Mensagem enviada a todos os Deputados Federais

Senhores Deputados

Há regras de consenso, conhecidas como leis, que, em princípio, sem interferir nas liberdades individuais básicas, devem, além de assegura-las, regulamentar a convivência e o respeito mútuo entre os homens. O cumprimento dessas regras é garantido, em última instância, pela aplicação legal da violência. Também em princípio e em nome da justiça e do direito, essas regras não devem contemplar regalias, exceções ou privilégios para quem quer que seja.

Na sua forma legal a violência é admitida quando usada para proteger o direito ameaçado pela violência ou pelo poder ilegais. É o caso, por exemplo, do que ocorre no Rio de Janeiro, onde o desrespeito à lei, à vida e ao direito ultrapassou todos os limites da compreensão humana.

Na mesma toada e como causa de quase tudo de ruim que tem acontecido no Brasil, os senhores legisladores, homens e mulheres, não bastasse deixarem-se levar pela prática do vício, criaram regalias, privilégios e exceções para si, à revelia do direito, dos interesses e da manifesta vontade popular.

É o caso do que ocorre com o PL das chamadas 10 Medidas Contra a Corrupção, proposta que representa a vontade quase unânime do povo brasileiro, descaradamente lesado por legisladores, governantes e empresários inescrupulosos.

A evidência dos crimes praticados fica caracterizada quando se observa o desespero da maioria dos senhores Deputados para dar à propositura um formato que legitime a prática corrente dos ilícitos que quebraram o País física e moralmente e cujas funestas consequências se estenderão ainda por muitos anos.

Como disse, há regras e condições que limitam a aplicação da violência legal. Todavia, não há regras para a aplicação da indignação legítima de uma sociedade vitimada pela hipocrisia, pela desonestidade, pela falta de caráter e pela usurpação de poder de seus representantes.

Para tudo há limites, senhores Deputados, e os brasileiros planejam voltar às ruas no próximo dia 4 de dezembro para lembrar ao Congresso Nacional que “todo o poder emana do povo”.

O Brasil conta com o voto e o bom senso de Vossas Excelências para festejar a vitória do direito, da lei e da ordem, no dia dedicado a São João Damasceno, cuja mão direita foi decepada para que não mais escrevesse.

Paulo Chagas, cidadão brasileiro.

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A paz no Rio de Janeiro depende da coragem política para destruir o inimigo!

Caros amigos

Repito, pela terceira vez, que nenhuma guerra pode ser vencida sem a definição precisa dos seus objetivos e sem a coragem e a determinação para, dentro dos limites da necessidade, empregar a força, em todas as suas gradações, para conquista-los.

O estado de paz, antítese do estado de guerra, só pode ser obtido pela prevenção, pela dissuasão ou pela destruição física do inimigo quando este não puder ser desarmado e submetido à vontade do vencedor.

O que ocorre no Rio de Janeiro, com relação à Segurança Pública, é, portanto, um estado de guerra!

Uma guerra que precisa ser vencida para que se estabeleça a paz em bases definitivas, claramente definidas e dominadas pelo vencedor.

O que se viu até agora foi a negociação de um falso “clima de paz” em bases frágeis de garantias dissuasórias, isto é, em inferioridade de condições em relação ao inimigo, ou seja, nas condições estabelecidas pelos criminosos, por intermédio de seus aliados no poder político do Estado!

Para que a pacificação seja negociada em bases sólidas, definitivas, é preciso, antes de mais nada, subjugar, derrotar e, se necessário, destruir o inimigo e, paralelamente, neutralizar e destituir do poder todos os seus aliados, aí incluídos grande parte da imprensa, os políticos da esquerda subversiva e os governantes comprometidos, todos covardes, corruptos, enganadores e oportunistas que só fazem criar condições para desmoralizar as Forças Policiais e dar liberdade e incentivo à ousadia dos criminosos!

O emprego do Exército no Rio de Janeiro nunca foi “pacificador”, porquanto não lhe foi permitido impor-se aos bandidos quando submeteu-o a regras de engajamento que, de antemão, tratavam o inimigo como vítima e não como algoz, o que fortaleceu o seu moral a cada “pacificação” e a cada retorno vitorioso às comunidades desocupadas.

Em resumo, enquanto imperar o desinteresse ou o medo de assumir a responsabilidade “politicamente incorreta” pelos efeitos colaterais da guerra, não haverá vitória, ou seja, enquanto esta guerra não for tratada como guerra, não haverá paz!

Qualquer coisa diferente disso é enganação, politicagem, medo e hipocrisia, não é solução e, caso uma atitude radical e definitiva não seja adotada agora, haverá o risco evidente de que a situação do Rio de Janeiro se espalhe para outros estados da federação.

Estou, infelizmente, convencido do que digo!

Gen Bda Paulo Chagas

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Apreciação sobre a ocupação patriótica da Câmara dos Deputados

Caros amigos

Durante a vida, tenho adotado três atitudes principais como premissas de comportamento: não trair minhas convicções, não me omitir diante do que devo opinar e não ter vergonha de admitir meus erros.

Assim, acompanhei pelas mídias sociais a convocação e as atividades do grupo de patriotas que advogam pela intervenção militar como solução para os problemas de toda ordem que estamos a enfrentar no Brasil e tomei conhecimento, através da televisão e do rádio, da sua tumultuada ocupação do Plenário da Câmara dos Deputados.

Aprendi, por força da profissão, a avaliar com cautela os resultados das operações – o que os militares chamam de APA, Análise Pós Ação – e tirar delas os ensinamentos necessários à evolução pessoal e profissional.

É o que faço, iniciando por dizer que não são poucos os civis que se referem positivamente ao período do regime sob mando de militares, particularmente aqueles que o viveram honestamente e que podem compará-lo com o que vivemos hoje. Sinto-me, como Soldado, sempre lisonjeado quando alguém me diz que aqueles tempos deveriam voltar. É o reconhecimento de uma atitude desassombrada da geração do meu pai, herdada pelas que a sucederam com o compromisso revolucionário de não permitir que o Brasil deixasse de ser uma democracia.

A Revolução de 1964 foi desencadeada de forma espontânea, dispersa e sem planejamento estratégico militar. Logrou êxito em virtude do prestígio e da competência das lideranças revolucionárias, das convicções anticomunistas das Forças Armadas e da vontade do conjunto da sociedade brasileira. Do fato em si e da luta armada que o seguiu, promovida pelos que viram frustrados os seus objetivos liberticidas, as FFAA tiraram lições táticas e estratégicas, consolidaram seu comprometimento com a democracia e compreenderam que, para assegurá-la, seria preciso acompanhar de perto a conjuntura política, traçar planos de emprego e estar preparadas para executá-los na condição de último recurso da Pátria, para que a sua ação não seja, outra vez, confundida com quartelada ou golpe militar.

Pedir uma intervenção das FFAA, neste momento, é um direito de todos os patriotas que perderam a confiança nas instituições republicanas e no poder da vontade popular, mas, ao mesmo tempo, é uma demonstração de descrédito no discernimento, no conhecimento, na sensibilidade e no sentido de oportunidade daqueles a quem chamam para assumir o poder.

Durante a ocupação do Plenário, foi aclamado o Juiz Sérgio Moro, admirável sustentáculo do direito, da justiça e da moralidade, será que ele estaria abdicando do exercício exemplar e corajoso da magistratura para apoiar a via intervencionista militar como forma de por na cadeia tipos como os que, no dia seguinte à manifestação, foram hospedados em Bangu-8? Não creio.

Quanto à pauta reivindicatória do grupo, excetuando a convocação militar, é importante dizer que coincide com a dos demais patriotas brasileiros que se empenham em outras vias para implementá-la. E aqui, abro mão, oportuna e momentaneamente, da reciprocidade que me imponho de ignorar o Professor Olavo de Carvalho, para citá-lo quando diz que “a esperança de resolver tudo de repente por um golpe espetacular é sinal de fraqueza”, e que, “sem um longo ‘trabalho de base’, como o chamam os comunistas [em todos os lugares em que eles estão infiltrados], nem as Forças Armadas em peso podem levar [em definitivo] este país a dias melhores”.

Outro aspecto a ser considerado nesta APA é que a tática de ocupação em massa utilizada pelo grupo patriótico foi a mesma usada pelo MST e congêneres para invadir prédios públicos, aí incluído o próprio Congresso Nacional, como aconteceu em 2006, sob a liderança do comunista Bruno Maranhão, o que, a partir de agora, salvo outro juízo, torna incoerente a condenação de atos semelhantes quando praticados pelas forças da anarquia.

Finalizo esta breve apreciação pessoal afirmando que, como militar, sinto-me prestigiado com a convocação do grupo de patriotas que ousou ocupar o Plenário da Câmara para fazê-lo. Como disse em outros textos, não julgo ser errado incluir a intervenção militar no rol dos recursos disponíveis para a reversão do caos político, econômico, social e moral que se alastrou pelo Brasil. Por outro lado, considero grave equívoco precipitar o emprego do último e definitivo recurso da Nação.

Empregar as FFAA enquanto estamos progredindo bem com outras peças de manobra é, de fato, um grande equívoco, assim como também é por em dúvida o seu comprometimento constitucional, a sua subordinação ao interesse da Pátria e a sua competência para acompanhar e interpretar a conjuntura, imaginando-as incapazes de, por si próprias, conhecer o momento oportuno para agir e prevenir danos maiores à democracia.

Seja como for, é sempre gratificante para os Marinheiros, Soldados e Aviadores saber que continuam a deter os mais altos índices de confiança da maioria do povo a que servem.

Gen Bda Paulo Chagas

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Em tempos difíceis…

Caros amigos

Não existe governo perfeito. Excetuando Lula da Silva e Dilma Rousseff, que pactuavam visceralmente com a mentira, nenhum Presidente da República seria capaz de julgar perfeita a sua gestão.

Nas condições atuais do País, por todas as razões da lógica e das evidências, não poderia pensar de outra forma o nosso Presidente Michel Temer, figurante privilegiado dos bastidores da trama e da incompetência que nos levou à bancarrota e que, hoje, exige dele e de todos os brasileiros excluídos do “foro privilegiado” o estabelecimento de um teto de gastos públicos e privados para que as respectivas contas se ajustem aos orçamentos.

Qualquer cidadão responsável e cioso de suas obrigações e finanças sabe que não há outra saída quando uma situação como esta se abate sobre uma empresa ou sobre uma família.

A aprovação, portanto, da Emenda Constitucional que estabelece o teto é uma precondição inarredável para que possamos, em futuro ainda não definido, voltar a um nível de normalidade financeira que nos permita explorar e usufruir do imenso potencial do Brasil.

Apesar dessas conclusões óbvias, há uma minoria de parlamentares, de intelectuais orgânicos da docência, de dirigentes sindicais e de arruaceiros famintos de sua ração regular de mortadela, todos de alguma forma comprometidos com a enfermidade política, econômica, social e moral de que padece a Nação, que, pateticamente, insiste em querer “parar o País” e tumultuar a vida dos que, apesar das dificuldades, querem participar e acelerar o processo de recuperação.

Para vencer as dificuldades e dar novo rumo e nova cara ao Brasil, é fundamental que o Presidente Temer domine o seu perfil de político, assuma uma postura de estadista, mais condizente com o cargo executivo que ocupa e que revele ao povo de Santa Cruz a verdadeira extensão e a profundidade da crise, legado maldito cuja construção contou com a colaboração do seu silêncio.

Em tempos difíceis, de angústia, de insegurança, de sofrimento, de dúvidas e desconfianças ressalta a necessidade de um líder desassombrado, assumido de suas responsabilidades – passadas, atuais e futuras – que saiba colocar-se ao lado dos filhos da Pátria, os que sofrem as consequências do caos e que, no final das contas, terão que fazer o grande esforço pela recuperação da Mãe Gentil, vítima daqueles outros filhos que lhe adoram a própria morte!

Gen Bda Paulo Chagas

 

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O Movimento Comunista Internacional está mais vivo do que nunca.

Caros amigos

Quando prestei concurso para a Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME), em 1984, fui sabatinado nas seguintes matérias: História, Geografia, Inglês e Movimento Comunista Internacional (MCI). Anos depois, face à imposição de atitudes “politicamente corretas” diante da ascensão da esquerda revolucionária – o antigo inimigo interno – aos postos chaves do governo, o conhecimento sobre o MCI deixou de ser avaliado no concurso para a ECEME, sem, no entanto, deixar de ser motivo de acompanhamento e de estudo pelo sistema de inteligência militar, encarregado de alimentar a Força e seu Comando com as informações necessárias à montagem dos planos de emprego e das tomadas de decisões no cumprimento das missões constitucionais.

Hoje, ao olhar o Brasil e o mundo, podemos avaliar tanto a impropriedade da exclusão politicamente correta da matéria MCI do concurso para a ECEME, quanto a correção da postura profissionalmente correta de não negligenciar da atitude anticomunista e do estudo evolutivo das estratégias do comunismo internacional. A situação da Venezuela, em que pesem as idiossincrasias próprias das suas Forças Armadas, é o melhor exemplo do erro que aqui não se permitiu cometer.

A autocrítica do Partido dos Trabalhadores, divulgada por ocasião de seu último congresso nacional, quando se refere a sua incapacidade para influir na formação dos quadros militares e na promoção dos Generais, atesta a correção da atitude profissional adotada.

Ao contrário do que alardeavam os interessados, o comunismo internacional não deixou de existir nem de atuar e de evoluir após o fim da Guerra Fria e da queda do “Muro de Berlim”, pelo contrário, reformulou inteligentemente seus métodos e estratégias destrutivas, visando, agora, com mais ênfase, o enfraquecimento das estruturas éticas e morais da cultura judaico cristã do mundo ocidental.

Estamos vendo o resultado desse trabalho, aqui, na Europa e nos Estados Unidos, no descoramento das tradições e dos costumes sociais e religiosos em favor de um multiculturalismo estribado na maldição “politicamente correta”, promíscuo e carente de princípios e de valores, que, ao contestar convicções seculares, põe em dúvida a importância da família e introduz no tecido social, dentre outros absurdos, o delirante conceito de “transgeneridade”.

No Brasil e nos demais países geopoliticamente estratégicos para os interesses do comunismo, podemos sentir a presença do MCI, mais vivo e atuante do que nunca, sofrendo outro, mas ainda não o último, revés.

Gen Bda Paulo Chagas

[Vale assistir o vídeo – https://www.youtube.com/watch?v=I0Aq5SQrIEg%5D

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É hora de enfrentar a esquerda em suas bases, sabendo que a principal delas é a escola

Caros amigos

As escolas e universidades públicas são estabelecimentos com destinação específica que pertencem à coletividade. Isto é, algo construído e mantidos com recursos provenientes dos impostos que todos pagam e que se destinam, especificamente, a educar, transmitir cultura e especialização profissional, de acordo com programas de ensino que visam a oferecer aos estudantes o conhecimento necessário e suficiente para que evoluam como cidadãos, de acordo com as suas vontades e potencialidades.

Os professores, contratados com o dinheiro público, têm a função de transmitir aos estudantes o conhecimento específico que, supostamente, possuem.

Os estudantes, por sua vez, beneficiários finais de toda a estrutura do ensino público, têm a obrigação e o direito de comparecer às escolas e às universidades para assistir às aulas e assimilar o conhecimento necessário à sua evolução pessoal, de forma a tornarem-se cidadãos capazes de produzir e de contribuir para a manutenção do sistema de ensino.

Portanto, é crime usar as escolas e as universidades públicas ou estudantes e professores para outras atividades que não as suas próprias, porque caracteriza desvio de função e malversação de dinheiro público. É crime também, por qualquer meio ou razão, impedir que algum ou alguns desses personagens cumpram as suas obrigações ou exerçam seus direitos.

As recentes e bem sucedidas ocupações de estabelecimentos de ensino por pequena e manipulada parte dos estudantes, em sua maioria menores de idade, sob estímulo, orientação e coordenação de professores e de dirigentes sindicais, visando a objetivos políticos, classistas e ideológicos, são crimes que já tiveram consequências, aí incluída, a morte de um menor, assassinado por outro, ambos, supostamente, envolvidos com o consumo de drogas no interior das escolas ocupadas. Além disso, já causaram prejuízo ao erário e ao direito de outros estudantes pela interrupção das aulas e pelo adiamento de provas do ENEM. Tudo sob o aplauso de criminosos interessados na balbúrdia e na desordem.

O viés socialista que levou o Brasil, mais uma vez, ao caos político, econômico, social e moral, desde sempre, e em especial após a adoção da estratégia dos “cadernos do cárcere” de Antônio Gramsci, deu prioridade à corrupção das mentes na área estudantil.

O uso de adolescentes indisciplinados, e claramente alienados da realidade e da finalidade do que estão fazendo, expõe, além da canalhice dos professores, intelectuais orgânicos do ensino médio, a necessidade, cada vez mais urgente, de que sejam adotadas as regras da Escola Sem Partido e eliminadas as ideias da ideologia de gênero, antídotos para que o ensino não seja mais abrigo para a corrupção do pensamento na origem da formação pessoal e cultural dos brasileiros.

Revela também a alienação, a omissão, a falta de pulso e, principalmente, a irresponsabilidade de pais que negligenciam do Poder Familiar e permitem, não apenas o uso de seus filhos como massa de manobra política e ideológica por fanáticos da utopia comunista, mas o risco à sua integridade física e moral, quando trancafiados em auditórios e salas de aula, longe de qualquer controle, a mercê dos próprios instintos e do oportunismo de viciados e traficantes.

Demonstra a leniência das autoridades responsáveis pelo cumprimento das leis, intimidadas pela ditadura “politicamente correta” que as faz preferir tergiversar do que prevenir ou evitar, negociar o inegociável e aceitar o inaceitável em detrimento da ordem, dos bons costumes e do futuro da Nação.

Alerta para evidência de que os estudantes permanecem como o alvo preferencial da esquerda destrutiva, que continua a aliciá-los mental e fisicamente e que precisa ser desalojada o quanto antes da sua condição de docência hegemônica, sob pena de continuarmos a permitir que as escolas e as universidades públicas continuem a ser a fonte da perpetuação dessa ameaça macabra.

Adverte pais e responsáveis minimamente instruídos, entre outras coisas, para o fato de que seus filhos não podem ser deixados à disposição da manipulação de professores inescrupulosos, que devem e merecem ser acompanhados em suas atividades escolares, que a escola é e tem que ser local para aquisição de cultura e não de doutrinação ideológica – política ou de gênero – , que o exercício do Poder Familiar tem que se impor à ingerência da escola na educação dos filhos.

A esquerda está perturbada e busca reorganizar-se, não é hora, portanto, de titubear ou de contornar obstáculos. É hora de enfrenta-la em suas bases, sabendo que a principal delas é a escola, porque é através dela que o mal adentra nossas casas e nossas famílias.

Gen Bda Paulo Chagas

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Os fundamentos da libertação e as etapas decisivas da mudança

Caros amigos,

Quando da efetivação do impeachment,  representada pela aclamação da imensa maioria do povo brasileiro, já estava definida a vontade nacional por mudança.

O mercado e a imprensa não comprada sinalizavam e comprovavam a incapacidade administrativa e a desonestidade intrínseca do governo e do bando de picaretas que continua a circular no Congresso Nacional.

No entanto, apesar do placar do impeachment e do resultado das eleições municipais deste ano, esse processo de erradicação da podridão na política brasileira só deverá ser sentido de fato nas eleições gerais de 2018.

Para que isso aconteça, as novas gerações têm que ser libertadas, o quanto antes, das madraças esquerdistas que lhes impõem ideias e discursos torpes além atitudes idiotas e imorais. A juventude precisa conhecer a verdade sobre a obra dos governos petistas e dos empresários desonestos que lhes serviram de veículo para o achaque aos cofres públicos.

A ação orientadora dos pais, a escola sem partido e o fim da ideologia de gênero são os fundamentos dessa libertação moral e intelectual.

Por outro lado, para o bem do Brasil, nenhum criminoso deverá receber outro mandato. O povo não pode permitir-se apagar da memória as traições nem tampouco o sofrimento que lhe estão a impor as mentiras e as falcatruas dos que venderam suas almas ao oportunismo ou ao demônio “lulopetista”.

A Operação Lava Jato, a aprovação das 10 Medidas Contra a Corrupção, o julgamento e a condenação de Renan Calheiros são etapas decisivas dessa mudança.

Gen Bda Paulo Chagas

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