SÉRGIO MORO NO DIA INTERNACIONAL DO COMBATE À CORRUPÇÃO

Caros amigos

Hoje, 09 de Dezembro, Dia Internacional do Combate à Corrupção, compareci à sessão solene da Câmara dos Deputados na qual foi mui justamente homenageado o Ministro Sérgio Moro.

Foi um bálsamo à alma de todos os patriotas presentes ao Plenário Ulisses Guimarães para assisti-lo, impávido e sereno, receber as homenagens dos que discursaram e as ovações dos que os aplaudiram em concordância plena com os louvores e com os agradecimentos que lhe eram dirigidos.

A placidez da sua feição retratava o desapego à soberba, ao aplauso e à aclamação popular para cumprir o seu dever e fazer cumprir a lei.

Sérgio Moro era a visão clara do estadista que se tornou conhecido e admirado por sua coragem física e moral, pela determinação com que estudou suas missões e pela competência com que as tem executado.

Um homem que faz acontecer e que encara a realidade e os riscos sem jactância ou fanfarronices.

Um Ministro de Estado comedido, lógico e racional, avesso ao populismo, à demagogia e à ostentação dos seus próprios feitos e méritos.

Um jurista que se doou à Pátria e que se fez homem público pelo resultado natural do seu trabalho, sem atalhos ou subterfúgios que retratassem qualquer arrependimento ou desajuste profissional.

Um brilhante Juiz de Direito que, ao abrir mão da carreira para desbravar caminhos para os que pretendessem segui-lo, transformou-se no brasileiro mais conhecido e admirado deste planeta.

Pela prática honesta do conhecimento e pela coerência moral das suas atitudes, no dia reservado a lembrar
a ação de combate que ele personifica na sua melhor versão, Sérgio Moro apresenta-se como o modelo a ser seguido por todos os brasileiros honestos e como a antítese da maioria dos servidores eleitos que transitam e que já transitaram por aquela Casa, dita do Povo, em busca de fama e de fortuna pessoal!

Cumprimento a Deputada Carla Zambelli pela feliz e oportuna iniciativa de louvar e enaltecer as virtudes e a obra do Juiz e do Ministro Sérgio Moro, mormente em momento tão sensível da conjuntura nacional, quando, por atitude imprudente e irresponsável de um grupo de juristas da Suprema Corte, vemos circular entre nós corruptos já condenados, bandidos da pior espécie que se têm valido da liberdade provisória para, mesmo que em vão, ameaçar a tranquilidade e a estabilidade da Nação.

Gen Paulo Chagas

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A “base parlamentar” e o “Pacote Anti-Crime”

Caros amigos

O “Pacote Anti-Crime” do Ministro Sérgio Moro foi completamente desfigurado!

Esta é a consequência de termos uma base parlamentar cada dia mais frágil, mais dividida e sem rumo…

O Congresso age como um filtro. As propostas do governo entram de um jeito e saem de outro.

O papel da “base” é fazer com que, durante o processo de “filtragem”, não haja retenção dos itens fundamentais das propostas.

Sem uma base robusta, unida e inteligentemente orientada – não necessariamente majoritária-, quem governa é a oposição!

Lamentavelmente, assim como nenhum sucesso tático pode recuperar um erro estratégico, não há sucesso de gestão que resista ao fracasso político!

Gen Paulo Chagas

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“Se houver guerra, vamos à luta!”

Caros amigos

Como todo o cidadão de bem, sempre fui obediente à lei e à ordem. Como soldado, além disso, sempre fui subordinado à hierarquia e à disciplina, mas, se no futuro próximo houver guerra, o que restará a fazer além de encarar a luta?

Como ainda acredito que os bons sempre vencem, nada temo.

Uma gangue de arruaceiros, bandidos, fanáticos, adesistas e corruptos, conduzindo uma massa de prisioneiros da fome e da ignorância colocou o PT, o Lula e a Dilma lá e permitiu coniventemente que eles quebrassem e desmoralizassem o Brasil.

São esses mesmos traidores da Pátria que agora querem “ir à guerra” para garantir o poder sobre a massa falida em que transformaram o País!

Não passam de hienas desesperadas tentando manter a posse do que resta da carcaça.

O caos transformou o engodo em realidade, fez os menos ignorantes enxergarem o quanto foram ingênuos e coniventes com o mal, os somou aos que nunca acreditaram em mentiras e mudou o fiel da balança.

Como consequência, lógica, legal e democrática, o caos trouxe–nos a possibilidade de alijar do poder, definitivamente, o PT e seus apaniguados, como já foi feito anteriormente pelo próprio PT por nada mais do que uma Fiat Elba!

É natural que os desmascarados não queiram entregar de bom grado os postos e privilégios com os quais se têm locupletado e lambuzado, desde o primeiro mandato da era pós moral, sob a liderança do desesperado Sr Lula da Silva e os muitos ladrões que o acompanham.

Se vivêssemos ainda no tempo em que o crime não compensava, em que a lei, a ordem e a honestidade de propósitos estavam acima de tudo, quando os homens de bem estavam no governo e os bandidos e terroristas na clandestinidade, na cadeia, no exílio ou no cemitério, nenhuma hiena com as qualificações do Sr Lula da Silva teria coragem para fazer qualquer tipo de ameaça à Nação.

Se houver guerra, como querem o agitador mor e seus cúmplices, teremos que encará-la e ir à luta, com a convicção de que estaremos do lado certo e que teremos conosco os homens e as mulheres que foram preparados para lutar pelo que é direito!

Gen Bda Paulo Chagas

(Escrito em fevereiro de 2015)

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CAUSAS NEFASTAS E CONSEQUÊNCIAS INDESEJÁVEIS.

Caros amigos

Temos visto, ao longo dos últimos 40 anos, a repetição de uma sequência de narrativas propositadamente distorcidas que, por serem repisadas muitas vezes, acabam por esconder as suas verdadeiras e lógicas interpretações.

Senão vejamos, durante a presidência do Sr Jango Goulart, houve grande infiltração comunista no governo, a tal ponto que, no início de 1964, Luiz Carlos Prestes, presidente do PCB, anunciava que eles já estavam no governo, só lhes faltando a tomada do poder, prevista, segundo Jacob Gorender, no seu livro Combate nas Trevas, para o dia 1⁰ de maio daquele ano.

Isto, somado a outros eventos e ao clamor popular, deu motivo a uma reação conhecida na história como a “Revolução Democrática de 31 de Março de 1964”.

Ou seja, a investida comunista sobre o poder da República (pela segunda vez naquele século) foi a CAUSA que teve como CONSEQUÊNCIA a Revolução Preventiva.

Seguindo o curso da história, passado o susto inicial, os comunistas desencadearam o seu “plano B”, a chamada “Luta Armada” (3a tentativa), para o que iniciaram a “expropriação” de recursos financeiros, através de assaltos a bancos e carros fortes, e de armamentos, através de ataques a quartéis, passando, logo em seguida, a ações terroristas, sequestros e assassinatos que visavam à desestabilização do regime.

Como CONSEQUÊNCIA do início da Luta Armada, o Sistema Policial, Civil e Militar, passou a atuar, com os seus meios e com os seus procedimentos, táticas e técnicas usuais, visando à neutralização daquela CAUSA de insegurança pública.

O aumento da frequência, da violência e da ousadia das ações terroristas, bem como o surgimento de focos de guerrilha rural ultrapassaram a capacidade operacional das Forças Policiais, fazendo com que a Luta Armada passasse a ser uma AMEAÇA à Segurança Nacional, tendo como CONSEQUÊNCIA a necessidade de reformular e aperfeiçoar o processo e os meios de repressão para vencê-la e pacificar a Nação.

Assim, a exacerbação da violência e da ameaça à ordem pública e à segurança nacional foram as CAUSAS que tiveram como CONSEQUÊNCIAS a decretação do AI-5 e a criação dos Destacamentos de Operações de Informações (DOI) e dos Centros de Operações de Defesa Interna (CODI), integrando todos os meios do Estado para fazer frente à guerra terrorista e de guerrilhas que se tinham instalado no País.

Os acontecimentos que, no presente, rondam as fronteiras do Brasil e que podem transformar-se em ameaças ao nosso futuro imediato são bons motivos para voltarmos da forma correta os nossos olhos para a história de maneira a tirarmos dela os exemplos e os ensinamentos necessários para que, conscientemente, as CAUSAS NEFASTAS e as CONSEQUÊNCIAS INDESEJÁVEIS não se repitam, bem como para que saibamos separar e diferenciar uma coisa da outra.

Gen Paulo Chagas

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“Os cães ladram e a caravana passa”

Caros amigos

Não tenho nada pessoal contra o Presidente Jair Bolsonaro e não me considero traído por ele, como, por razões que desconheço, pensam ou interpretam alguns amigos e conhecidos que me acompanharam e apoiaram durante a campanha eleitoral pelo governo do Distrito Federal.

Entrei naquele jogo porque quis. Tive o apoio de Bolsonaro e de seus filhos Eduardo e Flávio, assim como da equipe de campanha do Presidente em tudo que lhes foi possível.

Ao mesmo tempo, como não poderia ser diferente, fiz campanha para ele aqui no DF e coloquei-me conivente com as suas propostas para tirar o Brasil do rumo que tinha tomado sob a custódia nefasta do PT e de seus aliados conhecidos e escondidos.

Não tenho, portanto, qualquer razão para pensar que haja alguma “dívida eleitoral” entre eu e o Presidente. Ele nada me deve, assim como eu nada lhe devo.

Por outro lado, como eleitor da proposta de governo feita vencedora por quase 58 milhões de brasileiros, mantenho-me atento e ansioso por sua integral implementação, o que me tem levado a, coerentemente, criticar os fatos e as atitudes que, no meu julgamento, a põem em risco.

Faço-o porque tenho, de fato, o Brasil acima de tudo e porque, consequentemente, só presto contas à minha consciência.

Há quem diga que Bolsonaro, em determinado momento da campanha, deixou de apoiar-me. Não é verdade! Aqui no DF, ele nos apoiou até o último dia da campanha.

Estive com ele, no Rio de Janeiro, pouco tempo antes do primeiro turno e fizemos um pequeno vídeo no qual ele reafirmou seu apoio a minha candidatura.

Naquela ocasião, encontrei-o, convalescente da facada, na residência em que ele fazia as “lives” e as gravações. Lá encontrei também, além do sempre fiel Gustavo Bebianno, o Pastor Malafaia, o Sen Magno Malta, o então candidato Julian Lemos e o hoje Senador Flávio Bolsonaro.

Todos os candidatos que ali estavam, inclusive eu, não lhe faziam visita para estimar-lhe melhoras, mas para tirar uma “casquinha” do seu crescente cacife eleitoral.

Fiquei espantado com o aspecto do Presidente, cansado e justificadamente abatido. Fui o último da fila e já era tarde da noite quando chegou a minha vez de gravar, ele estava realmente debilitado e orientou-me para que eu transmitisse a minha mensagem, deixando a ele apenas o encerramento.

Fiquei envergonhado de mim mesmo por o estar explorando naquelas condições. Na saída, cheguei a comentar com Flávio Bolsonaro a minha impressão de que seu pai precisava ser poupado de esforços prolongados como aquele.

Foi a última vez que o encontrei pessoalmente.

Independente disso, sei que fui, em todos os momentos, um aliado leal da sua conquista. Fiz o que julgava ser o meu dever, visando o bem do Brasil.

Em momento algum, antes ou depois da sua vitória, pensei ou tomei atitudes que pudessem ser interpretadas como busca de reconhecimento pelo apoio que dei à proposta que ele representava e por cuja implementação ele é, hoje, o maior responsável.

Continuo a apoiar incodicionalmente o seu governo, sem, no entanto, perder meu senso crítico ou abrir mão do meu direito ou da obrigação de criticar.

Tenho a consciência tranquila de que faço o que deve ser feito e lhes asseguro que não dou nem a menor importância aos impropérios postados nas redes sociais contra mim por pessoas que considero “sem noção” e que tenho chamado de “insensatos bolsolavianos”.

Como diz o ditado árabe: “Os cães ladram e a caravana passa”!

Forte abraço a todos!

Gen Paulo Chagas

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Só no Brasil…

Caros amigos

Onde no mundo já se viu, um quadrilheiro que tem alergia à verdade e à honestidade, um fora-da-lei, um criminoso apenado, solto temporariamente por razões que a própria razão desconhece, opinar sobre “Segurança Cidadã? Resposta: No Brasil!

Só no Brasil um bandido, um corrupto como o Sr José Dirceu, ao invés de estar na cadeia, de onde nunca deveria ter saído, pode ser chamado a opinar sobre este assunto!

Guerrilheiro almofadinha, “Pedro Caroço” era “peixe” de Fidel Castro, não ia para o mato como os outros. Teve sorte porque Fidel não celebrava a Semana Santa, caso contrário, era bem possível que tivesse sido “consumido” em uma Sexta Feira da Paixão!

Vestindo não sei qual das suas caras, todas duras, Dirceu, o consultor de segurança deve basear seus conceitos, como sempre, nas falsas premissas tiradas da ideologia criminosa que o inspira.

Lamentável…

Gen Paulo Chagas

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“O que mais você quer?”

Caros amigos

Fui questionado, em tom de surpresa, quando eu disse que a maior vulnerabilidade do Governo Bolsonaro é o temperamento do Presidente.

Com muita lógica, o amigo que reagiu à minha afirmação comentou que, em que pesem alguns “equívocos políticos e atitudes fora do contexto” que, de fato, aos poucos, contribuem para atrofiar a “base parlamentar do governo”, “no bojo” (sic), as coisas estão melhorando e justificou apontando a qualidade dos atuais ministros e o resultado positivo e promissor do trabalho deles – o que tem merecido todo o meu aplauso – e concluiu, perguntando-me: O que mais você quer?

Antes de responder, coloquei a ele as perguntas que se seguem.

1) Você admite que os “equívocos políticos e as atitudes fora do contexto”, de alguma forma, atrapalham ou, no mínimo, atrasam e reduzem a eficácia e o resultado do trabalho dos ministérios? Resposta dele: Sim!

2) Você admite que a redução da já pequena base parlamentar põe em risco a integridade dos projetos e as propostas do governo que nós elegemos para serem implementadas? Resposta dele: Sim!

3) Você admite que esses “equívocos e atitudes”, que “dificultam mas não impedem” o desempenho dos ministérios, podem ser – e poderiam ter sido – evitados? Resposta dele: Sim!

4) Você admite que se os “equívocos e atitudes” tivessem sido evitados o resultado do trabalho dos ministérios teria sido ainda melhor para o Brasil? Resposta dele: Sim!

5) Você admite que esses “equívocos políticos e atitudes fora do contexto” são, em sua maioria, fruto apenas do temperamento do PR? Resposta dele: Sim!

6) Você acredita que o PR coloca o Brasil acima de tudo, inclusive dele mesmo, como jurou fazer diante da Bandeira Nacional, quando jovem aluno da Escola Preparatória de Cadetes do Exército? Resposta dele: Claro que sim!

7) Você admite que o Brasil ganharia muito se o PR, sem deixar de ser ele mesmo, controlasse e moldasse o seu temperamento para direcionar suas energias, de forma racional, inteligente e lógica, à neutralização da argumentação adversa? Resposta dele: Sim!

8) Será que, pelo bem do Brasil e pela potencialização dos resultados esperados do seu governo, o PR conseguiria controlar um pouco mais o seu temperamento e adaptar as suas atitudes ao contexto atual, sem fazer qualquer concessão aos maus hábitos que têm caracterizado a nossa política? Resposta dele: Acredito que sim!

9) Seria muito difícil e penoso para o PR, em benefício do Brasil, substituir ou submeter os tuiteiros e blogueiros que o cercam a profissionais competentes e consagrados, do tipo Alexandre Garcia e Willian Waack? Resposta dele: Se é para o bem do Brasil, é lógico que não seria difícil!

10) Então, por que é que ele não faz isso? Resposta dele: Não sei…

Eu concordo com todas as respostas do meu amigo e, respondendo objetivamente à sua pergunta inicial, lhe disse e lhes digo: O que mais eu quero é que o PR controle apenas um pouco mais o seu temperamento e que, assim, corrija as poucas coisas que acabamos de comentar.

Foi muito difícil chegar até aonde chegamos! Não podemos nos contentar com menos do que o máximo!

Encerrei nossa conversa, chamando a sua atenção para a seguinte definição, já que todos queremos o bem do Presidente e o sucesso do seu governo: Amigo é quem quer o bem do amigo. É o que não o ilude ou lhe esconde os fatos e suas repercussões. É o que contribui com a sua opinião. Não é amigo aquele que exalta os defeitos do amigo como se fossem virtudes.

Gen Paulo Chagas

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