“MISSÃO DADA É MISSÃO CUMPRIDA”

Caros amigos

O Rio de Janeiro está em guerra e, enquanto o inimigo não passar a ser tratado como inimigo e for atacado e destruído em todos os seus redutos e suportes, não haverá vitória e, muito menos, paz.

É preciso, portanto, antes de mais nada, subjugar, derrotar e, se necessário, destruir o inimigo, as suas finanças e os seus aliados infiltrados na imprensa e nos poderes do estado, todos covardes, corruptos, enganadores e oportunistas que só fazem criar condições para desmoralizar e demonizar as Forças Policiais e dar liberdade e incentivo à ousadia dos criminosos!

O emprego das FFAA no Rio de Janeiro, agora sob a égide de um mandato de Intervenção Federal na Segurança Pública, só terá êxito se lhes for permitido impor-se aos criminosos sem as atuais “regras de engajamento” que, de antemão, tratam os inimigos como vítimas e não como os criminosos que são.

Cabe ao interventor requerer da autoridade decretante, não só os recursos humanos, financeiros e materiais necessários para o cumprimento da missão, mas a ampliação do poder legal da tropa em face das dificuldades que irá encontrar.

“QUEM DÁ A MISSÃO, DÁ OS MEIOS”

O Gen Braga Netto, oficial brilhante e experimentado na atividade pela qual passa a responder, conhece essas necessidades e delas não negligenciará, porquanto, como qualquer integrante das Forcas Armadas do Brasil, é Soldado comprometido com o sucesso das missões que lhe cabem.

“MISSÃO DADA É MISSÃO CUMPRIDA”

Gen Bda Paulo Chagas

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Minha resposta aos que não acreditam na democracia

Caros amigos

Tomei conhecimento de um texto escrito por um contato do face, no qual ela manifesta-se surpresa com a minha disposição para participar das eleições deste ano, considerando-me um “traidor da causa intervencionista”.

Concluí, lamentando, que ela está incorporada ao efetivo dos que, por razões pessoais, que não cabe a mim julgar, tem dificuldade para ler e interpretar textos ou o que ouve, pois nunca estive incorporado à tropa dos que preferem terceirizar paliativos para a solução dos problemas brasileiros, embora os respeite.

Sou um orgulhoso soldado do Exército de Caxias, tão patriota quanto o mais patriota dos brasileiros, e NUNCA estive ao lado dos que não enxergam outra solução para o Brasil além da última, cujo desencadeamento, paradoxalmente, independe do apoio ou da vontade de terceiros.

Tenho criticado severamente os valentões e as valentonas que, por puro desconhecimento da realidade, criticam e chamam os militares de “omissos” e de “covardes” e que, ao mesmo tempo, pretendem confiar-lhes o futuro da Nação.

Incoerência, inépcia ou simplesmente vontade de aparecer?

Sempre defendi a preservação, a recuperação e o aperfeiçoamento da democracia, obra da Revolução de 64 e do Regime Militar, ameaçada pela desimportância que lhe tem sido atribuída pela maioria de todos nós.

Estou, sim, livre e democraticamente, disposto a participar do processo de renovação que se faz necessária na política brasileira porque acredito na democracia e na capacidade dos brasileiros para, com ela e apesar da fragilidade das instituições envolvidas nesse processo, construir um novo recomeço, tendo como motivação e única ambição a possibilidade de continuar a servir ao meu País.

Encerro esta resposta, lembrando à minha detratora e a seus seguidores que nunca precisei ou lhes pedi qualquer apoio ou aprovação para as minhas decisões e atitudes sobre o que, como cidadão e soldado, julgo ser o que posso, devo e quero fazer pelo Brasil.

Sou soldado e não político, portanto, nesse momento, só devo satisfação à minha consciência e, SE VIER A LOGRAR ÊXITO NA CONQUISTA DE ALGUM CARGO, também àqueles que me tiverem honrado com a confiança na minha capacidade de fazer o que tem que ser feito.

Gen Bda Paulo Chagas

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Servir à Pátria!

Caros amigos

Fui criado em ambiente militar e, ao testemunhar o entusiasmo e a dedicação de soldados como o meu pai, tomei contato com o verbo “servir”. Mais tarde, quando sentei praça na AMAN, em 12 de fevereiro de 1968, passei a compartilhar com eles o privilégio de estar “servindo à Pátria”.

A vida militar e o empenho na missão das FFAA fazem do soldado um cidadão atento ao que se passa além dos muros do quartel e o exercício da cidadania faz com que tenha opiniões e participe da vida política da Nação.

Enquanto estive no serviço ativo, era-me facultado compartilhar e contribuir com posições e opiniões políticas, utilizando o “canal de comando”. Assim, logo que passei à reserva, senti-me como se estivesse exilado, o que, na definição de Miguel Arraes, com o qual nunca tive convergências ideológicas, é “como se o tempo passasse fora de mim, como se as coisas ocorressem sem a minha participação, sem que eu estivesse dentro delas”, como antes.

Com o Brasil tomando o rumo do caos socialista, senti-me compulsado a fazer algo mais, além de manter-me a par da realidade, através de conversas, consultas, leituras e pesquisas. Senti a necessidade de “entrar no tempo”, organizar ideias, opiniões e posições e compartilha-las com outros brasileiros carentes de participação como eu.

Redigir e tornar públicas as minhas opiniões, integrar grupos de discussão nas mídias sociais e fora delas, utilizar os recursos da justiça para contrapor-me à prepotência, aos malfeitos, à mentira e à corrupção, aprender com os mais experientes, ampliar e aperfeiçoar conceitos e participar de manifestações populares passaram a ser outras formas de “servir”.

Diz a minha fé que quando o mundo fecha uma porta, Deus abre uma janela. As diversas janelas que Deus me tem aberto permitiram-me, além de voltar ao meu mundo, conhecer novas experiências e outras pessoas, fazer novas amizades e aprender muito com elas!

O vazio que senti na primeira manhã em que, no quartel, não careciam mais da minha presença manteve-me atento e fiel à promessa que fiz ao despedir-me do serviço ativo: … manterei a forma física e mental, meu cavalo trabalhado, a sela equipada, a espada ao lado e esperarei, ansioso, pelo chamamento da Pátria, para garantir-lhe a soberania, a integridade, a liberdade e os valores democráticos”!

Que Deus continue a abençoar-me com as suas janelas de oportunidade, com saúde, com lucidez, energia e disposição para continuar a “servir” sob a Sua inspiração, de forma a assegurar que as minhas atitudes e decisões contribuam, mesmo que de forma insignificante, para o bem do Brasil.

Gen Bda Paulo Chagas

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O lobo calado…

Caros amigos

Continuo recebendo comentários de pessoas que, “se” fossem militares e/ou comandantes, empregariam a Força Militar para solucionar os problemas do Brasil.

Esse bendito “se” tem o dom de transformar qualquer um em valentão arrasador do condicional impossível. Encarnação perfeita do cão que ladra do outro lado da cerca.

Os do tipo “se vocês não fizerem, faremos nós!” continuam bradando e, ao que tudo indica, esperando pelos outros sem nada fazer!

Esse bendito “se”, na ambição imaginária de um pigmeu, transforma-o, sem riscos ou esforços, em um Golias, mas não consegue dar-lhe a corajosa iniciativa e a destreza de um Davi!

REPITO:

– Se a “intervenção” for a solução, ela será adotada no momento em que os que decidem e a devem executar julgarem oportuno. Nem eu, nem os legionários do condicional estão nesse grupo.

– Os militares acompanham de perto TUDO o que acontece no País e têm os dados que precisam para definir o momento de intervir para corrigir os erros que todos nós – inclusive eles – temos cometido.

– Quem irá definir a forma, o “dia D” e a “hora H” de um movimento militar serão a sua competência, a sua responsabilidade e o acompanhamento cerrado da situação em que vivemos.

– É preciso acreditar nos militares e no que cada um de nós, como cidadãos brasileiros, ainda pode fazer pelo nosso País!

FINALIZO, REPETINDO:

O pessimismo é a mais eloquente manifestação da covardia e da omissão!

Gen Bda Paulo Chagas

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O ódio socialista às elites

Caros amigos

É fácil entender o verdadeiro significado de ELITE, basta voltar os olhos para as Forças Militares.

Uma tropa de elite é a que se destaca no conjunto das forças pelo preparo, pela determinação, pela coragem, pela disciplina, pela fé e pelo compromisso com a missão, pela competência, pela eficiência, pelo respeito à tradição criada pelos que, com seu esforço pessoal e coletivo e até com seu sangue, criaram a mística que faz dela a elite da força.

Ela existe em todos os agrupamentos sociais e funcionais e para fazer parte dela é preciso ter, basicamente, vontade, determinação, competência, honestidade e atenção às oportunidades.

O fato de exigir todas essas condições é que faz da elite algo não alcançável a todos.

Embora muitos queiram fazer parte dela, só os melhores entre os melhores conseguem chegar a integrá-la!

Muitos julgam que ser da elite significa apenas ter dinheiro, pertencer a um grupo destacado de pessoas e usufruir das “benesses” de ser especial, mas esquecem que para manter-se no topo é preciso preservar, praticar e aperfeiçoar os requisitos básicos da conquista mesmo que tenha sido herdada.

Isso parece injusto aos preguiçosos, aos invejosos e aos incompetentes, para os quais a justiça só é encontrada na igualdade absoluta, quando, de fato, a justiça é que deve ser absoluta.

Nas palavras do Gen Luiz Eduardo Rocha Paiva: “Um pobre com virtudes, se tiver um mínimo de oportunidades constroi um patrimônio. Um herdeiro de fortuna, se for incompetente, dilapida o patrimônio recebido”.

Nas causas da eclosão da Revolução Francesa vamos encontrar o desrespeito às condições de elite. Também o encontramos no desastre que a transformou em terror e em todas as trágicas conquistas socialistas dos últimos cem anos.

Lideranças políticas sem esses predicados conseguem, ao logo do tempo, mais cedo ou mais tarde, dilapidar o patrimônio público em nome da igualdade e, junto com ele, através da prática do poder sem respeito absoluto à justiça, até mesmo a liberdade!

Não é à toa que o discurso socialista despeja tanto ódio às verdadeiras elites!

Gen Bda Paulo Chagas

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Lula e Al Capone, dois lados da mesma moeda

O americano foi um gangster que praticou assassinatos, corrupção, contrabando e outros tantos crimes de elevada gravidade. Por falta de “provas”, acabou sendo processado e preso por sonegação fiscal e pegou, apenas, 10 anos de cadeia.

O brasileiro é chefe de organização criminosa, praticou, entre outros, os crimes de desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro em cifras astronômicas. Foi julgado e condenado a 12 anos de cadeia, tendo como prova “apenas” um apartamento de três andares (triplex) no Guarujá.

Ambos se consideraram “vítimas” da justiça.

Al Capone morreu de infarto na cadeia. Lula tem saúde de ferro, é emocionalmente controlado e deverá cumprir integralmente a pena, à moda brasileira!

Gen Bda Paulo Chagas

     

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SINTO VERGONHA!

Caros amigos

Luiz Inácio Lula da Silva reúne em si e em sua obra todos o substantivos e adjetivos que desqualificam um homem ética e moralmente. É um bandido mentiroso e corrupto, um ladrão que enganou a maioria da Nação e que roubou-a como um todo. É um cafajeste sem cultura e sem escrupulos que através de discursos grosseiros e incoerentes só faz ressaltar a sua capacidade camaleônica de sobreviver enquanto encanta e engambela os ignorantes com ilusões que nunca pretendeu ou foi capaz de tornar realidade.

Embora me assalte a patriótica esperança de que esse dia 24 de Janeiro de 2018 vá entrar para a história como um marco definitivo no processo de maturidade cívica do povo brasileiro e que marcará também o início do fim da impunidade no Brasil, sinto vergonha de ver o meu País dividido e ameaçado de ruptura por causa da condenação e da execração de um crápula que, de alguma forma, a todos nós prejudicou!

Vejo com orgulho uma maioria esclarecida que, por força de desastrosas experiências, levanta a cabeça para enxergar o Brasil como um todo e que toma consciência de que a construção do futuro é uma tarefa coletiva estruturada nos valores que lhe deram como primeiro o nome de Terra de Vera Cruz!

Sinto vergonha ao constatar a singular disposição dos brasileiros para transformar criminosos em heróis, como se ser bandido fosse uma característica genética de todos nós!

Sinto vergonha quando não me julgo capaz de refutar a conclusão de que uma expressiva parte da sociedade brasileira idolatra falsos profetas e se ilude com promessas sem fundamento!

Sinto vergonha da fraqueza moral e cultural representada por toda essa discussão.

Sinto vergonha de ver o Brasil dividido por causa de um ser tão desprezível como Luiz Inácio Lula da Silva!!!

Gen Bda Paulo Chagas

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