A OBJETIVIDADE NA POLÍTICA

Caros amigos

Se o Governo Bolsonaro estiver dependendo do bom senso, da atuação e da união inteligente e objetiva da direita conservadora e liberal, temo que ele esteja, praticamente, sozinho.

Vejo inveja, ciúmes, fofocas, radicalismos e sectarismo; vejo movimentos ideológicos laterais, vejo destruição e tentativas de destruição de reputações; vejo muita desunião e desperdício de tempo, força e poder; procuro inteligência lógica e objetividade, mas não encontro.

Repito, mais uma vez, que conceituo a esquerda como burra e desonesta e a direita, onde me incluo, apenas como burra, até agora.

É preciso entender e aceitar que, na política – *ressalvados principios morais e éticos inegociáveis* – nenhuma via de acesso é definitiva, o respeito não é anuência, a conveniência não é permanente e o apoio mútuo pode ser circunstancial.

Conviver, respeitar, apoiar, transigir, exigir, cobrar, persistir, contestar, debater, vetar, replicar, impugnar, negar e repudiar são apenas alguns dos verbos da atividade parlamentar.

Como na guerra, para cada batalha politica, em função do objetivo, do inimigo, do terreno e das condições meteorológicas, teremos uma atitude e uma composição de meios diferente e adequada.

É preciso estar atento aos interesses e às disponibilidades de cada momento político para que o esforço seja recompensado pela conquista dos objetivos com o mínimo de desgaste, no menor tempo.

Na política, não interessa como, quem e de que forma seja feito, mas que seja feito o que tem de ser feito. O adversário em uma causa pode ser o aliado em outra.

Muitos caminhos e alianças temporárias podem ser feitas quando o interesse é vital para a sociedade. Abre-se mão ou se posterga o secundário para garantir o essencial. É o mesmo que entregar os anéis para preservar os dedos.

General Paulo Chagas (um observador não iniciado)

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A PUBLICIDADE É O ANTÍDOTO PARA AS NEGOCIATAS

Caros amigos

A maioria que deu e dá suporte ao governo precisa ser ampliada sem quaisquer pactos ou concessões lesivos aos interesses nacionais.

O convencimento lógico e tolerante das vítimas da ilusão socialista e a ampla publicidade dada aos planos de governo e às tratativas com o Parlamento para implementá-los são os caminhos a serem seguidos por ministros e secretários de governo.

O povo precisa conhecer muito bem os aperfeiçoamentos sugeridos e as contrapartidas exigidas pelos parlamentares para aprovar as propostas que ele elegeu para solucionar os graves problemas criados e deixados como herança pelos governos anteriores.

A ampla divulgação dessas tratativas inibirá interesses outros que não os da Nação.

A publicidade é, portanto, a melhor estratégia para inibir as práticas que fizeram com que até Lula da Silva chamasse o Parlamento de balcão de negócios e os parlamentares de picaretas.

Há muito que o Brasil não tem tanta gente nova e honesta no seu contaminado Parlamento. A hora de mudar é agora!

Publicidade neles!!!

Gen Paulo Chagas

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Brasil deveria ser uma potência nuclear!

Caros amigos

A Rede Globo criticou hipocritamente o Deputado Eduardo Bolsonaro por ter, em palestra para estagiários da ESG, com muita propriedade, lamentado o fato de o Brasil ter aberto mão da tecnologia nuclear na sua estrutura dissuasória de defesa .

Concordando e complementando a assertiva do Deputado, acrescento que, em 18 de agosto de 1995, o Presidente Fernando Henrique Cardoso declarou que: “O Brasil não possui, não produz e não pretende produzir, importar ou exportar mísseis militares de longo alcance, capazes de transportar armas de destruição em massa”, quando a soberania e o futuro da Nação exigiam que ele tivesse dito que o Brasil não pretende possui-los ou produzi-los enquanto a situação da ordem mundial continuar a indicar que o país não os necessita.

O Brasil também não precisava ter aberto mão do direito de dominar a tecnologia completa do átomo. Sua Constituição compromete-o com o uso pacífico deste conhecimento, não havendo em sua história e em sua índole qualquer indício de que pudesse constituir-se em risco para a humanidade.

Ao aderir ao Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), o governo de então criou séria vulnerabilidade no poder de decisão e de dissuasão, bem como no respeito devido ao Brasil como país responsável, senhor de seus atos e livre para decidir seu futuro e a forma de relacionar-se com as demais nações.

O Brasil não poderia ter aberto mão do conhecimento nuclear porque não pode abrir mão de sobre ele aplicar a vontade nacional e convertê-lo em poder nuclear, quando assim lhe convier a responsabilidade e a soberania.

Há argumentos suficientes para fazer ver ao mundo a posição pacífica do Brasil diante dos conflitos que o rodeiam e, mais do que isto, de impor seu direito soberano de decidir.

“Um senhor prudente não pode nem deve cumprir a palavra dada quando tal cumprimento se volta contra ele e as razões que o levaram a assumir o compromisso não existem mais” (Maquiavel – “O Príncipe”).

Gen Paulo Chagas

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Mitos, querubins e gurus

Caros amigos

A principal vulnerabilidade da recente conquista política do pensamento liberal-conservador no Brasil é ter alimentado, por conveniência eleitoral, a percepção de que Jair Bolsonaro seria um MITO.

O entusiasmo popular atribuiu ao Presidente a imagem de um milagreiro, sobrevivente de uma tentativa de assassinato, protegido por querubins conduzidos pela orientação de um guru.

Assim, o povo deixa-se fascinar pela expectativa da realização de um milagre que salvará a todos e se esquece, momentaneamente, da herança maldita deixada por décadas de outras ilusões e outros deslumbramentos.

Enquanto isso, no campo da realidade, os ministérios estão muito bem conduzidos (nem todos, é claro), mas a equipe palaciana (por conta da crença na adoração mitológica e das vaidades, invejas e ciúmes pessoais de querubins e gurus) deixa-se envolver em fofocas que inibem a harmonia e a conjunção de esforços do governo como um todo.

O Presidente Bolsonaro precisa convencer urgentemente o povo e a si mesmo de que não é uma entidade caída dos céus e entender, de uma vez por todas, que a essência da governança não é a intuição pessoal nem tampouco a aclamação popular ou as “piruadas” de uma meia dúzia de puxa-sacos e desvairados.

Para o bem do governo e do futuro do Brasil, o Presidente precisa aprender a distinguir assessores de bajuladores, comprometidos de interesseiros, sinceridade de hipocrisia, vaidade pessoal de interesse público e realidade de ilusão!

É a minha opinião! Opinião de quem tem compromisso com o sucesso da proposta de governo na qual votou e para a qual fez campanha.

Gen Paulo Chagas

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O BRASIL ESTÁ ACIMA DE TUDO E DE TODOS

Caros amigos

Contam os contadores de “causos” que um Comandante deixou de levar adiante uma investigação sobre o comportamento pessoal de um Oficial porque conhecia e admirava o pai daquele seu subordinado e julgou que, se levasse adiante o processo, já conhecendo os indícios da conclusão, poderia causar-lhe a morte pela decepção com o filho.

Passados mais alguns anos, aquele militar, cujo comportamento não havia mudado, acabou sendo demitido por desonrar a farda.

Um velho e experimentado soldado, contemporâneo e muito mais amigo do pai do militar em questão, ao tomar conhecimento de que o problema poderia ter sido resolvido há mais tempo e da razão alegada para não dar continuidade à sindicância e, desta forma, por fim à ameaça de desonra à instituição, perguntou: “O que é mais importante, o risco de morte do pai ou a honra militar?”

Conclusão:

No exercício de Função de Estado, diante do interesse da Pátria, o BRASIL ESTÁ ACIMA DE TUDO E DE TODOS, sejam eles quem forem, pais, filhos ou amigos.

General Paulo Chagas

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Jacornélio revela os planos da NBC para ressuscitar “O Homem de Virgínia”!

Caros amigos

Recebi, em sonho, a visita do meu querido e saudoso amigo Jacornélio M. Gonzaga (*), sarcástico e sábio escriba que, perdoado de seus “pecadilhos”, ocupa lugar de destaque nas mídias celestes, afinal, lá vigora a meritocracia e não a mediocridade.

Investigativo por natureza, Jacô se vale agora da sua condição anímica para penetrar na mente dos seus investigados.

Vejam o que ele descobriu e correu a me contar em agradável e alegre encontro letárgico.

Reproduzo como ouvi!

Querido amigo, descobri que a NBC (National Broadcasting Company) está pensando em relançar a série “O Homem de Virgínia”(**).

Os episódios se desenvolverão no Brasil, onde, no lançamento, o herói se aliará, de forma secreta e ardilosa, aos adversários do atual Governo para, através de uma ação solerte e insidiosa, provocar a saída de todos os militares que o integram, aí incluído o Vice-presidente.

Assim que a milicada for defenestrada, o Presidente passará a assessorar-se, pelo Whatsapp, tão somente com o cowboy e seus inocentes úteis.

Em questão de 6 meses, segundo o script do capítulo, o Presidente sofrerá impeachment e o Presidente da Câmara dos Deputados, iludido e deslumbrado, será colocado à frente do crescente e incontrolável caos bolivariano importado da Venezuela.

Nesse meio tempo, o Virginiano, com uma muito bem arquitetada argumentação, convencerá Donald Trump a Intervir militarmente na Venezuela, usando o Brasil como via de acesso.

Trump matará vários coelhos de uma só vez: Transformará Venezuela e Brasil em colônias norte-americanas; mandará toda a oposição ao novo regime para a prisão de Guantánamo; e fará do Virginiano o Governador Geral das Novas Colônias, dando início à nova série.

O ‘must’ do episódio e da série será o fato de que tudo será feito sem que o heroi se afaste um só momento de sua amada Virgínia.”

E Jacô completou, parafraseando Luciano Huck: “Loucura! Loucura!”

Acordei sobressaltado, perguntando a mim mesmo: Tem lógica? Quem poderia interpretar o papel de “O Homem de Virgínia” neste e nos próximos episódios?

Concluí que a expressão final do Jacô resume a sua mensagem: A direção da NBC está sem noção, o Virginiano ficou perdido no passado, relançá-lo agora será um tremendo fracasso, uma verdadeira loucura!

Viva Jacornélio, o arauto do bem e do além!

Gen Paulo Chagas

(*) Jacornélio M. Gonzaga foi em vida um grande líder. Exerceu muitas funções, dentre elas a mais importante foi a de Diretor-Geral do FUNPAPOL, Fundo Nacional de Pensão dos Anistiados Políticos, algo hoje ameaçado pela ação saneadora da Ministra Damares Alves.

(**) Para os não iniciados informo que “O Homem de Virgínia” foi uma famosa série de faroeste que apresentava, semanalmente, de 1962 a 1971, as proezas de um valente cowboy americano e seus seguidores.

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O processo de submissão passional e intelectual que põe em risco o futuro do Brasil.

Caros amigos

Bolsonaro é um bom homem. Quiseram o destino e os erros que nós cometemos ao longo da nossa história recente que a ele coubesse a missão de liderar a Nação a salvar-se de si mesma outra vez.

Afirmo, sem medo de errar, que a sua eleição para o cargo máximo da República se deveu, em grande medida, aos efeitos destrutivos da incompetência e da corrupção endêmica promovidos pelo maucaratismo da esquerda brasileira que, do alto do seu total desrespeito pelos brasileiros, abriu-nos os olhos para o risco que corríamos.

A porta para a conquista do bom futuro esta aberta, basta-nos ultrapassa-la e tomar o rumo certo, sem nunca esquecer que não há conquistas sem desgaste, sem debates, sem lutas, sem riscos, sem ameaças e, principalmente, sem obstáculos a serem vencidos.

Vejo, como os mais desafiantes, logo à frente da linha de partida, o deslumbramento e o radicalismo da parte dos aliados que se julga a única representante e responsável por estes novos tempos que podemos vir a desfrutar.

São, em sua maioria, pessoas bem intencionadas mas que se tornaram pacientes de um processo de submissão passional e intelectual que as impede de entender a importância, a sensibilidade e a complexidade deste momento.

Falta-lhes a compreensão de que Bolsonaro é o Presidente de TODOS os brasileiros e não somente dos que nele votaram. Falta-lhes entender que o Brasil é um só e que a maioria que deu e dá suporte ao Presidente e ao seu governo precisa ser ampliada.

Falta-lhes também acreditar que esta ampliação não inclui qualquer pacto com a esquerda, mas o convencimento lógico e tolerante das vítimas da ilusão socialista que contaminou o seu subconsciente.

Ela deve ser processada de forma inteligente e envolvente, de forma a que o seu sucesso seja medido em números de corações e mentes conquistados pela qualidade das nossas propostas conservadoras, liberais e de direita, muito mais compatíveis com as origens e com a formação da nossa nacionalidade.

Que, pelo menos, nos motivemos para pensar sobre isto antes de por em risco a melhor oportunidade que já tivemos para alcançar o tal futuro que há tantas gerações estamos a perseguir.

Gen Paulo Chagas

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