As oportunas respostas do Gen Bolivar

Caros amigos

Quem já havia ouvido falar de Luiz Cláudio Cunha? Para quem não o conhece, ou seja, quase todos, ele é o insensato boçal que, em busca de notoriedade, qualifica com seus próprios “predicados” um General do Exército Brasileiro, Carlos Bolivar Goellner. Chama de intrometida uma autoridade militar que, durante o cumprimento de suas ordens, respondeu ao que ele próprio chama de “arguciosa” (astuciosa, esperta, sagaz ou solerte) pergunta de um repórter sobre o significado de sua presença nas honras militares prestadas aos restos mortais do Sr João Goulart, ex-presidente da República que, para fugir das responsabilidades que lhe cabiam no conturbado momento histórico vivido em março de 1964, abandonou o Brasil, deixando vago o cargo supremo da Nação, declarado, em consequência, vago pelo Congresso Nacional! O General, simples e obsequioso, apenas e muito corretamente negou-se a cair na armadilha do “arguto”, fazendo-o ver que “a história é a história”, ou seja, o que está feito está feito, não se modifica! Afirmação que levou o sagaz repórter e o enfadonho escriba, eles sim, a espumarem de raiva e de frustração! Perfeita foi a resposta do preparado General! Não contente, o solerte perguntador, questionou a ausência de honras militares por ocasião do primeiro sepultamento. O General, talvez para não frustrar a expectativa do esperto, preferiu dizer que Jango “nunca deixara de ser presidente”, quando, na verdade, por abandono do posto e de suas responsabilidades ele foi deposto pelo Congresso Nacional e, assim, realmente deixou de ser presidente! O Governo Militar, por força da magnanimidade herdada do Patrono do Exército, o Duque de Caxias, reconhecendo que o lugar de brasileiro é no Brasil, autorizou o enterro em sua cidade natal. As honras militares ora prestadas refletem não mais que a disciplina das Forças Armadas e a sua subordinação às instituições e às decisões legais das autoridades constituídas, sem nenhuma “ilação contra ou a favor”, como plácida, correta, digna e generosamente concluiu o Gen Bolivar. Outro erro grosseiro do redundante e enfadonho escriba foi o de chamar a nossa governanta, a Sra Dilma Rousseff, de ex-guerrilheira, quando, na verdade, ela foi, por decisão própria, uma terrorista, na mais completa acepção do termo, e, por isto mesmo, foi presa, interrogada e condenada em benefício da segurança dos cidadãos brasileiros e da construção da democracia que ela queria (ou quer?) ver transformada em uma sanguinária e castradora “ditadura do proletariado”! Desconhece o obtuso escrevente que a continência e o respeito dos Comandantes Militares não caracteriza sua subordinação à ex-terrorista Estela, Wanda, Luiza ou Patrícia, mas à Presidente da República, cargo neste momento exercido, desgraçadamente, pela Sra Dilma Rousseff, eleita pelo voto da maioria dos brasileiros por razões que não cabe aqui comentar ou contestar. O opaco escrevinhador prova também o seu desconhecimento da história e da natureza hipócrita dos terroristas, ao acreditar na emoção e na elegância do gesto da governanta diante dos despojos do homem contra quem conspiravam seus líderes, infiltrados ou acolhidos no governo de então. Nunca leu, sequer,  Jacob Gorender! Trata-se de um patético desinformado que ainda não sabe que o movimento de 64 frustrou, por antecipação, o golpe da esquerda! Ou será que ele, como intelectual orgânico que é, se faz de desinformado para colaborar com a construção da “nova verdade” arranjada pelas “comissões da calúnia”? Cita, ainda, o atabalhoado rabiscador, as falas do afetado grilo falante, Randolfe Rodrigues, e do gesticuloso tagarela Sr Pedro Simon. Randolfe, referindo-se à mentira que, com o conluio dos demais “picaretas” do congresso atual, acrescentou aos anais do legislativo, deveria ser mais cuidadoso quando afirma que “a História é um trem alegre (não gay, ou da alegria, como talvez ele preferisse) que atropela todo aquele que a negue”! Portanto, ao contrário do que ele pensa ou quer, a verdade sobre a fuga e o abandono de cargo cometidos pelo Sr João Goulart, em 1964, acabará por atropelá-lo em alguma passagem de nível dessa mesma História! Já o Sr Pedro Simon, diz o copista de estúpidas letras, ao comentar a postura do General, citou o regulamento militar e o dever de obediência à comandanta. Ficam-me, no entanto, a dúvida e a curiosidade para saber se ele sabe que os regulamentos castrenses ensinam que o princípio da obediência está condicionado ao honesto exercício impessoal da autoridade. Não é correto submeter-se a indivíduos que exerçam indevidamente ou que ultrapassem os limites da autoridade de que estão investidos. Há, portanto, que se ter cautela e comedimento no exercício da autoridade, Sr Senador, para bem ser obedecido e respeitado! Mais adiante, o nosso obscuro escrevente, Sr Luiz Cláudio, refere-se à fala do Sr Ibsen Pinheiro, ex-presidente da Câmara dos Deputados, defenestrado do congresso pela hipocrisia de seus pares e pelo mesmo veneno com que a outros atacou.  Mesmo parecendo ser um democrata e defensor dos direitos das minorias, o Sr Pinheiro nega aos militares a condição de cidadãos ao questionar seus direitos ao voto, à opinião e a integrarem-se ao povo em nome do qual impunham as suas armas! Saiba, Sr Ibsen, que os militares são cidadãos brasileiros, com todos os direitos e deveres que a democracia lhes concede e que, por via de consequência, podem e devem responder como pensam a quaisquer perguntas de quem quer que seja, aí incluídos os “arguciosos” repórteres de cerimônias fúnebres! Não menos interessante e descabida é, também, a citação da revolta da senhora desconexa, sem sentido ou encantos, Maria do Rosário, ministra que defende os direitos dos criminosos, a qual refere-se às respostas do Gen Bolivar, a quem chama, depreciativamente, de “pessoa”, como sintoma de indisciplina e de quebra da hierarquia. Ela, coerente com seu comportamento, nega à “pessoa” do cidadão de bem, Carlos Bolivar Goellner, o direito humano de ter e de expressar suas opiniões! Tenho muito mais a comentar e a rebater sobre as baboseiras do Sr Luiz Cláudio Cunha, mas quero evitar ser cansativo, prolixo, redundante, enfadonho e de estúpidas letras como ele. Assim, por ora, fico por aqui.

Gen Bda Paulo Chagas, cidadão brasileiro, portador de título e de direito de votar e opinar!

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