A tarefa que nos cabe como cidadãos brasileiros

Caros amigos

Estamos a poucos dias de comemorar a conquista do nosso “O1” – Objetivo Número Um -: “FORA DILMA, PT e LULA!”

Isso é muito bom, mas não encerra nem tampouco facilita ou diminui a tarefa que nos cabe como cidadãos.

O Brasil está contaminado pelo mal e os brasileiros, conhecendo o dano produzido pela proposta socialista que os iludiu e roubou por tanto tempo, têm que estar preparados para encarar a realidade e os novos e muito mais complexos desafios que o futuro lhes reserva.

Dentre eles está o de mudar suas próprias atitudes e assumir responsabilidades que, ao serem negligenciadas, permitiram que o mal se instalasse e se propagasse por todos os campos do poder e da administração pública, pondo em risco até o princípio básico da tripartição dos poderes.

O panorama que se configura à frente é, portanto, nebuloso e de difícil definição, haja vista a quantidade de variáveis, ameaças e interesses escusos que a contaminação coloca em nosso caminho.

Os atores não incluídos na troca do elenco aguardam como abutres o desfecho deste capítulo para, no próximo, assumir o papel dos vilões agora dispensados. Seu propósito é manter a trilha geral de uma trama cujas falas, muito bem decoradas, vêm sendo repetidas e aperfeiçoadas desde o lançamento do espetáculo. Nessa peça pouquíssimos são mocinhos ou merecem confiança, o que nos exige atitude ofensiva e uma seleção rigorosa de frentes e de objetivos a conquistar e manter. O tempo para explorar este primeiro êxito será curto e, por falta de atenção e empenho, corremos o risco de contratar o mesmo elenco ou outro do mesmo baixo nível.

Temos, na nossa composição de meios, instrumentos, armas e aliados importantes que já estão sendo atacados pela maioria contaminada do elenco que fica: o “Ficha Limpa”, as “10 Medidas Contra a Corrupção”, a “Operação Lava Jato” e o próprio Juiz Sérgio Moro e sua equipe. No tempo que resta ao governo que se oficializará com o impeachment da governanta Dilma Rousseff, a proteção, o apoio e o prestígio a serem emprestados a esses meios tornam-se fundamentais e devem integrar, com prioridade qualquer lista de objetivos selecionados para esse período.

Michel Temer não é certamente a solução ideal, mas, em meio à balbúrdia da troca, é , por contrato, o substituto possível da atriz principal. De qualquer forma, mais cedo ou mais tarde, terá que prestar contas de suas ações e omissões no capítulo que se encerra, o que, sem duvidas, é mais um complicador a ser considerado nas variáveis do problema que temos pela frente. Não será fácil!

O primeiro teste para avaliar o que aprendemos com o desastre que ajudamos a produzir serão as eleições municipais, cuja campanha inicia hoje (16/08/16). E é justamente pelos municípios que deve começar a mudança que precisamos provocar!

Como já disse, a conquista de “O1” não encerra nem tampouco facilita ou diminui a tarefa que nos cabe como cidadãos brasileiros.

Se cada brasileiro e cada instituição comprometida com o futuro da Pátria cumprir o seu dever, no momento e na circunstância oportuna, de alguma forma, o enredo e os atores do nosso destino serão mudados.

Assim, se queremos de fato que isso aconteça, perseverar e vigiar, com redobrada atenção, passam a ser os verbos da ação!

Gen Bda Paulo Chagas

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Democracia Direta, será que funciona?

Caros amigos

Aparentemente, a chamada Democracia Direta seria uma forma oportuna para contornar a plêiade de picaretas que povoa o Congresso Nacional em número bem maior do que o sugerido por Lula da Silva há algum tempo.

A proposta encontra uma falsa coerência quando confrontada com a realidade da primazia do interesse pessoal dos políticos sobre os da Nação e com a descabida quantidade e o fisiologismo dos “partidos” que dividem cadeiras no legislativo e cargos na administração pública.

À primeira vista, seria lógico que os cidadãos pudessem impor diretamente a sua vontade, deixando de lado as eleições e os eleitos, já que a maioria dos partidos brasileiros servem apenas para negociar os horários eleitorais e seu apoio às propostas de quem paga mais.

No entanto, se olharmos com mais atenção para o pensamento preconizado por Antônio Gramsci e adotado pela esquerda mais radical, liderada pelo Partido dos Trabalhadores, verificaremos que esta situação está perfeitamente alinhada com os objetivos hegemônicos visados pela estratégia do Foro de São Paulo.

A inexistência de uma disputa política organizada, propositiva e honesta favorece a ilusão de uma participação direta da sociedade nas decisões de governo e torna-se a melhor máscara para a ditadura das ideias e dos interesses do partido no poder, ou do “partido único”, ou, ainda, do “único partido organizado e capaz de propô-las”.

A proliferação de legendas nanicas e vazias de propostas, vai, portanto, ao encontro dos interesses totalitários do Foro de São Paulo e da ressuscitação do comunismo no Brasil e na América Latina.

A ideia da participação direta dos cidadãos na discussão das proposições de governo, desconsiderando a representatividade do parlamento, em que pese, teoricamente, respeitar e fortalecer a vontade do povo, nas circunstâncias criadas pela demagogia e pela corrupção do processo político brasileiro, na realidade, tem efeito diametralmente oposto e transforma a ideia em mais uma utopia à disposição dos intelectuais orgânicos, muito bem identificados e instruídos pelos Cadernos do Cárcere de Antônio Gramsci e pelos radicais da esquerda, cujas ganância, desonestidade e  despreparo estão a ser desmascarados.

Nós, brasileiros, temos que entender que o que precisa ser mudado não é a forma como exercemos a democracia, mas os nossos hábitos. As soluções sempre estiveram aos nosso alcance, mas o nosso descaso para com a política fez com que as deixássemos nas mãos de uma maioria de políticos despreparados, desonestos ou mal intencionados.

Devemos urgentemente reduzir o número de partidos e exigir deles projetos realistas de governo, assim como, selecionar, eleger e fiscalizar aqueles cidadãos que, em nosso nome, terão que empenhar o melhor dos seus esforços para implementa-los, ou seja, precisamos assumir o domínio e o controle do processo político existente antes de pensar em qualquer aventura em terreno desconhecido e para o qual não estamos efetivamente preparados.

A resposta à pergunta título deste texto é, sem dúvidas, que, nessas circunstâncias, a Democracia Direta só funcionaria para acabar de vez com a democracia.

Gen Bda Paulo Chagas

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O Liberalismo e a natureza humana

Caros amigos

Não sou filósofo, nem tampouco sociólogo. Sou um simples, mas orgulhoso, soldado que exerce o direito de ter opinião.

Como não me envergonho de pensar, não me considero dono da verdade, não temo críticas construtivas e inteligentes ou outros ensinamentos mas, principalmente, não temo aperfeiçoar o que penso.

Assim, ouso dizer que, embora o homem moderno seja um ser social, não é da sua natureza deixar de priorizar, em primeiro lugar, a sua família e o que é seu. Depois dela, valoriza, em prioridades variadas, os amigos, a comunidade, a sua cidade, a província, mas, finalmente, e acima de todos esses, a terra em que nasceu, vive e onde produz o sustento da sua família. O nacionalismo é, portanto, um comportamento natural do homem e a negação deste sentimento é contrária à sua natureza.

A competição está na sua gênese – a sobrevivência do mais forte, a seleção natural. O homem quer ser o melhor ou, pelo menos, cada vez melhor e, naturalmente, sempre que a oportunidade se apresenta, vale-se dela para levar vantagem pessoal, familiar ou coletiva.

A necessidade de viver em sociedade e as regras de convivência daí decorrentes inibem o seu instinto animal e fazem-no ver a conveniência da prática da virtude sobre a do vício, embora este último seja, naturalmente, mais atraente.

A tentação da corrupção é, por conseguinte, algo natural e um vício a ser reprimido pelo próprio homem em seus relacionamentos sociais, de trabalho, comerciais e políticos. Conhecendo a si próprio, ele cria regras naturais, instintivas, de fiscalização e auto defesa.

No entanto, quando o conjunto organizado dessas regras ultrapassa os limites da simplicidade, dificultando o desenvolvimento natural da competitividade, torna-se caldo de cultura para a prática da corrupção. A concorrência é como uma competição esportiva, que só será atraente se as regras forem simples, de fácil compreensão e de comum acordo entre os competidores. Vence o que, naquele momento, tiver, honestamente, o melhor desempenho. Todos querem ser os melhores.

A partir dessas constatações simples, tenho concluído que a causa primária dos problemas brasileiros está nas tentativas de tutelar o comportamento humano e de impor à sociedade um conjunto cada vez mais complexo de regras contrárias à sua natureza e que privilegiam, em última análise, muito mais as regras do que os resultados, muito mais a burocracia do que a produtividade e que desprezam a vontade e a capacidade de cada um para ter e ser o que quiser e puder, dentro das suas possibilidades. .

Estou convencido que o ideário liberal, algo que nunca foi definitivamente experimentado no Brasil, deve ser a solução a ser buscada para os nossos problemas. Precisamos, por outro lado, de competência para entender seu verdadeiro significado e para estar à altura das responsabilidades que demanda.

“O governo mínimo não é ausência de governo, mas governo com foco, determinado a deixar que o mercado descubra a sua vocação” (Jorge Jacob – Empresário paulista). Essa “determinação” deverá incluir uma vigilância, cujo nível será tanto menor quanto maior for a nossa capacidade para entender as regras do mercado.

A debacle do projeto socialista bolivariano do Foro de São Paulo dá ao liberalismo a melhor oportunidade para apresentar-se como solução, desde que isto seja feito com inteligência e lucidez para que a sociedade entenda que o sucesso depende principalmente da confiança na nossa própria competência para compreender, dominar e praticar a democracia e as leis do mercado.

É preciso apresentar e implementar o liberalismo de forma que seja o mais palatável em meio ao amargor da situação atual e de suas projeções futuras, ou seja, já que qualquer solução será dolorida, por que não experimentar o que nunca foi experimentado e que tem dado certo em outros lugares?

Como dizem os mais inteligentes e desassombrados, é na crise que encontramos as melhores oportunidades. Deus queira que saibamos encontrar e explorar as nossas!

Gen Bda Paulo Chagas

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31 DE JULHO DE 2016 / A Pátria nos exige um protagonismo que poucas vezes tivemos na história.

Caros amigos

Quando olhamos para o Brasil dos nossos dias, vemos uma imagem amarfanhada e desfigurada pela desprezível obra da quadrilha que, por razões diversas, tem ocupado os poderes da República.

Para qualquer lado que nos virarmos, enxergaremos a mesma coisa, porque poucos escapam do rótulo de corruptos, sejam eles ativos, passivos, laranjas, contemplativos ou parasitários.

De forma abissal, o privado associou-se ao público para sugar-lhe todo o proveito, mesmo sabendo tratar-se de projeto espúrio, falho, desonesto e fadado ao fracasso pelo previsível esgotamento da fonte.

As disputas pelo poder e pelas melhores partes do butim, associadas à sensação de impunidade e de superioridade à lei escancararam a verdade e expuseram ao mundo a imundice da política brasileira e o descompromisso de políticos e de grandes empresários com o futuro da Nação e de seus próprios descendentes, fazendo do dia seguinte o horizonte das suas inconfessáveis ambições.

O desrespeito e o desprezo pela inteligência do povo chegou ao limite do ultraje e estimulou a revolta e o desejo de conhecer a verdade, de expor as mazelas, de corrigir procedimentos, crenças e escolhas e de punir os canalhas que têm massacrado o País.

Os que já estão no olho do furacão, e que ainda detém algum poder, inventam subterfúgios para proteger seus padrinhos, criam artifícios de auto defesa ou ameaçam tragar consigo os que ainda fingem estar imunes. O fulgor das evidências fere os olhos e agride o discernimento e a tolerância do povo.

Estamos lidando com escolados bandidos homiziados nos três poderes da República. Seus nomes são conhecidos. Eles estão diariamente nas mídias sociais, nos jornais, nos noticiários do rádio e da televisão, em gigantescos bonecos infláveis, na autoria de decisões da Suprema Corte e nas citações da justiça de primeira instância, muito bem representada por juízes como Sérgio Moro e seus ainda intocáveis parceiros do Ministério Público e da Polícia Federal.

A dificuldade que se apresenta à realização da vontade indignada da sociedade brasileira está na extensão do mal! Quase todos são acumpliciados ou têm, de alguma forma, culpa no cartório e buscam desesperadamente uma “saída honrosa”, coisa que não mais existe em seu meio e que, em sua linguagem, significa, simplesmente, livrar-se de Sérgio Moro e de sua equipe.

Segundo Diogo Mainardi, nosso grau de vigilância tende a diminuir, mas se quisermos recuperar o que foi destruído diante dos nossos olhos desatentos e displicentes, temos que aceitar e assumir a longa e árdua tarefa que nos cabe como poder maior da Nação. Ela nos exige a perseverança, a atenção, a vigilância e o protagonismo que poucas vezes tivemos na história.

Para isso, precisamos estar JUNTOS e CONTROLADOS, mas AMEAÇADORES e VOCIFERANTES, em número que represente a nossa revolta e a nossa vontade de ter de volta o orgulho de ser brasileiro. Só assim poderemos recuperar a imagem do Brasil e olhar nos olhos dos nossos filhos e netos com a altivez e o brio de quem lhes prepara o futuro que merecem!

Nas ruas, nas praças, nos parques e nas avenidas de todas as cidades do Brasil, em 31 DE JULHO, juntos pela Pátria, temos que demonstrar a nossa indignação e a nossa vontade de colocar, de fato, o Brasil acima de tudo, lugar de onde nunca deveria ter saído!

Gen Bda Paulo Chagas

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Uma boa oportunidade para fazer da FUNAI um Serviço de Proteção ao Índio

Caros amigos

Ao que parece e é anunciado, a indicação do Gen Sebastião Peternelli para a direção da FUNAI será rejeitada pelo Sr Ministro da Justiça, Alexandre Moraes.

O fato se deve à “indignação” causada aos índios (?) e às organizações ligadas à  sua “proteção” (?) pela indicação de ummilitar para a função e não deixa dúvidas quanto ao receio dos interessados – “caciques” (?), aproveitadores estrangeiros e traidores nacionais –  de que as maracutaias que envolvem a execução da política indigenista brasileira sejam descobertas, eliminadas e punidas por uma gestão moralizadora que acabe com desvios de finalidade e que liberte os índios – suas maiores vítimas –  dos seus interesses pessoais, desumanos e impatrióticos.

Segundo o “Conselho Indigenista Missionário” (CIMI) – entidade da CNBB ligada ao PT e a seus aliados e que está por trás  de todos os conflitos envolvendo os índios e a produção agrícola, no Brasil e além fronteiras -, a nomeação do Gen Peternelli seria um “retrocesso na relação do Estado brasileiro com os povos indígenas” porque criaria a possibilidade de integrá-los ao conjunto da sociedade nacional, o que, certamente, feriria de morte planos internacionais atentatórios à soberania e ao patrimônio brasileiros, endossados pelo CIMI e pelo Greenpeace, este último, um conhecido defensor dos direitos e da vida dos “animais”, o que explica seu interesse em não permitir a interação dos índios aos demais brasileiros.

Essas entidades de “proteção dos povos indígenas”, fieis a seu compromisso com o ideário comunista, também repudiam o posicionamento do Gen Peternelli  face à ideologia que defendem e que querem ver implantada no Brasil, de forma a assegurar o comprometimento com o atraso e, consequentemente, os interesses estrangeiros sobre nossas riquezas e nossa evolução como nação soberana. Elas se sentem ameaçadas pela afirmação do General de que “o Brasil nunca vai ser comunista”!

Mesmo que o General não venha a assumir a FUNAI, esta reação mais reforça o que todos já sabem, ou seja, que acorrupção é a grande razão da necessidade de evitar, a todo custo, que alguém firmemente honesto e determinado conheça, denuncie e acabe com as engrenagens desse sistema. Há razões e indícios de sobra para que uma investigação do Ministério Público e da Polícia Federal, bem como para que uma auditoria do TCU sejam realizadas naquele órgão.

Pobre país que permite o uso de seus aborígenes como massa de manobra para as conveniências internacionais, permanentemente empenhadas em solapar a sua soberania. Pobres índios brasileiros, condenados a serem eternamente cidadãos de segunda classe, tratados como animais exóticos por defensores da fauna terrestre e representados por falsos líderes que escondem sua infâmia atrás de uma máscara de ignorância e que fingem apego à sua cultura primitiva apenas para mantê-los apartados do restante da sociedade a qual, por todas as razões, já deveriam estar integrados.

Que tipo de pessoa procura o Sr Ministro da Justiça para presidir a FUNAI? Alguém que seja capaz de conciliar os interesses e as necessidades dos silvícolas com os do restante da sociedade brasileira – integrando-os definitivamente a ela, como brasileiros que são -, ou alguém que atenda aos propósitos do CIMI, das ONG que os exploram, do Greenpeace – que nem brasileiro é – ou de outros organismos internacionais dedicados a submeter nossa soberania aos seus interesses?

Cabe aqui lembra-lo de que a FUNAI teve origem no Serviço de Proteção ao Índio, criação do mais importante de todos os indigenistas brasileiros, um militar, o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, de origem indígena, em uma mistura de bororó, terena e guará, cujo lema em relação aos índios era: “Morrer, se preciso for. Matar, nunca!”.

Não seria um bom momento para rever o perfil desejável para quem pretenda e deva proteger e promover os direitos dos povos indígenas?

Gen Bda Paulo Chagas

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31 de Julho, um marco no tempo de livrar o Brasil do mal!

Caros amigos

O conluio, a hipocrisia, a auto leniência e a impunidade fizeram da corrupção o caldo de cultura em que, há décadas, se processa a política, a gestão pública e, mais recentemente, na mais alta corte brasileira, a aplicação da justiça.

A evolução endêmica do mal transformou-se em extensa comparsaria e criou em torno de si um valhacouto de cumplicidade que, por muito pouco, não o tornou crônico e imune à reação dos anticorpos, entorpecidos e ludibriados pela manobra silenciosa da doença.

A Nação, por mérito próprio, mesmo fragilizada, deu-se conta de que precisava reagir e mudar seus hábitos, sob pena de sucumbir, em definitivo, às forças do mal.

A maioria honesta do povo, os Juizados de Primeira Instância, o Ministério Público e a Polícia Federal, de baixo para cima e de fora para dentro, estão processando a reação. Os protestos de rua e o sucesso dos ataques às células contaminadas provocam respostas insensatas e desesperadas dos que, arrepiando a norma, expõem, sem constrangimento aparente, os indícios do seu comprometimento com a proteção dos malfeitores.

Graças ao vergonhoso episódio envolvendo José Antônio Dias Toffoli, Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, a coerência da afirmação do jornalista José Nêumanne Pinto sobre a sensação de parcialidade e de não confiabilidade da Suprema Corte brasileira nunca esteve tão evidente quanto nos últimos dias.

Em que pesem a afronta e o caradurismo, o episódio, somado ao pânico demonstrado pela ascensão do prestígio e da popularidade de Jair Bolsonaro, só serviu para encorajar a reação, estimulada pela certeza de que o mal acusa o golpe e que já se apercebe do fim que lhe reserva a vontade, agora sim, esclarecida da Nação.

Perseverar continua sendo o verbo da ação e o próximo dia 31 de julho um marco da inarredável e inadiável determinação de livrar o Brasil desse mal!

Gen Bda Paulo Chagas

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MENSAGEM QUE ENVIEI AOS PARLAMENTARES BRASILEIROS

A limpeza que se faz necessária na política brasileira é cada vez mais gritante.

O corporativismo dos corruptos de todos os naipes e colarinhos evidencia-se a todo momento de forma descarada e despudorada.

Seu alvo preferencial, e melhor testemunho do mal que impera nas entranhas do Congresso Nacional, tem sido o Deputado Jair Bolsonaro e seu crescente prestígio junto à sociedade, ávida por ser representada por uma maioria de brasileiros honestos, desassombrados e comprometidos com a verdade.

O Supremo Tribunal Federal, em uma demonstração de claudicância moral, aceitou a acusação de incitação ao crime de estupro feita a Bolsonaro por uma parlamentar reconhecidamente desequilibrada e que, efetivamente, é a criminosa deste episódio. Isto não deixa dúvidas quando à necessidade de também renovar-lhe o perfil pela alteração dos critérios de escolha dos seus ministros, em benefício da justiça e da prevalência do princípio republicano da independência dos poderes.

Agora, – não para surpresa, porque, de onde há predominância da desonestidade, não se espera que saia outra coisa – o Conselho de “Ética” da Câmara (é acintoso falar-se de ética em um lugar habitado por uma maioria que não sabe o que é isto) pretende julgá-lo por apologia à tortura, fazendo vista grossa ao crime de reverência e louvação ao terrorismo realizado pelos deputados Valmir Carlos da Assunção (PT/BA) e Glauber Braga (PSol/RJ), quando, nas mesmas condições em que Bolsonaro homenageou o Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra, lembraram os nomes de Luiz Carlos Prestes, o líder comunista que, entre outros crimes, mandou assassinar a jovem Elza Fernandes (16 anos) por “crime de traição à causa”; Carlos Marighela que, entre outras “obras”, é o autor de um “mini-manual” que, até os dias de hoje, serve de base à ação criminosa e indiscriminada de terroristas ao redor do mundo; e Carlos Lamarca, o Capitão desertor e traidor que, entre outros assassinatos, matou a coronhadas o Ten PMSP Alberto Mendes Jr.

Sinto-me particularmente ofendido e justificadamente revoltado com o fato, pois, como cidadão brasileiro, tive rejeitada pelo patético Sr Dep Waldir Maranhão a representação que fiz contra os deputados acima citados junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, o que, salvo outro juízo e outra atitude daquela casa, pretensamente representativa do poder popular, caracteriza a aplicação da regra chula dos dois pesos e duas medidas!

Torno pública a minha contrariedade e o meu cada vez mais embasado cepticismo em relação ao caráter da imensa maioria dos atuais parlamentares, representantes, isto sim, de suas vantagens pessoais e de seu inconfessável desprezo pela honestidade, pela verdade, pela liberdade e pela supremacia do interesse nacional.

Os brasileiros estão amadurecendo e, nessa mutação, abrem os olhos para o que é direito e para o que é o seu dever e acabarão por execrar da vida pública os que fazem dela o caldo de cultura em que se desenvolve a corrupção, principal atrativo da ralé que ainda habita os esgotos do poder.

A verdadeira justiça tarda, mas não falha! Isto não é uma ameaça, é um aviso!

Gen Bda Paulo Chagas

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