A vitimização é direito e recurso dos culpados

Caros amigos

José Antônio Dias Toffoli – o advogado petista alçado à condição de Ministro do STF por Lula da Silva, agora réu na Operação Lava Jato – em recente manifestação, afirmou, de forma coerente com seu currículo profissional e, principalmente, com as afeições e compromissos que o levaram à Suprema Corte, que “megaoperações” do judiciário levam ao totalitarismo. Disse isso, ironicamente, como se o totalitarismo não fosse o objetivo maior do partido que o colocou naquela função como etapa e condição para esta conquista!

Referiu-se ao Judiciário, olhando de soslaio para o Juiz Sérgio Moro e para a equipe de Promotores que investigam a roubalheira do PT, como se este estivesse a ultrapassar seus limites e a exercer um poder virtual – o moderador – que, desde a proclamação, por uma centena de anos, foi exercido pelos militares, endossando assim um defeito congênito da frágil, capenga e vulnerável República brasileira.

Dando rédeas à uma visão distorcida da ética profissional, além de acusar os Juízes de estarem exacerbando de suas funções e de equipararem-se aos militares em atitudes tomadas em outros tempos, ainda os ameaçou com a condenação ao ostracismo pelo desgaste decorrente de fazer o que é certo e direito – mas não politicamente correto – como se este tipo de valor pudesse ser mais importante do que a honestidade e a coragem de aplicar a justiça.

Chamou o povo brasileiro – farto de ser enganado e roubado – de doido e imoral e acusa o Judiciário de criminalizar a política – como se esta não estivesse sendo exercida por uma maioria de “picaretas”. Condena as investigações da Lava Jato e a punição de políticos e empresários criminosos porque, no seu modo de ver, a aplicação da lei para essa classe de cidadãos representa a negação do direito e da democracia.

Na mesma linha irônica de pensamento manifestou-se o Presidente do Congresso, Senador Renan Calheiros, ao chamar de “exibicionismo sem culpa formada” a exposição pública, as explicações e as justificativas apresentadas pelos integrantes do Ministério Público (MP) no Paraná sobre às acusações que fizeram ao ex-presidente Lula da Silva e que foram acolhidas pelo Juiz Sérgio Moro.

Para o Senador, dizer a verdade e expor à sociedade – doida e imoral, segundo Toffoli – o resultado de um minucioso trabalho investigativo é exibicionismo, o que – parece que ele não sabe! – será sempre feito sem a definição da culpa, porquanto cabe ao Juiz e não ao MP fazê-lo.

Por várias razões indiciado e em vias de ser processado, o Senador Calheiros parece advogar em causa própria. Talvez lhe interesse um perfil mais baixo na publicidade das demandas acusatórias que recaem sobre ele. Aparenta ter tanto medo da verdade que ameaça usar o seu poder para criminalizar a sua prática!

Fazendo coro com o que me permitem interpretar as falas do Ministro Dias Toffoli, o Senador, ao que tudo indica, enxerga Sérgio Moro e Deltan Dallagnol como dois grosseirões que desconhecem as normas do comportamento politicamente correto e que, por isto, usando via da justiça, querem desmascarar reputações e descortinar crimes que, até pouco tempo, pareciam inalcançáveis.

A vitimização é direito e recurso dos culpados. É o que, como parte desse povo “doido e imoral”, tenho o direito de pensar e de interpretar!

Gen Bda Paulo Chagas

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O ceticismo e a impaciência trabalham a favor do adversário.

Caros amigos

Há duas semanas Dilma Rousseff sofreu o impeachment que quase todos queriam e que alguns poucos duvidavam que ocorresse. Não foi uma vitória completa, arrasadora, porque as forças subterrâneas, na clandestinidade, atuaram para salvar parte do poder de combate do inimigo e lograram um um ainda não consolidado.râneas er de combate do inimigo.ra que esta nalguns duvidavamêxito ainda não consolidado.

O PT foi tirado do poder, mas ainda não da vida pública. Na verdade, nunca será, porque, se queremos uma democracia plena, esta terá que acolher até quem contra ela conspira. Isso nos mostra que a nossa luta, mesmo não sendo uma luta “a muerte”, como a que o Che e os Castro impuseram à pobre Cuba – nunca mais “libre” -, será um entrechoque árduo e permanente de ideias e argumentos. O PT poderá desaparecer mas a proposta socialista permanecerá enquanto houver quem acredite na utopia do homem novo.

Lula foi finalmente denunciado por uma pequena parte de seus crimes, de forma clara, eloquente e competente pelos Procuradores do Ministério Público (MP), o que caracteriza o início do fim de um mito – literalmente – do pau oco!

Alguns, desconhecendo o papel do MP e o rito processual da justiça, dizem – por razões que variam da má fé à ignorância, passando pelo sensacionalismo – que não há, porque não foram apresentadas publicamente, provas dos crimes de que ele é acusado.

Ledo engano, porque cabe ao Juiz Sérgio Moro acolher ou não a denúncia e o comportamento recorrente do magistrado, e da equipe de procuradores que processam as investigações da Polícia Federal na Operação Lava Jato, nos dá sobejos argumentos para alimentar a expectativa de ver o acusado dirigindo-se “a pé” para a cadeia, como publicamente prometeu.

Lula da Silva, por sua vez, reuniu seus poucos correligionários em um auditório de hotel para tentar, em vão, comover a Nação com sua reconhecida verve de conveniente e camaleônica coerência. Chorou, mas não comoveu nem tampouco convenceu, muito pelo contrário.

A figura – disfarçada de acaju – de Gleisi Hoffmann e seu sorriso irônico, acompanhados pelo balbuciar e o olhar “viajante” de Lindberg Farias e da postura de papagaio de pirata de Paulo Rocha, saltitante de um a outro ombro do “líder”, bem demonstram que o PT continua o que sempre foi, um engodo, e, mais recentemente, uma quadrilha a debochar do obscurantismo da sua militância e da gente miserável cuja pobreza usou para locupletar-se de dinheiro público.

Enquanto isso, a CPI da Lei Rouanet foi aprovada e José de Abreu – o cuspidor – e outros “famosos apaniguados” terão que apresentar-se no papel de eles mesmos para prestar contas da “mamata cultural” que enchia seus bolsos.

Concomitantemente, uma reforma política foi também aprovada, pondo em xeque a existência de partidos de aluguel, nanicos e sem propostas, que visam tão somente a participação no absurdo Fundo Partidário e o aluguel de espaço nos horários eleitorais. Segundo alguns especialistas, a medida poderá reduzir de mais de trinta para apenas uma dezena o número de partidos políticos no Brasil.

Ricardo Lewandowiski – o pigmeu – foi substituído na presidência do STF por Cármen Lúcia, uma indicada de Lula da Silva que brindou a alma brasileira com a seguinte declaração pública: “Na história recente da nossa Pátria, houve um momento em que a maioria de nós, brasileiros, acreditou no mote segundo o qual uma esperança tinha vencido o medo. Depois, nos deparamos com a Ação Penaç 470 [Mensalão] e descobrimos que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora parece se constatar que o escárnio venceu o cinismo. O crime não vencerá a Justiça. Aviso aos navegantes dessas águas turvas de corrupção e das iniquidades: criminosos não passarão a navalha da desfaçatez e da confusão entre imunidade, impunidade e corrupção. Não passarão sobre os juízes e as juízas do Brasil. Não passarão sobre novas esperanças do povo brasileiros, porque a decepção não pode estancar a vontade de acertar no espaço público. Não passarão sobre a Constituição do Brasil!”.

Há muitos outros fatos novos a registrar. Vou deter-me nestes poucos para concluir que são indícios de que estamos progredindo lentamente no território do adversário. Se por um lado temos a nosso favor a razão, as evidências e o maior efetivo, devemos aceitar a verdade de que demos ao inimigo muito tempo para preparar e fortalecer as suas posições e que, portanto, temos muitos obstáculos a ultrapassar, armadilhas para desarmar e resistências a vencer.

Deixar-se dominar pelo pessimismo ou pela ansiedade e negar, desprezar ou reduzir a importância desses indícios é trabalhar para o inimigo, cujo foco é e tem que ser a nossa perda de impulsão.

Os verbos continuam a ser perseverar e vigiar e isto só será possível se valorizarmos todas as conquistas e quaisquer mudanças no ambiente operacional. A motivação para o combate é combustível indispensável para a manutenção da nossa ofensiva, não podemos desperdiça-lo com ceticismo e impaciência.

Gen Bda Paulo Chagas

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A tarefa que nos cabe como cidadãos brasileiros

Caros amigos

Estamos a poucos dias de comemorar a conquista do nosso “O1” – Objetivo Número Um -: “FORA DILMA, PT e LULA!”

Isso é muito bom, mas não encerra nem tampouco facilita ou diminui a tarefa que nos cabe como cidadãos.

O Brasil está contaminado pelo mal e os brasileiros, conhecendo o dano produzido pela proposta socialista que os iludiu e roubou por tanto tempo, têm que estar preparados para encarar a realidade e os novos e muito mais complexos desafios que o futuro lhes reserva.

Dentre eles está o de mudar suas próprias atitudes e assumir responsabilidades que, ao serem negligenciadas, permitiram que o mal se instalasse e se propagasse por todos os campos do poder e da administração pública, pondo em risco até o princípio básico da tripartição dos poderes.

O panorama que se configura à frente é, portanto, nebuloso e de difícil definição, haja vista a quantidade de variáveis, ameaças e interesses escusos que a contaminação coloca em nosso caminho.

Os atores não incluídos na troca do elenco aguardam como abutres o desfecho deste capítulo para, no próximo, assumir o papel dos vilões agora dispensados. Seu propósito é manter a trilha geral de uma trama cujas falas, muito bem decoradas, vêm sendo repetidas e aperfeiçoadas desde o lançamento do espetáculo. Nessa peça pouquíssimos são mocinhos ou merecem confiança, o que nos exige atitude ofensiva e uma seleção rigorosa de frentes e de objetivos a conquistar e manter. O tempo para explorar este primeiro êxito será curto e, por falta de atenção e empenho, corremos o risco de contratar o mesmo elenco ou outro do mesmo baixo nível.

Temos, na nossa composição de meios, instrumentos, armas e aliados importantes que já estão sendo atacados pela maioria contaminada do elenco que fica: o “Ficha Limpa”, as “10 Medidas Contra a Corrupção”, a “Operação Lava Jato” e o próprio Juiz Sérgio Moro e sua equipe. No tempo que resta ao governo que se oficializará com o impeachment da governanta Dilma Rousseff, a proteção, o apoio e o prestígio a serem emprestados a esses meios tornam-se fundamentais e devem integrar, com prioridade qualquer lista de objetivos selecionados para esse período.

Michel Temer não é certamente a solução ideal, mas, em meio à balbúrdia da troca, é , por contrato, o substituto possível da atriz principal. De qualquer forma, mais cedo ou mais tarde, terá que prestar contas de suas ações e omissões no capítulo que se encerra, o que, sem duvidas, é mais um complicador a ser considerado nas variáveis do problema que temos pela frente. Não será fácil!

O primeiro teste para avaliar o que aprendemos com o desastre que ajudamos a produzir serão as eleições municipais, cuja campanha inicia hoje (16/08/16). E é justamente pelos municípios que deve começar a mudança que precisamos provocar!

Como já disse, a conquista de “O1” não encerra nem tampouco facilita ou diminui a tarefa que nos cabe como cidadãos brasileiros.

Se cada brasileiro e cada instituição comprometida com o futuro da Pátria cumprir o seu dever, no momento e na circunstância oportuna, de alguma forma, o enredo e os atores do nosso destino serão mudados.

Assim, se queremos de fato que isso aconteça, perseverar e vigiar, com redobrada atenção, passam a ser os verbos da ação!

Gen Bda Paulo Chagas

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Democracia Direta, será que funciona?

Caros amigos

Aparentemente, a chamada Democracia Direta seria uma forma oportuna para contornar a plêiade de picaretas que povoa o Congresso Nacional em número bem maior do que o sugerido por Lula da Silva há algum tempo.

A proposta encontra uma falsa coerência quando confrontada com a realidade da primazia do interesse pessoal dos políticos sobre os da Nação e com a descabida quantidade e o fisiologismo dos “partidos” que dividem cadeiras no legislativo e cargos na administração pública.

À primeira vista, seria lógico que os cidadãos pudessem impor diretamente a sua vontade, deixando de lado as eleições e os eleitos, já que a maioria dos partidos brasileiros servem apenas para negociar os horários eleitorais e seu apoio às propostas de quem paga mais.

No entanto, se olharmos com mais atenção para o pensamento preconizado por Antônio Gramsci e adotado pela esquerda mais radical, liderada pelo Partido dos Trabalhadores, verificaremos que esta situação está perfeitamente alinhada com os objetivos hegemônicos visados pela estratégia do Foro de São Paulo.

A inexistência de uma disputa política organizada, propositiva e honesta favorece a ilusão de uma participação direta da sociedade nas decisões de governo e torna-se a melhor máscara para a ditadura das ideias e dos interesses do partido no poder, ou do “partido único”, ou, ainda, do “único partido organizado e capaz de propô-las”.

A proliferação de legendas nanicas e vazias de propostas, vai, portanto, ao encontro dos interesses totalitários do Foro de São Paulo e da ressuscitação do comunismo no Brasil e na América Latina.

A ideia da participação direta dos cidadãos na discussão das proposições de governo, desconsiderando a representatividade do parlamento, em que pese, teoricamente, respeitar e fortalecer a vontade do povo, nas circunstâncias criadas pela demagogia e pela corrupção do processo político brasileiro, na realidade, tem efeito diametralmente oposto e transforma a ideia em mais uma utopia à disposição dos intelectuais orgânicos, muito bem identificados e instruídos pelos Cadernos do Cárcere de Antônio Gramsci e pelos radicais da esquerda, cujas ganância, desonestidade e  despreparo estão a ser desmascarados.

Nós, brasileiros, temos que entender que o que precisa ser mudado não é a forma como exercemos a democracia, mas os nossos hábitos. As soluções sempre estiveram aos nosso alcance, mas o nosso descaso para com a política fez com que as deixássemos nas mãos de uma maioria de políticos despreparados, desonestos ou mal intencionados.

Devemos urgentemente reduzir o número de partidos e exigir deles projetos realistas de governo, assim como, selecionar, eleger e fiscalizar aqueles cidadãos que, em nosso nome, terão que empenhar o melhor dos seus esforços para implementa-los, ou seja, precisamos assumir o domínio e o controle do processo político existente antes de pensar em qualquer aventura em terreno desconhecido e para o qual não estamos efetivamente preparados.

A resposta à pergunta título deste texto é, sem dúvidas, que, nessas circunstâncias, a Democracia Direta só funcionaria para acabar de vez com a democracia.

Gen Bda Paulo Chagas

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O Liberalismo e a natureza humana

Caros amigos

Não sou filósofo, nem tampouco sociólogo. Sou um simples, mas orgulhoso, soldado que exerce o direito de ter opinião.

Como não me envergonho de pensar, não me considero dono da verdade, não temo críticas construtivas e inteligentes ou outros ensinamentos mas, principalmente, não temo aperfeiçoar o que penso.

Assim, ouso dizer que, embora o homem moderno seja um ser social, não é da sua natureza deixar de priorizar, em primeiro lugar, a sua família e o que é seu. Depois dela, valoriza, em prioridades variadas, os amigos, a comunidade, a sua cidade, a província, mas, finalmente, e acima de todos esses, a terra em que nasceu, vive e onde produz o sustento da sua família. O nacionalismo é, portanto, um comportamento natural do homem e a negação deste sentimento é contrária à sua natureza.

A competição está na sua gênese – a sobrevivência do mais forte, a seleção natural. O homem quer ser o melhor ou, pelo menos, cada vez melhor e, naturalmente, sempre que a oportunidade se apresenta, vale-se dela para levar vantagem pessoal, familiar ou coletiva.

A necessidade de viver em sociedade e as regras de convivência daí decorrentes inibem o seu instinto animal e fazem-no ver a conveniência da prática da virtude sobre a do vício, embora este último seja, naturalmente, mais atraente.

A tentação da corrupção é, por conseguinte, algo natural e um vício a ser reprimido pelo próprio homem em seus relacionamentos sociais, de trabalho, comerciais e políticos. Conhecendo a si próprio, ele cria regras naturais, instintivas, de fiscalização e auto defesa.

No entanto, quando o conjunto organizado dessas regras ultrapassa os limites da simplicidade, dificultando o desenvolvimento natural da competitividade, torna-se caldo de cultura para a prática da corrupção. A concorrência é como uma competição esportiva, que só será atraente se as regras forem simples, de fácil compreensão e de comum acordo entre os competidores. Vence o que, naquele momento, tiver, honestamente, o melhor desempenho. Todos querem ser os melhores.

A partir dessas constatações simples, tenho concluído que a causa primária dos problemas brasileiros está nas tentativas de tutelar o comportamento humano e de impor à sociedade um conjunto cada vez mais complexo de regras contrárias à sua natureza e que privilegiam, em última análise, muito mais as regras do que os resultados, muito mais a burocracia do que a produtividade e que desprezam a vontade e a capacidade de cada um para ter e ser o que quiser e puder, dentro das suas possibilidades. .

Estou convencido que o ideário liberal, algo que nunca foi definitivamente experimentado no Brasil, deve ser a solução a ser buscada para os nossos problemas. Precisamos, por outro lado, de competência para entender seu verdadeiro significado e para estar à altura das responsabilidades que demanda.

“O governo mínimo não é ausência de governo, mas governo com foco, determinado a deixar que o mercado descubra a sua vocação” (Jorge Jacob – Empresário paulista). Essa “determinação” deverá incluir uma vigilância, cujo nível será tanto menor quanto maior for a nossa capacidade para entender as regras do mercado.

A debacle do projeto socialista bolivariano do Foro de São Paulo dá ao liberalismo a melhor oportunidade para apresentar-se como solução, desde que isto seja feito com inteligência e lucidez para que a sociedade entenda que o sucesso depende principalmente da confiança na nossa própria competência para compreender, dominar e praticar a democracia e as leis do mercado.

É preciso apresentar e implementar o liberalismo de forma que seja o mais palatável em meio ao amargor da situação atual e de suas projeções futuras, ou seja, já que qualquer solução será dolorida, por que não experimentar o que nunca foi experimentado e que tem dado certo em outros lugares?

Como dizem os mais inteligentes e desassombrados, é na crise que encontramos as melhores oportunidades. Deus queira que saibamos encontrar e explorar as nossas!

Gen Bda Paulo Chagas

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31 DE JULHO DE 2016 / A Pátria nos exige um protagonismo que poucas vezes tivemos na história.

Caros amigos

Quando olhamos para o Brasil dos nossos dias, vemos uma imagem amarfanhada e desfigurada pela desprezível obra da quadrilha que, por razões diversas, tem ocupado os poderes da República.

Para qualquer lado que nos virarmos, enxergaremos a mesma coisa, porque poucos escapam do rótulo de corruptos, sejam eles ativos, passivos, laranjas, contemplativos ou parasitários.

De forma abissal, o privado associou-se ao público para sugar-lhe todo o proveito, mesmo sabendo tratar-se de projeto espúrio, falho, desonesto e fadado ao fracasso pelo previsível esgotamento da fonte.

As disputas pelo poder e pelas melhores partes do butim, associadas à sensação de impunidade e de superioridade à lei escancararam a verdade e expuseram ao mundo a imundice da política brasileira e o descompromisso de políticos e de grandes empresários com o futuro da Nação e de seus próprios descendentes, fazendo do dia seguinte o horizonte das suas inconfessáveis ambições.

O desrespeito e o desprezo pela inteligência do povo chegou ao limite do ultraje e estimulou a revolta e o desejo de conhecer a verdade, de expor as mazelas, de corrigir procedimentos, crenças e escolhas e de punir os canalhas que têm massacrado o País.

Os que já estão no olho do furacão, e que ainda detém algum poder, inventam subterfúgios para proteger seus padrinhos, criam artifícios de auto defesa ou ameaçam tragar consigo os que ainda fingem estar imunes. O fulgor das evidências fere os olhos e agride o discernimento e a tolerância do povo.

Estamos lidando com escolados bandidos homiziados nos três poderes da República. Seus nomes são conhecidos. Eles estão diariamente nas mídias sociais, nos jornais, nos noticiários do rádio e da televisão, em gigantescos bonecos infláveis, na autoria de decisões da Suprema Corte e nas citações da justiça de primeira instância, muito bem representada por juízes como Sérgio Moro e seus ainda intocáveis parceiros do Ministério Público e da Polícia Federal.

A dificuldade que se apresenta à realização da vontade indignada da sociedade brasileira está na extensão do mal! Quase todos são acumpliciados ou têm, de alguma forma, culpa no cartório e buscam desesperadamente uma “saída honrosa”, coisa que não mais existe em seu meio e que, em sua linguagem, significa, simplesmente, livrar-se de Sérgio Moro e de sua equipe.

Segundo Diogo Mainardi, nosso grau de vigilância tende a diminuir, mas se quisermos recuperar o que foi destruído diante dos nossos olhos desatentos e displicentes, temos que aceitar e assumir a longa e árdua tarefa que nos cabe como poder maior da Nação. Ela nos exige a perseverança, a atenção, a vigilância e o protagonismo que poucas vezes tivemos na história.

Para isso, precisamos estar JUNTOS e CONTROLADOS, mas AMEAÇADORES e VOCIFERANTES, em número que represente a nossa revolta e a nossa vontade de ter de volta o orgulho de ser brasileiro. Só assim poderemos recuperar a imagem do Brasil e olhar nos olhos dos nossos filhos e netos com a altivez e o brio de quem lhes prepara o futuro que merecem!

Nas ruas, nas praças, nos parques e nas avenidas de todas as cidades do Brasil, em 31 DE JULHO, juntos pela Pátria, temos que demonstrar a nossa indignação e a nossa vontade de colocar, de fato, o Brasil acima de tudo, lugar de onde nunca deveria ter saído!

Gen Bda Paulo Chagas

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Uma boa oportunidade para fazer da FUNAI um Serviço de Proteção ao Índio

Caros amigos

Ao que parece e é anunciado, a indicação do Gen Sebastião Peternelli para a direção da FUNAI será rejeitada pelo Sr Ministro da Justiça, Alexandre Moraes.

O fato se deve à “indignação” causada aos índios (?) e às organizações ligadas à  sua “proteção” (?) pela indicação de ummilitar para a função e não deixa dúvidas quanto ao receio dos interessados – “caciques” (?), aproveitadores estrangeiros e traidores nacionais –  de que as maracutaias que envolvem a execução da política indigenista brasileira sejam descobertas, eliminadas e punidas por uma gestão moralizadora que acabe com desvios de finalidade e que liberte os índios – suas maiores vítimas –  dos seus interesses pessoais, desumanos e impatrióticos.

Segundo o “Conselho Indigenista Missionário” (CIMI) – entidade da CNBB ligada ao PT e a seus aliados e que está por trás  de todos os conflitos envolvendo os índios e a produção agrícola, no Brasil e além fronteiras -, a nomeação do Gen Peternelli seria um “retrocesso na relação do Estado brasileiro com os povos indígenas” porque criaria a possibilidade de integrá-los ao conjunto da sociedade nacional, o que, certamente, feriria de morte planos internacionais atentatórios à soberania e ao patrimônio brasileiros, endossados pelo CIMI e pelo Greenpeace, este último, um conhecido defensor dos direitos e da vida dos “animais”, o que explica seu interesse em não permitir a interação dos índios aos demais brasileiros.

Essas entidades de “proteção dos povos indígenas”, fieis a seu compromisso com o ideário comunista, também repudiam o posicionamento do Gen Peternelli  face à ideologia que defendem e que querem ver implantada no Brasil, de forma a assegurar o comprometimento com o atraso e, consequentemente, os interesses estrangeiros sobre nossas riquezas e nossa evolução como nação soberana. Elas se sentem ameaçadas pela afirmação do General de que “o Brasil nunca vai ser comunista”!

Mesmo que o General não venha a assumir a FUNAI, esta reação mais reforça o que todos já sabem, ou seja, que acorrupção é a grande razão da necessidade de evitar, a todo custo, que alguém firmemente honesto e determinado conheça, denuncie e acabe com as engrenagens desse sistema. Há razões e indícios de sobra para que uma investigação do Ministério Público e da Polícia Federal, bem como para que uma auditoria do TCU sejam realizadas naquele órgão.

Pobre país que permite o uso de seus aborígenes como massa de manobra para as conveniências internacionais, permanentemente empenhadas em solapar a sua soberania. Pobres índios brasileiros, condenados a serem eternamente cidadãos de segunda classe, tratados como animais exóticos por defensores da fauna terrestre e representados por falsos líderes que escondem sua infâmia atrás de uma máscara de ignorância e que fingem apego à sua cultura primitiva apenas para mantê-los apartados do restante da sociedade a qual, por todas as razões, já deveriam estar integrados.

Que tipo de pessoa procura o Sr Ministro da Justiça para presidir a FUNAI? Alguém que seja capaz de conciliar os interesses e as necessidades dos silvícolas com os do restante da sociedade brasileira – integrando-os definitivamente a ela, como brasileiros que são -, ou alguém que atenda aos propósitos do CIMI, das ONG que os exploram, do Greenpeace – que nem brasileiro é – ou de outros organismos internacionais dedicados a submeter nossa soberania aos seus interesses?

Cabe aqui lembra-lo de que a FUNAI teve origem no Serviço de Proteção ao Índio, criação do mais importante de todos os indigenistas brasileiros, um militar, o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, de origem indígena, em uma mistura de bororó, terena e guará, cujo lema em relação aos índios era: “Morrer, se preciso for. Matar, nunca!”.

Não seria um bom momento para rever o perfil desejável para quem pretenda e deva proteger e promover os direitos dos povos indígenas?

Gen Bda Paulo Chagas

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