O porquê de uma nova equipe econômica.

Caros amigos

A mudança da equipe e das diretrizes para a área econômica no novo governo, já chamado de “Dilma II”, nada mais é do que a confissão de que ela mentiu antes e durante a campanha eleitoral e que, no vai da valsa, escondeu descaradamente  a realidade do que sobrou do Brasil após 12 anos de governos petistas, quando imperaram a ambição pessoal, a incompetência e a desonestidade!

É a confissão da inépcia pessoal da Governanta para, desde seu trono no Palácio do Planalto, continuar a ditar normas sobre assuntos que exigem o que a turma do “Dilma I” nunca teve: honestidade e qualificação técnica para administrar o Brasil!

O descrédito em que se encontra a Nação não permite que qualquer agência internacional de risco recomende investimentos na nossa economia, daí a necessidade de mudar tudo e todos.

A admissão silenciosa do erro e da inaptidão não inclui o desapego ao equívoco ideológico, nem tampouco dos objetivos draconianos traçados pelo Foro de São Paulo. Não passa de uma “pausa” para recuperar o fôlego, após enxergar que as forças do “Mercado” são imunes às teorias marxistas.

O mundo inteligente e evoluído já sabia disso, bastava comparar o modelo adotado – Cuba – com o do resto mundo. Não era preciso quebrar o Brasil para concluir que não ia dar certo. Para gastar é preciso, primeiro, investir e por a máquina para produzir, isto é, trabalhar, ensinar a trabalhar e incentivar o trabalho.

Já dizia a Dama de Ferro: “O socialismo dura enquanto durar o dinheiro dos outros”!

Agora, feita a “cáca”, é preciso abaixar as calças e recuperar a confiança do “Grande Capital”, implorando por investimentos privados – ou seja, mais dinheiro dos outros -, admitir que pouca coisa decente foi feita no “Dilma I” e jurar por Deus – com os dedos cruzados nas costas – que, com a nova equipe, tudo será diferente, a inflação será controlada por uma honesta e competente política monetária, os ladrões da Petrobrás irão para a cadeia, o dinheiro roubado será devolvido, o “promete uma coisa e faz outra” vai acabar e, principalmente, dizer para todo o mundo que a culpa pela lambança do primeiro mandato foi só do Guido Mantega e que ele e suas teorias nunca mais, na história deste país, vão passar por perto da Esplanada dos Ministérios!

As novas escolhas da Governanta têm, também, por objetivo indicar que, agora, ela vai acertar e que no “Dilma II” não haverá mais necessidade de, a cada ano, como agora, ajustar a LDO e a Lei de  Responsabilidade Fiscal à realidade da situação econômica para livrá-la de perder o mandato. Simples assim!

Vai lá, “Mercado”, ajuda ela!

Gen Bda Paulo Chagas

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5 respostas para O porquê de uma nova equipe econômica.

  1. Aparecida Donizeti de Oliveira disse:

    Sr. General Paulo Chagas,o povo que enxerga isso,que reconhece a situação e a “queda numa armadilha” está desanimado.A oposição percebeu que está fraca.O que não entendo ,ou talvez não queira entender ,é porque essa oposição, o senador Aécio ,em quem depositamos nossas esperanças de liderança,de mudanças (que ele mesmo defendeu tanto durante sua campanha!),não nos apoia as manifestações nas ruas.Acho mesmo que ele só voltou por causa das muitas pressões de seus eleitores,entre os quais me incluo.Ninguém menciona o perigo do Foro de São Paulo(mal se fala disso,parece um tabu.Parece que têm medo do pt).O Sr. Aloysio Nunes disse não considerar o Foro uma ameaça.Às vezes, penso que estou,junto a tantos outros brasileiros,meio maluca,exagerando…Aí vejo um vídeo,uma notícia, um texto de algum cientista político,historiador, ou do General Heleno ou do senhor e, de um lado ,me acalmo; de outro me alarmo.Queria ser um soldado corajoso,firme,ter esperança,mas me sinto cansada…Vou rezar mais e esperar,procurar não pensar.Parece que nossas ações já não contribuirão nesse quadro escuro.Estou com medo (soldado meio covarde eu estou…) de ir às ruas,principalmente com meus filhos.O senhor acredita que não é pra tanto? Que o povo ainda estará seguro nessas manifestações? Obrigada.

    • Prezada Aparecida, discordo de quem está desanimado. Os adversários nunca estiveram tão enfraquecidos e desacreditados como agora. O derrotista é um derrotado por antecipação e, se queremos algo melhor para o Brasil, temos que acreditar em nós mesmos e nas nossas manifestações, nas quais sempre há o risco de algum adversário tresloucado infiltrar-se para desvirtuá-las, mas isto não deve ser motivo para deixarmos de manifestar-nos, afinal, o que vale são as NOSSAS idéias e intenções, não as deles. Nós somos melhores do que eles, representamos o lado bom dessa história e o bem sempre vence! É como eu penso. Pode parecer ingenuidade, mas, se não estamos convencidos de que podemos mudar as coisas, é preferível ser apenas expectador acomodado da história!

  2. Solange Motta disse:

    Caro General, suficientes, me parecem, os motivos dados pela Presidenta , pelo Congresso , pelo PT ,para que se mude o modus operandi da política no Brasil. Causa-me angústia, no entanto, em observar que medidas concretas não estão sendo implementadas para que se mude o cenário político do País. Temos que admitir, que as estruturas , em todas as áreas, estão caóticas, e há muito, precisam de reformas urgentes. Faco uma analogia a uma colcha cheia de rasgos e remendos. Não adianta mais consertar. Tem-se que jogar no lixo e adquirir uma nova. Na última semana, o senhor Ministro da Justica, atribuiu à cultura brasileira a origem de tamanha corrupcão. É deprimente ouvir de uma autoridade Judiciária tamanha asneira. No entanto, esperar que o Brasil entre nos trilhos a partir da mudanca na Cultura é postergar as medidas urgentes que são necessárias neste momento. Enfim, no meu ponto de vista , se quisermos que o Brasil mude realmente e ,não se instale aqui uma sociedade ditatorial, precisamos ser mais severos na aplicacão da Lei, sem excecões. A nossa cultura atual conta com alguma heranca daqueles que nos colonizaram . No entanto, o caráter do indivíduo é formado no primeiro grupo social que o acolhe, na família. As famílias brasileiras é que estão produzindo os perversos que hoje se encontram no poder. O amor e afeto que se troca pela coisa; limites extremamente elásticos e uma falta de compaixão desmedida tem gerado as Dilmas, os Lulas e os militantes em todas os graus deste modelo ideológico que mata o ser humano e o condena à miséria moral, material, intelectual e espiritual. Espero, que o nosso povo, não se acovarde e lute. Neste momento, pela severa aplicacão das lei, sugerindo o impeachment da Presidenta e condenacão de todos aqueles que ,lentamente, assassinam o povo. A médio e longo prazo, introduza-se nas famílias, os valores capazes de construir um indivíduo honesto, justo e amoroso. Abracos

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