Da nossa união depende a intensidade do grito que vai ecoar pelo Brasil!

Caros amigos

“Ai dos pastores que deixam perder-se e dispersar-seo rebanho de minha pastagem” (Jeremias)

Há vários caminhos que levam a Roma, ou a Brasília, para ser bem preciso e claro, e não podemos nos dispersar na caminhada.

O nosso objetivo é o Brasil livre!

Livre da ameaça comunista representada, neste momento, pelo governo da Sra Dilma Rousseff.

O estudo da conjuntura, a personalidade e a priorização de valores é que indicam a cada um a escolha da forma como isto deve ser feito.

Uns entendem que deve ser uma intervenção militar, outros advogam pelo impeachment  – e já o pediram a quem de direito -, outros acham que a cassação do mandato por fraude eleitoral seria mais justo e prático, e assim por diante.

Como disse, há vários meios possíveis, com suas vantagens e desvantagens, e só a evolução das circunstâncias dirá qual delas se configurará como a mais oportuna, apropriada e eficaz.

É cedo para definirmos a manobra final, mas nunca é tarde para reforçarmos os laços que nos unem na conquista do objetivo comum: a saída de Dilma, do PT e do seu projeto de poder e de transformação do Brasil em uma marionete do Foro de São Paulo, sem liberdade e destruído moralmente, para transformar-se em um outro estado cubano como acontece na já destroçada Venezuela.

Isto não vai acontecer no Brasil!

Nós, o povo, unidos pela determinação, vamos usar todos os recursos e argumentos ao nosso alcance e não vamos permitir que isto aconteça.

Precisamos, no entanto, em primeiro lugar, respeitar as nossas diferenças. Se discordamos na forma, concordamos no resultado e na priorização dos objetivos.

Não podemos incorrer na dispersão, que foi o mais grave erro cometido pela esquerda na última tentativa de impingir-nos a ditadura do proletariado.

Entre nós, democratas, liberais, conservadores e direitistas, não pode haver dispersão provocada por vaidades desmedidas e irresponsáveis que desviem nossa atenção da direção geral da manobra!

Vamos todos para a rua no dia 16 de agosto com o direito que nos dá o artigo primeiro da constituição na alma e na garganta para exigir que aqueles que exercem o poder em nosso nome façam o que desejamos que seja feito e que, pelo meio mais conveniente, Dilma, Lula, o PT e todos os demais corruptos, sanguessugas e imorais, que com eles destruíram o nosso país, tomem o destino que a lei e a razão lhes reservam e que o Brasil comece a se libertar do mal.

Da nossa união e da nossa objetividade depende, portanto, a intensidade do grito que vai ecoar pelo Brasil!

Nos encontraremos, todos, nas ruas, unidos, para gritar o mais tonitruante BASTA, jamais escutado na história deste país!

          “O rebanho do Senhor deve ser marcado pela unidade, não deve haver inimizade ou divisão” (Efésios)

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

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5 respostas para Da nossa união depende a intensidade do grito que vai ecoar pelo Brasil!

  1. Inês disse:

    Boa tarde, Sr. General Paulo Chagas.
    Espero que esteja bem de saúde e que já tenha se recuperado do ferimento em seu rosto. Tenho lido e estudado muito. Tenho lido e acompanhado os textos do senhor e de todos como a senhora Beatriz, Sr. Olavo, folha política, padre Paulo Ricardo, etc…Simpatizo com a ideia de monarquia, com a proteção a família, soberania do Brasil, liberdade do povo, progresso, ordem, paz. E só agora descobri o REAL perigo da ideologia de gênero e estou pasmada. Poderiam enviar-me algumas cópias em dvd daquele documentário sobre David Reimer legendado? E, também olhar com atenção para Guarulhos SP? Este documentário é tão chocante que quase desmaio pois minha pressão baixou. Eu agradeço muito se for possível. Sim ao povo brasileiro unido, livre e com Deus.
    “ Deus Todo Poderoso vos imploro por sua proteção e libertação em nome de seu filho muito amado Nosso Senhor Jesus Cristo”. Amém
    Sejam abençoados.
    Inês

  2. Marcelo disse:

    Petroleira da RÚSSIA controlará concessões de PETRÓLEO na AMAZÔNIA

    http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/petroleira-russa-controlara-concessoes-na-amazonia

  3. Tomaz Aquino disse:

    General uma questão me intriga e peço sua orientação: Em relação ao SISFRON, abrindo o mapa de atuação se observa que a Venezuela não esta guarnecida; pela fronteira dela estão entrando 90% do contrabando de armas e drogas. Coincidência?

    • Tomaz, o SISFRON é um projeto que, até o momento, só tem o “piloto”, enquadranto a frente da 4a Brigada de Cavalaria Mecanizada, no MS, em uma frente que eu estimo em 500 Km, portanto, ainda não vigia quase nada dos nossos 17 mil Km de fronteiras terrestres. O governo aprovou o projeto, mas não há recursos para tocá-lo. A fronteira com a Venezuela está contemplada no SISFRON. Lembre-se que é um projeto do Exército Brasileiro e não do PT ou do Foro de São Paulo.

  4. Milton Rosa disse:

    FILHOS DE GUARARAPES
    A discussão polêmica entre os Intervencionistas, o povo e os militares tem que convergir em uma única ação a de salvar o Brasil pela via constitucional mais eficiente e duradoura.
    Enquanto o grupo que deseja o impeachment da Dilma, os intervencionista a sua destituição pelos militares e estes alegando que uma ação de intervenção constitucional depende dos brasileiros tornar mais clara esta vontade nas ruas, a Pátria continuará a sangrar.
    Somos todos brasileiros, todos somos patriotas, não suportamos mais ver a Pátria ser ultrajada sem reagir. As diversas formas de luta que cada grupo emprega nos enfraquece, o que está em jogo é a existência da terra que nascemos e por este motivos o grupo que deseja o impeachment, os que querem a intervenção e os que necessitam de “munição” para legitimar uma ação constitucional tem que se ajudar mutuamente e partir do consenso de uma única via – a intervenção constitucional do povo – onde os militares serão os instrumentos previsto na constituição para intervir em nome do povo, estaremos agindo com mais eficiência. A força do lobo está na alcateia e a força da alcateia está no lobo.
    Esta união já ocorreu na nossa história, numa época em que não existia militares, os brasileiros eram os mesmos de hoje – tinham um amor febril pelo Brasil – e ao se unirem formaram um força de Soldados-Cidadãos que em 19 de abril de 1648, deram vida o nosso Exército Brasileiro na Batalha dos Guararapes expulsando os invasores holandeses. Em 1822, o Exército Brasileiro derrotou a resistência portuguesa à independência, nas regiões norte-nordeste do país e na província da Cisplatina e assim evitaram a desfragmentação da nossa Pátria. Nestes 367 anos de existência o Exército Brasileiro nunca falhou com a Pátria.
    No entanto, a Lei da Anistia de 28 de agosto de 1979 promulgada pelo Presidente João Batista Figueiredo, ou seja, por um General Comandante em Chefe, com aval dos militares, permitiu o perdão político, de todos os que participaram da luta armada e fizeram isso pensando num bem maior para o Brasil. Por meio deste perdão, permitiu aos derrotados assumirem o poder máximo do país e hoje querem reescrever uma nova história de inverdades, num revanchismo sem precedentes que dentre outros culminou com o Relatório da Comissão Nacional da Verdade, o qual só contribuiu para disseminar o ódio entre todos, ao contrário dos objetivos da Lei da Anistia.
    Você – Dilma Rousseff – jogou na lixeira da história a oportunidade de ser consagrada a “Nelson Mandela das Américas” e em vez disso seu ódio desacerbado e medo da vergonha de ser vaiada não teve nem a coragem de enfrentar os 800 Pracinhas e seus familiares que lá estiveram no Rio de Janeiro, nos 70 anos do Dia da Vitória, para homenagear os nossos verdadeiros heróis – aqueles que deram a sua vida em troca da nossa liberdade.
    Um povo que não prestigia suas Forças Armadas não merece a liberdade, um mandatário que faz o mesmo não pode ser o guardião da liberdade do seu povo.
    O fato do Exército Brasileiro nunca ter falhado com a Pátria é orgulho de todos militares e dos brasileiros, pouquíssimos países tem um exército com 367 anos de vitórias. Aqueles que perderam, que é o caso, por exemplo, da Argentina na Guerra das Malvinas, perderam a admiração e o respeito do seu povo, seus generais foram humilhados e encarcerados. Não existe um único intervencionista entre os argentinos.
    O caminho escolhido para a transição/democracia pelos militares por meio da Lei da Anistia poderá permitir a primeira derrota do Exército Brasileiro e se nada for feito até a implantação do comunismo os 367 anos de história serão jogados no lixo pelos Petistas. Quem conhece o exemplo da Venezuela sabe o que esperar.
    Não existe diferença entre os Soldados-Cidadãos e Militares todos nós somos Filhos de Guararapes e hoje, mais do que nunca, devemos nos unir para expulsar o inimigo do poder e ver a Pátria livre desta sangria.
    Cada grupo deve rever sua forma de luta em prol da união e focar numa intervenção constitucional do povo, provendo os militares de “munição” e estes retribuindo como fez o seu Comandante do Exército, General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas de não levar desaforo para os quartéis, quando do velório do General Leônidas Piris Gonçalves “O fiador da transição democrática” ocasião em que defendeu seu comandante:
    “Os soldados do seu exército não consentirão que a retidão de seu caráter e a transcendência de sua alma sejam maculados por versões históricas capciosas e tentativas de impor verdades de ocasião.”
    Comandante General Villas Bôas, nós Soldados-Cidadãos precisamos de mais “munição”, que seja dita pelo Senhor ou com a sua permissão por seus soldados. Estou ciente que as palavras aqui ditas são duras de serem ouvidas por um soldado do seu quilate, mas sei também, que seu pai e o seu primeiro comandante se hoje vivo estivessem diriam o mesmo. Por tudo que eles lutaram, por tudo que eles nos ensinaram faça valer a pena.
    FILHOS DE GUARARAPES UNIDOS PELO BRASIL.

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