A importância do posicionamento dos Altos Comandos das FA na crise que se aproxima

Caros amigos
As análises e conjecturas sobre o futuro próximo do Brasil, em face da situação da economia que, segundo o Ministro Guido Mantega, enfrenta uma “mini crise” e da política, desorganizada e desmoralizada, permitem concluir, com larga margem de segurança, que a Nação se desloca em bloco, fora de forma, atabalhoadamente, ao arrepio da lógica, da razão e do interesse nacional, rumo a uma ditadura socialista no melhor estilo bolivariano.
O governo, embora enfraquecido sob o ponto de vista da ética e da moral cristã, enfrenta frágil (ou quase nenhuma) resistência da oposição, composta por oportunistas imorais, por uma outra esquerda que dele só difere, talvez, por não estar integrada ao Foro de São Paulo, por alguns aloprados da ultra esquerda e por uma direita que tem vergonha de ser direita.
Nesta conjuntura, em que o balanço lhe resulta ainda favorável, o governo aproveita para acelerar e efetivar a execução de planos e projetos que consolidam o enquadramento do seu objetivo final. Uma prova disto é a forma impositiva como o suspeitíssimo programa “mais médicos cubanos” está sendo implantado, apesar de toda a rejeição e dos protestos da sociedade.
Sem dúvida, o PAC em vigor e na pauta não é de “aceleração do crescimento” mas de “aceleração do comunismo”, o que nos faz identificar no horizonte os indícios e as evidências de que, assim que possível ou necessário, o Partido dos Trabalhadores romperá suas tênues amarras com a estrutura legal e tentará um golpe institucional, visando a sua perpetuação no poder.
Isto deverá ocorrer até o final do atual mandato presidencial, caso se configure nas pesquisas a impossibilidade de reeleição, ou durante o próximo, no caso da reeleição.
O PT, seus aliados e a esquerda radical, bem como seus braços armados, homiziados no Brasil e além-fronteiras (MST, FARC, sindicatos de trabalhadores e do crime organizado e outros), encarregar-se-ão da criação do ambiente de terror, incerteza e insegurança que se caracterizará pela balbúrdia, por tumultos de toda ordem, pelo vandalismo, pela truculência, pelos saques e assaltos à propriedade privada e pública, tudo no melhor estilo das pré-revoluções comunistas.
Neste ambiente de guerra civil, o PT e seus líderes apresentar-se-ão como a única força política capaz de restabelecer, pela FORÇA, a ordem pública!
A submissão da sociedade e dos demais partidos políticos, desde já desmoralizados, justificará a imposição de uma ditadura bolivariana. Não será surpresa, se no próximo mandato, ocorra, ” na lei ou na marra”, a reforma da constituição, com ou sem o aval do Judiciário, visando a prolongar o mandato e torná-lo único.
A grande vulnerabilidade deste plano está justamente na composição de meios da FORÇA que irá impor a nova ordem e respaldar a implantação do novo sistema, porquanto, com certeza, dela não farão parte as Forças Armadas do Brasil, as quais manter-se-ão fiéis aos pressupostos básicos da concepção jurídica e política do país e, neste caso, exercerão o papel da oposição que, hoje, deveria estar empenhada em preservar a democracia e frustrar no nascedouro qualquer ambição totalitária do Partido dos Trabalhadores e de seus aliados!
Sustentando a certeza de que, na crise que se aproxima, as FA estarão coesas e unidas em torno dos propósitos democráticos que lhes incumbe a Constituição Federal, cabe aqui lembrar o texto estruturado na experiência, na personalidade e no comprometimento do Gen Ex Antônio Araújo de Medeiros, quando, há alguns anos, manifestou-se sob o título: “O que se espera do Alto Comando do Exército?”
[Espera-se] “Que seja um colegiado composto pelos mais experimentados e competentes oficiais do Exército e que, como tal, pense o presente, projete e construa o futuro do Exército no contexto da Nação, realizando estas atividades inspirado nos Princípios Fundamentais estabelecidos pela Sociedade em sua Carta Magna, (…).
Para tal, deve acompanhar, atento e permanentemente, a evolução política, econômica, social, científico-tecnológica e diplomática da Nação, de forma a poder projetar-lhe o futuro e confrontá-lo com os anseios da Sociedade, expressos nos princípios já citados, e posicionar-se, como referência, de forma transparente e sem comprometimento político ou ideológico, sempre que os rumos tomados venham a conflitar com aqueles princípios ou a interferir, de forma negativa, em seu dever constitucional.”
A resposta do General Medeiros à sua própria pergunta serve ao Almirantado e ao Alto Comando da Aeronáutica!
Gen Bda Paulo Chagas

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