A acertada “Ação de Comando” do Gen Enzo

Caros amigos

Como determina o princípio da unidade de comando, a boa prática da liderança e o respeito à precisão dos relatos, das declarações e dos documentos de origem militar, o comandante do Exército, General Enzo Martins Peri, muito acertadamente, tomou a si qualquer resposta às demandas das “comissões da versão”, espalhadas pelo Brasil.

Qualquer solicitação sobre qualquer assunto deve ser respondida pelo Comandante, impondo, assim, às respostas a precisão, o respaldo e o crivo de ser a palavra do Exército!

O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ), por desconhecimento desta prática militar, pretende pedir à Procuradoria Geral da República que ingresse com representação contra o Comandante. Lamentável atropelo que põe em dúvida a isenção jurisdicional daquela importante instituição do Estado, essencial à defesa do regime democrático e dos interesses dos cidadãos.

O Hospital Central do Exército (HCE), ao negar ao MPF-RJ o prontuário médico do engenheiro Raul Amaro Nin Ferreira, que morreu enquanto estava baixado e sendo atendido por aquela Organização Militar de Saúde, em agosto de 1971, cumpre com um compromisso fundamental da instituição militar que, ao contrário de outras, não deixa dúvidas quanto à sua estrutura, necessariamente, hierarquizada e responsável.

O Ministério Público, em lamentável atitude quixotesca, certamente por ignorar as regras de procedimento do estamento militar organizado, está tomando medidas desnecessárias visando a remover obstáculos imaginários às investigações.

A busca obstinada por este tipo de informações e o frisson artificial que a acompanha tem dois objetivos principais, quais sejam, a vã tentativa de validar o invalidável, inócuo, inútil e caríssimo relatório da “comissão nacional da versão” e a desconstrução da imagem positiva das Forças Armadas, último e definitivo recurso da Nação em seus momentos de apreensão, inquietude e angústia como os que antecedem as eleições de outubro e que não deixam dúvidas quanto às ameaças do seu depois, seja qual for a decisão das urnas.

Fossem as comissões e suas investigações voltadas para a CONCILIAÇÃO nacional e não para a VERSÃO facciosa dos fatos, haveria a confiança necessária e suficiente para que se construísse um verdadeiro anteparo histórico à repetição dos equívocos que, meio século depois, com os mesmos personagens, voltam a ameaçar a harmonia institucional.

Sempre há tempo para aprender e reconsiderar…

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil – Grupo Ternuma =

 

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3 respostas para A acertada “Ação de Comando” do Gen Enzo

  1. Ronaldo disse:

    25 de agosto, dia do soldado! Parabéns a todos os militares! Estamos com vocês!
    Um forte abraço a todo o exército brasileiro!

  2. Aloísio Fernando disse:

    Prezado General Paulo Chagas,destaco do seu artigo uma frase,que diante da importância do assunto,poderia passar despercebida.Destaco “…que não deixam dúvidas quanto às ameaças do seu depois, seja qual for a decisão das urnas.” Deixa o Senhor de modo claro,como também entendo,que qualquer que seja o resultado das urnas permaneceremos (o País) como um “veículo desgovernado,na banguela”,pelo simples e desafortunado fato de que nenhum dos candidatos tem estofo,tutano,capacidade enfim de alterar significativamente os rumos do nosso Brasil.Uma tem,de sobejo,demonstrado a sua total incapacidade para o que se propôs realizar.A ex-guerrilheira não serviria para liderar um time de futebol de bairro.A que se propõe e que vê a preservação da região amazônica como principal propósito de seu governo,tampouco está preparada,pois flexível como um “tronco de peroba” não é capaz de perceber as diversas e enormes necessidades de todos os “brasis”,além de ouvir ,ao que parece,em demasia os seus pastores.O candidato mineiro,lobo travestido de cordeiro,é fruto da mesma massa que fermenta nos corredores do Legislativo.Politiqueiro,só mais um politiqueiro falando e prometendo mutirões para melhorar o País.Votar só se escolhermos pelo critério do menos pior,aliás o que faço desde que adquiri o sagrado dever de escolher os nossos representantes para o governo do nosso Brasil.Tenho os pés no chão General! Não desejo um candidato(a) perfeito,honesto qual um santo e preparado conforme um coquetel de todos os melhores nomes da história da humanidade.Gostaria de ter sim um(a) candidato(a) que estivesse comprometido com o Povo Brasileiro.Que promovesse rápidas e estruturais mudanças e que estivesse honesta e verdadeiramente comprometido em combater a corrupção.Trabalho para um estadista! Não temos,ao que parece,nenhum nome que se enquadre para atender a esses requisitos.Talvez exista nas fileiras da Forças Armadas,mas são tão zelosos com as Constituição,que tem preferido ver o “veículo desgovernado na banguela” do que tomar-lhe a direção e colocá-lo no caminho seguro,conferindo-lhe a competente dirigibilidade,para que chegue ao futuro com seus passageiros em boa e confortável segurança.Com relação a este último pensamento General,tento compreender o compromisso das Forças Armadas na defesa da Constituição,mas penso que em situações excepcionais,como vivemos neste momento histórico de total arrepio a lei e um indescritível corrupção nos Poderes da República,Elas,as Forças Armadas deveriam reconduzir o Brasil ao caminho dos valores cultuados por essas mesmas Forças,que em verdade também são os valores do Povo Brasileiro.

    • Benjamin disse:

      Caro Aloízio,
      Concordo plenamente com tudo que dizeis, todavia há um ponto crucial no que tange ao momento da decisão de empregar a força.
      É natural no ser humano, nas situações difíceis, pedir ajuda (força física, dinheiro emprestado, auxilio de um parente médico ou advogado, etc. e tal episódio terminar mal com prejuízo de amizades.
      As FFAA sabem que tem muita gente pedindo intervenção mas ainda tem muitos “intelectuais” que vejo na TV, nas universidades, sem falar da massa sem esclarecimento, MST, PCC, sindicatos, estatais, etc. que no dia seguinte ao da ação armada, principalmente quando morrer o primeiro, que pode até ser um fora da lei, “viram a casaca”, tirando o apoio dantes comprometido.
      Tenho certeza de que as FFAA sabem que a coisa não se resolverá sem sangue, infelizmente, mas ela fará isso no último momento, ou seja, quando a maioria de todas as classes sociais forem para a rua e pararem o país pedindo o o que querem claramente!!!
      Por ora, só rezar, para os que sabem fazer isso, enquanto segue o “oba oba” de fim de festa com nosso dinheiro!

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