas

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QUAL SERIA A PÁTRIA DESSA GENTE?

Caros amigos

A Sra Gleisi Hoffmann pronunciou-se no canal de televisão da Al Jazeera para “denunciar” a prisão do corrupto Lula da Silva como sendo perseguição política em um processo “ilegal” que, segundo ela, dá continuidade ao “golpe” que tirou, Dilma Rousseff, a corrupta inepta, da Presidência da República.

A Procuradoria Geral da República avalia o fato, reportado em vídeo, para verificar se é o caso de caracterizá-lo como “crime de lesa-pátria”.

Na letra fria da Lei de Segurança Nacional e da lógica do patriotismo, o crime está caracterizado, resta, no entanto, definir qual seria a pátria dessa senhora, ela também investigada por crime de corrupção contra o povo brasileiro, o PT? A Venezuela? Cuba? A entidade chamada Comunismo Internacional ou o Foro de São Paulo?

Com certeza o Brasil não é a pátria da Sra Gleisi, nem tampouco é a do Sr Lula da Silva, já que ambos, unidos a seus comparsas dentro e fora do Brasil, roubaram inescrupulosamente a Pátria dos brasileiros.

Roberto Requião, Lindberg Farias, Benedita da Silva e o Comandante Stédile, do “exército” do MST, são alguns dos comparsas que complementam a apologia da violência pregada pela Sra Hoffmann, a partir de agora, até com o possível concurso do terrorismo islâmico.

Qual seria a pátria dessa gente? O Brasil, repito, certamente, não é!!!

Gen Bda Paulo Chagas

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Carta aberta ao Exmo Sr Ministro Gilmar Mendes

Matéria jornalística dá conta de que o senhor repudia as “manifestações” do Comandante e de outros oficiais generais do Exército Brasileiro. Considerando a credibilidade das Páginas Eletrônicas que publicaram a matéria e não encontrando qualquer posicionamento contrário, conclui ser verdadeira.

Assim como o senhor, tenho o direito democrático e republicano de me expressar e digo, em alto e bom som, que a liberdade de expressão é uma garantia constitucional claramente definida na Lei 7524/86 que, em seu artigo primeiro, estabelece que “é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público”. Assim me comporto.

Os militares são homens sérios e responsáveis, Sr Ministro, e não se manifestariam se a situação no País estivesse normal, se não estivéssemos vivenciando uma avalanche de denúncias sobre desmandos, corrupção, instabilidade jurídica e incitações a crimes, entre outras agressões à normalidade da ordem, com envolvimento direto de autoridades dos Três Poderes e outros cidadãos que já ocuparam os cargos mais elevados da administração do País.

Somam-se a tudo isso esdrúxulas discussões entre Ministros da Corte Suprema com acusações mútuas de condutas antiéticas que mereceriam, em qualquer outro lugar do mundo, rigorosa apuração.

Ouso sugerir a Vossa Excelência que mande fazer uma pesquisa para verificar se o Povo está tranquilo e em paz e se acredita e confia nas mais altas autoridades da República.

Creio que a resposta será um retumbante não! Pois, faz muito tempo que as instituições nacionais estão fora da realidade, dissociadas dos anseios do Povo, dando a lamentável impressão de que trabalham para outros patrões, talvez alienígenas.

Se a última esperança de salvar a Nação do caos, depositada pelos brasileiros nas mãos dos Ministros do STF, está desmoronando, onde estará a salvação?

Estamos na fronteira entre a desordem e o caos total e o limite está bem à nossa frente. O Brasil está perdendo o rumo, corremos o risco de ver a baderna se instalar, com sérias consequências que certamente desaguarão nas responsabilidades constitucionais das Forças Armadas,  última reserva física e moral da Pátria.

Embora VExa não queira enxergar, é bom saber que ainda existe um grupo de cidadãos que ama o Brasil e que por ele dará a vida se for preciso!

Com a omissão do Supremo diante do caos, restarão, apenas, as Forças Armadas e isso não é ameaça é fato real!

Os Chefes militares sabem, Sr Ministro, que o emprego da força das nossas Forças para o restabelecimento da ordem interna não será sem traumas e essa é a diferença entre elas e as demais instituições republicanas.

O Povo confia nas Forças Armadas – seu último baluarte – e o General Villas Bôas, sabendo disso, simplesmente tranquilizou a Nação, renovando, de forma concreta, o juramento que todo militar presta perante a Bandeira Nacional, assegurando-lhe que o Exército compartilha do anseio de todos os cidadãos de bem e que repudia a impunidade, respeita a Constituição, deseja a paz social e a Democracia e se mantém atento às suas missões institucionais. Nada mais simples, oportuno, democrático, republicano e constitucional!

A História comprova que o Exército Brasileiro é o Povo fardado, portanto, Sr Ministro, pense melhor antes de manifestar-se a respeito dele ou de seus Chefes, porquanto, diferentemente do Supremo Tribunal Federal, eles têm e merecem a confiança daqueles que lhes confiaram até as suas mais poderosas armas!

Respeitosamente

Gen Bda Paulo Chagas

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A estabilidade do País e o “prestígio” dos criminosos

Caros amigos

Estamos vivendo momentos muito estranhos no Brasil, assim como são estranhos, volúveis e mal comprometidos alguns dos ministros da nossa Suprema Corte.

Politizados, eles se têm notabilizado pela capacidade de complicar a justiça e de envergonhar o Brasil ao promover a INSEGURANÇA JURÍDICA e a IMPUNIDADE.

Os escândalos de corrupção envolvendo o Executivo e o Legislativo fizeram com que o Povo depositasse o restante da sua confiança no Poder Judiciário, particularmente enquanto observava as mais de setenta sentenças proferidas pelo juiz Sérgio Moro, no âmbito da Operação Lava Jato, dentre elas a que condenou o Sr Luiz Inácio Lula da Silva, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, a mais de 12 anos de prisão.

A decepção que poderá ser provocada por esse grupo de Ministros empenhados em modificar decisões já tomadas, dissociados da lógica e do momento vivido pelo Brasil, ameaça abranger todo o Supremo com o escandaloso propósito de adequá-las a interesses dos réus, algo que jamais poderá ser chamado de JUSTIÇA!

Corremos o risco inaceitável de termos que assistir a esse desatino ainda na semana em que comemoramos o encarceramento do maior de todos os bandidos da história deste País!

Ao reformar a decisão de dar início ao cumprimento da pena após o julgamento em 2a instância e, assim, devolver a liberdade a Lula da Silva, esses Ministros, por via de consequência, tirarão da cadeia uma multidão de malfeitores e garantirão a impunidade para outros tantos que aguardam sua vez na antessala da já desmoralizada e volúvel Suprema Corte brasileira.

O Comandante do Exército nos avisa que, nessa situação, resta perguntar às instituições e ao povo: “Quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”

Para o bem do Brasil, que o alerta do Gen Villas Bôas e o protesto vindo de todos os rincões da Pátria chegue aos ouvidos de quem tem responsabilidade sobre a estabilidade do Pais e que se julga imune e fora do alcance do julgamento e do poder maior do Povo.

Queremos um país estável e ordeiro, onde todos sejam iguais perante a lei e que esta seja cumprida e não adaptada ao “prestígio” dos criminosos.

Gen Bda Paulo Chagas

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Ensaio de vandalismo anárquico terrorista

Caros amigos

Uma horda do MST, isto é, um bando indisciplinado e malfazejo de desordeiros e brigões, atacou um prédio em que a Ministra Carmen Lúcia possui imóvel.

Foi, sem dúvida, um ato “preliminar” de vandalismo anárquico terrorista – um ensaio – porquanto, desta feita, só usaram bexigas com tinta vermelha e só causaram danos cosméticos à fachada do edifício. Das próxima vezes poderão ser utilizadas as “granadas de verdade”!

Será que este treinamento intimidatório de terrorismo urbano será tratado pela mídia e seus atentos âncoras pelo mesmo tempo e com a mesma ênfase e indignação com que foi tratado o oportuno alerta do Comandante do Exército para o perigo de mudar-se a lei e dar-se liberdade ao criminoso que chefia e lidera seus executores, hoje homiziado em um sindicato, em São Bernardo do Campo?

Gen Bda Paulo Chagas

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Minha resposta completa à ironia do Sr Ricardo Boechat

General Villas Boas

Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais.

General Paulo Chagas

Caro Comandante, Amigo e líder receba a minha respeitosa e emocionada continência.
Tenho a espada ao lado, a sela equipada, o cavalo trabalhado e aguardo suas ordens!!

Caros amigos

Fui honrado com a ironia do Sr Ricardo Boechat e colho a oportunidade para ter o privilégio de ensinar alguma coisa ao “Gato Mestre”, aquele que pensa que sabe tudo e se considera um “professor de Deus”!

Não preciso explicar-lhe o que é uma metáfora ou o que é sentido figurado, afinal, ele e o Sr Lula da Silva, o ilusionista, são especialistas no assunto, mas ouso sugerir-lhe a leitura do mestre Sun Tzu onde ele encontrará, para começar, o significado de “a espada ao lado”.

Para demonstrar-lhe na prática, o que é um soldado “a” cavalo [não “de” cavalo], com sela equipada e espada na mão, sugiro-lhe que se incorpore ao “Exército do Stedile” e venha fazer baderna na Esplanada dos Ministérios em Bsb.

Aceitando essa última sugestão, ele poderá experimentar a sensação de ser atropelado por um cavalo em carga e a ardência do golpe de prancha de uma espada ou, ainda, de ser “estrumado”, pois os cavalos não escolhem hora nem local para “fazer coco”.

Se assim for feito, o Sr Boechat terá a feliz e rara oportunidade de ver e sentir a metáfora e o sentido figurado tornarem-se realidade, bem como de conhecer o sentido da célebre frase de “Um Certo Capitão Rodrigo”, personagem de Érico Veríssimo: “Buenas e me espalho, nos pequenos dou de prancha e nos grandes dou de talho!”

Gen Bda Paulo Chagas

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MISSA EM MEMÓRIA DOS TOMBADOS NA LUTA ARMADA – Leitura.

GRUPO TERRORISMO NUNCA MAIS -TERNUMA

Entre 1964 e 1985 o Brasil viveu sob um regime militar. Durante esse tempo a Nação enfrentou uma GUERRA INTERNA, chamada de Luta Armada, na qual as ações eram de terrorismo e de guerrilha e os objetivos eram, de um lado, a preservação da ordem democrática e a manutenção da lei e da ordem e, do outro, a tomada do poder, através do império do terror, visando à implantação de uma ditadura comunista.

Foram 21 ANOS durante os quais a GUERRA foi travada e vencida pelas forças legais, tendo momentos de maior e menor intensidade.

Ao final dos COMBATES, as PERDAS, diretas e indiretas, de ambos os lados, totalizaram cerca de 500 almas.

No período seguinte, a partir de 1985, explorando as vulnerabilidades intrínsecas da democracia – preservada ao custo das vidas daquele quase meio milhar de brasileiros -, os derrotados na Luta Armada, agora anistiados, deram início a uma outra luta subversiva, com o mesmo objetivo anterior.

A estratégia empregada agora visou, preliminarmente, a garantia da impunidade e a criação de “LIBERDADE” PARA AS AÇÕES ARMADAS que deveriam finalizar a conquista que se seguiria à compra das almas e das consciências da massa de inocentes úteis.
O emaranhado jurídico de garantias que foi criado teve como consequência imediata e progressiva o aumento da criminalidade em todas as suas versões, chegando, nos dias de hoje, à MÉDIA DE 190 MORTOS POR DIA!

Para encobrir este “EFEITO COLATERAL”, os responsáveis e principais beneficiários da compensação do crime criaram COMISSÕES DA VERDADE”, destinadas a investigar apenas uma PARTE das PERDAS ocorridas na Luta Armada, há mais de 30 anos!

Trata-se de uma triste discriminação entre PERDAS e VÍTIMAS, agravada pelo fato de que aquelas, em sua maioria, sabiam o que estavam fazendo, enquanto estas, muitas vezes, não souberam sequer de onde partiram as balas que as mataram!

Fica a pergunta: Se aqueles eram TEMPOS DE GUERRA, como iremos qualificar os de hoje?
Nós, cristãos, na oportunidade em que celebramos a Vitória de Jesus sobre a morte, lamentamos o passamento de todas essas vítimas. Não as discriminamos ou qualificamos.

Respeitamos a dor e a saudade de todos. Lamentamos seus pesares, não nos valemos ou exploramos qualquer delas para outros fins que não os que nos ensinam as sagradas escrituras.

Com espírito fraterno e conciliador rogamos para que Deus esteja com todas essas perdas e vítimas, de ontem e de hoje, que Ele as console e perdoe, mas, acima de tudo, que perdoe a quem as tem usado para a consecução de objetivos que em nada se aproximam dos ensinamentos contidos em Sua Santa Palavra!

Que assim seja!

Gen Bda Paulo Chagas

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