A realidade e os defensores dos DH

Caros amigos

Já manifestei, várias vezes, minha repulsa à situação de insegurança que os bandidos colocados no poder da República têm permitido que tome conta dos homens e mulheres de bem, aqueles que trabalham e produzem para sustentar o Brasil e toda a sorte de canalhices que caracterizam a era pós moral em que temos vivido.

Revolta, a mim e a todas as pessoas honestas, a forma ridícula como esses defensores dos DH apresentam as causas da criminalidade e como condenam o que chamam de “violência policial”.

Sou levado a pensar que sejam ingênuos além do limite da ignorância, que vivam em outro planeta, ou que sejam cegos, ou, o que acho mais provável, que sejam coniventes com o crime e com os criminosos!

É preciso colocá-los na linha de frente do combate que diuturnamente é travado entre bandidos, policiais e a população em geral, para que eles vejam a realidade com seus próprios olhos e, de repente, possam passar pela experiência de sentir o sangue e a vida de um inocente – uma criança, um filho, uma mãe ou um pai -escorrer entre seus dedos.

Quem sabe tenham a sorte de conhecer o calor de uma bala ou a frieza de uma lâmina a cortar-lhes as carnes?

Talvez assim aprendam a dar valor àqueles que passam por essas e outras experiências para que eles, no conforto dos seus lares e escritórios, possam critica-los como os “Professores de Deus” que pensam que são.

Gen Bda Paulo Chagas

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O “Documento” da CIA é alguma coisa que boia!

Caros amigos

Estamos diante de mais uma ridícula tentativa de demonizar o Regime Militar.

Desta feita surge a notícia de um “documento” da CIA, certamente oriundo de um “telegrama” da baixada dos EUA, em Brasília, dando conta de uma suposta REUNIÃO SECRETA entre o Presidente Geisel e três outros Generais da alta cúpula do sistema de inteligência brasileiro, realizada em março de 1974, na qual teria sido autorizada a eliminação terroristas subversores da ordem pública e da segurança interna do País.

RIDÍCULO,  repito, porque, se uma reunião deste nível tivesse ocorrido de fato, para tratar de um assunto de tamanha gravidade, obviamente, todas as medidas de segurança teriam ter sido tomadas para que ninguém,  além dos quatro citados, tivesse conhecimento dela e do seu conteúdo.

Qual deles teria sido a “fonte” que “vazou” o que está sendo tratado como informação e que não passa de especulação?

Para que esse “documento” pudesse ser tratado com um mínimo de seriedade, deveria ter, pelo menos, uma avaliação de veracidade do conteúdo e de confiabilidade da fonte. Portanto, não passa, como já disse, de especulação de algum funcionário da Embaixada Americana, querendo mostrar serviço aos seus superiores. Quem testemunhou os diálogos do encontro? Onde estava o agente americano?  Havia escutas da CIA na sala de reuniões do Palácio do Planalto usada para decidir sobre a “vida e a morte” de terroristas brasileiros?

A “descoberta” desse telegrama na Internet visa não mais do que dar assunto para antigos e novos atores do comunismo de sempre que, nas suas investidas sobre a soberania dos estados e sobre a liberdade dos cidadãos, promoveu e ainda promove, comprovadamente, em cem anos de horrores e trevas, mais de 100 milhões de mortes.

Não se trata de uma disputa para saber quem matou mais ou quem matou menos, mas de uma ridícula tentativa de reduzir a também comprovada confiança do povo nos militares brasileiros, a qual será posta à prova nas próximas eleições.

Finalizo este comentário com um pensamento bastante conveniente para o caso: “Os que se afogam acabam por agarrar-se a tudo que boia”!

Pensem nisso…

Gen Bda Paulo Chagas

 

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GILMAR, RICARDO E DIAS, OS TRÊS O QUÊ?

Caros amigos

Não sei se os chamo de irresponsáveis ou, simplesmente, de repugnantes desavergonhados, comprometidos com o que há de pior na fauna dos esgotos!

Não sei nem se devo chama-los assim, mas, após 50 anos de servidão e do juramento de doar até a vida pelo meu País, não posso intimidar-me diante do poder que as circunstâncias e os conchavos conferiram a esses três juízes sem respeito ou juízo!

Agrego a minha revolta à dos brasileiros de bem que, neste momento, regurgitam diante da afronta que envergonha a Nação apenas para proteger Lula da Silva, o criminoso e comparsa de tantos que o adotaram como modelo e a quem me permito pensar que temem porque lhes conhece as entranhas da fortuna e dos malfeitos.

Permaneço fiel aos princípios da legalidade e da legitimidade para que estes assegurem o mínimo de estabilidade e paz enquanto o Brasil atravessa o lamaçal de corrupção que o Partido dos Trabalhadores e seus aliados, dentro e fora do governo, deixaram em nosso caminho.

Como Júlio Cesar, na Roma antiga, esses três incautos lançam-se à sorte e ignoram o risco da travessia do Rubicão, levando consigo a Suprema Corte e acreditando na proteção efêmera da toga, mas esquecendo dos 23 talhos de adaga que, no Senado Romano, depuseram o imperador e a sua arrogância.

Que essa recordação alegórica e o seu dramático final sirvam de alerta para todos, porque, se ao Senado faltam adagas, ao povo brasileiro não falta vontade para colocá-los na lata de lixo da história.

Gen Bda Paulo Chagas

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O que tem que ser feito…

Caros amigos

Para um governante não existe alternativa para o que tem que ser feito. O desafio não está apenas em conhecer os obstáculos, mas em saber como superá-los e em querer fazê-lo no meio do emaranhado de regras que são colocadas no caminho das soluções.

É muito fácil apontar o que não pode ser feito, portanto, é obrigação do governante querer saber como pode ser feito o que tem que ser feito!

Via de regra, os problemas da gestão pública estão relacionados à incompetência, à negligência ou à má fé de agentes que se apoiam na burocracia – gerada pela regulamentação excessiva – para explicar a sua incapacidade para legitimar o que a letra fria da legalidade não justifica.

A seleção de agentes públicos competentes e comprometidos com a servidão à sociedade e com as missões que lhes cabem é outro desafio colocado para a vontade e para o sucesso do governante.

Essa seleção, no entanto, não o exime de conquistar a adesão dos demais servidores, de forma a melhorar seu desempenho em prol da sociedade da qual fazem parte e que, em última análise, paga pelos serviços que prestam.

A valorização e a motivação do Servidor Público não é, portanto, apenas obrigação, mas outro importante desafio posto à dedicação e à sensibilidade do governante.

Cabe-lhe, ainda, estabelecer prioridades, desregulamentar, desburocratizar, descentralizar, dar ordens, fiscalizar suas ordens, definir e cobrar resultados, reduzir custos e investir sem medo de inovar, aperfeiçoar e substituir, contando com todos os elementos de avaliação e fiscalização colocados à sua disposição, em particular a própria sociedade a que serve, partindo do principio de que o povo, diferentemente do governante e do governo, está em todos os lugares ao mesmo tempo e tem todo o interesse em comprometer-se com os bons resultados da gestão pública.

Parece simples? Realmente não é, mas, é o que tem que ser feito!

Gen Bda Paulo Chagas

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O IDEAL DEMOCRÁTICO E A RENOVAÇÃO PELO VOTO!!

Caros amigos

O ideal democrático só encontra ambiente propício para crescer e fortalecer-se em países onde haja eleições livres e a possibilidade, além do direito, de que qualquer cidadão seja candidato a cargos eletivos e só se torna efetivo quando as instituições governamentais são transparentes e se submetem ao controle eficiente das suas atividades.

Ao analisar esta afirmação, constatamos que, no Brasil, ainda estamos distantes desse ideal, haja vista a existência de pessoas entre nós que chegam a acreditar e a afirmar, por atitudes e discursos, que a gestão fraudulenta da coisa pública deve perder a característica de crime para tornar-se uma pré-condição de governabilidade.

Para livrar-nos desse absurdo, é preciso que promovamos uma “RENOVAÇÃO PELO VOTO”, sem anarquia, vandalismo ou desrespeito à lei, mas pela manifestação organizada e ordeira da vontade de quem entende que a democracia é um regime que pressupõe liberdade, dinâmica social, igualdade de oportunidades, direitos e deveres, e que exige ordem, respeito e amor à pátria.

Onde há desordem, desobediência às leis e desapego às tradições e aos bons costumes, o futuro e a estabilidade política e social estão permanentemente ameaçados.

A manutenção das conquistas democráticas do povo brasileiro passa ao largo da desonestidade, da corrupção, da luta de classes, da baderna, da depredação, da desordem, do desacato e do oportunismo.

Gen Bda Paulo Chagas

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QUAL SERIA A PÁTRIA DESSA GENTE?

Caros amigos

A Sra Gleisi Hoffmann pronunciou-se no canal de televisão da Al Jazeera para “denunciar” a prisão do corrupto Lula da Silva como sendo perseguição política em um processo “ilegal” que, segundo ela, dá continuidade ao “golpe” que tirou, Dilma Rousseff, a corrupta inepta, da Presidência da República.

A Procuradoria Geral da República avalia o fato, reportado em vídeo, para verificar se é o caso de caracterizá-lo como “crime de lesa-pátria”.

Na letra fria da Lei de Segurança Nacional e da lógica do patriotismo, o crime está caracterizado, resta, no entanto, definir qual seria a pátria dessa senhora, ela também investigada por crime de corrupção contra o povo brasileiro, o PT? A Venezuela? Cuba? A entidade chamada Comunismo Internacional ou o Foro de São Paulo?

Com certeza o Brasil não é a pátria da Sra Gleisi, nem tampouco é a do Sr Lula da Silva, já que ambos, unidos a seus comparsas dentro e fora do Brasil, roubaram inescrupulosamente a Pátria dos brasileiros.

Roberto Requião, Lindberg Farias, Benedita da Silva e o Comandante Stédile, do “exército” do MST, são alguns dos comparsas que complementam a apologia da violência pregada pela Sra Hoffmann, a partir de agora, até com o possível concurso do terrorismo islâmico.

Qual seria a pátria dessa gente? O Brasil, repito, certamente, não é!!!

Gen Bda Paulo Chagas

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Carta aberta ao Exmo Sr Ministro Gilmar Mendes

Matéria jornalística dá conta de que o senhor repudia as “manifestações” do Comandante e de outros oficiais generais do Exército Brasileiro. Considerando a credibilidade das Páginas Eletrônicas que publicaram a matéria e não encontrando qualquer posicionamento contrário, conclui ser verdadeira.

Assim como o senhor, tenho o direito democrático e republicano de me expressar e digo, em alto e bom som, que a liberdade de expressão é uma garantia constitucional claramente definida na Lei 7524/86 que, em seu artigo primeiro, estabelece que “é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público”. Assim me comporto.

Os militares são homens sérios e responsáveis, Sr Ministro, e não se manifestariam se a situação no País estivesse normal, se não estivéssemos vivenciando uma avalanche de denúncias sobre desmandos, corrupção, instabilidade jurídica e incitações a crimes, entre outras agressões à normalidade da ordem, com envolvimento direto de autoridades dos Três Poderes e outros cidadãos que já ocuparam os cargos mais elevados da administração do País.

Somam-se a tudo isso esdrúxulas discussões entre Ministros da Corte Suprema com acusações mútuas de condutas antiéticas que mereceriam, em qualquer outro lugar do mundo, rigorosa apuração.

Ouso sugerir a Vossa Excelência que mande fazer uma pesquisa para verificar se o Povo está tranquilo e em paz e se acredita e confia nas mais altas autoridades da República.

Creio que a resposta será um retumbante não! Pois, faz muito tempo que as instituições nacionais estão fora da realidade, dissociadas dos anseios do Povo, dando a lamentável impressão de que trabalham para outros patrões, talvez alienígenas.

Se a última esperança de salvar a Nação do caos, depositada pelos brasileiros nas mãos dos Ministros do STF, está desmoronando, onde estará a salvação?

Estamos na fronteira entre a desordem e o caos total e o limite está bem à nossa frente. O Brasil está perdendo o rumo, corremos o risco de ver a baderna se instalar, com sérias consequências que certamente desaguarão nas responsabilidades constitucionais das Forças Armadas,  última reserva física e moral da Pátria.

Embora VExa não queira enxergar, é bom saber que ainda existe um grupo de cidadãos que ama o Brasil e que por ele dará a vida se for preciso!

Com a omissão do Supremo diante do caos, restarão, apenas, as Forças Armadas e isso não é ameaça é fato real!

Os Chefes militares sabem, Sr Ministro, que o emprego da força das nossas Forças para o restabelecimento da ordem interna não será sem traumas e essa é a diferença entre elas e as demais instituições republicanas.

O Povo confia nas Forças Armadas – seu último baluarte – e o General Villas Bôas, sabendo disso, simplesmente tranquilizou a Nação, renovando, de forma concreta, o juramento que todo militar presta perante a Bandeira Nacional, assegurando-lhe que o Exército compartilha do anseio de todos os cidadãos de bem e que repudia a impunidade, respeita a Constituição, deseja a paz social e a Democracia e se mantém atento às suas missões institucionais. Nada mais simples, oportuno, democrático, republicano e constitucional!

A História comprova que o Exército Brasileiro é o Povo fardado, portanto, Sr Ministro, pense melhor antes de manifestar-se a respeito dele ou de seus Chefes, porquanto, diferentemente do Supremo Tribunal Federal, eles têm e merecem a confiança daqueles que lhes confiaram até as suas mais poderosas armas!

Respeitosamente

Gen Bda Paulo Chagas

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