“MISSÃO DADA É MISSÃO CUMPRIDA”

Caros amigos

O Rio de Janeiro está em guerra e, enquanto o inimigo não passar a ser tratado como inimigo e for atacado e destruído em todos os seus redutos e suportes, não haverá vitória e, muito menos, paz.

É preciso, portanto, antes de mais nada, subjugar, derrotar e, se necessário, destruir o inimigo, as suas finanças e os seus aliados infiltrados na imprensa e nos poderes do estado, todos covardes, corruptos, enganadores e oportunistas que só fazem criar condições para desmoralizar e demonizar as Forças Policiais e dar liberdade e incentivo à ousadia dos criminosos!

O emprego das FFAA no Rio de Janeiro, agora sob a égide de um mandato de Intervenção Federal na Segurança Pública, só terá êxito se lhes for permitido impor-se aos criminosos sem as atuais “regras de engajamento” que, de antemão, tratam os inimigos como vítimas e não como os criminosos que são.

Cabe ao interventor requerer da autoridade decretante, não só os recursos humanos, financeiros e materiais necessários para o cumprimento da missão, mas a ampliação do poder legal da tropa em face das dificuldades que irá encontrar.

“QUEM DÁ A MISSÃO, DÁ OS MEIOS”

O Gen Braga Netto, oficial brilhante e experimentado na atividade pela qual passa a responder, conhece essas necessidades e delas não negligenciará, porquanto, como qualquer integrante das Forcas Armadas do Brasil, é Soldado comprometido com o sucesso das missões que lhe cabem.

“MISSÃO DADA É MISSÃO CUMPRIDA”

Gen Bda Paulo Chagas

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6 respostas para “MISSÃO DADA É MISSÃO CUMPRIDA”

  1. Andre Silva disse:

    Pois é general, mas isso não vai acontecer. O código de processo penal não vai ser reformado agora, os bandidos que são presos hj serão soltos brevemente, os militares ficarão de mãos amarradas e não me espantaria se com o primeiro marginal morto em combate quiserem desabar os céus na cabeça do exército…assim segue o Brasil…refem dos políticos corruptos que usam mais uma vez as FFAA para atingir os seus objetivos, não os nossos…não adianta subir morro se não subir nas coberturas da zona sul primeiro!

  2. Anderson Graça disse:

    Olá Gen Paulo Chagas ! Primeiramente Parabéns pelo excelente trabalho. Acredito pessoalmente que para o sucesso da missão necessariamente se faz 1.Garantia da retaguarda jurídica onde como bem o senhor no texto falou “enquanto o inimigo não passar a ser tratado como inimigo” ou seja o comandante da patrulha ter a liberdade de engajamento e eliminar o inimigo. 2.Que as tropas em missão não sejam do Rio de Janeiro “afim de evitar qualquer tipo de vazamento de missões” 3. Apoio irrestrito com equipamentos para mobilidade tanto Aérea através de helicópteros para uma intervenção rápida e o toda parte de inteligência por parte das forças armadas, policias Federais e Rodoviária Federal e a Abin.Praticamente 10 meses é pouco tempo para resultados ambiciosos, mas temo que os demais entes da federação assim como o Rio de Janeiro não consiga manter a ordem publica, vide que esse problema de segurança publica e vadiagem social não vem de hoje.Para o sucesso não se faz apenas com um interventor ou ação de tropas federais,mas é necessário educação de qualidade e solucionar a questão social…. Abraços

  3. Maria do Carmo F. Soares disse:

    Saudações Nobre General.

    Finalmente o início da mudança que espero que se instale em todo o País; visto que, quando mexemos num formigueiro as formigas migram, como já acontecido em investidas anteriores contra o crime organizado.
    Assim sendo, como o crime organizado vai se instalar e se fortificar em outros estados da Federação, as FFAA irão dar um basta nessa “Democracia” de permissibilidade criminosa.

    Parabéns as FFAA!

  4. Laudares disse:

    Caro General,

    Concordo 100% com o senhor.
    Tenho visto outros militares dizerem o mesmo.

    Só não entendi como um alto comando, com tamanho preparo profissional, nível de informação e capacidade analítica, aceitou engajar o exército numa missão com regras tão contraditórias.

    Sendo detentores legais da força e, tão respeitados pela maioria da população, não era o caso de se impor, sem alarde algum, e exigir antes, as condições mínimas para alcançar êxito?

    Será possível ao exército cumprir essa missão, mesmo exposto e limitado pelas regras, sem autonomia real, condição tão alardeada pelo senhor Jungmann? Aliás, alardeada e repetida por ele tantas vezes, que agora temos certeza (e ele também) de que todos os bandidos e terroristas do Rio estão bem cientes disso.

    Um abraço

  5. Maria de Sá disse:

    Lamento e muito pelas FFAA porque acredito que essa intervenção meia boca somente servirá para diminuir as FFAA perante a população que a admira e respeita e que, provavelmente, dará errado pelo tipo de engajamento que foi imposto. Se isso acontecer, frustrará e desanimará os brasileiros que pedem uma intervenção para limpar nosso País dessa metástase incontrolada chamada corrupção e que já tomou todos os Poderes em todos os níveis, fazendo com que eles deixem de clamar pela intervenção e, assim, salvando os enroscados na corrupção. Gostaria muito de estar errada mas, vindo de quem veio, não consigo acreditar que o propósito final seja o sucesso da operação, ainda mais, porque os bandidos comuns interagem com os bandidos políticos.

  6. paulo musambani disse:

    Muitos precisam conhecer a ordem, a decência o respeito através da imposição………..
    Que o nosso querido gEneral Braga não aceita enxugar gelo….
    O Rio de janeiro necessita, o restante do bRasil corre o mesmo risco, pois as ações são paliativas e não arrancam a raiz do mau……….
    Que nosso dEus ilumine nosso comandante nessa difícil missão…..e muito nossos soldados que lá estarão…………………
    Viva o Brasil………………….viva FFAA

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