No cinquentenário do AI-5, cabe-nos perseverar…

Caros amigos

Há 50, foi editado pelo Presidente Costa e Silva o Ato Institucional nr 5, uma necessidade da Segurança Nacional em face da violência das ações terroristas que, à época, ocorriam nas cidades e no campo.

Graças ao AI-5 e à competência e profissionalismo das forças legais, nos combates acontecidos antes e depois dele, houve menos de 500 baixas, distribuídas entre os dois lados da contenda.

Houve também muitos guerrilheiros e terroristas que foram exilados, mas em troca de reféns sequestrados por seus comparsas.

Muitos mais do que estes, no entanto, se auto exilaram, fugindo da repressão e da responsabilidade por seus crimes, nos mesmos moldes do assassino italiano Cesare Battisti, acolhido e protegido no Brasil por seus “camaradas” da causa comunista!

Por força das circunstancias, o Congresso, na verdade não tão indecoroso quanto o que temos agora e até fevereiro do próximo ano, teve que ser fechado por quase um ano.

Mas é sempre bom lembrar que foram os “sobreviventes do AI-5” que, mais tarde, redigiram e promulgaram a nossa atual Constituição Federal, realmente, “um espelho invertido do AI-5”, uma colcha de retalhos libertina e reformista da moral e dos bons costumes, que, atualmente, nos leva a lamentar, a cada 3 ou 4 dias, muito mais mortes do que as ocorridas nos 10 anos da duração do Ato Institucional nr 5 e nos 21 anos do Regime Militar!

O estrago causado ao Brasil, nos últimos 30 anos, por esses “sobreviventes” – seus asseclas e descendentes – comprova o acerto da intensidade e da oportunidade daquela medida de exceção!

Durante a sua vigência, houve, sim, cassações de mandatos, censura de filmes, de peças de teatro, de livros e de letras de músicas. Houve também a suspensão da concessão de habeas corpus para crimes contra a Segurança Nacional e para delitos políticos e econômicos. Algo que, em vista dos crimes que têm acontecido no Brasil dos últimos anos e das tentativas de indultar e libertar criminosos já condenados, permite-nos até cometer o pecado de pensar nele como uma solução, mas, como não há atalhos para as mudanças necessárias, cabe-nos apenas perseverar no caminho da democracia.

General Paulo Chagas

Anúncios
Publicado em Atualidades | Deixe um comentário

Afinal, somos a NOVA POLÍTICA ou mais do mesmo com sinal trocado?

Caros amigos

Passado o período eleitoral e a menos de um mês do início do “novo tempo” pelo qual empenhou-se a maior e melhor parte dos brasileiros, testemunhamos a natureza humana sobrepondo-se às bandeiras que os motivaram a lutar, com as armas da democracia, por um Brasil digno de si mesmo.

Nessa tropa vitoriosa identificamos três grupos. O dos que disputaram cargos eletivos na esteira das propostas e da liderança de Jair Bolsonaro e que foram ou não eleitos. O dos chamados “cabos eleitorais” que, além do voto, empenharam energia, tempo e até parte das suas financas para promover os representantes das nossas bandeiras. E, finalmente, o dos que em massa e com indiscutível entusiasmo apenas votaram no que queremos que seja a “Nova Política”, empenhada em colocar o interesse público acima da mesquinhez do privado.

Abandonando a humildade que define e consagra os líderes e seu comprometimento com as causas que definem os grupos, alguns eleitos – em busca de cargos, de espaço e mídia – tornaram-se vítimas da arrogância e comportam-se, incoerentemente, de forma diversa do discurso de campanha, no melhor estilo “toma-cá-dá-lá” da velha política. É como se tivessem sido contaminados pelo ar impuro do ambiente que prometeram mudar pelo exemplo de novas e necessárias atitudes.

Vaidades e ambições contraditórias surgem do nada e dão margem à tomada de atitudes antagônicas ao comportamento esperado de dignos representantes do povo e não de si mesmos.

Junto com elas, querelas vazias de conteúdo, mas cheias de soberba e de evidentes ambições pessoais, põem em xeque não só a honestidade dos propósitos, mas a necessidade absoluta de não errar e de consolidar a vitória sobre o mal!

Afinal, somos a NOVA POLÍTICA ou mais do mesmo com sinal trocado?

É bom que todos pensem nisso antes de começarmos a mudança que nos cabe fazer.

General Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 4 Comentários

Lula e as conseqüências das decisões dos ministros do STF.

Caros amigos

Torno a dizer que a nossa Suprema Corte é a maior fonte de problemas para a estabilidade interna e para a democracia brasileira.

A garantia de IMPUNIDADE aos amigos é o seu carro chefe!

Ela abriga nas entrelinhas dos votos dos seus ministros os mais evidentes comprometimentos políticos e ideológicos, sendo a revogação da prisão do criminoso Lula da Silva uma obsessão que só é contida pelo medo de uma reação óbvia do povo honesto dessa Terra de Vera Cruz, saturado de ser roubado, enganado e ignorado!

Os Srs ministros empenham-se pela libertação de sentenciados em segunda instância e, incoerentemente, determinam a prisão imediata de quem os critica, como foi o caso do Dr Cristiano Caiado Acioli, detido por ordem de Ricardo Lewandowski, porque lhe deu conhecimento de que envergonha o Brasil!

Ao desconsiderarem suas próprias decisões, as leis e os processos vigentes, os Srs ministros desmoralizam o tribunal e legitimam a cólera das multidões, a mais perigosa das reações populares, pondo em risco toda a lógica da Justiça!

Antes de darem rédeas às suas convicções pessoais, seria desejável que os Srs ministros e Sras ministras prestassem um pouco mais de atenção às conseqüências das suas decisões e atitudes funcionais.

General Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 1 Comentário

Que vivam a MUDANÇA e o fim da IMPUNIDADE e da FALTA DE CARÁTER!

Caros amigos

A eleição de Jair Bolsonaro produzirá uma completa mudança no Executivo, ao mesmo tempo em que, na próxima legislatura, uma significativa renovação se processará nas fisionomias e nas posturas do Congresso Nacional.

Comparando o fato com o perfil e as atitudes do nosso Judiciário, me vem à lembrança um comercial de shampoo dos anos 70 em que a protagonista dizia: “Você se lembra da minha voz? Continua a mesma, mas os meus cabelos…”. Por analogia, no próximo ano, a partir da mudança que haverá nos demais Poderes da República, poderemos dizer: “Você se lembra da nossa Suprema Corte? Pois é, continua a mesma…”

Se não, vejamos! A nossa Constituição Federal – promulgada em 1988 para assegurar liberdade de ação ao crime organizado – dá margem para que o “indiciado por organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro” que ainda ocupa a Presidência da República conceda INDULTO NATALINO a seus camaradas presos e, ainda, para que os advogados que aparelham o STF aprovem esta absurda iniciativa! Não dão a impressão de que se trata de uma quadrilha com estatuto?

Eu, como cidadão brasileiro, considero que o Supremo Tribunal Federal, no momento em que aprova um decreto presidencial que concede “Indulto Natalino” a criminosos em geral para beneficiar, objetivamente, a quem cumpre pena por corrupção, está sendo conivente com o crime!

É um direito meu, como cidadão, não concordar e não confiar no conjunto dos atuais ministros da nossa Suprema Corte!

Infelizmente, até o final deste MANDATO, o Brasil estará sendo dirigido, de fato, por uma súcia dividida em três poderes que, descaradamente e enquanto podem, se concedem indultos e aumentos salariais!

Que vivam a MUDANÇA e o fim da IMPUNIDADE e da FALTA DE CARÁTER!

General Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | Deixe um comentário

Será a justiça mais forte que a idolatria?

Caros amigos

Há algum tempo escrevi que o Desembargador Rogério Favreto, do TRF 4, aquele que, abusando da autoridade que não tinha, mandou soltar o criminoso Luiz Inácio Lula da Silva, é mais uma vítima da sedução do ladrão e que, por isso, não teve qualquer prurido para valer-se do seu “plantão” e do recesso do judiciário para desmoralizar ainda mais a política e as leis brasileiras e para criar um clima de instabilidade e de indignação que só aos canalhas interessava.

Pois bem, Favreto será julgado por seu “crime de amor” por uma Suprema Corte composta, basicamente, de homens e mulheres vitimados pelo mesmo mal que levou o réu a cometer o desatino.

Será a justiça mais forte que a idolatria?

O resultado do julgamento responderá a pergunta.

General Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 1 Comentário

Minha prezada e admirada Professora Fátima de Souza

Li, hoje, seu artigo, “As raízes dos médicos cubanos no Brasil”, eivado dos conceitos ideológicos que, honestamente, têm orientado o seu posicionamento político.

Fui, com muita honra, referido pela senhora, durante a campanha pelo Governo do DF, como um de seus alunos quando o tema era a Saúde Pública, mais particularmente quanto ao SUS, o que, pelo cavalheirismo intrínseco à minha formação, não nego!

Por outro lado, como ferrenho defensor da Escola Sem Partido, me permito fazer alguns retoques às afirmações da Mestra, vis-a-vis do espírito democrático que encerra a proposta de lei e que adorna a passagem da senhora pela política.

E assim faço:

No primeiro parágrafo, a Sra exalta, a forma gentil com que, no início dos anos 90, os representantes da ditadura cubana receberam a comitiva brasileira que os procurava para negociar o aluguel de Mão de Obra (MO). Em se tratando de negócio e de “mercado”, não lhe deveria estranhar a fidalguia de parte dos que fazem a “oferta”. É sempre assim, não se trata de solidariedade, humanismo ou respeito, mas de interesse, afinal, tratava-se de um “baita” negócio, com 70% de lucro para os mercadores!

Logo em seguida, a Sra afirma que o Presidente Eleito maldiz e ignora os resultados positivos do trabalho executado pela MO arrendada de Cuba, o que, me parece, foi visto apenas pela Sra, uma vez que sempre ouvi de Bolsonaro a proposição de oferecer alforria aos “doutores” cubanos, 100% dos salários e a possibilidade de exercerem livremente a medicina no Brasil após, logicamente, a revalidação dos seus diplomas. Nada mais justo, democrático e republicano!

Mais adiante, a Sra, em contraste com a sua personalidade, gentil, afável e humana, compara o produto negociado pelos Castro (Seres Humanos) com esmeraldas e diamantes, o que, se entraram no negócio, foi como moeda de troca! Não vejo como encontrar dignidade na comparação, já que se trata de locação de pessoas em condições de servilismo!

Segundo seu artigo, a alegação para o aluguel da MO cativa seria o fato de que aos médicos brasileiros não interessaria servir em localidades afastadas dos grandes centros, o que seria, sem dúvidas, uma simplificação da causa, mas que está longe de ser uma justificativa para um “negócio” com essas características!

A Sra afirma que os “nossos irmãos cubanos” tinham muito a nos ensinar em seminários, congressos e em Polos de Formação, Capacitação e Educação Permanente para profissionais (médicos) de Saúde da Família. Ora, minha cara e admirável Professora, duas coisas nos chamam a atenção nesta assertiva. A primeira é que, se os cubanos são tão bons e competentes, por que não lhes foi dada a oportunidade de revalidarem seus diplomas no Brasil? A segunda é a constatação do descaso das autoridades da moribunda “Nova República” para com a Saúde da Família, visto que, passados 25 anos da sua visita oficial a Cuba, a necessidade de MO cativa, segundo a Sra, ainda permanece!

E aí, faço-lhe uma pergunta: O que o seu Partido, aliado do PT nos últimos governos, fez para eliminar a nossa “dependência” de uma ilha onde a Lei Aurea é desconhecida e, desta forma, desmanchar os “pés de barro” que, segundo a Sra, serão herdados pelo Presidente Eleito após a execução da decisão soberana de Raul Castro de levar de volta para Cuba os seus serviçais, antes que Bolsonaro ofereça-lhes a LIBERDADE e a FORTUNA que lhes é confiscada?

Finalizo dizendo-lhe que não sei qual será a solução adotada pelo nosso Presidente Eleito, mas lhe asseguro que ela será definitiva, humana e cristã e que privilegiará, não apenas as necessidades da saúde pública, mas a soberania do Brasil e o livre arbítrio dos operadores da Saúde da Família, porquanto ele foi eleito para fazer o que é preciso ser feito!

Com respeito e admiração,

General Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 1 Comentário

Bolsonaro, o líder!

Caros amigos

Acabamos de eleger, de forma legítima e incontestável, o nosso novo Presidente, Jair Messias Bolsonaro.

Foi uma escolha coerente com as necessidades e com as angústias da maior e melhor parte dos brasileiros, aqueles que já enxergaram o mal causado ao Brasil pelo PT e seus aliados e a necessidade de retirar da pauta da nação, em definitivo, o seu projeto de poder reconhecidamente nefasto, destrutivo e ditatorial.

O surgimento de um líder é espontâneo e circunstancial, corresponde às respostas procuradas pelo povo no momento em que são identificados os seus objetivos.

Bolsonaro preencheu, largamente, todos os requisitos da liderança, com destaque para o mais importante, a HUMILDADE, ou seja, a disposição para cumprir sua missão entre os homens, como um deles, e não sobre eles.

Jair Bolsonaro, sem se afastar de suas convicções, tem reconhecido e corrigido seus equívocos e excessos, em demonstração evidente de que não se coloca acima do bem e do mal e que tampouco é uma dissimulada “metamorfose ambulante”, como a que cumpre os primeiros doze anos de condenação por seus crimes de lesa pátria!

Nosso futuro Presidente é um patriota corajoso, franco, transparente, humilde e honesto que não se esconde atrás de falácias ou de ilusões eleitoreiras.

Há três décadas que não temos alguém com este perfil no cargo máximo da Nação!

Viva o Brasil!!

General Paulo Chagas

Publicado em Atualidades | 12 Comentários