Jornalista Paulo Nogueira, mais uma vítima da sedução do Sr Lula da Silva

Caros amigos

Por absoluta e indesculpável ignorância eu desconhecia, até hoje, o egocêntrico site de notícias e análises “Diário do Centro do Mundo”, cujo diretor editorial é o Jornalista Paulo Nogueira.

Pelo que pude avaliar, o Sr Nogueira é um petista apaixonado, do tipo que quer ver o mundo todo como ele, seduzido por Luiz Inácio Lula da Silva, a quem atribui a espiritualidade humorística de um gênio da arte de fazer pilhérias!

É bem possível que tenha razão, afinal, eu mesmo já escrevi uma vez que tenho receio de me aproximar do cidadão Lula da Silva, porquanto vejo-o como uma pessoa simpática, muito falante, sem cultura, mas inteligente, com memória privilegiada, o que me faz imaginar seu repertório de piadas do papagaio, do Juquinha, do Joãozinho, de português (o personagem, não o idioma) e tantos outros temas do farto folclore brasileiro, explorados no alegre ambiente dos botequins.

Fico a imaginar o quanto deve ser agradável e divertido compartilhar o ambiente de uma mesa de bar na companhia do cidadão Lula da Silva, saboreando petiscos, degustando uma geladíssima e ouvindo, através de sua singular dicção, uma seleção do seu, suponho, inesgotável repertório de casos e contos humorísticos.

Por ser vítima deste “predicado” do seu sedutor amigo é que o Sr Nogueira o apresenta como humorista, sem se dar conta de que, na política, longe do botequim, Lula não é um contador de piadas, mas um contador de mentiras!

No ambiente político de Lula, os palhaços estão na assistência, inebriados pela simpatia do líder “irreverente” e “loquaz”, cujo único legado social tem sido o de fazer de idiotas os que se comprazem ou não com as suas “piadas”!

Considerando que o Sr Nogueira, levado por sua cega obsessão pelo líder dos desavisados, é uma fartíssima fonte para a contra-argumentação de quem, como eu, quer distância do Sr Da Silva e dos corruPTos que o adulam, passarei a dedicar algum tempo para visitas ao site do “Centro do Mundo”, onde espero encontrar algo que me faça entender a megalomania dos “petralhas”:

- Se todos roubam, por que não podemos ser os maiores de todos os ladrões?

- Se todos são corruptos, por que não podemos ser os mais corruptos?

 Não ouso expor completamente a impressão que me causaram os poucos artigos do Jornalista Paulo Nogueira que até agora me permiti ler porque não costumo cutucar onça com vara curta, assim, recorro ao conceituado Jornalista Reinaldo Azevedo para transmitir-lhes uma idéia de quem seja o epigrafado desta missiva:

É jornalista e está vivendo em Londres. Foi editor assistente da Veja, editor da Veja São Paulo, diretor de redação da Exame, diretor superintendente de uma unidade de negócios da Editora Abril e diretor editorial da Editora Globo. A exemplo de Lula, mas muito mais malsucedido do que o ApeDELTA, ele não se conforma em ser “ex”.

(…)

Foi chutado da Globo, (…). Não fossem alguns leitores me enviarem dois links de posts seus, nem teria tomado conhecimento de sua soberba mediocridade.

(…)

O que Nogueira tem a oferecer além do seu trabalho de colaboração às claras — e escondida — com a esgotosfera?

(…)

… noto que Nogueira repete, (…), o clichê habitual das esquerdas e dos “progressistas”, a saber: “Ah, conservador bom era Nelson Rodrigues; conservador bom era José Guilherme Merquior; conservador bom era…”. Já entendemos: conservadores bons são os conservadores mortos.

- http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/um-certo-paulo-nogueira-pede-a-minha-cabeca-a-editora-abril-ou-o-bravo-quer-sair-da-obscuridade-as-minhas-custas-pois-nao/ -

 Vou passar a observar para ver se Reinaldo Azevedo não foi rigoroso demais (ou de menos) com o seduzido Sr Paulo Nogueira!

 Gen Bda Paulo Chagas, cidadão brasileiro, eleitor, direitista, avesso a Lula da Silva e conservador, ainda vivo!

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Seja o que Deus quiser? Não!

Caros amigos

Há dias, comentava comigo mesmo sobre as idas e vindas da opinião pública, retratadas nos resultados das sempre suspeitas pesquisas eleitorais.

A propaganda espetaculosa e quase sempre mentirosa – ou, no mínimo, distanciada da realidade – e a descoberta e a divulgação de recorrentes escândalos de corrupção – marca registrada do Partido dos Trabalhadores e de sua esdrúxula e famigerada “base de apoio”- fazem o papel da manivela e da corda que elevam e abaixam o balde no poço dos índices da Governanta, candidata à reeleição!

Quando se pensa que o cheiro fétido do “panelão”, tantas vezes entornado, vai fazer com que o povo brasileiro feche o nariz e abra os olhos para enxergar a podridão da obra de seus “eleitos” – apercebendo-se do quanto tem sido enganado, usado e desrespeitado por eles – tem-se o desgosto de constatar que o povo parece acostumado com a sujeira e não mais se escandaliza com ela.

É como se essa fosse a única forma conhecida de gerir os bens e os recursos públicos. Chega-se a “desanimar da virtude”!

Ainda na conversa com os meus botões, cheguei a pensar em dizer-lhes: “Seja o que Deus quiser”! No entanto, lembrei-me da lição de Santo Inácio de Loyola, Padroeiro da Infantaria, que nos ensina a “rezar como se tudo dependesse de Deus, mas a trabalhar como se tudo dependesse de nós”, e dei-me conta de que, ao deixar o futuro nas mãos Dele, estaria deixando de fazer a minha parte.

Todos sabem que Deus é brasileiro e há de nos querer o bem, todavia, não podemos nos esquecer de que nossa vida não é controlada por Ele. Nós, assim como Ele, temos o livre-arbítrio.

“Se tu não falares para dissuadir o ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniquidade, mas o seu sangue eu o requererei da tua mão”.

Deus pode tudo, mas tolera aqueles que fazem mau uso do livre-arbítrio em prejuízo dos outros, mas não vai tolerar isso para sempre e não perdoará os que não souberam escolher o bem, nem tampouco perdoará os que sabendo, nada fizeram para dissuadi-los!

Assim, amigos, não podemos deixar de fazer o que nos toca, seja lá o que for que cada um possa fazer, confiando em Deus, mas nunca deixando nas mãos Dele a responsabilidade que nos cabe:

Perseverar, como Barroso em Riachuelo, pois, “o Brasil espera que cada um cumpra o seu dever” e que “sustentemos o fogo” até que a vitória seja nossa!

Paulo Chagas, cidadão brasileiro, crente na Divindade, no bem e na perseverança!

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Mais uma promessa mentirosa da candidata Dilma Rousseff sobre a Segurança Pública

Caros amigos

A Governanta e candidata a reeleição Dilma Rousseff, presa pelas forças de repressão ao terrorismo em 1970, rendeu-se à competência do Exército Brasileiro, 44 anos depois!

A rendição deu-se em seu último programa de propaganda eleitoral, no qual ela, impudentemente, tomou para si e para o seu “governo” a responsabilidade pelo sucesso da operação de neutralização da criminalidade durante a chamada “Copa das Copas do Mundo de Futebol”, realizada no Brasil há poucos meses.

Como de costume, bem de acordo com o DNA do seu partido, a Governanta passou ao imaginário dos eleitores menos avisados uma falsa ideia da realidade, relatando uma circunstância viável episodicamente como algo possível de ser executado de forma permanente e, pior, assumiu a paternidade de uma competência que nunca teve!

Falando da experiência e das realizações de seu governo na área da “Segurança Pública”, a candidata afirmou, sem nenhum pejo ou sintoma de vergonha, que o sistema de segurança planejado, testado, empregado e aprovado nas 12 sedes da Copa seria replicado para todo o Brasil, em caráter definitivo, durante um seu suposto “próximo mandato”.

Ora, o mundo todo sabe que o “sistema” a que se refere a “Madrasta do PAC” só teve sucesso porque, além das tropas, contou também com o comprometimento, a ação de comando, a coordenação e o controle exercidos pelo Exército Brasileiro, apesar das vulnerabilidades estruturais impostas verticalmente e largamente apontadas pelos especialistas no combate ao terrorismo.

Todos sabemos também que o emprego das Forças Armadas nestas missões é episódica, porquanto, como didaticamente ensinou o General Antônio Hamilton Mourão, Comandante Militar do Sul, em recente entrevista a um programa de televisão, o preparo para a guerra só se torna eficiente na segurança pública se empregado obedecendo ao princípio da massa, ou seja, “onde a Polícia coloca dez homens, o Exército coloca cem” – http://videos.clicrbs.com.br/rs/tvcom/video/maos-e-mentes/2014/08/maos-mentes-comandante-militar-sul-general-antonio-hamilton-martins-mourao-bloco-24-08-2014/92717/ -.

O uso prioritário do princípio da massa intimida a ação dos criminosos e minimiza a necessidade do emprego do princípio da ofensiva, pelo qual a tropa impõe a sua vontade e destrói o inimigo, característica primordial da ação militar, que difere substancialmente do que deve nortear a ação policial.

Desta sumária apreciação, é lícito concluir sobre a falsidade da “proposta de campanha” da Governanta / candidata Dilma Rousseff, já que também é lícito afirmar que ela não pretende, nem pode, mudar a destinação constitucional das Forças Armadas, nem tampouco decuplicar o efetivo do Exército para que o “episódio” da segurança da Copa se transforme em ocupação permanente e massiva do território nacional para assegurar a integridade física e patrimonial dos cidadãos brasileiros.

Mais uma balela, mais uma mentira, mais uma promessa descaradamente enganosa que se soma às outras hipocrisias que compõem o repertório da propaganda eleitoral do partido dos corruPTos!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil – Grupo Ternuma =

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O significado da mensagem do Gen Ex Antônio Hamilton Martins Mourão

Caros amigos

A agitação e a apreensão geradas pelas palavras do General Mourão, Comandante Militar do Sul, em cerimônia comemorativa do Dia do Soldado, são consequências da conjuntura política imposta à Nação pela esquerda de todos os matizes que se esforça para permanecer no poder pela decretação de um pensamento hegemônico controlado pela teoria e pela prática do “politicamente correto”.

Nestas circunstâncias, o País está dividido. De um lado encontramos os “fiscais do pensamento”, espalhados por todos os órgãos interessados e encarregados da formação e da orientação uniforme da opinião pública. Atentos a quaisquer indícios de manifestações contrárias ao rumo imposto pela doutrina, eles agem como os “peões estradeiros” que controlam a manada pelo êxtase do som dos berrantes e pela intimidação dos estalos de relhadores.

Do outro, negando-se a fazer parte da “massa bovina”, encontramos os que reagem a essas limitações e que não aceitam ou se intimidam com a coação imposta pela palavra oficial e pelos interesses ideológicos dominantes. A angústia gerada pela aparente impotência diante dos algozes da verdade e da liberdade os faz potencializar qualquer prenúncio ou laivo de reação aos “grilhões que nos forja” o “astuto ardil” do lado totalitário.

O Exército Brasileiro e seus Generais, para desespero da “peonada” e de seus “patrões”, não se deixam envolver pelo êxtase dos berrantes e muito menos pela intimidação dos tiros de relho. Mesmo à distância da marcha, mantém-se vigilantes e fieis a seu compromisso histórico para com a Nação, atentos a tudo que possa representar para ela um caminho sem volta, ao arrepio dos pressupostos básicos expressos na Constituição Federal.

Assim tem sido ao longo da História e nada seria mais justo, oportuno, lógico e democrático do que, no dia dedicado ao maior de todos os soldados brasileiros, Luiz Alves de Lima e Silva, reafirmar, com outras palavras, o juramento de dedicar-se inteiramente ao serviço da Pátria e de defender sua honra, sua integridade e suas instituições até com o sacrifício da própria vida, assim como foi no passado, é no presente e sempre será!

Nada seria mais significativo para um General oriundo da Artilharia, Arma de Emílio Luiz Mallet, seu Patrono, do que reafirmar esse compromisso com seu célebre desafio, em Tuiuti: “Eles que venham. Por aqui não passam”!

Nada seria mais oportuno do que a lembrança de um desafio que, em duas frases, resume a confiança do Exército em si próprio e a sua fidelidade à Nação e aos exemplos do Duque Glorioso e sagrado, herói militar do Brasil, cuja espada, tão brava na guerra, continuou fecunda na paz a brilhar e a unidade da Pátria a salvar.

O Exército de Caxias é hegemônico em seu pensamento e em seus compromissos para com a Pátria e politicamente correto nas atitudes que salvaguardam os interesses do Brasil e do povo brasileiro.

O complemento que o General Mourão houve por bem fazer às palavras do Comandante do Exército demonstram que ele conhece muito bem o pensamento e as atitudes que convém ao Exército e à Nação brasileira!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil – Grupo Ternuma =

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Revisão da Lei da Anistia

Caros amigos

O Procurador-Geral da República, Dr Rodrigo Janot, em Parecer enviado ao STF, no dia 28 de agosto de 2014, defende a revisão da interpretação atual da Lei da Anistia.

O Dr Janot, em aparente conluio com as raposeiras e estéreis investidas da Comissão Nacional da “Versão” contra a imagem do estamento militar brasileiro, defende que a Anistia não se aplica a crimes tipificados hoje como tortura, sequestro e desaparecimento forçado de opositores do regime militar.

O parecer referenda uma ação movida, desta feita, pelo PSOL, requerendo que o STF reexamine a validade da Lei para agentes que supostamente tenham praticado crimes com as características citadas.

O tema já foi definido pela Suprema Corte, em 2010, respondendo a arguição ajuizada pelo Conselho Federal da OAB, instituição que, hoje, é ensurdecedoramente silenciosa, conivente e cúmplice de sistemáticos ataques à democracia, como muito bem sublinhou, em recente artigo, o jornalista Rodrigo Constantino.

Para a silenciosa e omissa OAB, a Constituição de 1988 não havia recepcionado a extensão da Anistia aos agentes do Estado, teoricamente responsáveis por crimes contra os direitos humanos de pessoas coniventes ou acusadas da prática de terrorismo.

Para o STF, todavia, prevaleceu o entendimento de que a Lei de Anistia resultou do processo de abertura – lenta, gradual e segura – do regime militar, do debate entre o circunstancial autoritarismo e a sempre almejada democracia e que, portanto, a exclusão daqueles agentes públicos romperia com a boa fé dos atores sociais envolvidos no debate, e julgou improcedente a demanda.

O Parecer do Sr Procurador Geral da República, ao acolher nova investida, agora do “democrático” PSOL, deixa no ar um rastro de suspeição sobre o respeito funcional que deveria ter pela “boa fé dos atores sociais”.

A questão que se impõe agora é saber quanto à ética jurídica do STF ao rever sua própria decisão e proferir outro entendimento! Tudo dependerá, muito obviamente, de sobre quem recairá a nova relatoria. Se for sobre um dos seis novos ministros que aparelham a Suprema Corte, colocando-a a serviço de interesses ideológicos de partidos políticos revanchistas, sem criatividade ou argumentação construtiva, é de se esperar que a legitimidade e a coerência sejam os últimos dos argumentos a sensibilizar a maioria dos Senhores Ministros!

Apenas por simples razão de nexo, vale perguntar: Seria justo qualificar como ilegítima a declaração de inconstitucionalidade de uma norma já declarada constitucional pela mesma corte de última instância, sob a vigência da mesma constituição?

A lógica dos fatos diz, eloquentemente, que não!

A leitura do texto legal e a decisão vigente do STF não deixam qualquer dúvida de que TODOS, independente do lado em que atuaram, estão anistiados. Qualquer interpretação diferente desta é casuística.

O recente arquivamento do chamado “Caso Rio Centro”, em que vários militares foram denunciados por fato já prescrito, mostra que ainda há juízes em Berlim*, será que ainda os há na Suprema Corte?

Gen Bda Paulo Chagas

* A frase ainda há juízes em Berlim refere-se a um caso ocorrido na Prússia, em que um moleiro tinha o seu moinho perto do palácio do Rei, que, por isto, tentou removê-lo para longe. Como ele se negava a sair, o Rei o chamou para saber o porquê da sua resistência, ao que ele teria dito: “Ainda há juízes em Berlim”. Ou seja, ele entendia que, para a Justiça, não havia diferença entre ele e o Rei.

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Acende-se na escuridão do caos a lanterna da esperança!

Caros amigos

O caos, como já previam os mais atentos, nos deve livrar da onda socialista que assola a América Latina, desde a criação do Foro de São Paulo. Assim tem sido ao longo da história, a contar de 1917, quando a “revolução” implantou o comunismo na Rússia. Lá, a fome, a miséria e a escravidão chegaram logo, mas o caos só atingiu a todos, de forma insustentável, setenta anos após.

Os socialistas chegam enganando quase todo mundo e conquistam o poder, normalmente, de forma revolucionária, pela força das armas e da ilusão de uma massa de excluídos, e, eventualmente, pelo voto, principalmente, desse mesmo grupo de eleitores e de alguns oportunistas que se julgam espertos.

Eles têm conseguido este intento em países onde a classe política não representa nada além de seus próprios interesses, tendo a demagogia e a corrupção como instrumentos de convencimento e de trabalho, respectivamente, já que a retórica socialista soa aos ouvidos dos explorados como tábuas de salvação, quando, na realidade, são as grades da escravidão física e mental de toda a Nação!

Para chegarem ao poder, eles estimulam a inveja e fomentam a luta de classes, culpando, particularmente, a classe média pela miséria que assola a massa, quando, de fato, ela representa o que todos deveriam almejar.

Iludem os excluídos com a falácia do “estado provedor”, o que, em última análise, não passa de estímulo à inépcia, à inação, à estagnação, à falta de brios e à vagabundagem travestida de desambição.

Sub-repticiamente, seus líderes fazem crer aos desavisados que a propriedade privada, ou a palavra “meu”, deve ser excluída das mentes e do vocabulário das pessoas, quando na realidade o que querem implementar é a máxima do “o que é meu é meu, mas o que é teu e deles é nosso”!

Em todos os lugares onde isto foi implantado, enquanto durou, gerou miséria, estagnação, morte e escravidão e perdurou até que a ameaça do caos ou o próprio caos se instalasse de forma irremediável.

Nós, apesar de tudo, estamos com sorte, pois o caos está a ser estabelecido antes que o sistema seja definitivamente implantado, o que nos dá a esperança de uma mudança de atitude da “massa”, haja vista a impossibilidade de o governo assegurar a manutenção da compra de votos pelo “estômago”.

Os sintomas e indícios do caos estão aí, à disposição de quem quiser ver, afinal, o “socialismo dura enquanto durar o dinheiro dos outros” e este, parece, está acabando!

Em rápido passeio pela situação geral, pode-se constatar que a economia, entregue aos corruPTos e a seus projetos mirabolantes, falsos e superfaturados, só teve como consequências a valorização da fraude e da delinquência e o enriquecimento ilícito da nomenclatura.

A agricultura, graças ao latifúndio e ao agronegócio, apesar da logística catastrófica e do esforço do MST e da FUNAI para levar o nível da produção de volta ao tempo colonial, é o único setor a apresentar-se positivamente, ainda que pouco acima do zero.

As condições objetivas para levar a massa ignorante a apoiar o golpe socialista estão indo por águas abaixo, acendendo na escuridão do caos a lanterna da esperança.

Gen Bda Paulo Chagas

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A Hegemonia do Pensamento

Caros amigos

 A Nação brasileira tem sido vítima de uma inteligente estratégia de construção de um pensamento hegemônico, batizado de “politicamente correto”. A partir da escola e da mídia, ela invade nossos lares, buscando intimidar-nos e acovardar-nos, rotulando de retrógrados e maçantes todos aqueles que, ao não se permitirem a contaminação, insistem em contrapor-se ao processo.

 Trata-se da criação e da difusão de interpretações uniformes e convenientes de idéias e fatos, fazendo com que as pessoas aceitem como corretas apenas as versões apresentadas pelos que têm o cinismo e o poder para disseminá-las. É a massificação do conhecimento, de forma a tornar mais cômodo pensar como querem seus ativistas, porque este passa a ser o “pensamento de todos”.

 Contrapor-se a uma mentira convenientemente plantada, procurar e comprovar a verdade, mesmo que ela esteja saltando aos nossos olhos e gritando à nossa consciência, deve tornar-se tarefa cansativa, infrutífera e enfadonha, de forma a inibir quaisquer iniciativas ou manifestações de desagrado ou desacordo, e, ao mesmo tempo, valorizar esfarrapadas, mas “simpáticas”, falsidades em detrimento da “desagradável” realidade.

 Fica, assim, mais fácil aderir e render-se à mentira ou à postura recomendada do que impor-se a elas. Passa a ser mais conveniente e socialmente apropriado não ferir a sensibilidade dos mentirosos ou dos hipócritas, porque isto poderá atrair a sanha destruidora dos intelectuais orgânicos, ou seja, dos cretinos encarregados da difusão da versão “politicamente correta”, ou oportunista, dos fatos e das idéias.

 Essa estratégia, que aprisiona e inibe sentimentos e manifestações, tem o poder de transformar heróis em bandidos, orgulho em vergonha, triunfo em derrota! Ela tem obrigado à escolha cuidadosa de palavras e meios para descrever a verdade, não por imposição dos bons costumes ou da convivência e da harmonia social, mas para prevenir as retaliações dos encarregados de ridicularizá-la e reprimi-la.

 A omissão e o retraimento passaram a ser as atitudes esperadas e, supostamente, recompensadas para os que, mesmo podendo contrapor-se ao discurso e às atitudes do “intelectual coletivo”, com ele convivem em falsa harmonia, “pisando em ovos” para não despertar-lhe a ira.

 O próprio Antonio Gramsci, mentor da hegemonia do pensamento, condena esta atitude: “Odeio os indiferentes. Acredito que viver significa tomar partido. [...]. Quem de verdade existe e vive não pode deixar de ser cidadão e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, é covardia!”

 É tempo e é preciso, portanto, que os brasileiros de bem e, principalmente, as Instituições Nacionais, constitucionalmente comprometidas com a defesa do Estado e dos fundamentos democráticos, ocupem seus espaços e vençam a indiferença! É preciso reagir, com as armas da liberdade e da verdade, enquanto há tempo, para criar obstáculos à conveniência e à submissão totalitária à uma mentira que nos quer aprisionar a partir das mentes e das consciências, criando instituições e cidadãos abúlicos, parasitas e covardes!

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