Redução da maioridade penal já!

Caros amigos

A redução da maioridade penal, tema que teve a maior ênfase no noticiário nacional da última semana, visa, objetivamente, o incremento da segurança pública e, assim, a redução da criminalidade pelo encarceramento de um maior número de criminosos, neste caso, jovens com 16 e 17 anos.

Não há dúvidas de que os elevados índices da criminalidade no Brasil se devem em parte alarmante à participação de bandidos nesta faixa de idade que, amparados pelo inadequado e comprovadamente ineficaz Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sentem-se estimulados à prática criminosa, haja vista o pressuposto da impunidade que faz da violência um ofício compensador.

A argumentação lógica dos que defendem a redução da maioridade penal focaliza, portanto, a reclusão desse contingente de criminosos, ou seja, a sua apartação do convívio com a sociedade, considerando que, nesta idade, os jovens já sabem o que fazem!

Da parte dos que se colocam contra a redução, basicamente, identificamos os seguintes argumentos:

  • Cadeia não reeduca, mas aperfeiçoa o criminoso pela convivência com os mais “escolados” no crime.
  • Uma revisão do ECA seria suficiente para reduzir a participação desses jovens em ações criminosas.
  • Mais escolas, mais ensino e menos prisões.
  • O sistema carcerário brasileiro já é caótico e não suportará este incremento no universo de apenados.

Todos esses argumentos são válidos e não excludentes!

A redução da maioridade penal não descarta a necessidade de revisar o ECA e de transformá-lo em algo útil à sociedade e eficaz na recuperação dos menores de 16 anos que, insensíveis à educação familiar e ao ensino escolar, fazem opção pelo crime.

A reestruturação do Sistema Carcerário é uma necessidade de décadas, exaustivamente denunciada e reportada à sociedade e às autoridades. O próprio Ministro da Justiça declarou que preferia morrer a ser recolhido à uma das prisões brasileiras, verdadeiras academias do crime e depósitos de bandidos, tão inoperantes e vergonhosamente ineficazes para o cumprimento da sua finalidade que permitem que o crime se organize no interior de seus muros e que comande, coordene e controle a sua execução fora deles!

A redução da maioridade penal é, por conseguinte, um fato novo a promover o rompimento da inércia com a hipocrisia e com a demagogia dos políticos e dos governantes.

Graças às mudanças que ela provocará, as autoridades responsáveis, urgentemente, terão que complementá-la com mais escolas sem partido, mais cidadania e menos fingimento, mais ensino e menos ideologia de gênero, mais e melhores professores justamente remunerados, mais prisões de segurança máxima, mais isolamento e recuperação de criminosos recuperáveis e menos mentiras, conivência e corrupção, mais rigor nas medidas coercitivas de reeducação de menores de 16 anos e menos farsa e dissimulação!

A redução da maioridade penal é, portanto, a solução para todos este problemas, desde que a sociedade não se deixe enganar pelos demagogos e intimidar pela truculência dos fanfarrões de porta de auditório que não sabem o que dizem nem em que cumbucas estão metendo as mãos!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

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O “não” do Exército às verdades de ocasião!

Caros amigos

O Comandante do Exército, Gen Eduardo Villas Bôas, há 15 dias, no velório do sempre admirado Gen Leônidas Pires Gonsalves, antigo Ministro do Exército, dirigindo-se ao velado declarou:

“Gen Leônidas, os soldados do seu Exército não consentirão que a retidão do seu caráter e a transcendência de sua alma sejam maculadas por versões históricas capciosas e tentativas de impor verdades de ocasião”.

No momento em que a insustentabilidade das circunstâncias tira a máscara dos falsários, expõe suas mazelas e mentiras, o Comandante do Exército torna pública a sua intenção e deixa claro que para (re)contar a história é preciso, antes de mais nada, ter estatura moral e retidão de caráter acima da transcendência da alma de um Soldado como Leônidas Pires Gonsalves.

É a atitude esperada e a postura coerente do General que, ocupando o cargo do homenageado, reafirma os valores patrióticos e os compromissos morais do Exército de Caxias, o Exército de Sempre!

Já disse e não canso de repetir!

Como instituições e como segmento da sociedade, as Forças Armadas têm direito à opinião, o dever democrático de manifestá-la e, com ela, contribuir para a segurança do Estado e para a construção da opinião pública, base de sustentação da democracia.

São equívocos aceitar, sem contestação, mentiras sobre um passado que até ontem era motivo de comemoração, não defender e propalar a verdade histórica – como se dela não se houvesse tirado ensinamentos – e permitir que a Nação imagine suas Forças Armadas divididas pelo tempo, separadas pela própria história e desinteressadas pela garantia da liberdade democrática.

A indiferença diante da ofensa contratada e do desrespeito à imagem das Forças Armadas e às biografias dos homens de bem que protagonizaram sua história é, portanto, equívoco que o Comandante do Exército, oportunamente, passa a corrigir!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

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Que direitos e quais humanos, senhora Governanta?

Caros amigos

Já escrevi sobre isto, mas é forçoso voltar ao assunto.

Sempre acreditei que o mutismo e o imobilismo dos governos brasileiros da era pós-moral com relação às violações dos direitos humanos em países como Cuba e Venezuela, para citar apenas dois, era devido ao respeito ao preceito constitucional de não intervenção nos assuntos internos de países soberanos, mesmo que submetidos a governos tirânicos e totalitários, como é o caso dos citados.

As atabalhoadas e desastradas agressões do governo petista à soberania de Hondurase do Paraguai, quando, dentro da lei e sob a tutela dos mantenedores da ordem, as Supremas Cortes e os Parlamentos, no uso de suas atribuições, defenestraram os dois afiliados do Foro de São Paulo que usurpavam dos cargos de Presidentes da República, permitiram-nos constatar que a atitude complacente com a tirania de esquerda não se tratava de obediência à Lei Maior, mas de pura conivência e de invejável fidelidade a acordos e planos traçados e tratados à sombra da liberdade democrática.

Agora, quando um grupo de parlamentares brasileiros decide, pacificamente, constatar, in loco, as graves violações dos direitos humanos que diariamente ocorrem na Venezuela e que chegam ao conhecimento do mundo por intermédio da imprensa e das redes sociais, o governo petista, cinicamente, boicota a empreitada, combina com seu afilhado, Nicolás Maduro, uma pantomima e determina ao obscuro Embaixador do Brasil naquele desgraçado  país o abandono dos representantes do povo brasileiro ao ridículo da execração moral e ao risco da agressão física!

Com que moral a Governanta Dilma pôde dizer que os nossos representantes estavam interferindo na soberania da Venezuela? Que tipo de moral lhe permitiu derramar suas lágrimas hipócritas quando da patética solenidade de entrega do relatório da comissão nacional da verdade (sic), quando instituições e homens honrados e dignos foram execrados à opinião pública como violadores de direitos humanos?

Que direitos e quais humanos, Sra Governanta?

Quanta impostura, quanta falsidade, quanta incoerência ainda teremos que aturar antes que o Parlamento e a Suprema Corte concluam que esta senhora está usurpando do seu cargo e façam o que tem que ser feito, belo bem do Brasil e dos direitos humanos?

Gen Bda Paulo Chagas

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Sistemas de Cotas, mais um engodo

Caros amigos

Qualquer sistema de cotas coloca os “cotistas” na categoria dos incapazes ou, no mínimo, na dos limitados, o que, com certeza, só será uma adjetivação justa se as reservas visarem a privilegiar este tipo de recursos humanos.

Há muitas e variadas razões para, nestas circunstâncias, qualificar os sistemas como erro e má fé.

Se os negros, por exemplo, precisam de oportunidades especiais para conseguirem trabalho é por que, em princípio, não são tão capazes quanto os brancos e este fato autoriza a pensar que assim é, até prova em contrário, o que não é verdadeiro nem justo!

A caracterização dos beneficiários, por qualquer razão, como incapazes os discrimina nesta categoria de seres humanos e faz com que se corra o risco de privilegiar, não “injustiçados pela circunstância”, mas acomodados ou, até mesmo, incompetentes.

No caso das cotas para o serviço público, onde o servidor é pago com recursos dos contribuintes, dos cidadãos, do povo, os serviços a serem prestados têm que ser, unicamente, os melhores, não comportando, portanto, outro critério que não o do mérito para a escolha de seus executores! Qualquer coisa diferente disso caracteriza malversação de recursos públicos, ou seja, crime!

Não é legal, ético ou moral fazer caridade com recursos alheios!

Como quaisquer problemas, as dificuldades para universalizar as condições para o aproveitamento das oportunidades devem ser estudadas por completo e corrigidas em suas causas e não em suas consequências.

No caso em questão, elas serão encontradas no acesso ao conhecimento e não na cor da pele ou qualquer outro critério. As causas estão na má qualidade do ensino público, que, há muito, prioriza a lavagem cerebral e não o saber, a disciplina, a ambição pessoal, a vontade de evoluir e o amor próprio, formando, basicamente, fantoches, revoltados e analfabetos funcionais, incapazes de evoluir por si próprios e de acordo com as suas potencialidades.

A criação de sistemas de cotas para solucionar o problema da universalização das oportunidades é o mesmo que imaginar que o combate à febre é suficiente para curar o doente, ou que, pela simples eliminação da dor, uma fratura será calcificada!

As cotas não são solução, são demagogia e estímulo à perpetuação do problema, para a felicidade dos incompetentes, dos espertos e dos vagabundos e para o desespero das pessoas honestas e capazes, cujo amor próprio é pisoteado pela falsidade de populistas sem caráter.

A Nação vem sendo engambelada por esta aparente busca por justiça social que, na verdade, não passa de uma forma de controle e de uso dos justos anseios populares com vistas à conquista do poder pela completa alienação da sociedade.

A luta contra este engodo está embutida no contexto da luta contra o Foro de São Paulo, contra o bolivarianismo e contra o petismo, pela preservação da liberdade de escolha e de opinião, pela universalização do acesso ao conhecimento sem partidarização, pela igualdade de oportunidades, pela valorização do mérito e pela verdadeira e honesta justiça social!

Gen Bda Paulo Chagas

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Dilma no Jô!

“Um governo opressor e ilegítimo, agindo na legalidade que ele mesmo criou, não encontra limites em sua volúpia por poder e recursos” (Rodrigo Constantino)

Caros amigos

Permiti-me assistir, nesta madrugada, a entrevista concedida pela Governanta Dilma Rousseff ao nosso velho e decadente “Gordo” Jô Soares.

Sem índice no IBOPE, Jô se vê obrigado a vender seu espaço ao promotores da propaganda do não menos decadente Governo Federal.

Transpirando hipocrisia, sorridente e desenvolta, olhando ao redor e poucas vezes aos olhos dos telespectadores, a Governanta não teve qualquer pejo para reafirmar que a sua solução para os problemas criados pelo populismo, pela demagogia, pela falsidade, pela mentira, pela omissão, pela corrupção, pela desonestidade e pela incompetência do seu governo será o aumento dos impostos e a recessão, sem qualquer corte de gastos ou redução da paquidérmica máquina estatal.

Faltou-lhe o que nunca teve, humildade para admitir a sua responsabilidade pela quebra financeira e moral do Brasil. Falou dos fracassos como se eles tivessem ocorrido apesar dela e não por sua máxima culpa.

Dilma propõe-se a cobrar da sociedade a reposição do dinheiro que ela própria jogou na lata de lixo dos investimentos eleitoreiros e nas contas bancarias dos canalhas que se serviram da carapaça da sua arrogância para engordar contas bancarias no exterior.

Se o Brasil fosse um país sério e se os brasileiros tivessem cultura para fazer valer seu poder constitucional, a Sra Dilma Rousseff já estaria, há muito, respondendo na justiça pela forma com que tem gerido o país e, com certeza, a entrevista teria  sido gravada na Papuda ou em uma penitenciária do Paraná e não sob os arcos do Palácio da Alvorada.

Jô Soares iniciou a conversa mostrando-se indignado com o despropósito da rejeição do eleitorado brasileiro à governanta recém reeleita, como se não tivessem havido as mentiras, como se a vaca não tivesse tossido e como se a verdade sobre a situação financeira do país não tivesse sido criminosamente escamoteada por “pedaladas” contábeis.

Procurando amolecer o coração da escassa assistência, Jô lembrou o tempo em que a hoje governanta cumpria pena por atos de terrorismo, ocasião em que ela, não tendo nada para ler, compartilhou com seus camaradas apenados a leitura de uma Bíblia. Logo ela, comunista, que tem a religião como o ópio do povo! Tudo com a ajuda de um Soldado da Polícia do Exército, oriundo de Santa Catarina, que, por ter sido descrito como alto, forte, loiro e de olhos azuis, não mereceu do outrora engraçado humorista a adjetivação pátria de “brasileiro”, mas de “catarina”!

Dilma confessou na entrevista a complexidade da sua incompetência, ao afirmar que fez “tudo o que podia” para que a “crise de 2008” não atingisse o Brasil. O que temos hoje a enfrentar – recessão, inflação, desemprego e todas as consequências desses males da gestão irresponsável – provam seu fracasso e não a eximem de culpa.

Pôs na adversidade climática toda a responsabilidade pela crise energética, sem mencionar uma só vez a falta de investimentos em infraestrutura para sustentar uma demanda naturalmente crescente que acabou por “secar o Brasil”!

Disse que reduziu a pobreza, só “esqueceu de lembrar” que o fez por decreto e pela distribuição demagógica de esmolas. Com certeza não sabe que a redução da pobreza se faz pela criação de empregos e de renda e não pelo compartilhamento da renda dos outros, dos que trabalham, produzem e pagam os impostos.

Dilma afirmou, sem rubor, que o programa “Mais Médicos” resolveu 80% dos problemas de saúde dos brasileiros, ou seja, a carnagem nos hospitais públicos que diariamente é denunciada pela imprensa ainda livre representa apenas 20% dos problemas de saúde para os quais o governo ainda não deu solução. Santa hipocrisia!

Finalizou afirmando que apenas 4 ou 5 maus funcionários da Petrobras foram os responsáveis pela bancarrota da maior empresa nacional e que não conhece todos os seus 39 ministros, embora considere a todos como de suma importância, tendo citado como superlativos os ministérios da pesca, da igualdade racial e da mulher. Ou seja, se estes não podem ser suprimidos ou absorvidos, nenhum será, assim como nenhum gasto público será reduzido.

Em resumo, a entrevista serviu para que o Sr Jô Soares demostrasse a sua simpatia pela Sra Dilma Rousseff e para que ela, mais uma vez, contasse suas lorotas e mandasse um recado aos brasileiros:

“Preparem-se para continuar a apagar a conta da gastança, da demagogia e da incompetência!”

Eu pergunto aos Guardiões da Lei e aos Senhores Congressistas:

Até quando?

Gen Bda Paulo Chagas

=Nenhuma ditadura serve para o Brasil=

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É tempo de mudança e de tirar o PT do poder!

Caros amigos

Os cidadãos de bem, comprometidos com a verdade e com o Brasil, não vulneráveis à propaganda enganosa do desgoverno petista, devem perseverar na faina de contribuir com suas denúncias, críticas, manifestações, ações judiciais e parlamentares para que a conscientização da sociedade seja cada vez maior e que a mobilização, que se verifica desde a descoberta do engodo eleitoral e da quebra fraudulenta e delituosa do Brasil, acabe por tirá-los do poder!

É preciso que todos conheçam a realidade das políticas do atual governo, suas ambições, seus comprometimentos ideológicos e estratégias de longo prazo, seus objetivos totalitários e liberticidas, seu descaso para com a soberania, para com a saúde pública e para com a segurança dos cidadãos, a descarada lavagem cerebral que chama de ensino público e o despudorado incentivo à luta de classes que visa a impor à maioria os “direitos especiais” concedidos a minorias privilegiadas pelos seus interesses escusos e circunstanciais.

Um simples e superficial levantamento de dados, baseado em discursos, declarações, alianças e atitudes do grupo governamental, fartamente documentados na rede internacional de computadores, deixa claro a qualquer analista as suas absurdas e ultrapassadas intenções.

Nesta semana, no período de 11 a 13 de junho, em Salvador, Bahia, reunidos pela 5a vez em “congresso”, os corruPTos estarão discutindo e reavaliando as suas estratégias para a manutenção do poder que, por força da vontade esclarecida da maioria dos brasileiros, lhes está a escapar por estre os dedos sujos da lama em que transformaram a ética, a moral e os bons costumes e do sangue dos brasileiros vitimados pela criminosa gestão dos interesses espúrios do Partido dos Trabalhadores.

O comunismo e a cubanização do Brasil são, objetivamente, os horizontes colimados por eles e pela militante comunista recolocada de forma suspeitíssima no cargo máximo da Nação. A comprovação desta assertiva está registrada em vídeos encontrados em fontes abertas e acessíveis a qualquer pesquisador e, agora, no “Caderno de Teses do 5o Congresso do PT – Um partido para tempos de guerra”.

A vontade do povo é soberana e tem que ser respeitada e assim tem sido, cabe aos mais esclarecidos continuar a alertá-lo para a propaganda enganosa, para a falsidade e para o perigo de se ter deixado levar pelo canto falso, mas inebriante, da sereia!

É preciso continuar a abrir os olhos dos incautos, é preciso perseverar e explorar todas as contradições e vulnerabilidades do adversário, é preciso que continuemos a fazer uso de todos os instrumentos legais que os têm mantido sob a pressão da nossa rejeição e da nossa indignação.

Devemos continuar a aplaudir o trabalho do Juiz Sérgio Moro e a divulgar a verdade sobre os crimes do Partido dos Trabalhadores para que as lideranças políticas e as Instituições de Estado não corrompidas, ou não aparelhadas ou intimidadas pelos agentes do governo, se posicionem a favor da democracia e da liberdade, tão caros aos filhos desta terra!

Como já disse, os corruPTos estarão reunidos em Salvador, a partir da próxima 5a feira, dia 11 de junho, para discutir e reavaliar, em clima de “guerra”, as suas estratégias totalitárias. É um direito que lhes assiste e que, como democratas, temos que respeitar, mesmo sabendo que a recíproca nunca seria verdadeira. Cabe, no entanto, acompanhar os “trabalhos” e, se possível, colher o ensejo para, pacificamente, na rua, demonstrar-lhes o nosso repúdio à sua vilania e a nossa ansiedade por vê-los fora da política nacional, pagando por seus incontáveis crimes de lesa-pátria!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

 

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O saneamento e a desratização do Brasil

Caros amigos

A corrupção acompanha o homem desde a sua criação. O Livro do Gênesis traz o que teria sido a sua primeira manifestação e que teve como consequência a expulsão de Adão e Eva do paraíso. Foi ela que fez com que Judas entregasse Jesus aos guardas de Caifás. A corrupção é, portanto, um vício hospedeiro da natureza humana.

Há bactérias que também são hospedeiras, não da natureza, mas do corpo humano. Um desequilíbrio qualquer que propicie a sua reprodução fora do controle harmônico do organismo pode, em determinadas circunstâncias, levar à septicemia e ao óbito.

Os ratos, por sua vez, são, há 10.000 anos,  hospedeiros do convívio social dos humanos e, assim como as bactérias, sua reprodução descontrolada pode ser causa de mortíferas epidemias, como a que, em meados do século XIV, causada por bacilos transmitidos por pulgas de ratos, matou cerca de 25 milhões de europeus – um terço da população do continente naquela época.

Em 2002, o Partido dos Trabalhadores produziu um vídeo associando ratos que roíam a Bandeira do Brasil à ação deletéria dos corruptos. Como não se pode escrever “corrupto” sem passar pelo PT, a imagem tornou-se a mais fria, pura e dura realidade do mal que, como uma epidemia, aflige a Nação nos últimos 12 anos!

A proliferação de ratos e bactérias – os corruPTos – contaminou quase todos os tecidos sociais e órgãos da administração pública, comprometendo as saúdes financeira e  moral do País e, com elas, a segurança, a saúde, a educação e as conquistas sociais dos cidadãos, o progresso, a liberdade, a democracia e o futuro do Brasil.

Assim como as septicemias bacterianas devem ser combatidas com cargas de diversos antibióticos e a desratização com todos os meios e artifícios criados pelo homem, a corrução e os corruPTos devem ser atacados com todos  os recursos legais disponíveis para a proteção da sociedade  e para o saneamento da política, do governo e da gestão pública.

Assim como para destruir as bactérias e matar os ratos é necessário conhecer seus hábitos e suas formas de ação, para vencer os corruPTos, é preciso conhecer suas estratégias, táticas, técnicas e procedimentos.

Deng Xiao-Ping, líder da abertura econômica chinesa disse, com muita propriedade e objetividade, que “não importa a cor do gato o que importa é que ele cace os ratos”, melhor dizendo, não importa como, quem ou de que forma seja feito, o importante é fazer o que tem que ser feito!

No momento, além do apoio e do aplauso ao trabalho do heroico Juiz Sérgio Moro e sua equipe, o que tem que ser feito é o que os comunistas fazem muito bem, isto é, a combinação de uma “pressão de cúpula” com uma “pressão de base”, ou seja, a ação de uma “maioria ativa” no Congresso – não necessariamente numérica – constituída pelos políticos comprometidos com a causa liberal, combinada com manifestações de massa como as de 15 de março e 12 de  abril e a do próximo dia 27 de maio, quando protocolaremos o impeachment da Governanta Dilma Rousseff.

Assim como temos exigido atitudes dos políticos que se dizem identificados com a causa do saneamento nacional, temos que exigir de nós mesmos – cidadãos comuns, honestos e amantes desta terra – a participação efetiva naquilo que nos cabe e que tem que ser feito.

De pouco adiantam nossos escritos, publicações, cartas abertas, vídeos, postagens e até mesmo as Ações Populares que ajuizamos se não sairmos às ruas para mostrar nosso repúdio e aquilo que queremos.

Se não empenharmos nosso tempo, nosso suor e nossa energia e se não gastarmos as solas de nossos sapatos, como exemplarmente fazem os jovens do Movimento Brasil Livre, dificilmente conseguiremos dar efetividade ao saneamento e à desratização do Brasil!

Gen Bda Paulo Chagas

=Venham todos ocupar a Esplanada em 27 de maio!=  

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