Salve 31 de Março de 1964!

Caros amigos

Mesmo depois da desastrosa e evidente tentativa petista de transformar o Brasil em uma Venezuela, onde, segundo Lula da Silva, “há sobra de democracia”, ainda existe quem diga que o evento histórico ocorrido em 31 de março de 1964 foi uma precipitação dos militares e não um contragolpe preventivo das Forças Armadas que se anteciparam à tomada do poder pelos comunistas já instalados no governo, prevista para ser desencadeada no Dia do Trabalho daquele ano.

Naquela data, a Nação, em uníssono e com as armas que delega a seus Soldados, salvou-se da ruína e da miséria que, desde o fim da década de 50, caracterizam a ilha de Cuba e que, sob os nossos olhos, matam de fome o povo venezuelano.

A oportuna e ousada atitude militar, partida das Minas Gerais, mobilizou as tropas sob o aplauso da família brasileira, que já havia tomado as ruas para manifestar seus receios e anseios, e frustrou, mais uma vez, a possibilidade de a esquerda impor-se ao Brasil.

As ações de guerrilha e de terrorismo que desde logo passaram a intimidar o povo nas cidades e no campo, comprovam a veracidade da ameaça que pairava sobre o País e a necessidade das medidas autoritárias adotadas quatro anos depois.

Chamar o regime que se implantou na República de “ditadura militar” é um mito implantado nas mentes mais jovens pela hipocrisia dos terroristas trazidos de volta ao nosso convívio pela Lei da Anistia.

A mesma democracia, preservada em 1964, lhes deu nova oportunidade para provarem seus conceitos e os tirou do poder pelo instrumento legal e constitucional do impeachment, após novo e retumbante fracasso.

Foi a mesma democracia, preservada pelos heróis de 1964, que permitiu a eleição das propostas liberais e conservadoras do atual Governo, abrindo novos caminhos para a conquista do bom futuro indicado pela índole e pela vontade do povo desta terra.

Lembrar, comemorar e enaltecer a iniciativa tomada em 31 de março de 1964 é, portanto e sem dúvida, o resgate de uma dívida histórica do Brasil para consigo mesmo.

Viva a Revolução Democrática de 1964! Viva a democracia! Viva o Brasil!

Gen Paulo Chagas

A imagem pode conter: texto que diz "SALVE 31 de Março de 1964 dia em que o BRASIL disse NÃO AO COMUNISMO"
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UMA SOLUÇÃO CONSENSUAL PARA A CRISE DA COVID-19

Caros amigos

O momento que vivemos no Brasil, relacionado à Covid-19 e suas consequências sobre a economia, exige ser tratado com racionalidade, sem ódios e sem paixões ideológicas, partidárias ou eleitoreiras.

De tudo que já li, ouvi e assisti, mesmo sendo um leigo nas áreas envolvidas no problema, mas na qualidade de integrante do grupo de maior risco, concluo que, como na maioria das crises, a solução não está lá nem cá, ou seja, não está na clausura indiscriminada nem na liberação geral.

É preciso encontrar um meio termo que contemple as duas frentes de combate, saúde e economia.

Preliminarmente, focando na “primeira onda”, a estrutura da saúde deve ser, ou estar, de fato, preparada visando a pior hipótese, ou seja, a de um repentino boom da contaminação ao ponto de ultrapassar em muito a capacidade instalada de atendimento intensivo da nossa rede hospitalar pública e privada.

Não se pode apostar na sorte ou na quimera de que o brasileiro tem que ser estudado porque é imune a tudo. Estamos tratando de vidas humanas e todas são muito importantes!

Quando e se esta estrutura emergencial estiver suficientemente preparada, a “segunda onda” poderá ser atacada através da retomada gradual e controlada da atividade econômica e da normalização da vida urbana, mantendo isolado o grupo de maior risco e um rigoroso acompanhamento das consequências dessa abertura sobre a “primeira onda”!

Um plano de comunicação social, amplo e enfático deve ser montado e posto em execução em todo o território nacional, de forma a informar e orientar diuturnamente a população sobre a situação da crise e as medidas necessárias para prevenir e mitigar as possibilidades de contágio e de proliferação do vírus.

Para o bem do Brasil, é preciso que as autoridades responsáveis vistam as sandalhas da humildade, abaixem o volume e suavisem o tom das discussões, levantem o olhar e enxerguem o Brasil como um todo, busquem e encontrem o consenso e, com responsabilidade e inteligência, implementem as soluções efetivas, justas e necessárias para controlar a epidemia e retomar o curso da reconstrução moral, ética e econômica para a qual elegemos o atual governo.

Gen Paulo Chagas

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UMA GRAVE AMEAÇA PAIRA SOBRE O POVO DE VERA CRUZ!

Caros amigos

Todas as crises envolvem incertezas, conflitos, tensões, riscos e provações. Não poderia ser diferente no caso da pandemia causada pelo coronavírus.

As características desta e de qualquer outra crise não permitem que se encontre para elas soluções definitivas e inflexíveis.

Trata-se de uma crise mundial que tem atingido gravemente a saúde pública e foi a partir desta premissa que foram feitos os primeiros estudos da situação e das suas consequências, visando as melhores soluções para o problema no Brasil.

A conclusão que se chega, neste momento, é que, em uma segunda fase, as soluções terão que conciliar os interesses da saúde com os da vida econômica, gerando ainda mais desafios!

O processo decisório, agora mais complexo, não pode dispensar diálogo e discussões racionais em busca da melhor conduta para as particularidades do problema nas diversas regiões do Brasil.

Em uma República Federativa, o Presidente e os Governadores são, sem dúvida, as autoridades a quem cabe a conciliação dessas particularidades em cada Estado da Federação.

Infelizmente, a inoportuna inclusão de fatores políticos, eleitoreiros e ideológicos na discussão os mantém distantes entre si e das soluções necessárias e urgentes para um conjunto de problemas que se agravam a cada dia que passa.

Em momento que exige o oposto, a incapacidade cognitiva e o descontrole emocional tomaram conta do ambiente e do processo e deram espaço para que a demagogia e o radicalismo interferissem nos debates que deveriam resultar em acordos e decisões de estado e de estadistas em benefício da Nação.

Portanto, para o bem do Brasil, é preciso que o Presidente da República e os Governadores abaixem o volume e suavizem o tom dos seus discursos e dos seus pronunciamentos; abandonem as vaidades, as ambições, a soberba e as disputas eleitorais e pensem apenas nas soluções para a iminente e grave ameaça que paira sobre o povo de Vera Cruz!

Pátria! Brasil!

Gen Paulo Chagas

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Apontar culpados, não solucionará a crise, pelo contrário!

Caros amigos

As notícias que nos têm chegado, desde o início, não nos negam o conhecimento de que a pandemia do coronavírus
teve início ou se tornou conhecida a partir de em uma cidade na China.

Se o governo de Pequim ou outro qualquer, em algum momento, cometeu algum equívoco isto será esclarecido na ocasião oportuna que, certamente, não é agora ou mesmo antes do fim ou do controle da crise.

Procurar erros e apontar responsáveis, neste momento, não deve merecer a nossa atenção nem tampouco o desgaste das nossas energias e das nossas emoções.

Não é hora para apontar culpados. Isto não mudará os fatos nem ajudará a eliminar o vírus!

Haverá ocasião apropriada para identificá-los de forma categórica e irrefutável e para, a partir daí, colher os ensinamentos necessários para prevenir outras ocorrências desastrosas como esta.

A circunstância, antes de mais nada, sugere união e conscientização de que há um inimigo mortal que ameaça a todos os povos e que deve ser enfrentado em conjunto com absoluta harmonia e cooperação.

Tendo origem e causa onde tiver, nada do que está acontecendo deve interferir no bom relacionamento e na cooperação entre as nações. Há um interesse global que, neste momento, tem que ser colocado acima de todos os outros.

Procurar, achar e apontar culpados não solucionará ou atenuará a crise. O bom senso, a pesquisa científica, a cooperação, a harmonia e a união entre os povos sim!

Pensemos nisso antes de deixar que a emoção tome conta do nosso comportamento e das nossas atitudes.

Gen Paulo Chagas

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Jair Bolsonaro não é um lorde, nem tampouco um lenhador que escarra e cospe no chão!

Caros amigos

Jair Bolsonaro nunca foi nem nunca será um lorde, até porque não há lordes brasileiros. Há, isto sim, brasileiros que se comportam como lordes.

Ele não foi eleito para comportar-se como um Lorde, nem para exercer a liderança bruta de um lenhador, do tipo que escarra e cospe no chão, como parece que querem alguns. Ele foi eleito para ser o Presidente do Brasil, função que exige uma postura de respeito ao mais alto cargo desta República.

Acredito que haja no Brasil lenhadores escarradores que cospem no chão, mas este não é um país de cuspidores e escarradores!

Se formos pensar assim, nós que o elegemos teremos que engolir as nossas críticas ao cachaceiro e à ignorante que em outras oportunidades ocuparam indignamente o cargo. Um erro não justifica o outro, nem dois erros fazem um acerto. O Brasil não é um país de cachaceiros nem de ignorantes.

Foi o temperamento explosivo e a disposição para escancarar e combater o sujo jogo da política brasileira que fez Bolsonaro aparecer como alguém aguerrido e não conivente com as grandes maracutais que ocorriam no meio político.

Quando o povo, a partir de 2013, passou a atirar pedras no “sistema”, a falsa estrutura moral e ética da política ruiu, restando firmes, em pé e quase sem avarias apenas algumas poucas colunas, entre elas Jair Bolsonaro, o único com escopo eleitoral para vencer a eleição para a Presidência da República que se aproximava.

Ele nunca foi o anti-herói desse jogo, mas a única solução plausível. E por isso foi eleito com boa margem de votos sobre o seu oponente.

Não quero substituir Bolsonaro por outro, mas quero um Presidente que seja veemente, aguerrido, inteligente e capaz de conduzir a luta pela implementação das propostas que apresentou aos seus eleitores, onde me incluo.

Este País não é uma bosta, como já foi dito, nunca foi, nem nunca deveria ser assim tratado por aqueles que o amam como filhos, mas, por outro lado e pela vontade da maioria dos brasileiros, teve, infelizmente, muitas bostas no cargo de Presidente da República.

Bolsonaro, realmente, não é igual às bostas que já estiveram onde ele está, em especial Lula e Dilma, que eram despreparados, mal educados, grosseiros e mal intencionados!

Eu sou eleitor de Bolsonaro, fiz mais ou tanto quanto pela sua vitória do que qualquer dos escarradores que cospem no chão e que também o ajudaram.

Entendo que ele não é jarro de decoração e aceito a imagem de “lenhador maluco que cospia no chão” e que, como Deputado Federal, meteu o machado na quadrilha do PT! Bravo! Sempre o aplaudi nessas ocasiões.

Quando vejo um bando de jornalistas chorando por dinheiro público, logo concluo que fiz a escolha certa: elegi o presidente certo para o trabalho que tem que ser realizado.

Se Bolsonaro é um cara preparado, ele tem que saber sofrer e aturar a política como ela tem sido no Brasil, desde quando ele decidiu entrar para a vida pública e mudá-la de dentro para fora com a tropa que trouxe consigo para os Ministérios e para engrossar as forças do bem que ainda restaram na política.

Bolsonaro tem que sobreviver a isso tudo e, ainda, conquistar a adesão da maioria dos 42,5 milhoes de brasileiros – seus compatriotas e concidadãos – que não votaram nele nem no candidato do PT, caso contrário, além de perder a confiança e os votos dos que fazem “cara de nojinho”, perderá também a reeleição (que, aliás, não constava do protocolo de intenções que apresentou aos brasileiros em 2018) e/ou não fará um sucessor para dar continuidade ao projeto que foi aprovado pela maioria do eleitorado.

Bolsonaro é, de fato, o Presidente de todos os brasileiros e não apenas dos lenhadores que escarram e cospem no chão, nem tampouco é uma lenda, algo fantasioso, fictício que, na maioria das vezes, não é real.

Esta realidade tem que ser levada a sério como tem sido feito pelos seus excelentes Ministros de Estado.

Bolsonaro é sim o cara! O cara que temos hoje para manter o viés da política limpa que conquistamos nas urnas.

Defendo o Presidente que ajudei a eleger e me empenho, como o passarinho que quer apagar o incêndio na floresta com as gotas de água que pode transportar, para que ele saiba enfrentar o imponderável e que não se descuide, enxergue à frente e não dê margem e oportunidade para que os canalhas inconformados coloquem armadilhas e tropeços em seu caminho, porque, se ele cair, cairemos todos nós, outra vez, nas garras liberticidas da esquerda.

É como penso e como o apoio.

Gen Paulo Chagas

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NÃO SEI QUEM É O AUTOR DESTE EXCELENTE TEXTO QUE OUSEI RESUMIR

Olavo de Carvalho tenta jogar o eleitorado da direita contra os militares, visando criar uma cizânia que não existe.

No início do Regime Militar, Olavo pertencia ao partido comunista, ou seja, enquanto os militares lutavam para impedir a ditadura do proletariado, Olavo lutava por sua implantação.

Enquanto a estratégia da guerra cultural (Gramsci, Escola de Frankfurt) era fermentada para substituir a fracassada luta armada dos comunistas, Olavo nem sabia o que estava acontecendo, pois somente a partir dos anos 90 compreendeu que o socialismo havia adotado a luta cultural no Brasil, tanto isso é verdade que em 89 Olavo votou em Lula, o que um conhecedor da luta cultural jamais faria.

Ou seja, Olavo tomou consciência da guerra cultural marxista somente nos anos 90 (como ele mesmo afirma) enquanto que nesse período todo, os militares já estavam lutando contra o comunismo.

Os militares combateram o comunismo nos 20 anos de Regime Militar com as armas e informações que eles dispunham. Olavo, naquela época, não fazia ideia do que estava acontecendo.

Olavo não luta pela democracia (pluripartidarismo, três poderes, instituições republicanas fortalecidas) na sua visão de mundo é a cultura que deve organizar a sociedade e controlar os desequilíbrios da economia, o ponto é que essa “cultura” é, na verdade, colocar todo o poder nas mãos do Executivo, sem Legislativo e sem Judiciário, com as FFAA subservientes ao Ditador.

Como os militares jamais serão subservientes à um Ditador e sempre lutarão pelo fortalecimento da democracia é óbvio que eles são uma considerável barreira para o avanço das doutrinas de Olavo dentro do governo Bolsonaro.

Como pode Olavo de Carvalho condenar os militares pela falta de alguma estratégia mais articulada nos anos 60 e 70 que não fosse combater a luta armada e a ameaça do comunismo/marxismo se foi exatamente nesse período que começou a surgir a estratégia da guerra cultural de Gramsci e da Escola de Frankfurt?

Como condenar os militares se o próprio Olavo só foi compreender tal estratégia apenas nos anos 90, ao ponto de ter votado em Lula na eleição de 89?

Enquanto Olavo ainda acreditava no comunismo, todos os militares já estavam lutando contra os comunistas.

Que condições tem ele para condenar os militares por não terem criado nos anos 60 -70 uma força de direita ou por não terem neutralizado a luta cultural feita pelos comunistas se, no início do regime militar, ele era comunista e assim permaneceu até as eleições de 89 (quando votou em Lula)?

O erro estratégico dos militares foi o corte dos benefícios fiscais para a classe artística e para a mídia em geral, pois, nessa época, esse pessoal não pagava imposto de renda e ajudou maciçamente as manifestações contrárias ao comunismo e pedindo a entrada dos militares.

Foi exatamente o corte desses benefícios que jogou os formadores de opinião da mídia na oposição ao governo militar e fez com que os comunistas percebessem que ali havia uma janela de oportunidade para implantar a guerra cultural, visto que a luta armada contra o Exército se mostrava infrutífera.

Os militares acreditavam que uma sociedade conservadora cristã e feliz com o crescimento econômico jamais seria doutrinada culturalmente pelo discurso gramscista, tanto que os militares tão somente focaram na censura de jornalistas que apoiavam o comunismo.

Em um cenário desses era altamente improvável que a guerra cultural funcionasse, tanto que o próprio Olavo, estudioso do assunto há décadas, somente percebeu o problema nos anos 90.

Os militares somente permitiram a abertura para o voto direto no início dos anos 80 porque perceberam as grandes manifestações populares pelo fim do Regime e, por isso, aceitaram sair do poder.

Percebendo a derrota, a estratégia dos militares foi, a partir desse ponto, manter a estrutura militar impermeável à invasão comunista, tanto que desde os anos 60 até os dias de hoje você pode até encontrar soldados ou militares de baixa patente simpáticos ao petismo ou ao esquerdismo, mas nenhum entre os oficiais de alta patente.

Os militares compreendiam que, mesmo controlando culturalmente a mídia, os comunistas nunca teriam o controle da Força e isso impediria a implantação completa do socialismo ou do comunismo no país.

Essa estratégia de sucesso dos militares foi reconhecida em ata pelo próprio PT e mostrada durante as sessões do impeachment de Dilma pela senadora Simone Tebet, documento no qual o PT aponta não ter conseguido a sua intenção de aparelhar as FFAA.

Os militares percebendo que a guerra cultural havia sido perdida no início dos anos 80 apostaram em blindar o Exército, pois tendo o controle da força impediriam o controle total do comunismo. Ao mesmo tempo, sabiam que o destino de um governo socialista seria a sua própria ruína e perda de apoio popular.

Essa estratégia está descrita na profética frase do general Geisel que, em 1974, iniciou a distensão gradual do Regime Militar e depois por Figueiredo em 1980.

Portanto, ao contrário de Olavo, os militares já sabiam muito antes dele o que aconteceria e preparavam a estratégia que era possível, dentro de um regime democrático que se abria, blindar o Exército de uma doutrinação comunista no alto generalato.

Se as forças políticas de direita não aproveitaram o período para se organizar, isso não é culpa e nem era tarefa dos militares que tão somente exerciam uma função política por conta de um cenário delicado que era a ameaça comunista.

A função primordial dos militares nunca foi fazer política ou organizar partidos políticos. Portanto, mais uma vez, a crítica aos militares feita por Olavo é descabida e não condiz com os fatos históricos.

Ele previu, em 2008, que o domínio comunista seria total e inevitável. Uma década depois os dois presidentes petistas foram defenestrados, sendo um preso.

A maioria dos olavates sequer entende o que Olavo defende, seus seguidores acreditam que estão lutando contra o marxismo e pela salvação do Brasil quando na verdade estão lutando por um projeto pessoal do seu guru que literalmente está “cagando” para o governo e para as instituições e que acredita firmemente que a cultura católica da Idade Média é que pode salvar o Brasil e controlar a economia.

Para lutar contra o marxismo, socialismo, comunismo e demais governos antidemocráticos você não precisa seguir Olavo. O fato de ele ter percebido a ameaça comunista (depois dos militares diga-se de passagem) não significa que a solução trazida por ele para combater o marxismo seja a melhor e definitivamente não é, sobretudo para quem entende o que é democracia e o que representa o Exército nessa luta desde os anos 60.

Ao contrário do que Olavo pensa, a maioria dos eleitores do Bolsonaro votou nele pelos valores de moral e disciplina do Exército e não por causa dele (Olavo). Há anos a instituição militar é a mais (ou das mais) respeitada e confiável entre os brasileiros e, se tem alguém que acha ter mais popularidade que os militares, que pague para ver. Vamos ver se os brasileiros ficarão ao lado de Bolsonaro e dos militares ou se voltar-se-ão contra os militares e Bolsonaro em favor de Olavo de Carvalho.

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A imagem pode conter: 1 pessoa, texto que diz ""VOCÊS QUEREM ENTÃO EU VOU RECONHECER ESSE SINDICATO MAS NÃO ESQUEÇAM QUE ESSE PARTIDO CHEGARÁ AO PODER. LÁ ESTANDO, TUDO FARÁ PARA INSTITUIR O NESSE DIA VOCÊS VÃO QUERER TIRÁ-LO DE LÁ. E PARA TIRÁ-LO DE LÁ SERÁ A CUSTA DE MUITO SANGUE. SANGUE BRASILEIRO" MN NEWS GENERAL FIGUEIREDO"
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MANIFESTAÇÃO VERDE E AMARELA

Caros amigos

A manifestação do próximo dia 15, como todas as que a antecederam, deverá se desencadear de maneira ordeira, como uma forma DEMOCRÁTICA de comunicação do povo com os seus escolhidos para governar e para legislar.

Será uma demonstração de apoio aos projetos de reformas e aos programas do governo eleito para recuperar o País, acabar com a corrupção, implementar o liberalismo econômico, resgatar nossos valores éticos, morais e patrióticos e assegurar o bom futuro do País.

Os eleitores e apoiadores deste governo têm obrigação de ajudar a fazer com que, DEMOCRATICAMENTE, ele chegue com sucesso ao seu final.

O povo irá às ruas para exigir respeito e aperfeiçoamentos institucionais, não para fomentar o confronto ou ruptura, porque sabe que “nenhuma ditadura serve para o Brasil”!

Gen Paulo Chagas

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