31 DE JULHO DE 2016 / A Pátria nos exige um protagonismo que poucas vezes tivemos na história.

Caros amigos

Quando olhamos para o Brasil dos nossos dias, vemos uma imagem amarfanhada e desfigurada pela desprezível obra da quadrilha que, por razões diversas, tem ocupado os poderes da República.

Para qualquer lado que nos virarmos, enxergaremos a mesma coisa, porque poucos escapam do rótulo de corruptos, sejam eles ativos, passivos, laranjas, contemplativos ou parasitários.

De forma abissal, o privado associou-se ao público para sugar-lhe todo o proveito, mesmo sabendo tratar-se de projeto espúrio, falho, desonesto e fadado ao fracasso pelo previsível esgotamento da fonte.

As disputas pelo poder e pelas melhores partes do butim, associadas à sensação de impunidade e de superioridade à lei escancararam a verdade e expuseram ao mundo a imundice da política brasileira e o descompromisso de políticos e de grandes empresários com o futuro da Nação e de seus próprios descendentes, fazendo do dia seguinte o horizonte das suas inconfessáveis ambições.

O desrespeito e o desprezo pela inteligência do povo chegou ao limite do ultraje e estimulou a revolta e o desejo de conhecer a verdade, de expor as mazelas, de corrigir procedimentos, crenças e escolhas e de punir os canalhas que têm massacrado o País.

Os que já estão no olho do furacão, e que ainda detém algum poder, inventam subterfúgios para proteger seus padrinhos, criam artifícios de auto defesa ou ameaçam tragar consigo os que ainda fingem estar imunes. O fulgor das evidências fere os olhos e agride o discernimento e a tolerância do povo.

Estamos lidando com escolados bandidos homiziados nos três poderes da República. Seus nomes são conhecidos. Eles estão diariamente nas mídias sociais, nos jornais, nos noticiários do rádio e da televisão, em gigantescos bonecos infláveis, na autoria de decisões da Suprema Corte e nas citações da justiça de primeira instância, muito bem representada por juízes como Sérgio Moro e seus ainda intocáveis parceiros do Ministério Público e da Polícia Federal.

A dificuldade que se apresenta à realização da vontade indignada da sociedade brasileira está na extensão do mal! Quase todos são acumpliciados ou têm, de alguma forma, culpa no cartório e buscam desesperadamente uma “saída honrosa”, coisa que não mais existe em seu meio e que, em sua linguagem, significa, simplesmente, livrar-se de Sérgio Moro e de sua equipe.

Segundo Diogo Mainardi, nosso grau de vigilância tende a diminuir, mas se quisermos recuperar o que foi destruído diante dos nossos olhos desatentos e displicentes, temos que aceitar e assumir a longa e árdua tarefa que nos cabe como poder maior da Nação. Ela nos exige a perseverança, a atenção, a vigilância e o protagonismo que poucas vezes tivemos na história.

Para isso, precisamos estar JUNTOS e CONTROLADOS, mas AMEAÇADORES e VOCIFERANTES, em número que represente a nossa revolta e a nossa vontade de ter de volta o orgulho de ser brasileiro. Só assim poderemos recuperar a imagem do Brasil e olhar nos olhos dos nossos filhos e netos com a altivez e o brio de quem lhes prepara o futuro que merecem!

Nas ruas, nas praças, nos parques e nas avenidas de todas as cidades do Brasil, em 31 DE JULHO, juntos pela Pátria, temos que demonstrar a nossa indignação e a nossa vontade de colocar, de fato, o Brasil acima de tudo, lugar de onde nunca deveria ter saído!

Gen Bda Paulo Chagas

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3 respostas para 31 DE JULHO DE 2016 / A Pátria nos exige um protagonismo que poucas vezes tivemos na história.

  1. Antenor Gobbi disse:

    A vossa voz, Gen., nos representa. Continuaremos do vosso lado e estimulando vossas inserções que julgamos do maior valor para atingir as mentes daqueles que poderao nos livrar dessa quadrilha de malfeitores.

  2. clayton kikugawa disse:

    Dia 31, estaremos de novo nas ruas. E quantas vezes for necessário, sem perder a esperança. O mérito pertence aqueles que perseveram.
    Vamos bater até cair o último canalha, sem trégua, sem piedade e acima de tudo, sem medo.

    Deus abençoe.

  3. Gustavo disse:

    Eu acho que essa visão, citada abaixo, mostra o que aconteceria aqui caso os militares agissem de forma precipitada, Dilma sairia mais fortalecida. Parabéns por sua sensatas considerações:
    “… Jornais europeus narraram que na sexta-feira, em meio aos tumultos, algumas pessoas comentavam que era a hora dos militares agir realmente. Se de fato há na Turquia uma parte significativa da sociedade que apóia a ação dos MILITARES esse grupo não foi para as ruas. O que aconteceu foi o contrário, o presidente Erdogan convocou seus partidários conservadores islâmicos e lotou as praças e avenidas.
    “Chamo o povo turco para ocupar as praças públicas e aeroportos. Nunca acreditei que pudesse haver um poder maior do que o poder do povo”, disse Erdogan.
    É inequívoco que o chamado “golpe” ocorrido na semana passada – armadilha ou não – serviu para definitivamente revelar quem são os militares laicistas, que se opõem ao governo do AKP.
    Ninguém mais duvida de que ocorrerá um verdadeiro expurgo dentro das Forças Armadas.

    Extrato de http://www.sociedademilitar.com.br/wp/2016/07/armadilha-para-os-militares-idolatrados-por-parcela-da-sociedade-que-os-via-como-os-salvadores-da-patria-soldados-turcos-foram-pegos-em-uma-grande-arapuca.html

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