Dilma e o PT não merecem a confiança das suas vítimas

Caros amigos

O governo da Sra Dilma Rousseff, como todos os demais governos do PT, gastou e continua a gastar mais do que arrecadou e arrecada.

Incompetentes, apesar dos impostos mais altos do mundo, não dimensionaram os gastos em função das receitas como qualquer Dona-de-Casa sabe fazer; desonestos, deram alta prioridade à contemplação das contas pessoais através de maracutaias engendradas com empreiteiros cuja ganância sobrepunha-se à quaisquer interesses públicos; ambiciosos e totalitários, não hesitaram em aprofundar a roubalheira de forma a comprar sua permanência no poder.

Ao darem-se conta de que os recursos eram finitos e que a “bomba” estava por estourar, intensificaram o processo de mentiras e de enganação de forma a assegurar, a qualquer custo, mais um mandato, sem importar-se com a quebra inevitável da fonte!

Conclusão, as contas públicas estão em xeque, mas o governo, além do rombo de muitos bilhões de Reais já existente, continua a gastar mais do que arrecada, caracterizando os três fatores dessa equação: gastos excessivos, arrecadação incompatível com os gastos e uma enorme dívida.

Soluções possíveis (simplistas): Gastar menos do que a arrecadação; arrecadar mais do que o gasto; imprimir dinheiro (mais inflação); deixar tudo como está e usar as reservas cambiais para cobrir o déficit enquanto elas durarem; usar todas as possibilidades acima.

Seja qual for a linha de ação a ser adotada, sob a tutela de qualquer governo, quem arcará com o ônus da solução serão os pagadores de impostos, o povo brasileiro, que já pena com a carestia e com o desemprego!

Dito isto, ficam as perguntas: Por que confiar aos criminosos a escolha e a implementação da solução do problema que eles criaram? Que crédito ainda podemos dar a quem tanto nos enganou e tanto dano nos tem causado?

Não há lógica na permanência do PT no poder! Basta apreciar o que disse a governanta Dilma Rousseff em recente entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, do UOL:

  • Tem de ter CPMF – Ou isso ou a extrema dificuldade. (…) redução de gastos [será?] com aumento de receitas”.
  • “Uma crise é algo muito doloroso para a gente desperdiçar”.
  • “Eu não acho adequado fazer isso agora [uso das reservas cambiais]. [Mas] Tem momentos em que isso possa vir a ser colocado como uma hipótese”.
  • Como é que você quer que alguém, eu, e todo meu conselho [da Petrobras] tivéssemos a mesma capacidade de investigação da Polícia Federal e do Ministério Público [para darmo-nos conta de que a maior empresa do Brasil estava sendo roubada]?”.
  • “É estranho [muito estranho!] que eles não me mencionem [no uso de dinheiro indevido, com corrupção e financiamento eleitoral]. Sabe por quê? Porque nunca ocorreu” [santa hipocrisia!].

Aprendi, ao longo da vida, que o mínimo de competência a ser exigido de um chefe é a capacidade de usar a competência dos outros. Quem se cerca de incompetentes e desonestos e não sabe – ou finge que não sabe – o que ocorre a sua volta ou não tem esse mínimo ou pactua com a mazela. Em qualquer dos casos não merece confiança, muito menos a confiança das suas próprias vítimas!

Fora Dilma! Fora PT!

Gen Bda Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 15 Comentários

A balbúrdia jurídica brasileira

Caros amigos

O fim dos “Governos Militares” foi caracterizado por intensa preocupação dos políticos para “proteger” o cidadão comum de uma possível “ação opressora do poder do Estado”. Assim, foram criados instrumentos legais que restringem, condicionam e tolhem a agilidade da atividade de segurança pública e do processo judicial.

Neste cenário, houve, logicamente, incremento do crime organizado e os novos instrumentos legais facultaram aos criminosos, de todos os matizes e colarinhos, maior liberdade de ação, banalizando o crime e difundindo no País um destrutivo clima de impunidade. As novas leis tornaram o cidadão comum, de bem, e o próprio Estado mais desprotegidos e vulneráveis à ação dos criminosos.

A operação Lava Jato e os mais de 50 mil assassinatos ocorridos por ano no Brasil nos dão provas de que os legisladores conseguiram seu objetivo!

Na mesma linha de oportunismo de corruptos, corruptores e criminosos comuns, encontram-se  os movimentos de pressão social, como o MST, o MTST, a CUT e a UNE, que, apropriados por lideranças radicais e ideologicamente revolucionárias, praticam a desobediência civil de forma ostensiva e planejada, podendo, a qualquer momento, desafiar a capacidade do poder de polícia dos governos estaduais, passando a ameaçar a Nação como um todo.

A última atitude do Supremo Tribunal Federal, com relação ao processo de impeachment da presidente da república, corrobora a desordem quando, sem cerimônia, entra na seara do Legislativo para, aparentemente, corresponder à expectativa do Executivo.

O fato, repulsivo na essência, nos mostra o quanto de incoerência há na balbúrdia jurídica em que vive o Brasil, desde 1988, e estabelece mais um objetivo a ser conquistado como complemento fundamental do fim da era pós moral protagonizada, principalmente, pelo “lulopetismo”.

A democracia pressupõe dinâmica social, igualdade de oportunidades, direitos e deveres, e exige ordem e ordenamento jurídico claro, rigoroso, preciso e objetivo. Onde há desordem, leis que “não pegam” ou que se contradizem para proteger os interesses escusos de indivíduos, grupos e facções, a estabilidade e a segurança política, econômica e social estão permanentemente ameaçadas!

A experiência desastrosa está a ensinar aos brasileiros que tudo isso precisa mudar!

Gen Bda Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 17 Comentários

Renúncia, enquanto é e há tempo! 

Caros amigos

Dilma e seus apaniguados chamaram a imprensa chapa branca para dizer que admitem o erro na avaliação da gravidade da crise que já assolava o País muito antes do início da campanha eleitoral.

Deslavada hipocrisia!

Por todas as razões da incompetência e da má fé, eles criaram a crise que tem feito e continuará a fazer sofrer a Nação como um todo – física, financeira e moralmente – por mais de uma década, seja quem for que assuma seus lugares!

Com que moral, portanto, julgam-se no direito de fazer-nos pagar a conta? Por que o hercúleo sacrifício que nos será exigido deve ser feito em benefício da salvação da imagem e dos mandatos dos que causaram o dano?

Se humildade e honestidade houvesse no discurso e nas atitudes da governanta e de sua gente, além do completo e verdadeiro “mea culpa”, este deveria vir seguido do pedido de desculpas, da declaração de incompetência e má fé e da carta de renúncia coletiva!

Somados à canalhice das meias verdades, também se pode observar na base aliada os movimentos espúrios de evasão, as alegações de que “não fomos nós” e,  pior, de que não deu certo porque faltou determinação para ir mais fundo na socialização/bolivarianização/comunização do País! Ou seja, já que os ignorantes não conseguem enxergar a falsidade da utopia, vale aprofundar a mentira e incrementar a ilusão.

Quem teve estômago para assistir a propaganda do PCB e o discurso do “bom matador”, Mauro Iasi, pode constatar e medir o tamanho da cretinice.

Lula e o corruPTo, assumindo suas personalidades de ratazanas, já iniciaram o processo de  abandono do barco, negando sua responsabilidade no naufrágio e, como todos o cafajestes, justificam o fracasso acusando a timoneira de ter descumprido o seu traçado de rota.

Ameaçam (ou fingem?) passar à oposição para livrar-se de culpa e pavimentar seu retorno à arena política, imaginando que ainda poderão voltar a nadar de braçada no mar de lama que é caldo de cultura da sua gênese.

Dilma, aparentemente, reage ao papel de bode expiatório e, ao dar-se conta do abandono, anuncia medidas ao avesso do seu histórico político/ideológico e que já deveriam ter sido tomadas desde o momento em que a crise se anunciou, isto é, bem antes do fim do seu primeiro mandato, e que poderiam, mesmo pondo em risco a sua reeleição, ter amenizado a gravidade da crise econômica.

O anúncio de que não fará a guinada à esquerda sugerida pelo PT e a promoção de Leonel Brizola a herói nacional sugere, por seu lado, que o seu destino deve ser o colo de Carlos Lupi, no PDT, a quem defenestrou do Ministério do Trabalho por suspeita de desvio de dinheiro público!

Sra Dilma Rousseff, como diz o ditado popular, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, assim, “Sra cumpanhera”, tome a medida mais efetiva e oportuna para tirar o Brasil da crise, renuncie de uma vez, enquanto é e há tempo!

Gen Bda Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 18 Comentários

O estado só pode dar ao povo o que lhe toma em impostos.

Caros amigos

Em 1848, o economista e jornalista francês, Frédéric Bastiat,  escreveu um artigo sob o título “O Estado”, no qual, em tese e desconsiderando as perdas pela corrupção, já previa, com 167 anos de  antecedência, a bancarrota do sistema político/econômico adotado pelo Partido dos Trabalhadores em seu malfadado projeto de poder.

Dizia Bastiat que não se pode conceber que o estado dê ao povo mais do que ele lhe tomou na forma de impostos. O estado, em qualquer caso, se encontra em um “círculo vicioso”, ou seja, se ele se recusar a dar ao povo o que prometeu antes de ser eleito, será acusado de “impotência, de querer mal ao povo, de incapacidade”, ou, por outra, de incompetência e má fé. Se tentar realizar suas promessas, ficará condenado a cobrar mais impostos e, assim, “a fazer mais mal do que bem” e, da mesma forma, a conquistar “a desaprovação geral”.

Em resumo, segundo Bastiat, coexistem duas esperanças, as do povo – ganhar mais e pagar menos –  e as duas promessas do governo –  muitos benefícios e nenhum imposto. “Esperanças e promessas que, por serem contraditórias, não se realizam nunca”.

E acrescenta a pergunta: “Não estará aí a causa de todas as nossas revoluções?”

Entre as promessas impossíveis e as esperanças de vê-las realizadas, o estado vê-se pressionado pelo dilema hamletiano de ser ou não ser “filantropo”, em outras palavras, aumentar ou renunciar aos impostos.

As promessas de dar mais e cobrar menos são, portanto, excludentes e incompatíveis com a realidade. A tentação de usar o crédito do tesouro, isto é, “devorar o futuro”, passa a ser a tentação e a forma de conciliá-los: “fazer um pouco de bem no presente às custas de muito mal no futuro”, processo que “evoca o espectro da bancarrota” !

Bastiat conclui que existem dois sistemas políticos e que os dois podem sustentar-se, desde que praticados com honestidade e que aceitem suas servidões e o truísmo de que o estado não pode dar mais ao povo do que o valor que lhe tomou na forma de impostos, isto é, em um deles, “o estado deve fazer muito, mas deve também tirar muito”, no outro, “a dupla ação do estado deve-se fazer sentir muito pouco”.

E finaliza, dizendo que “o estado não é ou não deveria ser outra coisa senão a força comum instituída, não para ser entre todos os cidadãos um instrumento de opressão e de espoliação recíproca, mas, ao contrário, para garantir a cada um o seu e fazer reinar a justiça e a segurança”.

É importante que os brasileiros conheçam esses princípios para que possam entender a lógica do que se passa no Brasil e que, a partir da experiência desastrosa que nos empobrece e envergonha, preparem-se para fazer outras opções e, principalmente, para aceitar as servidões daí decorrentes, sabendo que, na verdade, os estados, sem exceção, devolvem menos do que tiram, assim que, quanto menores, menor será a diferença!

Gen Bda Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 7 Comentários

Escárnio e miopia, até quando?

Caros amigos

Segundo o dicionário, “escárnio” é um substantivo masculino cujo significado é : o que é feito ou dito com a intenção de provocar riso ou hilaridade acerca de alguém ou algo; caçoada, troça, zombaria. É uma atitude ou manifestação ostensiva de desdém, de menosprezo.

Esta é a melhor definição para o chamado “Museu do Futuro”, recentemente inaugurado com pompa e circunstância pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, acompanhado pela governanta Dilma Rousseff e pelo governador do estado, Luiz Fernando Pezão, justamente na cidade e no estado em que os hospitais estão sendo fechados por falta de verbas, por desonestidade pública, por péssima administração e por desrespeito à vida dos contribuintes!

Qual será o significado do futuro retratado no museu? A morte, o caos, a canalhice, a impunidade, a corrupção, a ignorância, a insegurança, o roubo, a má gestão, a incompetência ? A resposta é tudo isto, mas, principalmente, o escárnio dessas figuras públicas – retratos fidedignos da política e dos políticos nacionais – para com a sociedade que exploram para viver suas vidas no fausto e terem a sua saúde assegurada pelo erário e pela excelência do Sírio Libanês!

O povo, mantido na completa ignorância, vestiu sua roupa de domingo e foi, inocentemente, em massa, abismar-se de mais este engodo, abrigado e dissimulado sob uma arquitetura de primeiro mundo, deixando por lá a sujeira e o lixo que caracterizam a cultura que elegeu e mantém no poder a trinca de hipócritas que dele – além de roubar – caçoa, faz troça, zomba, desdenha e menospreza.

O aprendizado dessa matéria passa, inexoravelmente, pelo sofrimento coletivo, mas, qual será o limite de tudo isso? O que mais o povo brasileiro precisa sofrer para abrir os olhos e enxergar o que está a um palmo do seu nariz? Quando será que o povão irá enxergar que tem sido o melhor motivo de riso dessa gente, que não lhe dá mais do que o pão amassado pelo diabo e um circo de horrores que o dizima pela peste, pela criminalidade e pela ignorância?

Segundo o mesmo dicionário, “miopia” é um substantivo feminino cujo significado, no seu sentido figurado, é: o fato de encarar as coisas pelo seu lado insignificante; ter pouca ou nenhuma perspicácia para perceber e entender as coisas.

Até quando?

Gen Bda Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 10 Comentários

NATAL de 2015

“Orei, e me foi dada a prudência; supliquei, e veio a mim o espírito da Sabedoria. Preferi a sabedoria aos cetros e tronos e, em comparação com ela, julguei sem valor a riqueza; a ela não igualei nenhuma pedra preciosa, pois, a seu lado, todo ouro do mundo é um punhado de areia e, diante dela, a prata será como a lama. Amei-a mais que a saúde e a beleza, e quis possuí-la mais que a luz, pois o esplendor que dela irradia não se apaga. Todos os bens me vieram com ela, pois uma riqueza incalculável está em suas mãos”. (Livro da Sabedoria) 

Que a comemoração do NATAL de JESUS e que os ensinamentos do ano que finda façam-nos meditar sobre as consequências de nossos erros e omissões para que, em 2016, iniciemos a recuperação de tudo que, por negligenciar da Sabedoria, temos perdido. 

FELIZ NATAL a todos! 

Paulo Chagas e família

Publicado em Atualidades | 2 Comentários

Um pigmeu entre gigantes

Caros amigos

No início do mês passado, fui convidado pelo Comandante do Exército, Gen Villas Bôas, a acompanhá-lo em uma visita oficial ao Regimento de Dragões da Independência, onde um Oficial da Reserva (R2) seria recepcionado.

Tratava-se de atender ao pedido de alguém que tivera o privilégio de aprender as táticas elementares da Cavalaria e de conviver, por algum tempo, no salutar ambiente de um regimento e de ter feito contato com os valores, as virtudes e os princípios que norteiam a vida castrense.

O Exército como um todo e a Cavalaria em especial, são instituições apaixonantes e marcantes para quem tem a oportunidade de conhecê-los mais de perto.

Neste contexto, para aqueles que cursaram o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo (CPOR/SP), no tempo em que a Cavalaria era a cavalo, sobressai de importância o antigo 17º Regimento de Cavalaria, sediado em Pirassununga (SP), hoje mecanizado e aquartelado em Amambai (MT).

Foi para relembrar seus tempos no “17”, onde estagiou, que o 2º Ten Cav (R2) Ricardo Lewandowski, hoje Presidente do STF,  solicitou uma visita ao quartel do “1º de Dragões”. Nada mais justo e lógico para quem conheceu o agradável sabor da vida agitada e alegre de um Regimento de Cavalaria.

O roteiro da visita incluiu uma magnífica demonstração do treinamento aplicado aos cavalos e aos Dragões para habilitá-los ao emprego nas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

O Ten Lewandowski, como era de se esperar, ficou realmente muito impressionado com o que viu em termos de motivação, capacitação, destreza, disciplina, coragem e vigor físico da tropa e dos animais.

A visita foi encerrada com um almoço no Salão Nobre do Regimento, ocasião em que o Gen Villas Bôas presenteou o visitante com uma placa de madeira na qual estava fixado um estribo.

O Comandante do Exército fez questão de frisar que se tratava do estribo do lado esquerdo, o do “lado de montar”, e alertou o homenageado, agora não mais o Tenente de Cavalaria, mas o Ministro Presidente do STF, para o fato de que o do lado direito estará sendo empunhado pelo Exército Brasileiro, para evitar que a sela vire no momento de montar, garantindo a firmeza na tomada de assento na sela.

Complementando, o Comandante justificou o sentido figurado da gesto, dizendo ao Ministro que ele, no exercício de suas elevadas funções judiciais, terá sempre o Exército à sua direita, vigilante e atento, para garantir o cumprimento da lei e o respeito à ordem pública e aos preceitos constitucionais.

O Ministro recebeu e entendeu a mensagem, agradeceu a lembrança e disse, com ênfase, em seu discurso de agradecimento, que a Suprema Corte brasileira, a exemplo das FFAA,  é uma instituição de Estado e não de governo, ou seja, comprometida, antes de tudo, com o Brasil e não com governos de ocasião!

Hoje, depois de ter assistido à tramoia dos integrantes daquele supremo tribunal de justiça para favorecer, no processo de impeachment, o governo que o aparelhou, sinto-me autorizado a pensar que houve falha na avaliação do Aluno e do Tenente Lewandowski nos indicadores relacionados ao compromisso com a verdade, fundamento da moral cavalariana e do Exército de Caxias!

Se, por um momento, encontrei no Presidente do STF identidade no amor e na admiração à Cavalaria, hoje, rechaço este sentimento, porquanto, de fato, enquanto esteve entre nós, no CPOR e no “17”, não passou de um pigmeu entre gigantes, o que justifica ele ter imaginado que, voltando a um quartel, na posição que ocupa, poderia equiparar-se àqueles que o devem ter humilhado com sua imensa superioridade moral!

Gen Bda Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 17 Comentários