DEBATE ENCERRADO!

Caros amigos e visitantes

Quero deixar claro que não tenho qualquer interesse em manter este debate idiota com os discípulos do professor Olavo de Carvalho.

Eu já disse o que penso e escutei e li tudo o que precisava. Se tinha alguma coisa a aprender, aprendi, mas não mudei de posição ou de opinião.

Nada disso mudará a minha vida ou a forma como pretendo apoiar o governo Bolsonaro. Aliás, isto é uma atitude lógica, porque votei, junto com 58 milhões de brasileiros, em Jair Bolsonaro, não em Olavo de Carvalho!

O Presidente é Bolsonaro, Olavo é apenas mais um eleitor, e, como tal, igual a mim. Nossa diferença é que eu quero o sucesso do Presidente e confio nele e na equipe escolhida por ele para levar adiante os nossos anseios.

Quem não confia na competência, no discernimento e na intuição do Presidente não sou eu, portanto, concluo que devo, apenas, lamentar a intranquilidade daqueles que aceitam os sobressaltados criados pelo seu líder, que, como já disse, leio e ouço, mas não sigo, porque, mesmo indubitavelmente culto, não preenche os requisitos mínimos para liderar-me.

Este episódio e debate estão encerrados. Todos já sabem o que penso e como os vejo. Se lhes é importante continuar, que continuem em monólogo repetitório do que aprenderam.

Forte e sincero abraço a todos e até o próximo episódio que, espero, não seja breve, para o bem do governo do Presidente Jair Bolsonaro que não precisa de eflúvios negativos partidos de dentro das suas trincheiras.

General Paulo Chagas
(Cidadão brasileiro, residente no Brasil e confiante no Governo montado pelo Presidente Jair Bolsonaro)

(Publicado no meu Facebook em 04/02/19)

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O PERIGO DA PERDA DO DIREITO E DA CAPACIDADE DE PENSAR.

Caros amigos

A “Hegemonia do Pensamento” é uma técnica de “formatação cerebral” que tem por objetivo a dominação do raciocínio individual e coletivo de um grupo social escolhido ou cooptado.

No limite da sua expansão, a hegemonia passa a ser a predominância de uma corrente de pensamento, ideológico ou não, sobre todas as outras, em nível tal que não sobre espaço para que alguém possa pensar de forma diversa da indicada pela liderança do grupo vitimado por ela.

Para os comunistas, seguidores da teoria de Antônio Gramsci, o partido, chamado por ele de “intelectual coletivo”, é o lider que dá a diretriz única e geral para que os difusores, “intelectuais orgânicos”, divulguem a utopia como um dogma isento da possibilidade de qualquer tipo de questionamento.

O pensamento hegemônico é capaz de lobotomizar o cérebro dos dominados, fazendo-lhes uma “lavagem cerebral”, de forma a danificar-lhes propositadamente os cérebros e a garantir o controle sobre o seu comportamento.

Não podemos, portanto, fixar-nos apenas na ameaça gramcista, mas em toda e qualquer ameaça hegemônica ao nosso livre arbítrio e à nossa liberdade de pensar, porque foi a formação de um pensamento hegemônico, considerado inquestionável e inatacável, que permitiu a James Warren “Jim” Jones, fundador e líder do culto Templo dos Povos, a levar ao suicídio 918 membros da sua seita, em uma única jornada de novembro de 1978, na cidade de Jonestown, na Guiana.

Essa técnica aprisiona e inibe sentimentos e manifestações e tem o poder de transformar heróis em bandidos, orgulho em vergonha, triunfo em derrota e vida em morte!

Pensem nisso!

General Paulo Chagas

(Publicado no meu Facebook em 01/02/19)

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“RASPUTIN” DE CARVALHO – COMENTÁRIO SOBRE OS COMENTÁRIOS

Caros amigos e não tão amigos comentaristas

Li mais de 500 dos, até agora, quase 800 comentários feitos à minha crítica à pretensão do professor Olavo de Carvalho de assumir a posição de preceptor do governo Bolsonaro, para cuja eleição contribuiu juntando-se aos 58 milhões de brasileiros que, como eu, acreditaram na proposta vitoriosa.

Julgo ser o suficiente para formar e para consolidar o meu aprendizado.

A quantidade, o conteúdo e o nível dos comentários não me surpreenderam. Não foi por outra razão que os estimulei no Post Scriptum (PS) do texto.

De tudo que li e do muito que aprendi, concluo que a minha visão da personalidade do professor está absolutamente correta. Agora, porém, acrescentada da sua admirável capacidade de preencher todos os espaços da mente de seus seguidores, deixando-lhes pouco ou nenhum espaço para pensarem por si próprios ou mesmo para enxergarem fora dos trilhos traçados para o seu raciocínio.

Dou graças a Deus pelo fato de ele se ter deixado vencer e convencer pelo pensamento conservador. Caso Olavo de Carvalho tivesse permanecido nas hostes esquerdistas, seria um inimigo muito difícil de dominar e a luta que empreendemos teria sido muito mais árdua.

Ainda bem que a teoria de que “uma vez comunista sempre comunista” estava equivocada, pelo menos no caso dele!

O poder de persuasão do professor Olavo é tão penetrante e dominador que, nos comentarios, chegou a ser chamado de “Mensageiro de Deus”.

Seus seguidores, sem se darem conta perderam a visão periférica e só se permitem enxergar a imagem do enviado e escutar a sua voz messiânica. O único certo, o único deus, o seu deus.

Tomam a palavra do messias como verdade absoluta, como se ele e só ele a conhecesse, esquecendo que só a verdade do Deus verdadeiro é que liberta.

Os seguidores de Olavo chegam ao cúmulo de atribuir a ele e só a ele a vitória sobre a esquerda, o que deixa de ser uma conquista para transformar-se em milagre.

Nego-me ao desgaste de tentar mostrar-lhes de onde têm partido os tiros que nos ameaçam dentro da trincheira e quem de fato deu segurança à nossa marcha para a vitória, porque o pior cego é o que não quer ver.

O Presidente Bolsonaro, agora em vias de retomar todo o potencial da sua energia e disponibilidade, saberá abrir-lhes os olhos, dispensando a ajuda e as iniciativas de qualquer pretenso e afoito preceptor.

Agradeço, com sinceridade, a todos que se dignaram a ler o meu texto crítico e a me xingar, criticar e elogiar. Aprendi muito com todos, porque estou sempre pronto a aprender, afinal, eu “sei que nada sei”!

General Paulo Chagas

PS: Podem continuar a criticar, tenho muito a aprender com as convicções dos que me honram com a sua leitura.

(Publicado no meu Facebook em 28/01/19)

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Olavo “Rasputin” de Carvalho

Caros amigos

Há alguns anos, após provar que conheço a minha profissão melhor do que o “destemido” professor Olavo de Carvalho, deixei de ser merecedor da sua consideração e da sua atenção, embora só tenha sido alvo delas por uma única vez.

Independente disso, já tinha sido ingênuo o suficiente para comprar e ler a arrogante coletânea de artigos do “desassombrado” filosofo, publicada sob o título de “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”. É o preço a ser pago por quem acredita em rótulos!

Tenho visto, sem surpresa, o nosso vociferante filosofo autodidata tomar atitudes que lembram o bruxo Rasputin, iminência parda da corte de Nicolau II, da Rússia, por trás da Czarina Alexandra.

O professor Olavo, em gozo de autoexílio e do alto do seu autodidatismo, parece querer, agora, autoproclamar-se o Rasputin da família Bolsonaro, o guru dos gurus, o sábio dos sábios.

Embora sabendo que “sábio é aquele que sabe que nada sabe”, o nosso candidato a Rasputin Tupiniquim, dominado por sua incomensurável vaidade, coloca-se, mesmo à distância, como o grande crítico e orientador do governo que ele julga lhe dever veneração.

Procede assim, também, em relação a todos os políticos eleitos que, por um ou mais momentos, prestaram-lhe a homenagem da sua humilde vontade de saber.

Com o seu conhecido tato de vaca em vitrine de cristal, Rasputin de Carvalho ataca os Generais Mourão e Heleno para acusá-los de covardia diante da desimportância dada pelo governo à renúncia de mandato do insignificante deputado Jean Wyllys, este, tão espalhafatoso e carente de holofotes quanto ele próprio, Rasputin de Carvalho.

O russo, depois de morto, teve o pênis amputado e preservado, talvez por sua fama de devasso e de adepto de grandes “orgias religiosas”. O nosso, provavelmente, terá o ego e a vaidade preservados, como símbolos da sua “obra”.

Que me desculpem os “olavoholics”, mas o nosso Rasputin, como qualquer filósofo, merece ser lido e ouvido, mas não seguido, pelo menos por mim!

General Paulo Chagas

PS: Ao manifestar-me desta forma corro o risco de estar cutucando onça com vara curta, o que poderá vir a provocar a ira do nosso filósofo e de seus fiéis seguidores contra mim. Guardo a certeza de que, se isto ocorrer, terei a honra de muito aprender com todos eles.

(Publicado em meu Facebook em 28 de janeiro de 2019)

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Equívoco ou má fé do Sr Octávio Amorim Neto?

Caros amigos

Octávio Amorim Neto é um cientista político que dá aulas na FGV. Ele é o autor do artigo “O Governo Bolsonaro e a Questão Militar”, onde procura alertar os brasileiros para o perigo de termos “militares no governo”.

Embora intitulado cientista político, ele acredita que as FFAA estão divididas entre “os de hoje” e “os de ontem”, quando, na verdade, eles são os mesmos em novas circunstâncias. Trazem o Brasil no coração como objetivo e compromisso de vida e, desde sempre, são comprometidos com a democracia e com os ditames constitucionais.

O Sr Amorim finge que não sabe que as corporações castrense são as melhores e mais confiáveis representações da vontade popular e que, como tal, irão continuar a velar pela estabilidade e pela recuperação da nossa tão vilipendiada democracia.

Na sociedade brasileira não existe a separação entre civis e militares. Esta dicotomia só existe nos temores e nas más intenções de pessoas como o Sr Otávio Amorim.

Nós somos um povo, um só povo, unido em torno do amor à Pátria!

O Ministério da Defesa, a Estratégia Nacional de Defesa, a consciência de que é preciso reaparelhar as Forças Armadas e o Livro Branco da Defesa Nacional são provas dessa integração patriótica.

Não há controle de militares por civis ou vice versa, mas um respeito integrado à lei e ao princípio da autoridade que a todos subordina em proveito do bem comum.

Amorim Neto ignora os resultados altamente positivos do esforço dos militares para compartilhar conhecimentos e preparar os civis para as missões que lhes cabem na defesa da Pátria.

Demonstrando todo o seu desconhecimento da realidade brasileira, ele põe em dúvida a participação de civis na gestão do Ministério da Defesa (MD) e na elaboração da política de defesa, enquanto o MD estiver sob a liderança de um Oficial General.

As Forças Armadas sempre estiveram e continuarão a estar concentradas em suas missões, sejam elas quais forem, não há incentivos ou motivações que as afastem do cumprimento do dever.

O Sr Octávio Amorim, efetivamente, desconhece a história e a evolução das Forças Armadas do seu país e, portanto, não está em condições de falar ou opinar sobre “Questões Militares e Governo”!

Os militares presentes no atual governo são, antes de mais nada, cidadãos brasileiros muito bem preparados e motivados para cumprir as tarefas para as quais foram convidados pelo Presidente Bolsonaro.

Amorim quer fazer confundir “cidadãos de formação militar em função de governo” com “poder militar à frente do governo”.

Não é equívoco, é má fé!

General Paulo Chagas

(Publicado no meu Facebook em 27/01/19)

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A Família Bolsonaro

Caros amigos

O Brasil não é uma Monarquia e a Família Bolsonaro não é a Família Imperial e, por via de consequência, os filhos do Presidente não são Príncipes Herdeiros e não podemos nos permitir vê-los como tal!

Temos que separar as coisas. Filhos são filhos, políticos são políticos. Trata-se de uma família de políticos. Poderia ser uma família de médicos e, neste caso, os erros, os procedimentos e as decisões de uns não poderiam ser da responsabilidades dos outros.

Os filhos do Presidente só tem essa prerrogativa no seio da Família Bolsonaro, fora dela, são políticos eleitos pelo povo para exercerem seus mandatos e para responderem por seus erros, acertos, procedimentos e decisões. Não são herdeiros da “Cadeira Presidencial”, nem membros do governo.

Se algum filho do Presidente, no exercício do seu mandato, fizer uma besteira, poderá levar um puxão de orelha do pai, quando chegar em casa, mas responderá, como político, perante a sociedade e, principalmente, diante dos seus eleitores.

A mistura dessa relação está sendo usada pela oposição e pela mídia comprometida para contaminar o governo, como se os filhos do Presidente fossem seus herdeiros!

A família do Presidente deve ser vista e respeitada como qualquer outra família brasileira. A postura de Jair Bolsonaro e do próprio governo, dando explicações e satisfações pelos atos dos filhos, dá à Família Bolsonaro um status que ela não tem.

Politicamente, que cada Bolsonaro maior de idade assuma as suas responsabilidades e as conseqüências dos seus atos e omissões. Jair, mais experiente, no papel de pai, saberá orientá-los.

Para o bem do governo e do bom futuro que se oferece fugazmente para o Brasil, é preciso que se adote esta postura imediatamente e de uma vez por todas.

Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. É como vejo e lamento o imbróglio envolvendo Flávio e, agora, Carlos Bolsonaro.

General Paulo Chagas

(Publicado no meu Facebook em 20 de janeiro de 2019)

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MINHA CONTRATAÇÃO PELA ODEBRECHT

Caros amigos

Como todas as empresas atingidas pela Lava Jato, a Odebrecht tem, neste momento, por objetivo principal o saneamento do seu nome pela desvinculação de qualquer comprometimento político, partidário, ou ideológico.

A aproximação ao PT e ao governo liderado por ele, resultou em graves prejuízos financeiros e morais à empreiteira, e vinculou a sua imagem à prática da corrupção.

A recuperação passa, portanto, por mudanças de atitudes e de personagens e pelo afastamento claro e visível de todos os relacionamentos com o governo que não os estritamente institucionais.

Em consequência, para eliminar a possibilidade de que a nova postura da empresa seja confundida com mais do mesmo com sinal trocado, as contratações de recursos humanos privilegiam os cidadãos desvinculados ou que se proponham a desvincular-se da crítica à política como ela é e que sejam, de todas as formas, dissociados do atual governo,

Em que pese o meu respeito às boas intenções da empresa, mas, considerando os compromissos que tenho comigo mesmo e com as posições e atitudes que tomei e adotei durante toda a minha vida, essas condicionantes inviabilizam qualquer acordo e a minha contratação, agora ou no futuro, pois o meu pacto de consciência está acima de interesses ou de compensações e o abandono do que chamo de obrigações cidadãs está fora de qualquer cogitação.

Conclusão, NESSAS CONDIÇÕES, respondendo aos que especulam em torno do assunto, como o Sr Lauro Jardim, do OGlobo, não serei, em tempo algum, contratado pela Odebrecht.

General Paulo Chagas

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