O Movimento Comunista Internacional está mais vivo do que nunca.

Caros amigos

Quando prestei concurso para a Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME), em 1984, fui sabatinado nas seguintes matérias: História, Geografia, Inglês e Movimento Comunista Internacional (MCI). Anos depois, face à imposição de atitudes “politicamente corretas” diante da ascensão da esquerda revolucionária – o antigo inimigo interno – aos postos chaves do governo, o conhecimento sobre o MCI deixou de ser avaliado no concurso para a ECEME, sem, no entanto, deixar de ser motivo de acompanhamento e de estudo pelo sistema de inteligência militar, encarregado de alimentar a Força e seu Comando com as informações necessárias à montagem dos planos de emprego e das tomadas de decisões no cumprimento das missões constitucionais.

Hoje, ao olhar o Brasil e o mundo, podemos avaliar tanto a impropriedade da exclusão politicamente correta da matéria MCI do concurso para a ECEME, quanto a correção da postura profissionalmente correta de não negligenciar da atitude anticomunista e do estudo evolutivo das estratégias do comunismo internacional. A situação da Venezuela, em que pesem as idiossincrasias próprias das suas Forças Armadas, é o melhor exemplo do erro que aqui não se permitiu cometer.

A autocrítica do Partido dos Trabalhadores, divulgada por ocasião de seu último congresso nacional, quando se refere a sua incapacidade para influir na formação dos quadros militares e na promoção dos Generais, atesta a correção da atitude profissional adotada.

Ao contrário do que alardeavam os interessados, o comunismo internacional não deixou de existir nem de atuar e de evoluir após o fim da Guerra Fria e da queda do “Muro de Berlim”, pelo contrário, reformulou inteligentemente seus métodos e estratégias destrutivas, visando, agora, com mais ênfase, o enfraquecimento das estruturas éticas e morais da cultura judaico cristã do mundo ocidental.

Estamos vendo o resultado desse trabalho, aqui, na Europa e nos Estados Unidos, no descoramento das tradições e dos costumes sociais e religiosos em favor de um multiculturalismo estribado na maldição “politicamente correta”, promíscuo e carente de princípios e de valores, que, ao contestar convicções seculares, põe em dúvida a importância da família e introduz no tecido social, dentre outros absurdos, o delirante conceito de “transgeneridade”.

No Brasil e nos demais países geopoliticamente estratégicos para os interesses do comunismo, podemos sentir a presença do MCI, mais vivo e atuante do que nunca, sofrendo outro, mas ainda não o último, revés.

Gen Bda Paulo Chagas

[Vale assistir o vídeo – https://www.youtube.com/watch?v=I0Aq5SQrIEg%5D

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6 respostas para O Movimento Comunista Internacional está mais vivo do que nunca.

  1. ODEMAR disse:

    Alguém das FFAA da ativa tem que deixar sua carreira de lado é expor através de um veículo de comunicação o avanço do comunismo. Os militares da reserva se manifestam, mas nāo estå sendo suficiente, pois nāo atinge grande maioria de população. Vamos tomar uma emissora e fazer um comunicado e Naçāo… ou vamos esperar o sangue derramar e isto está mais próximo.

  2. Pingback: O Movimento Comunista Internacional está mais vivo do que nunca. – martagoulart

  3. Carlos Zindel disse:

    O Comunismo e o Socialismo devem ser postos na ilegalidade, assim como ocorreu com o Nazismo, todas essas ideologias são fundamentalmente totalitárias e antidemocráticas e portanto não podem de forma alguma participar do jogo democrático. Enquanto isso não acontecer estaremos sempre correndo o risco de uma nova conspiração, de um novo golpe.

  4. Carmen disse:

    A tendência do comunismo é ser enterrado, é afundar na lama da corrupção.Vão ficar totalmente sem moral, mas infelizmente, o comunismo antes de partir, está abrindo as portas para um mal maior, sem precedentes; O ISLAMISMO…Isso sim, vai ser o bicho!!!

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