Em havendo guerra…

Caros amigos

Parece absurdo, mas ainda existem pessoas no Brasil, ligadas ou não ao Partido dos Trabalhadores, que querem para nós o triste destino do povo cubano, onde o regime de força da “famiglia Castro” distribui a miséria, a fome e a doença e confisca todas as liberdades, inclusive a de pensar e discordar.

O tempo se tem encarregado de transformar o engodo em realidade e de fazer com que os menos ignorantes enxerguem o quanto têm sido ingênuos ou coniventes com o mal chamado PT.

A consequência, lógica e democrática, será a sua derrota nas eleições de outubro e a alternância de partidos e propostas no poder da república.

Como diz o sábio ditado popular, “não há mal que nunca acabe, nem há bem que sempre dure” e, parece, está chegando o dia em que a democracia indicará o fim desse tempo e a saída deles do poder.

Resta saber se, quando efetivar-se a derrota, os vencidos entregarão, conforme manda a lei, os postos e privilégios com os quais se têm locupletado e lambuzado, desde o primeiro mandato da era pós moral, sob a liderança do Sr Lula da Silva e seus muitos ladrões.

Os indícios do desconforto dos que não reconhecem a via democrática já são audíveis. Seus temores revelam-se nas manifestações, nas declarações e nas palavras de ordem da militância que, sem subterfúgios, não nega seu desejo de que a “América Latina seja toda comunista”!

Lula da Silva, ao pressentir a derrota, ameaça: “Eles não sabem do que somos capazes!”.

João Pedro “Stalinde” promete que, em caso de a vitória da oposição, haverá guerra!

O MST, o MTST, os Black “Bosts” – protegidos do PSOL e do PC do B -, os sindicatos comprometidos, o crime organizado, a UNE, os apaniguados e incompetentes aboletados em cargos públicos e “de confiança”, os corruptos de todos os matizes e a legião de desocupados, intimidados pela fome, são os meios que podem ser mobilizados para o cumprimento das ameaças e das promessas de negar o direito e a verdade das urnas!

No entanto, caso isto ocorra, ou seja, se ousarem fazer a guerra, não restará à Nação outra alternativa que o emprego das Instituições que, sendo portadoras de suas armas, detém o dever, o poder e a competência para lutar na guerra, fazer valer e cumprir a lei e assegurar a ordem interna.

Peçamos a Deus para que estas promessas e ameaças não ultrapassem os limites da bravata e que as Forças Armadas não precisem ser empregadas para defender a vontade nacional, expressa nas urnas!

Que a Sabedoria de Deus nos inspire, agora e sempre!

Gen Bda Paulo Chagas

Nenhuma ditadura serve para o Brasil! – Grupo Ternuma

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12 respostas para Em havendo guerra…

  1. Robinson Carneiro disse:

    De qual “disputa” estamos falando, se é que podemos considerar disputa, diante da dúvida que toma conta dos eleitores sobre a possibilidade de fraudes nas urnas eletrônicas, já demonstrada inclusive por professores da UFRJ…. Com tanto dinheiro desviado, eles, sem sombra de dúvidas, encomendam as urnas na medida, para formatar o legislativo de acordo com a conveniência.

  2. Rodrigo de Souza disse:

    Prezado general,

    Como eu escrevi anteriormente, é animador saber que DEUS preservou grandes pessoas como o senhor para nos apoiar.

    Do comunismo, acredito que seremos salvos. Também estou notando que muitos brasileiros não suportam mais os discursos demagógicos dos comunistas do PT. Para pessoas como eu (incluindo meus pais e irmãs), que nunca votaram no PT, é um alento, pois antes tarde do que nunca.

    Contudo, algo preocupa: algumas pessoas estão dizendo que podemos perder a Amazônia em breve.

    Que DEUS, por misericórdia, guie nosso país.

    Forte abraço.

    Rodrigo de Souza

    • Sobre este tema, o Gen Rocha Paiva esclareceu como a seguir:

      “Tem circulado pela Internet que o Brasil poderá perder a soberania e ter seu território seccionado por 216 Terras Indígenas.
      Há os que dizem que está tramitando no Congresso Nacional a permanência do Brasil na Convenção Nº 169 da OIT (sobre Povos Indígenas e Tribais). O Brasil ratificou esta Convenção em 2002 e ela entrou em vigor para o País em 25/07/2003.
      Há os que dizem que é a Declaração do Direitos dos Povos Indígenas (DDPI), que é de 2007, mas esta não foi ratificada pelo Brasil, embora ele tenha votado a favor.
      Portanto, nenhum dos artigos da DDPI tem validade no País.
      Conforme fui informado, por quem trabalha no Congresso Nacional, o que está tramitando é um Projeto (ou algo assim) do Deputado Quartiero (RR) para o Brasil denunciar a Convenção Nº 169, aproveitando um artigo daquela Convenção que permite essa medida pelos países signatários de dez em dez anos.
      Portanto, não haveria nada em termos de ratificar a DDPI tramitando no Congresso. Se assim fosse, seria um tremendo perigo. Aliás, o nefasto PNDH3, desse PT pseudonacionalista, preconiza tornar constitucionais os instrumentos internacionais de DH, o que poderá levar à tentativa de ratificar esta Declaração.
      Aqueles que quiserem ler os anexos verão que a DDPI seria fatal para a soberania. Mas o mesmo não acontece com a Convenção Nº 169, embora o melhor fosse denuncia-la, uma vez que serve de instrumento de pressão. Para deixar bem clara a minha opinião, que sempre foi contra o Brasil adotar normas internacionais desse tipo.
      No entanto, como é um ano de eleições, os entreguistas internacionalistas dominem a mídia e tenham vários formadores de opinião de seu lado, não creio que vá passar a proposta do Deputado Quartiero.”

  3. Aloísio Fernando disse:

    É o que esperamos duplamente,ou seja:que as ameças não passem de bravatas desesperadas e que se ultrapassarem esse limite as instituições de defesa da Democracia não olvidem o seus deveres de proteger a cara conquista na Nação Brasileira.

  4. Rafael Carneiro Lima disse:

    Lendo os textos do general fico mais tranquilo em relação ao futuro deste país. Uma das mais respeitadas instituições do país (se não a mais) ainda não foi infectada pela ideologia comunista do PT. Que já se infiltrou desde as mais renomadas e importantes instituições até menores e menos importantes. Concordo com as opiniões do gen. Paulo Chagas que se deve esgotar os esforços democráticos para derrubar esta corja que está no comando da nação e foram eleitos democraticamente. Resta saber se eles estarão dispostos a aceitar a derrota e abrir mão de suas ideologias burras que visão permanência no poder e uma unificação de regimes ditatoriais na América do sul. Eles estão bem avançados neste plano, que ainda pode ser revertido, com intervenções sem sentido na economia, certa censura na imprensa, um péssimo nível de nossa educação desde a pré-escola até as universidades e fazendo o povo perder o interesse e desacreditar na politica, os fatos e o conhecimento estão abertos na internet, quem procurar irá achar, só basta consciência e o minimo de censo critico para ver que as coisas estão caminhando para o lado contrário dos interesses e aspirações das pessoas de bem, que são a maioria no nosso país. Estamos mais perto do caos do que da ordem, se precisar de uma intervenção, que assim seja feito, mas espero que não se cometa os mesmos erros que foram cometidos em 1964, que permitiram a volta dessa gente (PT e outros partidos que se dizem de direita) como heróis que brigavam pela democracia e hoje põe suas garras de fora.

  5. Cláudio Fagundes disse:

    Prezado General,
    lendo a pergunta do Rodrigo (dia 21/07) e a resposta que deu a ele, me sinto ainda mais indignado com nossa situação. Não entendo a motivação de políticos que vivem a milhares de km da Amazônia e entregam áreas de milhões e milhões de km2 para grupos indígenas ínfimos, colocando em risco nossas fronteiras e dando a ocasião a grupos mal intencionados e aos abutres que a cobiçam. Qualquer cidadão brasileiro medianamente informado perceberia, se procurasse se informar, que não se trata puramente de justiça aos povos indígenas.
    A maioria desses povos nem mesmo possuem mais a ingenuidade que transparecia nas suas culturas quase neolíticas. São, quase sempre, grupos que vivem a explorar algum benefício e a manter seu modo de vida, com todos os direitos que a cidadania brasileira lhes garante e mais alguns, mas, praticamente isentos de responsabilidade com essa “outra” Nação que lhes serve.
    Quando a soberania territorial se encontra ameaçada pelo PNDH3, convenções internacionais e outros, não existem dispositivos legais ou cláusulas pétreas na constituição federal que permitam algum tipo de intervenção no executivo e ou legislativo, para conter essas ameaças? O Congresso Nacional pode isoladamente rifar nosso território com suas reformas pra lá de exóticas, sem limite algum?
    Posso ter extrapolado o âmbito de seus comentários e, com razão, poderia me mandar perguntar essas coisas aos juristas. Mas deixo a pergunta como registro da minha indignação e frustração.

    Grande abraço,
    Cláudio

    • Caro Cláudio, são lógicas as suas preocupações. A segurança maior do regime democrático representativo é a independência dos poderes e o PT demonstra que sabe disso. Não é à toa que empenha-se para manter “comprado” o Legislativo e, valendo-se do golpe da reeleição, busca o aparelhamento do Judiciário. Quando os três podres estão “dominados”, como ocorre na Venezuela, temos o socialismo chavista do século XXI, ou bolivarianismo! A permanência do PT no Executivo por três mandatos consecutivos permitiu tudo isto. Um quarto mandato será o caos completo, a bomba estourará no colo deles e abrirá os olhos da sociedade em meio ao sofrimento generalizado. Acredito, no entanto, que o PT será defenestrado ainda este ano para que a quebra da hegemonia faça com que, pelo menos no Judiciário, seja preservada a independência de poderes e que as barbaridades que o preocupam sejam definitivamente afastadas do rol de ameaças que pairam sobre nós desde o dia em que a Nação se deixou levar pelo engodo chamado Lula da Silva!
      Obrigado por seus comentários.
      Abraço
      PChagas

  6. Cláudio Fagundes disse:

    Prezado General,

    Me permita um pouco de nostalgia. Na década de 70 fiz meu primário e ginásio. Em escolas pública e particular. Eram simplórias, mas tenho saudades e admiro a formação cidadã que elas proporcionavam.

    Era pleno regime militar e é verdade que as coisas não iam tão bem com a política, exageros aconteceram e o milagre econômico estava acabando. Mas é verdade também que o FIM da “sanha reformadora comunista” e o clima ordeiro da época permitiu que minha família e as escolas que frequentei me ensinassem a perseverança, a dignidade do trabalho, o respeito às pessoas e a desejar um Brasil justo, ordeiro e próspero.

    Hoje, em meio ao culto à desordem e a irresponsabilidade institucionalizada, me sinto confrontado pela falta de educação, a inversão de valores e a arrogância impune dos bandidos em todas as suas versões. É uma luta a cada dia para não perder a esperança nesse país. Só não a perdi porque confio em Deus.

    Grande abraço,
    Cláudio

  7. Humberto Carlos Ingegneri Polyak disse:

    Prezado General.

    Eu cresci na “Ditadura Militar” então posso dizer com propriedade. Esses foram os melhores anos do Brasil e seu povo. Na “Ditadura” meu pai nunca ficou desempregado e sustentou sozinho minha mãe, eu e minhas duas irmãs. Estudamos SEMPRE em escolas públicas com ensino de QUALIDADE, os que iam para escolas particulares, eram os repetentes que não conseguiam acompanhar o ensino (após a segunda repetência o aluno era expulso da escola) . Tínhamos aulas de OSPB (Organização Social Político Brasileira) e Educação Moral e Cívica. Respeitávamos nossos mestres, nossos pais e nossa pátria. Sempre fomos atendidos (e muito bem) pelo serviço público de saúde. Brincávamos na rua até de madrugada e as portas das casas ficavam abertas. Nunca fui pressionado ou perseguido. Os únicos que se incomodavam eram justamente a corja vermelha, que matava, roubava e sequestrava e que hoje está no poder, arruinando o Brasil e seu povo. Para quem não sabe, os generais eram escolhidos por voto na câmara e seus vice-presidentes eram todos Civis. O comunismo / socialismo é um mal que deve ser extirpado do planeta, um câncer que corrói e destrói a sociedade.
    O que me chama a atenção hoje, é o fato das FFAA ter suspendido o registro de armas e CRC para colecionadores pelos próximos 6 meses. Não sei se isso é uma precaução para o que pode estar por vir no pleito eleitoral ou se existe alguma outra razão para tal.

    Um forte abraço.

    Humberto Polyak.

    • Caro Humberto, muito obrigado pelo comentário.
      Com relação ao registro de armas, informei-me na DFPC e soube que a suspensão temporária deve-se à excessiva demanda por novos registros nos últimos meses, sobrecarregando o sistema além de sua capacidade. Um esforço está sendo feito para que, no mais breve prazo, a situação volte à normalidade.
      Deduzo que esta sobrecarga repentina é motivada pela postura da Polícia Federal que, subordinada às diretrizes do governo, sistematicamente nega o porte de armas aos cidadãos de bem que querem incrementar sua segurança pessoal, conforme notícia que recebi de amigos que conhecem o problema.
      Abraço
      PChagas

  8. Hadalton Martinelli disse:

    Prezado Gen. Paulo Chagas.
    Gostaria que comentasse sobre a PEC 51. Seria a “Guarda Pretoriana” do PT ?

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