O “milagre” do PT

Caros amigos

Na missa do último domingo, o Evangelho, na palavra de João, nos relatou o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes.  Jesus, diante da necessidade de alimentar mais de 5 mil homens, consultou Filipe que lhe responde com a afirmação lógica de que nem com 200 moedas de prata isto seria possível.

André, por sua vez, mostrou-lhe que tinham apenas cinco pães e dois peixes, tentando fazê-lo concluir que seria humanamente impossível alimentar toda aquela gente com tão pouca comida.

Filipe e André não se davam conta de que Jesus, e somente Ele, não era limitado pela razão ou pela lógica. Ele podia fazer coisas humanamente impossíveis, como distribuir o que não havia e ainda fazer sobrar.

Jesus era honesto e humilde e não vivia nem se locupletava de seus milagres. Só usava seus dons em benefício do próximo, do necessitado, daquele que merecia o seu santo empenho.

Lula da Silva, Dilma e seus “discípulos”, do alto da soberba que sempre os dominou, imaginaram que se Ele, Jesus, o Filho de Deus, pôde distribuir o que não tinha, eles também poderiam fazê-lo! E, mais ainda, zombando da desambição do Cristo, ficariam de posse da maior e melhor parte do “milagre”.

O ex-ministro Delfim Neto, consciente dos limites da sua humanidade, dizia com sabedoria e humildade: “É preciso fazer crescer o bolo antes de dividi-lo”, ou seja, é preciso produzir e fazer sobrar, antes de distribuir. E, assim agindo, fez o que usou-se chamar  de “o milagre brasileiro” que, de milagre, só tinha o nome, porquanto representava planejamento, disciplina, abnegação, seriedade, honestidade, trabalho, criatividade, superação e abandono do imediatismo e da ilusão.

Delfin, logicamente, não era socialista, comunista e, muito menos “bolivariano”, nem  tampouco ambicioso além dos limites da honestidade como os milagreiros presunçosos do PT, que, além de abatumar o bolo, estragaram o fermento e destruíram o forno!

E lógico que o Brasil irá superar a crise e a situação caótica em que os petistas o meteram. O que não é lógico é creditar aos malfeitores a solução do problema. O lugar das raposas é outro, bem longe da administração do galinheiro.

Por mais que os “capos” desta máfia digam que é “apenas” uma questão de tempo, cabe à sociedade como um todo não perder mais tempo e, por massiva, arrebatada e entusiástica manifestação, exigir que percam ou devolvam os seus mandatos e que saiam da vida pública por incompetência, desonestidade e desrespeito ao povo brasileiro!

16 da Agosto é o dia reservado para mostrarmos o tamanho e a força do nosso repúdio ao “milagre” do PT!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

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Da nossa união depende a intensidade do grito que vai ecoar pelo Brasil!

Caros amigos

“Ai dos pastores que deixam perder-se e dispersar-seo rebanho de minha pastagem” (Jeremias)

Há vários caminhos que levam a Roma, ou a Brasília, para ser bem preciso e claro, e não podemos nos dispersar na caminhada.

O nosso objetivo é o Brasil livre!

Livre da ameaça comunista representada, neste momento, pelo governo da Sra Dilma Rousseff.

O estudo da conjuntura, a personalidade e a priorização de valores é que indicam a cada um a escolha da forma como isto deve ser feito.

Uns entendem que deve ser uma intervenção militar, outros advogam pelo impeachment  – e já o pediram a quem de direito -, outros acham que a cassação do mandato por fraude eleitoral seria mais justo e prático, e assim por diante.

Como disse, há vários meios possíveis, com suas vantagens e desvantagens, e só a evolução das circunstâncias dirá qual delas se configurará como a mais oportuna, apropriada e eficaz.

É cedo para definirmos a manobra final, mas nunca é tarde para reforçarmos os laços que nos unem na conquista do objetivo comum: a saída de Dilma, do PT e do seu projeto de poder e de transformação do Brasil em uma marionete do Foro de São Paulo, sem liberdade e destruído moralmente, para transformar-se em um outro estado cubano como acontece na já destroçada Venezuela.

Isto não vai acontecer no Brasil!

Nós, o povo, unidos pela determinação, vamos usar todos os recursos e argumentos ao nosso alcance e não vamos permitir que isto aconteça.

Precisamos, no entanto, em primeiro lugar, respeitar as nossas diferenças. Se discordamos na forma, concordamos no resultado e na priorização dos objetivos.

Não podemos incorrer na dispersão, que foi o mais grave erro cometido pela esquerda na última tentativa de impingir-nos a ditadura do proletariado.

Entre nós, democratas, liberais, conservadores e direitistas, não pode haver dispersão provocada por vaidades desmedidas e irresponsáveis que desviem nossa atenção da direção geral da manobra!

Vamos todos para a rua no dia 16 de agosto com o direito que nos dá o artigo primeiro da constituição na alma e na garganta para exigir que aqueles que exercem o poder em nosso nome façam o que desejamos que seja feito e que, pelo meio mais conveniente, Dilma, Lula, o PT e todos os demais corruptos, sanguessugas e imorais, que com eles destruíram o nosso país, tomem o destino que a lei e a razão lhes reservam e que o Brasil comece a se libertar do mal.

Da nossa união e da nossa objetividade depende, portanto, a intensidade do grito que vai ecoar pelo Brasil!

Nos encontraremos, todos, nas ruas, unidos, para gritar o mais tonitruante BASTA, jamais escutado na história deste país!

          “O rebanho do Senhor deve ser marcado pela unidade, não deve haver inimizade ou divisão” (Efésios)

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

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O tumor pede trégua!

Caros amigos

Leiam as declarações desses três personagens do Partido dos CorruPTos

“Apesar da última campanha dura, não podemos deixar consolidar na alma brasileira, e na política brasileira uma dicotomia que não se conversa. Essas posições, governo e oposição, a gente troca. O que não pode perder é o norte do país” (Jaques Wagner)

“Vejo com bons olhos a possibilidade de diálogo entre Fernando Henrique e Lula, como vejo com naturalidade que o mesmo aconteça com a presidenta” (Edinho Silva)

“Minha opinião é que tanto o presidente Lula como o presidente Fernando Henrique são políticos importantes, com responsabilidades e capacidade de analisar o que o Brasil está enfrentando. Sempre fui a favor de que a gente converse com quem faz política” (Okamoto)

O comunismo, na sua versão bolivariano petista, está para a democracia assim como o câncer está para o organismo humano.

Há meio século atrás, o tratamento, sempre que possível, era a extirpação do tumor, mesmo levando com ele parte dos tecidos ainda não comprometidos.

Em 1966, quando o mal se manifestou aos brasileiros em sua forma mais violenta, a luta armada, o tratamento foi o conhecido, cirúrgico e proporcional à sua extensão e agressividade, isto é, cortou-se, de maneira ainda que imprecisa, o tecido social já tomado e, de forma precautória, os seus adjacentes.

A recidiva da doença, 40 anos depois, mostra que a imprecisão do corte, a desatenção e a negligência no tratamento pós cirúrgico permitiram a sobrevivência e a reprodução de células consideradas neutralizadas e a volta da doença na versão citada.

Qualquer tipo de tratamento para eliminação do câncer é agressivo ao organismo como um todo. A quimioterapia, por exemplo, ao atacar o mal, leva o portador ao limite das resistências, causando muitos e desconfortáveis efeitos colaterais graves. O combate é, portanto, sofrido, doloroso e desagradável para o paciente e, muito mais, para as células do mal que o colocam em rota de morte.

O que se deduz das declarações das três células malignas, que dão início a este texto, é que as manifestações populares, ou seja, a ação dos anticorpos, e as medidas investigativas, policiais, políticas e judiciais estão produzindo, conforme desejado, a destruição do mal.

O câncer, qual uma raposa para as galinhas, está, hipocritamente, propondo uma convivência pacífica com o organismo, ou melhor, acusa o golpe e pede trégua para sobreviver!

Em que pese a simpatia do Sr Fernando Henrique e do seu partido pela ideia de um tratamento prolongado e suave, a prudência e as experiências anteriores mostram que o momento oportuno para a neutralização do mal é agora e que não existe nenhuma benignidade no bolivarianismo petista que possa recomendar qualquer tipo de convivência que não indique um prognóstico de morte para a democracia.

A despeito de todo o sofrimento que a sufocação e os embargos às propostas de recuperação do mal causado pelo governo ao Brasil possam trazer à sociedade, estes devem ser mantidos até que o PT, o grande responsável por todos eles, seja execrado e eliminado da vida pública nacional.

Desta forma, a demonstração de fragilidade e a bandeira branca não nos devem fazer apiedar do mal, porque, embora o símbolo do câncer no zodíaco seja um caranguejo, na medicina bem que poderia ser o de um traiçoeiro escorpião e, na política, o de uma estrela vermelha!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

 

 

 

 

 

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A manifestação da opinião dos militares

Caros amigos

Os militares brasileiros não são cidadãos de segunda classe, sem direito a ter opinião, como pensa a grande maioria dos intelectuais orgânicos a serviço da construção do pensamento hegemônico.

Não é correto ou justo negar o direito de opinião a toda uma classe de servidores do Estado, comprometida, por dever de ofício, com a defesa da pátria, sua liberdade e sua soberania!

As decisões dos Sargentos, dos Tenentes, dos Capitães, dos Coronéis ou dos Generais não devem ser contestadas pelos subordinados, o que não os exime de terem e de poderem emitir suas opiniões sobre a decisão que, mesmo considerando equivocada, quando correta, cumprirão, por força do que chamam de “disciplina intelectual”!

Entre os soldados, tanto quanto cumprir pronta e corretamente uma ordem dada, é obrigação ter opiniões e pareceres com que contribuir para a tomada de decisão do Chefe, bem como é obrigação alertá-lo para as possíveis consequências que dela poderão surgir.

“Ao longo da carreira, muitos militares em qualquer nível hierárquico, diante de situações extremas no âmbito interno da instituição ou da organização militar onde servem, questionam ordens que firam princípios legais, morais ou éticos, defendem os subordinados de injustiças e opinam com franqueza no sentido de convencer um comandante a não tomar decisões que possam trazer consequências significativamente danosas à organização militar. Quando assim procedem, assumem riscos profissionais” (Gen Bda Luiz Eduardo Rocha Paiva)

As Forças Armadas, no Brasil, não são um poder autônomo, nunca foram nem pretendem ser, assim, o dever de obediência às ordens corretas, também neste nível, não lhes exclui o direito e o dever de opinar, como instituições, nos seus canais de comando.

No exercício de seus cargos ou, individualmente, investidos de seus postos e graduações, os militares não podem fazer ou participar de manifestações políticas, como também não é lícita a sua filiação a partidos políticos.

Por outro lado, fora dos quarteis, despidos da farda e de suas funções, apenas como cidadãos brasileiros, com direito a voto e, portanto, à participação na vida pública, podem dizer, não proclamar*, o que pensam e sentem e integrar-se ordeira e discretamente às manifestações da “vida cidadã”, juntando-se aos seus compatriotas, sem outros vínculos além do patriotismo, dos ideais e dos legítimos anseios de quem tem o Brasil no coração.

A emissão da opinião institucional dos militares é uma prática sadia, democrática e republicana, assim como o exercício ajuizado, sóbrio e sensato da cidadania é um direito que não pode ser negado ao cidadão-soldado.

É o que penso, manifesto com lealdade e sinceridade e julgo estar correto!

Gen Bda Paulo Chagas

* Anunciar; fazer uma declaração publicamente, em voz alta e, geralmente, de maneira solene.

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16 de Agosto, um marco na caminhada para um novo fim!

Caros amigos

A Sra Dilma Rousseff, de tão desnorteada que está, confunde a continência, o amor à pátria e o respeito dos soldados pelos símbolos nacionais com ameaça de “intervenção militar”. No exercício da função de governanta do Brasil, faz lembrar uma amazona segurando inutilmente as rédeas de um cavalo em disparada. Teoricamente está no controle, quando, na realidade, está à comando do cavalo. Cairá por cansaço na primeira curva da estrada ou no primeiro obstáculo do terreno!

O Partido dos Trabalhadores, aquele que, no dizer de Guilherme Fiuza, acha que expropriar recursos do Estado em seu benefício é um mal necessário para manter a esquerda no poder, por esta e por outras, está enquadrado em todas as cláusulas em que um partido deve ter seu registro cassado: recebe dinheiro do exterior (FARC?), subordina-se ao Foro de São Paulo, faz prestação de contas fraudulentas e mantém, “organizado”, um “exército” paramilitar (MST).

O Sr Lula da Silva já consta da relação do Ministério Público Federal e seus advogados, enxergando que a ameaça transformou-se em realidade, já abaixam as calças pedindo clemência para o cliente. É uma questão de pouco tempo para que seja devida e justamente processado e preso.

O presidente da Câmara, Sr Eduardo Cunha, acusado em delação premiada de receber propina oriunda das negociatas do Petrolão, oficializa sua passagem para a oposição e desafia a justiça e seus desafetos a provar o que dizem. Com ele outros virar-se-ão contra o governo e, como ele, outros estão sendo ou ainda serão investigados e acusados, mostrando as entranhas do que toda a Nação já conhecia pelo cheiro.

A confusão é geral e estes quatro protagonistas da era imoral em que permitimo-nos viver não são os únicos personagens do drama e da trama macabra e desonesta que no momento revolta a opinião pública e repugna o dono do poder: o Povo Brasileiro!

É acertando e errando que a Nação amadurece politicamente, portanto, o fim de tudo isto e o começo de uma nova fase só depende de nós, da nossa determinação e do aprendizado que efetivamente soubermos colher dessa desastrosa experiência de rebeldia, indolência, impunidade, irresponsabilidade, ilusões, libertinagem e ambições desmedidas.

Este é um processo permanente, uma luta sem quartel, uma guerra em que temos que vencer todas as batalhas, sabendo que, se o nosso objetivo é a democracia, jamais aniquilaremos o inimigo, pois a democracia assegura não só a sobrevivência do adversário, mas a sua participação no entrechoque das ideias.

O adversário está fragilizado pelo abuso de seu próprio veneno. A manifestação do próximo dia 16 de agosto pode, consequentemente, definir a manobra desta batalha!

Temos que superar o esforço de 15 de março e exigir a saída da cambaleante Dilma Rousseff, a cassação do registro do PT e a aplicação do rigor das leis para a punição e a execração de TODOS os envolvidos nas maracutaias que quebraram a economia do País, desmoralizaram a Nação e afrontaram a moral, a ética e os costumes que sempre foram e serão os alicerces da família e da sociedade brasileiras.

O Povo Brasileiro tem o poder de mudar o que aí está e começar a dar novo rumo à vida nacional. Será uma longa e árdua caminhada e muitos de nós não a concluiremos, mas guardaremos a felicidade de deixar aos nossos filhos e netos o nosso exemplo e o orgulho de termos dado os primeiros e decisivos passos para um novo fim.

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim” – Chico Xavier.

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

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O PT NA VISÃO DE QUEM QUER VÊ-LO FORA DA POLÍTICA NACIONAL (*)

Caros amigos

O PT é uma rica experiência partidária, construída com sangue de traidores como Celso Daniel e as esperanças de milhões de iludidos.

Nasceu para ser diferente e enganou quase toda a nação. Nasceu para mudar o Brasil, mudou-o e quase acabou com ele. No início da sua trajetória, em 1980, adotou, falsamente, um novo modo de fazer política, usando, basicamente, a mentira que sempre existiu na política brasileira. Cresceu lutando para que os excluídos tivessem a voz dos seus ventríloquos e que entrassem no seu curral eleitoral. Promoveu uma revolução social, que, pela primeira vez, colocou a ilusão da inclusão dos mais pobres e o combate à desigualdade no centro da agenda nacional em benefício da sua imagem de partido dos pobres e aprisionou, pela fome, milhões de pessoas!

A contribuição do PT para quebrar o país é concreta, evidente e inegável. Ninguém de boa fé pode deixar de reconhecê-la. Com o PT, a história do Brasil após o regime militar foi incomparavelmente mais desonesta e demagógica. Ao simular um novo modelo de desenvolvimento, baseado na solidariedade social e no combate à pobreza e à exclusão, o partido conseguiu manter-se no poder por mais de 12 anos, levando a população brasileira a pensar que tinha atingido um patamar inédito de dignidade e cidadania.

É por isto que o PT é hoje alvo da mais indignada campanha de desmascaramento já lançada contra um partido político no Brasil!

O ódio dos brasileiros ao PT é fruto do mau-caratismo político do partido, calcado em mentiras sociais que atenderam aos interesses de seus dirigentes e que exploraram demagogicamente preconceitos seculares, provando que o PT sempre foi uma legenda pior do que as outras.

É, de fato, extraordinário que uma nação marcada secularmente pela desigualdade  e  concentração de renda, pela dependência econômica e por sistemas políticos autoritários e excludentes, tenha acreditado que o PT iria mesmo realizar tudo o que propalou antes de chegar ao poder e nos últimos 12 anos, a começar pela mais falsa de todas as transformações, a promessa de acabar com a fome no país.

Esse novo Brasil, quebrado e falido, é o resultado de uma grande aliança, liderada pelo PT, que envolveu partidos, movimentos sociais e amplos setores do empresariado num conluio criminoso intenso e permanente.

Pela primeira vez as políticas públicas passaram a ser elaboradas com a participação dos vagabundos da cidade e do campo, das mulheres mal-amadas, dos negros acomodados, dos indígenas da FUNAI, da intelectualidade orgânica, da juventude arruaceira e alérgica aos livros,  dos defensores dos direitos dos criminosos e da promiscuidade sexual e dos ecologistas do atraso em detrimento dos direitos e da vontade da maioria da sociedade, trazendo um sopro imoral e destrutivo para a vida pública.

O Brasil que, por decreto e efeito de esmolas, saiu do “Mapa da Fome” das Nações Unidas é o mesmo Brasil que se tornou uma das mais destroçadas economias globais; que dobrou a produção agrícola e se tornou um dos maiores exportadores mundiais de alimentos, apesar da caótica logística de transporte e armazenamento e de todo o apoio dado pelo partido ao “exército do stédile” para que isto não acontecesse; que está entre os primeiros na indústria aeronáutica e entre os últimos na indústria do petróleo; que tem uma das mais vulneráveis posições em termos de reservas internacionais e que deixou de ser destino de investimento do mundo desenvolvido.

O novo Brasil do PT é o que dobrou as matrículas nas universidades, adotando as cotas para os desassistidos e mal preparados “frequentadores” de suas escolas públicas; que democratizou o acesso ao crédito e garantiu aumento real e constante dos inadimplentes; que  criou uma bolha de milhões de empregos fictícios, que continuou a assentar e criar centenas de favelas no campo. É o que fingiu corrigir o desequilíbrio entre as regiões e levou obras superfaturadas ao Nordeste e ao Norte do país. É o que foi capaz de fazer tudo isso roubando e promovendo a instabilidade econômica.

O novo Brasil é um país que, graças ao PT, desrespeitou a confiança de seu povo e tornou-se motivo de chacota internacional. Que passou a praticar, submetido aos interesses do Foro de São Paulo, uma política externa subalterna, voltada para assegurar o poder dos ditadores  latino-americanos e caribenhos, a cooperação com os tiranos da África e a duvidosa parceria com os BRICS, com prejuízo das suas tradicionais relações com a Europa e a América do Norte.

A corrupção, tanto privada como pública, é um objetivo fundamental do PT e, por isso, tem sido incentivada e praticada em caráter permanente. Seja no âmbito municipal, estadual ou federal, ela atende a uma das práticas básicas da democracia petista, o enriquecimento ilícito de empresários, do partido e de seus dirigentes.

A corrupção é um veneno moral, que degrada as pessoas e contamina a sociedade, sendo, portanto, indispensável aos interesses do partido. O PT, neste sentido, pode se orgulhar de ter promovido, nesses 12 anos, os mais significativos atos de bandidagem e de práticas criminosas, jamais vistos no Brasil.

O Congresso Nacional aprovou, nesse período, a chamada delação premiada, que a governanta Dilma Rousseff não vetou e que, hoje, é usada contra ela e o partido – bobeada ou excesso de confiança?

Reformar a Política brasileira sempre foi um compromisso programático do PT, enquanto fora do poder. Sempre sustentou que é preciso corrigir antigas e notórias distorções do sistema partidário e eleitoral, para que ele se tornasse mais ético e representativo da sociedade e mais aberto à participação cidadã. No poder, o partido acabou por adaptar-se ao sistema, passando a aperfeiçoar os comportamentos dos partidos tradicionais que tanto criticava e que, na verdade, invejava.

Dar o exemplo é o mais forte dos argumentos, na política e na vida, por isso, graças ao PT, o Brasil se tornou o campeão mundial da corrupção e, até que passe esta “lavagem a jato”, as instâncias do PT não mais aceitarão contribuições de empresas para sua sustentação. Essa foi uma decisão difícil de ser tomada por um partido acostumado à fraude, especialmente quando tem a responsabilidade de defender um projeto como o do Foro de São Paulo. Mas é um passo necessário, que vai diferenciar, temporariamente, o PT das estruturas viciadas que hipocritamente critica.

O partido esforça-se para mudar sua aparência e continuar mudando o Brasil, sem esquecer que corrupto e cleptomaníaco não se escreve sem PT!

Gen Bda Paulo Chagas

(*) Baseado em texto de Rui Falcão, Presidente do PT.

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ESCLARECIMENTO SOBRE AGRESSÃO

Caros Amigos

Na tarde de 30 de junho, a Dra Beatriz Kicis e eu, ao tentarmos entrar no Anexo II do Congresso Nacional, devidamente credenciados para assistir à sessão plenária que votou a PEC 171 – redução da maioridade penal -, sofremos agressões físicas e morais por parte de um orquestrado grupo de jovens representantes da UNE, contratados e apoiados financeiramente pelo PT e pelo PC do B, que tentavam impedir, de forma truculenta, o acesso dos cidadãos favoráveis à aprovação da PEC ao Plenário da Câmara dos Deputados.
O nível da agressão foi crescente, na medida em que buscávamos fazer valer nosso direto, chegando ao seu clímax no instante em que os manifestantes tentaram nos arrancar das mãos as credenciais.
Neste momento, em meio à gritaria, às ameaças e depois de muitos trancos e empurrões, a Polícia Legislativa resolveu atuar em força contra a turba, e empregou o gás de pimenta que, para meu azar, atingiu-me diretamente o rosto e os olhos, mas, ao mesmo tempo, criou espaço para que nos livrássemos dos arruaceiros.
Já dentro do CN, tentando aliviar o efeito vesicante do gás, tentei limpar o rosto com um pano que me foi oferecido, como havia tinta no pano, acabei ficando com a mancha que, nas fotografias e no vídeo que estão circulando no Facebook, faz parecer um hematoma.
Só me dei conta de que estava aparentando estar ferido, quando me deram um pano limpo para passar no rosto.
Assim, amigos, esclareço, para bem da verdade, que, embora tenhamos sido violentamente agredidos, não me restou qualquer sequela física, como fazem parecer as imagens feitas após o lamentável episódio.
Colho o ensejo para agradecer o apoio e a solidariedade de todos os que se têm manifestado e, como eu, repudiado aquela demonstração prática do entendimento que os comunistas têm do que seja opinião, direito, liberdade e democracia!
Obrigado a todos!
Gen Bda Paulo Chagas
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