NÃO VAMOS DEIXAR O BOLSONARO SOZINHO!!!

Caros amigos

Representei contra os Dep Valmir Carlos da Assunção e Glauber Braga, no aplicativo do MPF abaixo e da forma como segue (sugestão)

http://aplicativos.pgr.mpf.mp.br/ouvidoria/portal/cadastro.html?tipoServico=2

Descrição: 

Os Deputados Valmir Carlos da Assunção (PT/BA) e Glauber Braga (PSol/RJ), ao pronunciarem seus votos contra o impeachment da Sra Dilma Rousseff, citaram os nomes dos assassinos e terroristas Luiz Carlos Prestes, o líder comunista que, entre outros crimes, mandou assassinar a jovem Elza Fernades (16 anos) por “crime de traição à causa”; Carlos Marighela que, entre outros crimes, é o autor de um “mini-manual” que, até os dias de hoje, serve de base à ação criminosa e indiscriminada de terroristas ao redor do mundo; e Carlos Lamarca, o Capitão desertor e traidor que, entre outros assassinatos, matou a coronhadas o Ten PMSP Alberto Mendes Jr, sob a alegação de que leva-lo como prisioneiro poderia comprometer seu plano de evasão. Esses e outros crimes cometidos pelos facínoras citados nos pronunciamentos dos deputados podem ser conhecidos em simples pesquisas na rede de computadores. Coube à consciência e aos valores dos dois deputados, acima nominados, homenagear em seus votos conhecidos assassinos que, em nome da sua ideologia, envergonham a história da humanidade, como assim faz a maior parte dos “heróis” comunistas, responsáveis, segundo as estatísticas, por mais de 100 milhões de assassinatos.

Voto do Deputado VALMIR CARLOS DA ASSUNÇÃO Povo brasileiro, no dia 17 de abril de 1996, 21 sem-terra foram assassinados no Pará. Quem era Presidente do Brasil? Fernando Henrique Cardoso, do PSDB. Quem era Governador do Pará? Almir Gabriel, do PSDB. E 20 anos se passaram, ficando impunes aqueles que assassinaram nossos companheiros. Por isso, Sr. Presidente, em homenagem àqueles que lutaram, deram a sua vida pela reforma agrária; em homenagem ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e à população negra deste País; em homenagem a quem vive nas favelas; em homenagem àqueles e àquelas que não vão ficar com a marca de golpistas na cara, que nem óleo de peroba vai tirar; em homenagem ao Capitão Lamarca; em homenagem a Marighella, a Zumbi e a Dandara; em homenagem ao povo brasileiro, à minha Bahia, a Itamaraju, ao PT, a Lula e a Dilma; é “não”.

Voto do Deputado GLAUBER BRAGA Senhor Eduardo Cunha, o senhor é um gangster. O que dá sustentação a sua cadeira cheira a enxofre. Eu voto por aqueles que nunca escolheram o lado fácil da história. Voto por Marighella, por Plinio de Arruda Sampaio, por Luis Carlos Prestes, eu voto por Olga Benário, eu voto por Zumbi dos Palmares, eu voto não.”

Solicitação: 
Diante do fato e da constatação de que a conduta relatada é inadmissível à sua condição de parlamentares, como cidadão brasileiro e no uso de meus direitos, represento contra eles, requerendo a apreciação dos fatos e o posterior encaminhamento ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar para que os infratores sejam punidos na forma da lei.

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Representação junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados

Caros amigos

Desde o histórico dia 17 de abril, deste ano, que a esquerda oportunista – derrotada, desmoralizada e desmascarada pela própria desonestidade e incompetência – vale-se de um dos seus vícios mais intrínsecos para tentar intimidar o Deputado Jair Bolsonaro pelo fato de ter, em contrapartida ao precedente aberto pelos Deputados Valmir Carlos da Assunção (PT/BA) e Glauber Braga (PSol/RJ), pronunciado seu voto a favor do impeachment da Sra Dilma Rousseff, citando o nome do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, tido pelos citados e seus camaradas como “torturador”, mas considerado, por grande parte da sociedade brasileira, na qual me incluo, como um herói da luta contra o terrorismo comunista que vitimou o Brasil nas décadas de 60 e 70.

Coube à consciência e aos valores dos dois deputados comunistas, acima nominados, homenagear em seus votos – contrários à vontade do povo brasileiro, diga-se de passagem – conhecidos assassinos que, em nome da sua ideologia, envergonham a história da humanidade, como assim faz a maior parte dos “heróis” comunistas, responsáveis, segundo as estatísticas, por mais de 100 milhões de assassinatos.

Lembraram os nomes de Luiz Carlos Prestes, o líder comunista que, entre outros crimes, mandou assassinar a jovem Elza Fernades (16 anos) por “crime de traição à causa”; Carlos Marighela que, entre outras “obras”, é o autor de um “mini-manual” que, até os dias de hoje, serve de base à ação criminosa e indiscriminada de terroristas ao redor do mundo; e Carlos Lamarca, o Capitão desertor e traidor que, entre outros assassinatos, matou a coronhadas o Ten PMSP Alberto Mendes Jr, sob a alegação de que leva-lo como prisioneiro poderia comprometer seu plano de evasão.

Esses e outros crimes cometidos pelos facínoras citados nos pronunciamentos dos deputados podem ser conhecidos em simples pesquisas na rede de computadores.

Diante do fato e da constatação de que a conduta relatada é inadmissível à sua condição de parlamentares, como cidadão brasileiro e no uso de meus direitos, representei, na data de hoje (27 de abril), contra eles junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, requerendo a apreciação dos fatos e o posterior encaminhamento ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar para que os infratores sejam punidos na forma da lei, a exemplo do que fizeram contra o Deputado Jair Bolsonaro, sem qualquer fundamento jurídico, alguns de seus camaradas.

Gen Bda Paulo Chagas

Presidente do Grupo Terrorismo Nunca mais – TERNUMA

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O que exigir de Michel Temer?

Caros amigos

Estamos a poucas semanas da conquista do primeiro objetivo da nova era, da primeira consequência da nossa “mudança de hábitos”, da nossa “virada histórica”!

O Senado Federal já está apetrechado, instruído e motivado para executar a vontade do povo. Senadores comprometidos com ela fazem discursos memoráveis e os poucos aliados que ainda restam ao governo circulam como baratas tontas a buscar algum argumento consistente que lhes permita retardar o inevitável.

O arrebitado Senador Randolfe Rodrigues, por exemplo, utiliza-se da lépida veemência com que expõe seus sofismas, para afirmar que o Vice Presidente, Michel Temer, não pode substituir a governanta, porque não foi eleito! Mas, Senador, se ele não foi eleito, por que corre o risco de ser cassado pelo TSE? Se não há legitimidade na figura e no cargo de Vice Presidente, por que a Constituição prevê a sua existência? E se, ao invés de sofrer um impeachment, a governanta viesse a sofrer um AVC – coisa que não desejo a ninguém, diga-se de passagem -, como seria?

Randolfe revolta-se ao rubor histérico ao denunciar as tratativas do substituto constitucional da governanta, que visam a montar um ministério a ser nomeado se e quando houver a decretação da vacância. É o mínimo que se espera de alguém que, em reserva, vê configurar-se a possibilidade de assumir a responsabilidade máxima da Nação.

Por seu lado, Lula, às vésperas de seu tão merecido encarceramento, incita seus correligionários à violência, enquanto Dilma, demonstrando todo o seu desrespeito à soberania do País que alega governar com legitimidade, pede socorro a seus aliados no falido Mercosul e na patética Unasul.

Embora eu não seja, nem nunca tenha sido, eleitor do Sr Temer, assisto a tudo isto com um misto de tristeza e de divertimento face ao desespero dos que buscam dar feição de legalidade a falsos e ridículos argumentos. Todavia, ao mesmo tempo, é revoltante constatar o desprezo dos desesperados pela inteligência e pela pouca cultura da massa. Menos mal que pouca gente tem paciência ou tempo para dedicar-lhes a atenção que gostariam de ter neste momento.

Seja como for e sejam quais forem as atitudes dos perdedores, nós, os vencedores, não podemos negligenciar das nossas próprias atitudes, aquelas que efetivamente produziram as mudanças que nos fazem enxergar luz, ainda que tênue, no final do longo túnel que temos para atravessar.

A conquista que em breve estaremos festejando não é um fim, mas uma abertura para o prosseguimento da ação em direção a novo foco de pressão: Michel Temer e sua “ponte para o futuro” !

Cabe a ele e seu programa criar as condições para o início da mudança. Cabe a nós exigir, desde já, o corte de gastos públicos; o abandono dos critérios políticos para aplicação de recursos; o fim do loteamento político de cargos públicos; a redução do número de ministérios; a redução drástica e urgente dos cargos comissionados que caracterizam o aparelhamento da gestão pública; a eliminação imediata do repasse de recursos para as ONG que subvencionam movimentos, agrupamentos e associações subversivas da lei e da ordem, como MST, CUT, UNE e MTST; a promoção de auditorias, como a do TCU no INCRA, nos programas Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida; o rompimento do contrato de “mais médicos” com o governo cubano, mantendo no Brasil apenas aqueles que quiserem livrar-se do jugo totalitário dos irmãos Castro; a supressão das representações diplomáticas em países cuja importância só interessava ao projeto petista de poder; o apoio incondicional à operação “Lava Jato” e à implementação das “10 Medidas Contra a Corrupção”; o fim da ideologização do ensino e da ideologia de gênero nas escolas; a reavaliação do sistema de cotas e da lei do desarmamento; o corte imediato das cotas para o MST nas universidades; rigorosa auditoria no SUS e máxima prioridade para a saúde pública; entre outras atitudes imediatas que definirão o rumo, a voga e as condições que queremos para o Brasil durante o mandato tampão que a Constituição Federal e a vontade nacional outorgarão ao Sr Michel Temer.

Certamente não haverá condições para que tudo que é necessário seja feito, mas que as atitudes que definem as mudanças sejam tomadas!

Gen Bda Paulo Chagas

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AS CRISES BRASILEIRAS E A OBESIDADE MÓRBIDA

Caros amigos

O problema do Brasil se assemelha à obesidade mórbida, ou seja, só uma mudança de hábitos poderá tirá-lo da rota das dietas (crises) periódicas e da auto destruição.

O regime militar, autoritário, impôs uma dieta e exercícios aeróbicos que resolveram o problema físico, atlético, mas não mudaram o comportamento do “paciente”. Tão logo acabaram-se as imposições autoritárias, voltaram os maus hábitos e, 30 anos após, estamos em nova crise de morbidade!

Ao que tudo indica, estamos vivendo o momento ideal para mudar nossos hábitos políticos por aprendizado e vontade próprios. Tomara que não nos falte força de vontade, inteligência, honestidade, perseverança e determinação para mudá-los em definitivo.

Gen Bda Paulo Chagas

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A Fidelidade do Militar Brasileiro

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Caros amigos
A cultura militar não se aprende por retórica ou simples observação, mas por vocação, honestidade de sentimento e pureza de coração. Ninguém é Soldado por interesse pessoal, mas pela vontade de servir, pelo amor à Pátria e pelo compromisso com a missão que lhe incumbe a sociedade.
Desta forma, dentro da esfera de suas responsabilidades, os Militares estão entre os melhores interlocutores da Nação e são privilegiados intérpretes de seus legítimos anseios e necessidades.
O respeito que inspiram não está no poder das armas que impunham, mas na confiança e no prestígio conquistados pelo irrestrito cumprimento do dever constitucional, com base não apenas na hierarquia e na disciplina, mas no respeito aos limites da autoridade e no compromisso com as suas tradições.
Sua fé religiosa na missão que lhes incumbe a Pátria é explicada por Gaston Courtois quando diz que “a inteligência não pode levar adiante um esforço de construção se não crê na verdade e na utilidade de sua missão”.
Em tempos de crise, de manifestações cívicas contra a destruição física e moral da Pátria, quando os interesses pessoais, a mentira, a ganância e o poder se sobrepõem aos interesses nacionais, os Militares não ficam indiferentes e ausentes, porque faz parte da sua missão estar atentos para proteger a Nação dos perigos que a rondam dentro e fora de suas fronteiras.
A despeito de todos os percalços das circunstâncias adversas, da convivência e da disciplinada subordinação a quem os vê como ameaça, os Militares brasileiros continuam fieis, a qualquer custo e acima de tudo, ao Brasil e a seu povo!
Gen Bda Paulo Chagas

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É preciso paciência para assar a picanha…

Caros amigos

Compreendo e comungo das apreensões de todos os brasileiros de bem que só enxergam na intervenção militar a solução para os nossos problemas políticos.

Concordo que o impeachment pode ser a troca do “13” pelo “171”, e estou, como todos os que acreditam nos recursos da lei, preparado para continuar a luta, junto com os operadores da lei, como Sérgio Moro e sua equipe, e eliminar todos os “171” da política nacional. Vejo a derrocada do “13” apenas como uma das conquistas necessárias para que o Brasil se transforme no país que merecemos.

No cenário atual, com as instituições funcionando com respeito à independência entre os poderes, mesmo aparelhadas, não vejo, AINDA, a necessidade de interferir, pela força das armas, na vida nacional. Este é, e tem que ser, o último recurso da Nação e só deve ser empregado quando o mal que vier a causar for definitivamente menor do que o que pretender eliminar ou evitar.

Precisamos, de fato, mudar os rumos do Brasil, e principalmente a nós mesmos, de modo a que cheguemos ao dia em que “gangues criminosas” nunca mais sejam eleitas e recebam o aval da nossa irresponsabilidade política para roubar-nos e atentar contra a nossa liberdade!

Aos que só enxergam solução na repetição do movimento de 1964, assevero que as circunstâncias, hoje, são realmente outras e esta conclusão pode ser tirada pela simples leitura das páginas de 151 a 177 do ORVIL, disponível no site “A Verdade Sufocada”.

Quando afirmo que “nenhuma ditadura serve para o Brasil”, não estou aludindo ao sofisma de que o período de governos sob mando de  militares teria sido um regime totalitário, pelo contrário, repudio esta versão facciosa da história, assim como repudio qualquer outra versão desse mal, como forma de corrigir aprendizados ou de demonstrar maturidade, porque ninguém aprende senão pelo estímulo da sua própria vontade de conhecer a verdade quando esta está colocada ao seu alcance

O último recurso, sem dúvidas, tem que ser deixado por último!

Mal comparando, uma intervenção armada na política é semelhante ao efeito do calor excessivo do braseiro sobre uma picanha, fica bonita por fora, mas crua por dentro, tem que voltar ao fogo depois do primeiro corte. O bom assador tem que saber o que está fazendo e ter paciência para esperar que a carne asse como um todo e que não precise, periodicamente, voltar ao fogo!

Gen Bda Paulo Chagas

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ALGUÉM SUGERIU: “TÁ NA HORA DO PAU!”

Um General de Exército, da reserva, respondeu:

“Concordo que “TÁ NA HORA DO PAU”. No entanto, é preciso levar em conta o que aconteceu com as FFAA, ao longo dos últimos 40 anos.

No final dos anos 70, cada turma que passava na EsAO [Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais] redigia um manifesto. Éramos capitães da “repressão”, politizados, indisciplinados.

Os chefes militares, cansados de “pagar o pato”, diante da Nação, por tudo que acontecia, fizeram valer os princípios de chefia e liderança e, diante de uma nova realidade mundial, doutrinaram as novas gerações de oficiais e graduados no sentido de despolitizar as FFAA. Tiveram pleno êxito e os militares se prepararam para atuar em um país de primeiro mundo. Seríamos profissionais de alto nível e deixaríamos a condução do Brasil por conta dos políticos.

Não contávamos com essa reversão de expectativa. O povo, de todos os níveis, deseducado e iludido, elegeu uma classe política absurdamente corrupta, irresponsável e despreparada. Dezenas de partidos abrigaram o que há de pior na nacionalidade tupiniquim.

De repente, diante do caos, cresce o desejo de mudar esse cenário e muitos pedem aos oficiais generais que retornem ao passado e limpem o chiqueiro. Sinceramente, fica difícil essa metamorfose e mais imprevisível ainda a reação do público interno e da população.”

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A resposta do General justifica o momento vivido pela Nação e a atitude adotada pelos militares.

Acrescento, agora, o que o ex-prefeito do Rio e ex-senador pelo PT, Saturnino Braga, disse em entrevista sobre a possibilidade de “haver guerra”, se continuar o atrito entre os pró e os contra o governo.

Lembrou que, em 64, foi uma guerra entre duas partes que não tinham apreço pela democracia – não pode dizer o mesmo hoje – e que a sociedade brasileira não estava preparada para aquela guerra, tendo como consequência uma intervenção militar.

Concluiu perguntando, sugestivamente: Se houver uma nova guerra aqui, quem é que vai desempatar?

Eu respondo: Logicamente, os mesmos de sempre, os militares!

E acrescento que as FFAA não entrarão nessa guerra  para “desempatar o jogo”, mas para assegurar a vitória de quem estiver do lado da lei e da ordem, respeitando as regras do jogo político.

Daí a importância de o nosso lado não “sair da linha” e “ir pro pau” sem o respaldo da razão, da lei e da ordem.

Temos que ser persistentes, veementes e enfáticos nas nossas manifestações sem descumprir as regras estabelecidas no regulamento. Qualquer coisa diferente disso, mantida a situação e o rumo atual, é  aventura e, no momento,  podemos e devemos até correr riscos, mas não aventurar.

Não podemos duvidar ou afrontar os juízes escalados para a partida, temos é que jogar absolutamente certo e dentro das regras porque eles são muito ciosos da sua missão constitucional e farão cumprir as regras do jogo.

Boa partida a todos e fé na missão, na isenção dos juízes e na vitória!

Gen Bda Paulo Chagas

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