Sobre os Senhores Ministros do STF

Caros amigos
No exercício dos meus direitos, já disse e repito!
o Supremo Tribunal Federal é uma instituição fundamental para a democracia. É um dos 3 Poderes, independentes e soberanos, que asseguram a liberdade e o respeito à Constituição em vigor, seja ela qual for.
Porém, como cidadão, avalio que o descompromisso político e ideológico do conjunto dos atuais ministros está muito aquém da importância histórica e da função daquela Corte.
Respeito e me submeto à ordem vigente e às leis em vigor, mas me reservo o direito de querer melhores ministros para a Suprema Corte do meu País. Os atuais mais atrapalham e ameaçam a democracia do que a defendem. São mais comprometidos com a política do que com a Justiça.
A indulgência seletiva das suas decisões e o seu conceito de equidade são definitivamente duvidosos. Não são imparciais, praticam o favoritismo e não dão tratamento igual e justo aos que, por razões misteriosas, merecem a sua proteção.
Graças ao conjunto dos seus atuais ministros, a Suprema Corte brasileira, teoricamente, a solução final, democrática e isenta para os mais graves problemas jurídicos da Nação, é, em qualquer análise, a sua mais profícua fonte de instabilidade.
Ao atrapalhar e retardar investigações e julgamentos, ao permitir a soltura de criminosos condenados e ao instaurar inqueritos ao arrepio da lei, os ministros nos autorizam até a pensar o que deveria ser impensável em relação à sua isenção.
Não é sem razão que o jornalista José Nêumanne Pinto afirmou ao ministro Marco Aurélio Mello que não confia na nossa Suprema Corte!
Eu também não confio!
Gen Paulo Chagas
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As FFAA têm o dever de exercer o PODER MODERADOR.

Caros amigos
O STF tem razão quando, por liminar, assevera que as FFAA não são o “Poder Moderador”. Este título realmente não consta da extensa colcha de retalhos chamada de Constituição Federal de 1988 (CF/88), um emaranhado jurídico que, ao longo dos seus mais de 30 anos, trouxe mais benefícios a criminosos do que a cidadãos honestos.
Em suas mais de 400 páginas a “Cidadã” também não faz menção à situação de ANOMIA, da qual nos temos aproximado por destacada atuação do conjunto dos atuais Ministros da Suprema Corte e que se caracteriza pelo descumprimento e pelo desrespeito generalizado dos limites e das normas de convivência entre os poderes republicanos, gerando a ausência de autoridade e o descontrole total da sociedade, promovendo insegurança pública e ameaças à soberania.
Daí a importância de as FFAA estarem afastadas mas não ausentes da vida política do Estado, porquanto, caso cheguemos à situação de desmando onde a anarquia generalizada indefine o poder de mando, caberá a elas o restabelecimento da lei e da ordem.
Assim, nada é mais justo e lógico que as FFAA se mantenham em condições de exercer o papel que, na melhor constituição da nossa história, era atribuido ao Imperador – o Poder Moderador -, cuja função era, também, de prevenir as situações como a de anomia, cuja gravidade e possibilidade de ocorrência é, aparentemente, ignorada pelos Supremos Juízes, tanto quanto foi pela inteligência dos prolixos constituintes, promotores do ambiente pós moral que se seguiu ao Regime Militar.
Portanto, é certo dizer que a CF/88 não contempla explicitamente este papel às FFAA, mas é licito, lógico, inteligente e patriótico entender que lhes cabe a função de prevenir, alertar e evitar o estado de anarquia que a vaidade e a irresponsabilidade das autoridades que ultrapassam os limites dos seus poderes estão a promover.
Gen Paulo Chagas
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A crise histérica do “guru” Olavo “Rasputin” de Carvalho!

Caros amigos
Além da pandemia da Covid-19 e das crises na economia e na política, o Presidente Jair Bolsonaro tem agora que enfrentar a crise de histeria do senhor Olavo “Rasputin” de Carvalho que, desde o seu bunker, na Virgínia (EUA), sentindo-se abandonado e sem dinheiro, esbraveja e o ataca com o seu extenso vocabulário de vulgaridades.
Tanto quanto o Presidente, eu também deixei de merecer (graças a Deus!) a consideração do “destemido” professor Olavo. Espero que ele e seus filhos tenham enxergado, assim como eu, qual é o preço a ser pago por acreditar em rótulos!
A arrogância e a incomensurável vaidade do bruxo – autodidata, autoexilado e proclamado guru da família Bolsonaro – fazem com que ele se julgue capaz e, quem sabe, autorizado por Deus para ameaçá-los de despejo dos cargos que lhes concederam as urnas!
Seria um acesso de esquizofrenia ou um retorno às origens? Permito-me pensar até que ele tenha sido cooptado pelo movimento dos “Antifas”, já que, segundo ele próprio, não existe ex comunista! Coitado, sinto pena dele e de seus fiéis seguidores!
A sua desmedida vaidade, alimentada ao esgotamento por sua presunçosa arrogância, faz com que ele, absurdamente, sinta orgulho do seu jeito grosseiro e vulgar de ser e de expressar-se.
Suas atitudes fazem crer que ele realmente se julga um enviado de Deus, de Buda ou de Alláh e que, por isso, se sinta acima de tudo e de todos.
O Governo Federal está desempenhando a contento o seu papel e está a dar aos brasileiros consistentes esperanças de que ele lhes assegurará as bases de um futuro promissor, com ordem e liberdade para progredir, particularmente agora quando podemos ver que há poucos e cada vez menos seguidores das orientações olavistas a influenciar o prosseguimento das nossas conquistas.
O pensamento hegemônico do “olavismo” difundido na forma de gritarias, encenações, palavras e xingamentos de baixíssimo calão – tudo pago em dólares e em infinitas prestações – é capaz de danificar o cérebro dos seus seguidores e garantir o controle sobre o seu comportamento.
Que me desculpem os “olavetes” que ainda integram o Governo Federal, mas, do nosso Rasputin Tupiniquim – o único certo, o único deus, o seu deus – reconheço apenas a sua admirável capacidade de preencher todos os espaços das suas mentes, deixando-lhes pouco ou nenhum espaço para pensarem por si próprios ou mesmo para enxergarem fora dos trilhos traçados para o seu raciocínio.
Essa técnica tem aprisionado e inibido seus sentimentos e manifestações com o poder de transformar heróis em bandidos, orgulho em vergonha, triunfo em derrota e vida em morte!
Não me permito mudar a forma como tenho apoiado o governo que ajudei a eleger, porque eu jamais votaria no “todo poderoso” senhor Olavo de Carvalho!
Espero que, na condição de “guru da família Bolsonaro”, esta tenha sido a última vez que Olavo, o grande, tenha chamado de covardes os Generais que, atendendo a convites do Presidente da República, integram o seu governo.
Gen Paulo Chagas
OLAVO DE CARVALHO CRITÍCA BOLSONARO: "EU DERRUBO SEU GOVERNO"
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A lei não pode ser aplicada em detrimento da justiça.

Caros amigos
Se a estrutura legal do Brasil é falha, malfeita ou capciosa (e é!), cabe aos Juízes, na sua aplicação, criar JURISPRUDÊNCIA capaz de, pela lógica, torná-la justa e célere.
Não é natural ou normal que os cidadãos não acreditem na capacidade do sistema judiciário para distinguir o que é justo do que é apenas legal.
Cabe ao poder judiciário, liderado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ser, antes de mais nada, justo e capaz de encontrar o caminho ágil e seguro para evitar a compensação do crime.
Cabe-lhe fazer justiça, com rapidez, simplicidade, objetividade e isenção, sem jactância, vaidades, compadrios, simpatias, afetos ou desafetos, sob pena de perder a credibilidade e de ser o promotor da desordem e da insegurança jurídica.
Cabe-lhe exercer seu papel com competência, coragem, prontidão e sem quaisquer comprometimentos políticos ou ideológicos, porque o Brasil não pode ser eternamente o país da desordem, da desarmonia, da insegurança e da impunidade!
Gen Paulo Chagas
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As vivandeiras do caos

Caros amigos
Ouvimos e lemos a todo instante que o evidente desencontro entre o três poderes da República está colocando a Nação em uma rota de ruptura institucional.
O que não se enxerga nos inúmeros alertas dos envolvidos é qualquer vestígio da vontade de evitar a anarquia institucional, dando a impressão de que, hipocritamente ou não, com intenções diversas, há no caos uma nítida convergência de interesses políticos e ideológicos.
Chegamos a assistir em todas as redes de comunicação o jovem Deputado Eduardo Bolsonaro, filho do Presidente da República, falar em ditadura e dizer, com as suas palavras, que a efetivação do caos é apenas uma questão de tempo e que uma medida enérgica deve ser tomada, só não disse qual, para que e quem deve tomá-la!
O Presidente Bolsonaro já disse que atingiu o limite e que tem as armas da democracia, só não disse qual e quais…
Seja como for, nenhum dos poderes tem escopo político, legal ou popular para impor-se aos demais e tirar sozinho proveito da situação, mas todos, de alguma forma e por diferentes motivos, querem tirar vantagem da circunstância e do “risco”de chegar-se à desordem e ao desmando.
Entre nós, o povo, há os que apostam em uma intervenção militar para dar fim ao problema, mas a maturidade e as experiências históricas vividas pelas FFAA lhes indicam que a sua participação deve passar ao largo de qualquer comprometimento que não seja a manutenção da lei e da ordem e a garantia do pleno funcionamento de todas as instituições republicanas, dentro dos respectivos limites.
Para aqueles que anseiam por uma intervenção facciosa e intempestiva dos militares na política, o General Augusto Heleno declarou, com oportunidade e sensatez, que não há qualquer possibilidade de ocorrer e que os militares não cogitam intervenções ou ditadura no País.
Todos dizem que repudiam a ruptura, inclusive boa parte dos ministros da Suprema Corte, por outro lado, nenhum dos poderes, como vivandeiras do caos, tem tomado ou sugerido qualquer medida efetiva para dar-lhe solução, mesmo sabendo que ela está escondida na harmonização produzida pelo diálogo franco, honesto e transparente, ambiente insalubre apenas para a sobrevivência dos canalhas!
Gen Paulo Chagas
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NÃO HOUVE CRIME!!

Caros amigos
O vídeo da Reunião Ministerial, de 22 de abril, largamente exposto à opinião pública, permite a qualquer um, leigo ou não nas regras do processo jurídico, fazer seu julgamento a respeito da forma e do conteúdo do que lá foi tratado.
É nesta condição que me manifesto, mesmo que ainda prematuramente.
Inicio lembrando que o ex Ministro Sérgio Moro não se ofereceu para integrar o governo do Presidente Bolsonaro. Foi, isto sim, convidado para integrá-lo pelo recém eleito Presidente Jair Bolsonaro, conforme está registrado em vídeos que circulam pelas redes sociais.
As condições oferecidas ao eficiente Juiz para abrir mão da sua brilhante carreira na Magistratura foram que, na qualidade de Ministro da Justiça e da Segurança Pública, ele poderia atuar e usar o seu conhecimento e a sua experiência para instrumentalizar o País com propostas de leis que tornassem efetivo e eficaz o combate à corrupção e à violência do crime organizado ou nao, tendo com contrapartida e garantia de que retomaria a sua real vocação após a sua indicação para integrar a Suprema Corte brasileira.
Ou seja, foi-lhe oferecido um desvio dentro do mesmo rumo que dera à sua vida, por vocação e opção. Sérgio Moro foi convidado a fazer uma breve “incursão fora da trilha”.
É também de conhecimento público que, por razões que a cada um, por seus critérios, deve importar e avaliar, o Sr PR, depois de empossado e desde o início do seu governo, passou a apoiar medidas que iam de encontro ao compromisso assumido com a parcela da sociedade que o elegeu e com o já então Ministro Sérgio Moro, tais como, deslocamento do COAF para o Banco Central e a aceitação, sem ameaça de veto, das figuras do Juiz de Garantia e da exclusão da possibilidade de prisão em segunda instância, sendo esta última responsável pela devolução à nossa convivência de comunistas e criminosos como Lula da Silva e José Dirceu.
Agora, voltando ao vídeo da Reunião Ministerial, de 22 de abril, e após tê-lo assistido várias vezes, bem como às análises de diversos operadores da justiça, chego à conclusão de que, realmente, não houve caracterização de crime da parte do Presidente Bolsonaro, conforme o ex Ministro e ex Juiz Sérgio Moro, corretamente, já havia declarado em seu depoimento à Polícia Federal, no dia 02 de maio, em Curitiba.
A julgar pela declaração de Bolsonaro (“A PF que não me dá informações”), permito-me pensar que ele deve à lealdade e ao comprometimento de Sérgio Moro o fato de não ter cometido crime, porquanto se a realidade tivesse sido diferente do que consta do vídeo, haveria um crime e muitos culpados, dentre eles o próprio PR e o seu então Ministro da Justica e Segurança Pública!
Cabe, agora, às autoridades competentes concluir e decidir sobre o assunto, aí incluído o PGR, Augusto Aras, de cuja iniciativa é o inquérito.
Repito aqui que votei e fiz campanha para eleger Jair Bolsonaro e que aplaudi com entusiasmo a inclusão de Sérgio Moro na sua eficiente equipe de governo e ainda que lamentei muito a sua saída, após um evidente e claro processo de desgaste e de desidratação do compromisso assumido com ele pelo Presidente.
A minha consciência não encontra razão para que eu deixe de dar razão a Sérgio Moro, pois a atitude demissionária que tomou, justificadamente ou não, seria a mesma que eu adotaria, muito antes dele, se estivesse no seu lugar e, tanto quanto ele, teria o cuidado de não acusar o PR de um crime que não chegou a cometer.
Gen Paulo Chagas
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A inviolabilidade dos Dragões – Parte II

Caros amigos

Há 4 anos escrevi um texto ao qual dei o título de “A inviolabilidade dos Dragões” (https://www.alertatotal.net/2016/05/a-inviolabilidade-dos-dragoes.html).

Hoje, 17 de maio de 2020, senti indignação semelhante ao assistir o desrespeito à simbologia das Sentinelas, representadas por dois Dragões postados no topo da Rampa do Palácio do Planalto.

Imóveis, empertigados e bem fardados, empunhando com orgulho “a lança que Osório fez credora da esperança na conquista da vitória”, os Dragões foram subitamente, e mais uma vez, ignorados e envolvidos em confraternização político/popular do Sr Presidente Jair Bolsonaro, junto com parte do seu Ministério, com Oficiais Superiores e Generais da ativa e da reserva das Forças Armadas – alguns até fardados e exercendo a função de fotógrafo do evento.

Se a Rampa do Palácio, que algumas vezes subi como Soldado de Caxias e Dragão da Independência, hoje, é palco para comícios e para manifestações políticas, diz o bom senso e o respeito à inviolabilidade das Sentinelas que, enquanto dure a participação da cúpula do executivo nas manifestações ou nos comícios, os Soldados sejam, formalmente e com antecedência, retirados do local.

É a minha manifestação e a minha sugestão para o Cerimonial da Presidência da República!

Gen Paulo Chagas

PS: Por querer afastar a imagem dos Soldados que simbolizam a soberania da Pátria das atividades meramente político/eleitoreiras e a julgar pelo perfil dos que ainda apoiam incondicionalmente o Presidente Bolsonaro, sei que encontrarei muitos impropérios desaforados nos comentários desta postagem, o que não me intimida ou priva de dizer o que penso, sei e sinto!

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O caos dentro do caos!

Caros amigos

A solução para a crise brasileira passa pela pacificação e pela harmonização do relacionamento entre os 3 poderes (todos vulneráveis aos seus próprios e conhecidos desdouros), de maneira a assegurar a necessária estabilidade até o final deste mandato.

Uma crise política durante a crise da Covid-19, com mudanças periódicas de ministros da saúde, é o mesmo que o caos dentro do caos!

O fiel desta balança e os melhores artífices para construção desse entendimento são as FFAA que, na situação atual, com um militar no Ministério da Defesa, podem fazê-lo, como poder moderador, por intermédio do habilitado Ministro Fernando Azevedo e Silva que já serviu no Congresso, como assessor parlamentar, e no STF, como assessor do Presidente Toffoli.

O Executivo já chegou à conclusão de que é melhor entregar os anéis do que perder os dedos e está “negociando” a governabilidade com o chamado “Centrão”.

Aparentemente, o Presidente da República não vê outra solução que não seja blindar o governo com o apoio fisiológico e pouco confiável de uma companhia de mercenários.

Esta é, sem dúvida, “uma solução”, no entanto, é preciso “firmar” com eles um acordo que seja “bom para todos”, o que inclui a defesa, a manutenção e a realização das propostas de campanha do governo, de forma a fazer com que a direita liberal e conservadora consiga chegar no final deste mandato em condições de disputar a próxima eleição geral.

Qualquer solução radical, neste momento, seja ela contra ou a favor de quaisquer dos poderes, será o estopim para o pior dos mundos, repito, o caos dentro do caos!

É sempre melhor retardar o adversário do que retrair sem combater, ou, “mais vale um pássaro na mão do que dois voando”!

É como penso!

Gen Paulo Chagas

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Pedro Caroço, vulgo Zé Dirceu, volta a se manifestar!

Caros amigos

A atual conjuntura política do País faz com que até os integrantes do PT sintam-se encorajados a por suas cabeças para fora do esconderijo onde se meteram depois descobertos e desmascarados.

Haddad já dá entrevistas e participa de debates e Pedro Caroço, vulgo Zé Dirceu, o morto vivo, o condenado em liberdade temporária, publica mais um artigo alarmista repleto das mentiras e das incoerências de sempre.

Desta feita, o homem de muitas caras e nenhum caráter tem como foco o que ele chama de autogolpe, volta do militarismo e politização das Forças Armadas.

Em seu texto, Pedro Caroço faz um passeio pela história, desde 1920 até 1985, e relata a participação de militares e das instituições na política, lembra do Tenentismo, do Estado Novo, da posse de Jango e da ação preventiva da direita, em 64, que frustrou o golpe da esquerda (previsto para maio daquele ano) mas, invertendo a verdade histórica, esquece que foi o Congresso Nacional que, sob o aplauso da maioria esmagadora dos governadores e do povo brasileiro, aderiu à movimentação das tropas e declarou deposto João Goulart!

Por outro lado, ele acerta quando diz que não há uma ala militar ou um núcleo militar no governo Bolsonaro, mas, dominado pelo atavismo maldoso do seu caráter, erra ao dizer que o Governo é militar, quando, na presidência e no Palácio do Planalto, apenas oito dos 22 ministros são militares. Poderiam ser médicos, advogados e até ladrões e terroristas, como no tempo dos quase 40 ministros que integravam os governos petistas.

Condena, sem olhar para seu próprio rabo, a entrada do Centrão na base de apoio do governo, quando, na verdade, foi ele quem o criou, quando, por intermédio de uma mesada chamada “mensalão”, passou a comprar seu apoio com “farto” dinheiro público!

Acerta também quando diz que os militares, como cidadãos e como o mais preciso e fiel corte da sociedade brasileira, aderiram à competente gestão liberal de Paulo Guedes na economia, tendo como objetivo a redução do tamanho e do custo do Estado, antítese da política econômica do PT, que quebrou o País e deixou um rastro de mais de 13 milhões de desempregados!

Hipocritamente, como manda a sua ausência de caráter, condena a oportuna intervenção do então Comandante do Exército, Gen Villas Bôas, na pacificação do ambiente de crise e revolta que se apoderou da população brasileira quando pairou sobre ela o temor de que Lula da Silva, o rei dos ladrões, o corrupto dos corruptos fosse, naquela ocasião, posto em liberdade pela maioria dos ministros do STF.

E prossegue na sua longa churumela, queixando-se de Regina Duarte, (execrada desde o primeiro mandato de sua alteza o rei dos ladrões) por ter defendido o regime que foi, apenas para ele e para todos os criminosos da sua geração, uma “dita-dura”.

É compreensível o seu lamento quando fala que, no dia 31 de março do corrente ano, havia poucas vozes a se levantar em protesto às comemorações da data em que foram, mais uma vez, frustradas as suas ilusões de poder totalitário sobre a Nação brasileira. Afinal, nesta última tentativa, com duração de mais de 13 anos, ficou provado o acerto daquela iniciativa cívico militar.

O terrorista, ladrão e corrupto, Pedro Caroço sabe que o tal golpe denunciado por ele no seu extenso artigo, é mais uma das suas mentiras e acerta quando assevera que não é bom para o povo acreditar em ilusões. Para provar isso, basta lembrar das consequências do crédito dado às promessas do seu líder de quadrilha, Ali Babá Lula da Silva.

De fato, ainda há brasileiros que seguem acreditando em ilusionistas, mas, graças às sofridas experiências vividas durante o regime petista, hoje são bem menos do que antes.

Zé Dirceu prossegue em seu discurso com uma série de outras acusações e previsões que, saindo da sua cabeça, através da boca ou da sua pena, só por isso, perdem em lógica e em honestidade. Ele fala em esquecimento da história quando o povo ainda tem em mente o quanto lhe custou desacreditar das Instituições Militares para dar crédito a bandidos como ele e seus comparsas.

Finalizo esta postagem dizendo que Pedro Caroço, vulgo José Dirceu, terrorista, ladrão e corrupto, condenado em quase todas as instâncias da justiça, ainda em liberdade por obra e graça de uma Constituição feita exatamente para proteger seres como ele, não passa de um mentiroso alarmista em busca do espaço que nunca mais terá no cenário político brasileiro!

Demos graças a Deus e às lições aprendidas através das péssimas experiências vividas pelo povo brasileiro durante os 13 anos do regime petista.

Gen Paulo Chagas

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A preparação e o planejamento são tão ou mais importantes do que a vontade de vencer!

Caros amigos

Jair Bolsonaro e sua equipe foram eleitos com uma proposta de direita liberal e conservadora, em um ambiente político dominado pela esquerda e profundamente contaminado pelo populismo e pela prática generalizada da corrupção.

Na mesma atmosfera, adaptada às indefinições de uma balzaquiana Constituição Cidadã, encontraram uma Suprema Corte aparelhada por homens e mulheres indicados, sabatinados e aprovados pelo universo corrompido dos demais poderes da República.

Era evidente, portanto, que eles enfrentariam um combate tão desigual quanto o desafio de Davi diante do gigante Golias ou dos bravos 300 de Esparta face ao poderio militar dos persas, 480 anos antes do nascimento de Cristo.

No início, mesmo em colossal vantagem de posição e de efetivo, os adversários mostraram-se cautelosos na presença daquele pequeno e seleto contingente de especialistas, apoiado por quase 40% do eleitorado e por pouco mais de 50 parlamentares eleitos para dar-lhes suporte legislativo. Afinal, não se sabia como eles se tinham preparado e planejado para atuar naquelas circunstâncias.

No entanto, para espanto e deleite dos remanescentes das velhas práticas, em pouco tempo, ficou evidente que aquele impávido grupo não dispunha de fundas nem tampouco de planos criativos para manobrar na adversidade.

Faltava-lhe disciplina intelectual, capacidade argumentativa, unidade de propósitos e, principalmente, liderança e orientação objetiva e inteligente que o mantivesse unido e motivado para o embate.

À inferioridade numérica somaram-se – além da imponderável e desastrosa pandemia do Coronavirus – a dispersão, as intrigas e as defecções.

Na falta de preparação e de planejamento para articular uma ação parlamentar, restaram apenas inúteis demonstrações de revolta, o inócuo confronto direto e, ainda, mais recentemente, a contratação do apoio de uma experimentada e cara Companhia de Mercenários, conhecida pelo nome fantasia de “Centrão”!

Em resumo, faltou-nos lembrar que “quem não é o maior tem que ser o melhor” e que “a preparação e o planejamento são tão ou mais importantes do que a vontade de vencer”!

Ainda há tempo e espaço para mudar, nem que seja “um pouquinho”, como propôs o Ministro Paulo Guedes, da Economia, e chegar ao final deste mandato em condições de, no próximo, dar prosseguimento e efetividade ao protocolo de intenções apresentado e tornado vencedor em 2018.

Serenidade, preparação e planejamento são as palavras de ordem que deveriam nortear e motivar as manifestações de rua que têm desafiado não só a lógica da democracia, mas a do combate à pandemia que nos assola, mata e empobrece.

É como penso e como contribuo!

Gen Paulo Chagas

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