Resposta a jornalista

 

Caros amigos,
compartilho o texto que postei no site abaixo, em resposta ao artigo do  jornalista Leandro Fortes sob o título de “Almas penadas da ditadura”.

http://limpinhoecheiroso.com/2013/12/19/leandro-fortes-as-almas-penadas-da-ditadura/

Sr Jornalista Leandro Fortes Diz o ditado que quem diz o que quer, ouve o que não quer! A julgar pela sua idade, pela quantidade de empregos que o Sr já teve e pelo que consta a seu respeito nos arquivos eletrônicos, sou autorizado a concluir que o Sr, além de mentiroso, é um mau jornalista. Aliás, o jornalismo investigativo a que o Sr parece dedicar-se, tem por objetivo esclarecer verdades ocultas e não inventá-las para auferir notoriedade. “Cayman: o dossiê do medo”, livro de sua autoria, já lhe custou, segundo consta, denúncia do Ministério Público Federal pela falsidade das informações. Outras lhe custaram processo, condenação e desmentido público. Aparentemente, o Sr ou é afeito à mentira ou não tem competência para descobrir ou enxergar a verdade. A liberdade democrática, preservada com o sangue de nossos patrícios da ameaça comunista que o Sr chama de risível, lhe dá a oportunidade de dizer o que bem entende, mas não o livra da responsabilidade pelo que diz. O que é ótimo, justo e lógico, o Sr não acha? O anticomunismo das Forças Armadas não é anacrônico nem tampouco risível, Sr Leandro, há, ainda, por incrível que pareça aos menos avisados do que o Sr, a ameaça de sovietização em pleno século 21! O Sr sabe disso, mas não quer que outros saibam porque isto é uma VERDADE! O Sr sabe também que a devolução do mandato do Sr João Goulart não simboliza outra coisa além da hipocrisia da esquerda mentirosa que, à época em que ele abandonou o mandato, preparava um golpe para derrubá-lo e, como é o costume comunista, com certeza, logo em seguida, matá-lo no “paredon” tupiniquim. Teve sorte o Sr Jango, que acabou por morrer de forma natural, vítima de seus próprios vícios. As “almas penadas da ditadura” não são os militares, Sr Leandro, mas os que desprezam, com arrogância, o espírito magnânimo daqueles que trouxeram o país de volta à normalidade e que ao permitirem a volta dos vencidos deram-lhes liberdade para conquistar o poder pela via democrática da argumentação, mesmo que mentirosa, como o Sr muito bem sabe. O aplauso e a vaia, Sr Fortes, são demonstrações de agrado ou desagrado, o silêncio, em certos momentos e circunstâncias, é sinal de respeito ao sentimento alheio. No caso da cerimônia hipócrita em que, por respeito, compareceram os Comandantes Militares, o silêncio não teve outro sentido, já que o ato em si é forjado como o seu “Cayman: o dossiê do medo”, pois revoga, em base falsa, uma decisão legítima e constitucional do próprio Congresso, hoje desmoralizado pelas falcatruas da massa de afetados e “picaretas” que o dominam. Por outro lado, pergunto-lhe, seria sincera e autêntica a emoção que, durante a cerimônia, o Sr identificou na expressão da Sra Dilma Rousseff? Será que alguém que tem orgulho de seu currículo de ativista, idealizadora e partícipe de atos terroristas e que nunca lamentou, pranteou ou deu importância ao sofrimento de suas próprias vítimas, inocentes ou não, de ontem ou de hoje, permite-se emocionar em uma simples solenidade “simbólica”? Assim como o Sr, eu não tenho dúvidas quanto à falsidade da comoção da nossa Governanta! Antes de concluir, Sr Leandro, devo lembrá-lo que a caserna brasileira é alinhada exclusivamente com o Brasil. Os inconformados com a frustração do golpe que dariam em maio de 1964, hoje no poder, é que continuam alinhados e aliados ideologicamente ao regime assassino implantado por seu grande líder, Fidel Castro, no “paraíso” cubano e que não perdem a esperança de vê-lo implantado aqui, em Pindorama! As escolas militares, para desespero dos mentirosos, Sr Leandro Fortes, têm a verdade como dogma e a ensinam e cultuam, mantendo, geração após geração, a caserna livre do vício que já o levou ao constrangimento da denúncia pública e do processo judicial. (Wikipédia) Finalmente, Sr Leandro, saiba que os jovens alunos e cadetes das escolas preparatórias e academias militares do País são muito bem formados e orientados profissional e culturalmente para saber o que é certo e bom para o Brasil, não são, portanto, orientados pela “direita tacanha e obsoleta”, nem tampouco precisam de qualquer tipo de orientação ou formação à esquerda, pois, se assim fosse, os militares brasileiros não gozariam do respeito e da confiança que lhes deposita a sociedade e seriam, com certeza, descompromissados com a verdade, com a sinceridade e com o respeito e, em vez de manterem o silêncio em solenidades simbólicas, mesmo que hipócritas, certamente as vaiariam! Respeitosamente,

Paulo Chagas, cidadão brasileiro, militar em reserva, portador de título e direito de votar e de ter opinião!

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