O significado da mensagem do Gen Ex Antônio Hamilton Martins Mourão

Caros amigos

A agitação e a apreensão geradas pelas palavras do General Mourão, Comandante Militar do Sul, em cerimônia comemorativa do Dia do Soldado, são consequências da conjuntura política imposta à Nação pela esquerda de todos os matizes que se esforça para permanecer no poder pela decretação de um pensamento hegemônico controlado pela teoria e pela prática do “politicamente correto”.

Nestas circunstâncias, o País está dividido. De um lado encontramos os “fiscais do pensamento”, espalhados por todos os órgãos interessados e encarregados da formação e da orientação uniforme da opinião pública. Atentos a quaisquer indícios de manifestações contrárias ao rumo imposto pela doutrina, eles agem como os “peões estradeiros” que controlam a manada pelo êxtase do som dos berrantes e pela intimidação dos estalos de relhadores.

Do outro, negando-se a fazer parte da “massa bovina”, encontramos os que reagem a essas limitações e que não aceitam ou se intimidam com a coação imposta pela palavra oficial e pelos interesses ideológicos dominantes. A angústia gerada pela aparente impotência diante dos algozes da verdade e da liberdade os faz potencializar qualquer prenúncio ou laivo de reação aos “grilhões que nos forja” o “astuto ardil” do lado totalitário.

O Exército Brasileiro e seus Generais, para desespero da “peonada” e de seus “patrões”, não se deixam envolver pelo êxtase dos berrantes e muito menos pela intimidação dos tiros de relho. Mesmo à distância da marcha, mantém-se vigilantes e fieis a seu compromisso histórico para com a Nação, atentos a tudo que possa representar para ela um caminho sem volta, ao arrepio dos pressupostos básicos expressos na Constituição Federal.

Assim tem sido ao longo da História e nada seria mais justo, oportuno, lógico e democrático do que, no dia dedicado ao maior de todos os soldados brasileiros, Luiz Alves de Lima e Silva, reafirmar, com outras palavras, o juramento de dedicar-se inteiramente ao serviço da Pátria e de defender sua honra, sua integridade e suas instituições até com o sacrifício da própria vida, assim como foi no passado, é no presente e sempre será!

Nada seria mais significativo para um General oriundo da Artilharia, Arma de Emílio Luiz Mallet, seu Patrono, do que reafirmar esse compromisso com seu célebre desafio, em Tuiuti: “Eles que venham. Por aqui não passam”!

Nada seria mais oportuno do que a lembrança de um desafio que, em duas frases, resume a confiança do Exército em si próprio e a sua fidelidade à Nação e aos exemplos do Duque Glorioso e sagrado, herói militar do Brasil, cuja espada, tão brava na guerra, continuou fecunda na paz a brilhar e a unidade da Pátria a salvar.

O Exército de Caxias é hegemônico em seu pensamento e em seus compromissos para com a Pátria e politicamente correto nas atitudes que salvaguardam os interesses do Brasil e do povo brasileiro.

O complemento que o General Mourão houve por bem fazer às palavras do Comandante do Exército demonstram que ele conhece muito bem o pensamento e as atitudes que convém ao Exército e à Nação brasileira!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil – Grupo Ternuma =

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16 respostas para O significado da mensagem do Gen Ex Antônio Hamilton Martins Mourão

  1. Luiz Otaviano Meirelles Teixeira disse:

    Ilustríssimo General, o senhor diz que “o Exército Brasileiro e seus Generais…não se deixam envolver pelo êxtase dos berrantes”, mas eis que então ouvimos em pleno desfile de 7 de setembro a banda militar tocando funk (Show das Poderosas). Devemos mesmo acreditar que não estão contaminados?

    • Caro Luiz Otaviano, não gosto de funk, tanto quanto imagino que você não goste. Não aprovo este tipo de manifestação, no entanto, entendo a razão da execução da música, que, queiramos ou não, é do gosto popular, como uma forma de provar a identidade da Força Militar com a sociedade a que serve e da qual faz parte. É o momento em que os militares se mostram mais povo do que soldados. Como disse, se dependesse de mim, escolheria outra música para obter o mesmo resultado. A execução do funk nada tem a ver com o som dos berrantes que, no caso a que me referi, diz respeito aos discursos mentirosos e falsos dos representantes do governo.
      Obrigado pelo comentário.
      Abraço
      PChagas

  2. Jovanio Schlickmann Junior disse:

    Caro general;
    Sou apenas uma dolescente de 16 anos que não conhece direito os paradigmas dessa nação que corre em direção ao caos. Acompanho suas postagens diariamente e nesse mesmo ritimo me emociono, chegando as vezes a chorar por alguns minutos. Essa esperança de uma nação melhor em um futuro não tão distante,não é só alimentada por mim, mais sim por outros milhares que tem a confiança naqueles que realmente nos representam quando o assunto é democracia, esses são os militares a qual tenho enorme admiração e desejo de tornar se um deles. Se a intervenção vir, pode ter certeza serei o primeiro a parar tudo que estou fazendo e sair pelas ruas dando as boas novas.

    Atenciosamente,
    Jovanio Schlickmann Junior

    • Caro Jovanio, muito obrigado pelo prestígio da sua leitura e pela confiança nas FFAA. Espero um dia encontrá-lo incorporado entre nós!
      Espero também que você não precise sair ás ruas para saudar uma “intervenção”. Há outras soluções a serem buscadas com vontade e determinação antes de apelar para o argumento da força.
      Obrigado pelo comentário.
      Abraço
      PChagas

  3. carlos disse:

    Bastou o General Mourão falar sobre inimigos internos,sem nomes,partidos e instituições e,imediatamente,já se fala em punição.Estariam os nossos governantes através de tal atitude,assumindo para eles o papel de inimigo interno?Esta é a pergunta que todos deveriam fazer a si mesmos?

  4. Rodrigo disse:

    General Paulo Chagas, que as forças armadas não deixem que o Brasil se tornar uma Cuba ou Venezuela, por causa dessa ditadura petista.Se o Brasil estivesse continuado o regime militar de 1964 como seria os dias de hoje? Eu sempre acompanho o seu blog.

  5. carlos disse:

    General,apesar de saber utilizar armas de fogo,não servi as forças armadas,infelizmente.No entanto,em caso de intervenção e,possível reação da esquerda assassina e terrorista,não ficarei de braços cruzados vendo os nossos militares lutarem sozinhos.Apesar de ter quarenta anos,me considero em boa forma e apto,caso seja treinado,para lutar ao lado das forças armadas.A iniciativa de intervir cabe as forças armadas mas,é dever de todo o brasileiro de bem,lutar pelo seu país e pela sua liberdade.Que as mulheres e crianças fiquem em casa,orando,os homens de bem lutem por um país mais digno.Sei que uma guerra não é brincadeira,mas não sou covarde.O Sr tem o meu email,eu aceito a convocação,pois jurei defender a pátria.

  6. edmar muniz disse:

    Prezado Gel, com orgulho, nascida em familia de militares, ao meu primeiro voto, titulo na mão, havia somente 2 partidos (arena/mdb), hoje em face a tantos, a tanta falta de carater e integridade, as convicções politicas se foram, hoje vota-se no mais engraçado, no que foi artista, entre tantos…., a ignorancia, falta de propostas (realista e objetivas), e principalmente educação, levam a continuidade, um paciente meu, apresentou seu blog, sinto-me encorajada e confiar , ainda há resquício de esperança…..

    • “A esperança é a mola propulsora da vida. Ajuda a ver o sol apesar das nuvens densas. Ensina a crer em outro dia mesmo que, do ponto de vista humano, tudo pareça acabado. A esperança do cristão não é apenas o desejo humano de que as coisas melhorem no futuro. É a convicção de que a vitória chegou, apesar da aparente derrota”. Obrigado, Edmar, por seu comentário!
      Abraço
      PChagas

  7. Caro General Paulo Chagas, tenho acompanhado as suas manifestações pela internet e admiro muito a sua clareza e coragem em suas brilhantes manifestações, tanto as escritas, como as em vídeos .
    A Nação espera esta postura dos nossos comandantes de armas. Recentemente ouvi, em um vídeo, uma entrevista do General Mourão para uma rádio gaúcha. A posição do General Mourão também me deixou bastante satisfeito; principalmente quando ele declara que o Exército Brasileiro já combateu por três vezes o comunismo no Brasil e combaterá novamente se for preciso.
    O País precisa urgentemente retomar o caminho democrático, resgatar a soberania da Nação, como é consagrada na Constituição Federal de 88, no Artigo 5° Parágrafo único; tal como é seu direito natural.
    O golpe de estado “gramscista” já foi dado no País, começou em 1996 com a implantação das urnas eletrônicas e se consolidou no ano de 2000, implantando um sistema sem materialidade do voto, sem cédulas, sem legitimidade e inconstitucional; porque também não permite a aferição, contagem e recontagem. Além de outros impedimentos jurídicos, como por exemplo, o TSE ser juiz do processo no qual também o gestor. É como se o réu fosse seu próprio juiz.
    Desde o ano de 2000 vários professores da área de informática, as maiores autoridades brasileiras e estrangeiras na área de eleições informatizadas, além de juristas, e outros, vem denunciando publicamente e para as autoridades de que o sistema eleitoral brasileiro é totalmente fraudável pelos programadores das urnas eletrônicas.
    As empresas Diebold, Unissis e recentemente a Smartmatic, foram condenadas na Justiça dos EUA, na Alemanha e outros países; e comprovadas as fraudes que participaram e as que até confessaram nos EUA.
    Mas, o que quero dizer com isso, é que só este fato já bastaria para um Intervenção Constitucional da Nação sob a direção das FORÇAS ARMADAS, porque a fraude implantada pelas urnas eletrônicas caracteriza o golpe, onde os que contam os votos, fraudam as eleições e são nomeados pelos próprios eleitos pela fraude, e são também os juízes de tudo. Isto é GOLPE DE ESTADO.
    Queremos o contra golpe das FFAA e das polícias sob seu comando.
    Não bastasse o golpe das urnas, que roubaram nossa democracia, outros abusos de toda ordem no País por parte dos governantes, abusos que vem desde o desgoverno do PSDB até agora, e que só vem se agravando com o desgoverno do PT, acumulam muitos argumentos e fatos criminosos para justificar uma intervenção de qualquer ordem, pelo STF, pelo Congresso ou pelas FFAA, ou ainda por um levante popular armado, que será legítimo se as autoridades prevaricarem e não cumprirem o seu dever, tornando-se cúmplices, no mínimo.
    A Nação e a História não os perdoaria.
    Como o STF aparelhado e o Congresso comprado, nos restam as FFAA.
    Não se trata apenas de crimes de corrupção, a gravidade vai muito além disso. Os crimes cometidos pelos ex presidentes e pela presidente atual, do PT e PSDB, ultrapassam todos os limites da legalidade, da constitucionalidade e da tolerância; ameaçam declaradamente à segurança nacional, ameaçando não apenas a ordem nacional, mas a própria soberania e a unidade da Nação e do seu território, a segurança da Nação e sua unidade, tão bem defendidas pelo patrono do Exército Brasileiro. Como também crimes contra a Humanidade, como o POGROM, o genocídio pelo abandono da saúde pública, pela promoção da criminalidade, principalmente do narcotráfico, a proteção ilegal de bandidos e a repressão contra a ação do próprio Estado em suas funções de polícia e Justiça.
    Infelizmente, não vejo a mesma clareza de posição do atual comandante do Exército, o General Vilas Boas, não vejo em suas declarações e ações ele se posicionar em defesa de fato da Nação, dos interesses nacionais e dos princípios que a fundamentam. Princípios que estão muito acima dos interesses destes desgovernos que são passageiros. Mas quem é parte do Estado não é passageiro, fica. E quem fica será julgado por Côrte mais rígida e tem mais a perder de sua honra e liberdade.
    Creio que o Exército, Marinha e Aeronáutica sofreram, ou ainda sofrem, de uma letargia, pois entendo que nos bastidores do poder de qualquer país grande e importante, como o Brasil, há sempre um necessário grupo seleto de defensores das instituições, do estado, da Nação e de sua soberania.
    Falo de uma inteligência de fato que age e não permite que certas ameaças se criem, se alimentem do Estado; e ou se tornem grandes demais a ponto de deixar que salteadores apátridas tomem o poder. Estes grupos seletos da Inteligência cortam o mal pela raiz.
    A quem interessa o País estar desgovernado nós todos sabemos, são muitos os oportunistas para porem as mãos no erário e nas riquezas nacionais, além das benesses e por mais poder.
    O real poder dos grupos nacionais, internacionais e apátridas corruptores é apenas o poder da corrupção, com a qual corrompem os venais dos governos, do Estado, civis e militares; e até instituições internacionais, onde se ifiltram, sem limites de fundos.
    Isso não é de hoje, já vem ha muitas décadas, como bem já denunciou o ex presidente dos EUA, JFK já na década de 60.
    Mesmo que não seja possível erradicar a corrupção, inerente ao ser humano, é sim possível reprimi-la e torna-la inócua para a segurança nacional, para o Estado e as instituições do País, quando os guardiões da Nação estão dentro do ESTADO, ativos, vigiando e protegendo a Nação e seus interesses; contra os corruptos infiltrados no próprio Estado, nos governos e desgovernos, porque governos são transitórios e não têm compromisso com o futuro da Nação, mas o Estado é perene.
    Me coloco à disposição da Pátria sob comando dos patriotas das Armas, ou a quem comigo quiser se unir para lutar do modo que for preciso, se for preciso.
    Sem mais, agradeço a vossa atenção e parabenizo a vossa postura, General Paulo Chagas, a postura de um verdadeiro líder e digno comandante das nossas gloriosas FFAA, que tanta confiança a Nação empenha em quase sua totalidade. O senhor é um exemplo a ser seguido, General.
    Que Senhor dos Exércitos desça a sua mão de Justiça, nos guie, abençoe a todos os patriotas brasileiros e livre a nossa Nação de todo o mal.

  8. André Marins disse:

    Excelentíssimo Gen. Paulo Chagas:
    Não sei qual o papel dos reservistas dentro da caserna, no entanto, façam algo enquanto estão vivos, marquem vossos nomes na história!
    A caserna vai de mal a pior, ainda mais com o atual comandante da força, precisamente amigo do Aldo Rabelo, fiel escudeiro da dilma.
    A história está ai para ser escrita, seja nas linhas oficiais ou nas entrelinhas.
    Grande abraço.
    Liberdade, disciplina e hierarquia!

  9. Guilherme Sampaio Monnerat disse:

    Faço minhas também as palavras do Sr. Jefferson Abreu aos eminentes generais.
    Não se trata de estar a direita ou a esquerda.Isso não é relevante para a Pátria e seus descendentes.
    O importante é defendermos nossa Pátria de seus inimigos usurpadores e vendilhões do Patrimônio Nacional.
    E para isso transmito também aos honrados generais meu total apoio as suas ações e me ofereço para perfilar sob seus comandos para defender nossa Pátria dos desavergonhados corruptos estejam onde estiverem,esquerda ou direita, públicos ou privados ,dando-lhes caça sem tréguas,eliminando-os de nosso convívio, e deixando um legado de melhores exemplos a serem seguidos por nossos jovens, hoje perdidos ou desesperançados em sua maioria.
    Mesmo que para isso arrisque minha vida, já bem vivida e com honestidade, mas cansado de ver tantos safados se beneficiando de gente honesta e trabalhadora, impunemente.
    Que a Força Universal os encoraje,conduza-os e nos preserve para atingirmos nossos ideais objetivos…

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