A depuração da política e da administração pública só depende de nós

Caros amigos

Diante da cobrança do cheque sem fundos de centenas de bilhões de Reais emitido durante os governos petistas para “dar a festa” da Copa e das Olimpíadas, financiar sua permanência no poder, o enriquecimento dos seus líderes e de empresários inescrupulosos e a compra do apoio e/ou do silêncio dos incautos, a ralé comunista sai do armário, abre o jogo e vem para o combate direto com as armas de sempre: a mentira, o cinismo, a desfaçatez, o desaforo, o descaramento e tantos outros substantivos do seu arsenal de imoralidades.

Sem qualquer vergonha, propõem ao Congresso artimanhas eleitorais e financeiras – cujo custo pretendem debitar nos já exauridos cofres públicos – para boicotar a renovação de quadros que os dizimará no legislativo e que os deixará nas mãos da “Justiça de Moro” e ao desabrigo do foro privilegiado.

Nas escolas e universidades, os ignorantes e os liberticidas travestidos de “educadores”, ameaçados pelo movimento de pais, professores e alunos municiados pelos argumentos de uma escola sem partido e sem ideologia de gênero, demonstram com violência o que entendem por democracia e o que têm feito com a cabeça dos nossos filhos e netos.

Seguindo à risca a doutrina do mal, eximem-se da culpa de todos os males que causaram ao Brasil como um todo e, em particular, aos 14 milhões de brasileiros desempregados, apostam na ignorância e no mau caráter dos idiotas úteis, que ainda os seguem e apoiam, para ameaçar-nos com o retorno do chefe da quadrilha ao poder e, com ele, a volta do espetáculo da “Morte da Liberdade e da Alma de um Povo” cujo ato final está hoje em cartaz na Venezuela.

A depuração da política, da administração pública e dos demais encargos do Estado e a colocação dessa gente fora do alcance do nosso destino como povo e nação tomará tempo, atenção, engenho, empenho e arte, mas, fazê-lo, só depende da nossa vontade!

Gen Bda Paulo Chagas

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Mudar é possível!

Caros amigos

Desde que o governo “podre” de Nicolás Maduro intensificou o processo de cubanização da Venezuela, os filiados brasileiros do Foro de São Paulo têm colocado as suas verdadeiras intenções à vista do povo ao qual, por longo tempo, prometeram o “paraíso na terra”!

Desavergonhadamente, os nossos bolivarianos tramam pela concretização do que mais sabem fazer, isto é, o “quanto pior melhor”!

Gleisi “Amante” Hoffman, por exemplo, além de conspirar, aqui no Brasil, pelo incremento do desemprego como argumento favorável para um “volta Lula”, solidariza-se com o ditador Maduro em sua saga pelo massacre do povo venezuelano e condena a suspensão da Venezuela do Mercosul. Enfatiza que o país é “vital para a nossa fronteira amazônica”, com o que concordo, mas, em sentido contrário, haja vista os milhares de cidadãos e famílias daquele país que se têm refugiado no Brasil, fugindo do “paraíso bolivariano”!

Na mesma toada de apoio ideológico ao “podre” Maduro incorporam-se João “Brancaleone” “Josef” Stédile, o jurássico líder de um ridículo agrupamento de desordeiros e foras da lei, chamado de “exército” pelo condenado chefe de quadrilha Lula da Silva, e os não menos ridículos congressistas Paulo Pimenta e Humberto Costa, eles também integrantes da organização criminosa comandada pelo Sr da Silva, entre outros.

Completa a semana a proposta de reforma política apresentada pelo petralha Vicente Cândido, a qual revela, com todas as letras, a intenção da “orcrim” e dos demais corruptos do Congresso de assegurar a sua permanência no local do crime, com o propósito de garantir-lhes o foro privilegiado, a morosidade intrínseca da Suprema Corte e a prescrição de seus crimes.

Como eles já se aperceberam de que, para o eleitorado brasileiro, “mudar é preciso”, e como desconhecem outra forma de competição que não a troca do voto por dinheiro, os grandes partidos (ou quadrilhas?!?) propõem um incremento de bilhões do nosso dinheiro ao obsceno “fundo partidário”, ou seja, pretendem fazer com que nós paguemos a campanha deles, já que a propina do empresariado lhes foi negada como consequência da Lava Jato.

Temos que estar atentos às suas artimanhas, porque, com tudo e apesar de tudo, mudar, além de ser preciso, ainda é possível!

Gen Bda Paulo Chagas

 

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Mudar é preciso!

Caros amigos

Como votaram os deputados no “julgamento de Michel Temer?

Os da esquerda socialista/comunista votaram, com a hipocrisia de sempre, pela saída de Temer, não por incompatibilidade com a corrupção, mas pelo prolongamento da crise que pariram e não assumem. Esbravejaram em favor dos 14 milhões que eles próprios colocaram em situação de desemprego. Condenaram a reforma trabalhista que lhes nega os recursos do imposto sindical e a tutela dos trabalhadores que exploram e usam para manterem-se no poder. Vociferaram demagogicamente contra uma reforma da previdência que já esteve em seus planos. Clamaram por diretas já mirando na tentativa de livrar Lula da Silva da cadeia e, sob sua desprezível liderança, requentar o sonho de “cubanizar” o Brasil na versão venezuelana do comunismo. Foram descaradamente ridículos, como sempre!

Os da “base aliada” que foram vaselinados pelo adiantamento de recursos, em sua maioria, votaram, como quem passa recibo, pela simples permanência de Temer. Outros, não aquinhoados pelas benesses da negociata, por rancor ou convicção ética, política ou moral, votaram pelo afastamento do Presidente. Outros, ainda, comprometidos com o restabelecimento da estabilidade econômica, votaram por sua permanência, ressaltando tratar-se de um adiamento e da transferência do processo para a justiça comum, a do Meritíssimo Sérgio Moro.

Seja como for, Michel Temer preservou o seu mandato. O mercado, espectador atento e interessado, aparentemente, aprovou a decisão – o que é bom! -, mas mantém-se reticente com relação ao futuro e à estabilidade, haja vista o desgaste da “base” e a necessidade de sua recomposição ainda em condições de aprovar as reformas que lhe aportam reflexo.

Mais uma crise dentro da crise, mais desgaste e atraso na lenta recuperação do País. Frustrante para quem quer vê-lo em franca escalada para fora do buraco, mas perfeitamente compatível com o baixo nível da política brasileira, ambiente em que chafurdam, se afogam e se matam os nossos representantes eleitos!

Mudar é preciso!

“(…) Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso. (…) Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade.” (Trecho de “Navegar é Preciso”, de Fernando Pessoa – poeta português)

Gen Bda Paulo Chagas

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O espírito de competição é uma virtude, a ganância é um vício!

Caros amigos

O respeito às diferenças individuais e coletivas valoriza o potencial e o progresso dos mais capazes como meios para a conquista do bem comum. As ambições e as potencialidades devem ser estimuladas e exercidas de forma consciente e honesta para que sejam instrumentos verdadeiros e eficazes dessa conquista. O espírito de competição é, portanto, uma virtude!

A inveja e a incompetência, pregando a igualdade exercida de baixo para cima, tomando dos que têm para dar a si e aos que não têm, promovem a distribuição da miséria, o fim da iniciativa, o nivelamento por baixo das capacidades individuais e coletivas e a estagnação do progresso.

Neste sentido, a doutrina comunista atrai e serve apenas aos invejosos e aos incompetentes, isto é, aos que, não sendo capazes de ter tudo o que gostariam de ter, tudo fazem para tomar de quem tem!

Li um artigo que dizia ter sido a ganância o vício “infiltrado” que destruiu o Foro de São Paulo (FSP). Julgo que não foi só isso, no entanto, com certeza, a ganância e a sede de poder a qualquer custo não são predicados para a conquista do bem comum.

Para um liberal, em tempos de oportunidade como a que nos oferecem a incompetência e a desonestidade do PT e de seus aliados, é exigido, principalmente,  paciência, perseverança e senso de medida para mudar o que pode ser mudado, respeitando o tempo necessário para que os brasileiros, impregnados até os ossos de uma cultura paternalista, comecem a entender o que é andar com as próprias pernas e a conhecer as vantagens de não serem tutelados.

O inimigo não precisa ser eliminado fisicamente para que perca a sua capacidade operativa. O FSP continuará existindo, assim como o PT e o comunismo, cabe a nós mantê-los desmoralizados. São como doenças crônicas que precisam ser permanentemente monitoradas e controladas.

“O preço da liberdade é a eterna vigilância”.

Gen Bda Paulo Chagas

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Democracia é como religião, não basta acreditar, tem que ser professada.

Caros amigos

Muitos cristãos maldizem a Deus quando perdem um familiar ou amigo próximo e querido e jogam no lixo a crença na promessa divina de uma outra vida, ao lado do Pai, na qual juravam crer até o dia anterior!

O mesmo acontece na prática política com muitos que se dizem democratas quando as suas convicções são derrotadas no embate das ideias ou nos processos legislativos, judiciários e eleitorais.

A “Parábola do Semeador”, que põe em relevo a ação de propagar a Palavra por toda parte, não importando o terreno que a acolhe ou o resultado do esforço, nos deve servir de exemplo. Na terra boa ou não, apesar dos pássaros, do terreno pedregoso e dos espinhos, ela é ouvida e compreendida e, no final, frutifica e a colheita é sempre compensadora.

Cada um de nós tem o dever de semear o que julga ser direito sem medo do fracasso. A nossa omissão e o nosso derrotismo são os melhores estímulos para a vitória dos nossos oponentes em qualquer área da atividade humana.

Precisamos, portanto, perseverar tanto na fé religiosa quanto na prática da democracia e acreditar na força e na infinidade dos seus recursos mas, principalmente, na compensação da semeadura e da defesa permanentes das nossas convicções democráticos.

Gen Bda Paulo Chagas

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A política como ela é hoje morrerá torta!

Caros amigos

Dois assuntos são recorrentes no noticiário brasileiro, a insegurança pública – que produz uma média de 190 cadáveres por dia – e o embate político das quadrilhas com mandatos e nomeações nos três poderes da República.

Ao observar as atitudes do Presidente Michel Temer e dos congressistas neste mais recente entrechoque de interesses pessoais, partidários e ideológicos, constatamos a exatidão do ditado popular que diz que “pau que nasce torto, morre torto”.

Enojados, assistimos o Executivo a modelar às suas conveniências a composição da “base aliada” na CCJ e a “oposição” a jogar estrume no ventilador e pedras no caminho do processo, não em busca de uma solução para a grave questão que poderá resultar, em curto espaço de tempo, no impedimento de mais um Presidente da República, mas, pelo contrário, hipocritamente, concorre para que tudo evolua para o pior, não para ela, mas para a Nação como um todo.

Complementando essa histórica semana, recém iniciada e que muito mais promete, cinco senadoras, representando a si próprias ocuparam, por várias horas, a mesa do Senado, buscando impedir a votação da tão necessária reforma trabalhista. Não há qualquer adjetivo, por mais forte que seja, que as possa qualificar, ofender ou cutucar-lhes a moralidade, porquanto a incoerência, o cinismo e a imoralidade são suas marcas registradas. Gleisi Hoffmann, Vanessa Grazziotin e Fátima Bezerra fazem parte da fina flor do lixo político nacional em seu segmento feminista.

Dentro da imundice das regras que há trinta anos são praticadas, a classe política joga um jogo que, sem dúvidas, exclui o interesse público e que não tem outros objetivos que as suas próprias cobiças. Quanto mais próximos os políticos se veem do epílogo da era pós moral que construíram a partir do grito de “diretas já”, mais despudoradamente mostram as suas caras e suas garras. É difícil largar o osso e não é por outra razão que as hienas comem até carniça.

Os melhores exemplos são os de Zé Dirceu – o bandido de muitas caras e nenhum caráter, que, mesmo condenado, mas solto pelos que o tem como de estimação, vale-se do privilégio, retoma sua postura de “líder” e avaliza o plano de retorno da sua quadrilha ao poder -, e de Aécio Neves – o corrupto tucano que, como o seu congênere petista, ressurge das cinzas pelas mãos de quem o estima, com liberdade para tentar a fuga da justiça.

Tudo isso nos mostra a importância da nossa indignação e da mudança que se faz necessária em nós mesmos e no Brasil, porque a política, como ela é hoje, morrerá torta!

Cabe a nós, a qualquer custo, plantar uma nova, que nasça direita, que cresça correta e que frutifique em benefício da liberdade de cada um e dos interesses nacionais.

Gen Bda Paulo Chagas

 

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A Politização do Judiciário

Caros amigos

Nunca, “na história deste país”, o Supremo Tribunal Federal teve tanto protagonismo na política nacional. É um fenômeno chamado de “Judicialização da Política”, que eu prefiro chamar de “Politização do Judiciário”.

Não é sem razão, nem tampouco sozinho, que o jornalista José Nêumanne Pinto afirmou ao Ministro Marco Aurélio Mello que não confia na nossa Suprema Corte!

Uma das causas e motivo de pasmo é o processo de indicação e nomeação dos ministros do STF, o qual permite que dela façam parte personagens que NUNCA foram juízes ou, sequer, razoáveis e isentos operadores do direito, como é o caso de “Sua Excelência” o Sr Dias Toffoli!

Nesse contexto, a incapacidade do STF para contribuir com a colocação de ordem na caótica conjuntura nacional é, ao mesmo tempo, causa e consequência, porquanto falta-lhe isenção e comprometimento com os reais interesses da Nação.

O já citado Dias Toffoli, por exemplo, só não se sobressai na capacidade de ser mais venal porque lhe falta competência jurídica, predicado que, por outro lado, é demonstrado com sobra na veemência da atuação de Gilmar Mendes, amigo íntimo do corrupto Aécio Neves e companheiro de viagem e de repastos fora de agenda com outras autoridades sob suspeita de crime.

Por seu lado, o pândego e também já citado Marco Aurélio Mello só está no STF por obra do nepotismo de seu primo Fernando Collor de Mello, outro investigado por crime de corrupção.

Luiz Edson Fachin, nomeado por Dilma Rousseff, é conhecido por seu comprometimento com o assédio socialista ao Brasil. Fica, portanto, difícil acreditar na isenção de um ministro vinculado ao PT e à terrorista Dilma Rousseff e que, reconhecidamente, nutre simpatia pelo MST e pelos métodos destrutivos pelos quais este agrupamento de desordeiros “luta” por suas “causas”.

Ricardo Lewandowiski, um pigmeu entre gigantes quando Tenente de Cavalaria, ingressou na magistratura por “cota”, indicado por ninguém menos do que Orestes Quercia e, na Suprema Corte, pelas mãos de Lula da Silva. Foi ele, em conluio com Renan Calheiros, o responsável pelo “fatiamento” que assegurou direitos políticos a Dilma Rousseff, mesmo depois do seu impeachment.

Como cidadão brasileiro, lamento ter que compartilhar do mesmo sentimento de José Nêumanne Pinto em relação à nossa Suprema Corte e, para não estender-me, deixo de citar outros exemplos como o de Alexandre de Moraes, ex Ministro de Estado da Justiça do cambaleante governo Michel Temer, e o de Rosa Weber, citada por Lula como aliada em gravação feita pela operação Lava Jato.

Guardo sincera esperança de que ao final e no conjunto da obra dos 11 ministros prevaleçam a isenção e os exemplos dos grandes e verdadeiros juristas que por lá já passaram e que, em futuro não muito distante, se restaure o prestígio e a competência do STF, antes que, ao arrepio da Constituição, um Tribunal de Exceção tenha que ser criado para julgar seus integrantes e fazer-lhe a vez.

Gen Bda Paulo Chagas

 

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