A lição para o Brasil da prisão de um Coronel

Caros amigos

Tomei conhecimento, há pouco, da prisão de um Coronel da reserva do Exército, flagrado transportando mais de 300 quilos de maconha em seu automóvel.

Muito justa a prisão que, aparentemente, retrata a verdade sobre a atividade ilícita do militar.

Lamentável sob todos os aspectos sabermos da existência de pessoas com este perfil, fraco em valores morais, no meio militar.

Qualquer coletividade, mesmo regida pelo rigor da Lealdade, da Verdade, da Probidade e da Responsabilidade, está sujeita à infiltração de homens e de mulheres fracos de espírito, contaminados ou suscetíveis à tentação do vício em detrimento da virtude.

O homem foi feito à imagem de Deus, apenas à Sua imagem, não à Sua perfeição. O único homem perfeito que viveu entre nós foi o próprio Deus feito homem!

Lamentável, repito, agregando o consolo da certeza de que, diferente de outras categorias de servidores, do estado e do governo, como todo o Soldado que transgride a lei, ele será julgado e punido com o rigor nela previsto!

Ao deparar-me com um fato tão grave e degradante quanto este, lembro que o caráter de certos homens tem características camaleônicas – que a vulgaridade passou a chamar de “metamorfose ambulante”-, ou seja, a capacidade de adaptação circunstancial ao meio e à ocasião, aguardando para apresentar a sua verdadeira face quando o oportunismo ditar a conveniência.

O Exército, distintamente dos homens e mulheres que o integram, é uma instituição perfeita. Regido por regras rigorosas que muito bem definem sua missão e a conduta de todos os seus integrantes. Ele está isento de ser responsabilizado pelos deslizes de seus integrantes, haja vista que, como muito bem disse recentemente o Cel Cícero Novo Fornari, “o patrão dos militares é o Brasil”, ou seja, o dever de obediência não é devido a homens ou mulheres, mas à autoridade de que estão investidos, dentro dos limites da lei!

A vergonha, portanto, que sentimos ao conhecer a verdadeira face de um mau caráter com o qual convivemos por anos a fio, resume-se a lamentar não tê-lo identificado em tempo hábil, de forma a prevenir o mal de uma constatação tardia.

Que o exemplo desta falha sirva de alerta para a Nação neste momento de escolha e de definição, quando, por força da atuação da mesma Polícia Federal que desmascarou um homem sem caráter para ostentar as estrelas de Coronel, temos conhecimento de mazelas e de malfeitos envolvendo políticos, empresários, doleiros, ministros e governantes que, mais do que envergonhar, comprometem o País e o futuro de todos os brasileiros!

Que nas eleições de outubro saibamos enxergar a verdadeira face dos homens e das mulheres que se oferecem para conduzir a Nação para que não tenhamos que enfrentar o desprazer de constatar, tardiamente, um erro e um constrangimento que poderia ter sido evitado!

Gen Bda Paulo Chagas

 

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O Manifesto dos Generais e a hipocrisia da Governanta

Caros amigos

A chamada “Comissão Nacional da Verdade” (CNV) perdeu a sua legitimidade no dia em que decretou, por iniciativa de seus “comissários”, que não iria cumprir a “lei” que a criara.

A Governanta – candidata, desinformada e hipócrita, a reeleição -, reagindo ao “Manifesto dos 27 Generais”, declarou, em primeiro lugar, o óbvio – “quem não quiser pedir [desculpas] que não peça”-, e, em seguida, o quanto desconhece ou desconsidera o que seja democracia e legalidade, porquanto referiu-se à CNV por intermédio da lei violada que a criou, lembrando, inclusive, a sua aprovação pelo Congresso – poder que o seu partido quis comprar e que pretende neutralizar com a criação de “sovietes”,  caso vença as eleições -, acrescentando que “leis, no estado democrático de direito, têm que ser cumpridas”!

“Santa incoerência”, diria ao Batman um espantado Robin!

Como é possível apelar à legalidade de uma comissão que se autocolocou fora da lei, tornando-se definitivamente desmoralizada e uma ameaça à verdade, já que, declaradamente e por unanimidade, posicionou-se a favor de uma investigação unilateral, facciosa e ao arrepio da lei?

A CNV transformou-se em uma farsa a serviço do nada! Não passa de mais um cabide de empregos para apaniguados de terroristas assassinos e mentirosos que não conseguem conviver com a honestidade, a verdade, a grandeza e, principalmente com a humildade para aceitar a derrota e admitir que nunca foram democratas e que nunca lutaram por liberdade!

Considerando a hipocrisia do fato e da alegação, cumpre, por oportuno, comentar, ainda, dois outros correlatos. O primeiro refere-se ao último mote da campanha da Governanta quando enfoca sua “determinação” para, em seu suposto próximo mandato, dar combate à ação dos corruPTos, acabando com a impunidade, “doa a quem doer”. O segundo, intimamente ligado ao primeiro, diz respeito ao uso dos Correios e Telégrafos para o envio de propaganda política dela própria!

Como quer a Sra Governanta que acreditemos que o governo mais corruPTo da história deste País vá, algum dia, combater seu mais rentável ganha pão?

Como quer a Sra Governanta que venhamos a dar crédito a um compromisso de campanha assumido por intermédio da utilização corrompida de recursos e meios públicos?

Será que a Sra Governanta dará provas de sua determinação legalista e anticorruPTiva ainda no tempo que lhe resta do mandato vigente?

Que moral tem a Sra Governanta para falar de desculpas ou cumprimento da lei aos Srs Generais do Exército de Caxias, pois, com certeza, não são eles nem o Exército que devem desculpas à Nação?

Gen Bda Paulo Chagas

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Os comissários do PT e a necessidade de demonizar as FFAA

Caros amigos

Voltando ao tema das respostas das Forças Armadas às demandas da “Comissão da Versão” a respeito de atividades repressivas ao terrorismo realizadas em instalações militares durante a “luta armada”, período no qual os quartéis, por abrigarem os recursos humanos e o armamento de guerra passaram a ser alvos e objetivos do planejamento estratégico do inimigo, sinto-me compulsado a repetir que no combate ao terrorismo essas instalações assumiram a condição de locais de combate e de atividades essenciais à guerra, como a de inteligência militar.

Em ambiente de terrorismo urbano, onde o inimigo se mistura e busca confundir-se com a população, a inteligência faz o papel da peneira que, a partir de uma grande quantidade de fragmentos, retém apenas o conhecimento necessário para identificar e isolar o inimigo com o objetivo de, posteriormente, neutralizá-lo ou destruí-lo com segurança e com os menores efeitos colaterais sobre civis inocentes!

É fácil, por conseguinte, concluir que esta atividade poderia ser realizada, como foi, em quaisquer instalações, desde que fossem seguras, seja pela dissimulação, seja pela segurança orgânica dos quartéis ou das delegacias de polícia.

Graças a esse trabalho, aquela guerra foi vencida como uma bem sucedida intervenção cirúrgica – rápida, precisa, objetiva, segura, eficiente, quase indolor e com pronta recuperação do paciente, neste caso, a Nação brasileira!

A insistência dos comissários do PT para receber de forma concreta e oficial o que a lógica torna evidente, não tem outro objetivo do que atender à obstinada e, para eles, indispensável demonização das FFAA – talvez as únicas instituições não aparelhadas ou comprometidas com seus objetivos totalitários -, já que, sem elas, estes se tornam inatingíveis. Daí a necessidade fundamental de tirar-lhes o prestígio e a confiança que têm e sempre tiveram junto à sociedade a que servem.

Outra demanda da lógica que, em tempos de intoxicação metal produzida pelas técnicas gramscistas, fica descaracterizada é o fato de que, naquele tempo – como em qualquer outro e até os dias de hoje – os bandidos, os inimigos do povo e a ameaça à paz e à segurança nacional eram os terroristas, não os que os combatiam.

Apenas no Brasil da era pós-moral há esta estarrecedora inversão de valores: Canalhas viram vítimas e heróis são tratados como bandidos!

Já disse e repito: Escarafunchar um passado de meio século – buscando consequências, sem considerar circunstâncias e causas -, além de perda de tempo, é desconsideração e descaso para com a totalidade dos brasileiros honestos, pacíficos e trabalhadores que, hoje, são torturados e mortos diuturnamente pela compensação do crime e pela insegurança em todos os setores da vida pública e privada, vítimas da irresponsabilidade, da desonestidade, da incompetência e das inconfessáveis intenções dos atuais governantes.

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil – Gurpo Ternuma =

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Jornalista Paulo Nogueira, mais uma vítima da sedução do Sr Lula da Silva

Caros amigos

Por absoluta e indesculpável ignorância eu desconhecia, até hoje, o egocêntrico site de notícias e análises “Diário do Centro do Mundo”, cujo diretor editorial é o Jornalista Paulo Nogueira.

Pelo que pude avaliar, o Sr Nogueira é um petista apaixonado, do tipo que quer ver o mundo todo como ele, seduzido por Luiz Inácio Lula da Silva, a quem atribui a espiritualidade humorística de um gênio da arte de fazer pilhérias!

É bem possível que tenha razão, afinal, eu mesmo já escrevi uma vez que tenho receio de me aproximar do cidadão Lula da Silva, porquanto vejo-o como uma pessoa simpática, muito falante, sem cultura, mas inteligente, com memória privilegiada, o que me faz imaginar seu repertório de piadas do papagaio, do Juquinha, do Joãozinho, de português (o personagem, não o idioma) e tantos outros temas do farto folclore brasileiro, explorados no alegre ambiente dos botequins.

Fico a imaginar o quanto deve ser agradável e divertido compartilhar o ambiente de uma mesa de bar na companhia do cidadão Lula da Silva, saboreando petiscos, degustando uma geladíssima e ouvindo, através de sua singular dicção, uma seleção do seu, suponho, inesgotável repertório de casos e contos humorísticos.

Por ser vítima deste “predicado” do seu sedutor amigo é que o Sr Nogueira o apresenta como humorista, sem se dar conta de que, na política, longe do botequim, Lula não é um contador de piadas, mas um contador de mentiras!

No ambiente político de Lula, os palhaços estão na assistência, inebriados pela simpatia do líder “irreverente” e “loquaz”, cujo único legado social tem sido o de fazer de idiotas os que se comprazem ou não com as suas “piadas”!

Considerando que o Sr Nogueira, levado por sua cega obsessão pelo líder dos desavisados, é uma fartíssima fonte para a contra-argumentação de quem, como eu, quer distância do Sr Da Silva e dos corruPTos que o adulam, passarei a dedicar algum tempo para visitas ao site do “Centro do Mundo”, onde espero encontrar algo que me faça entender a megalomania dos “petralhas”:

- Se todos roubam, por que não podemos ser os maiores de todos os ladrões?

- Se todos são corruptos, por que não podemos ser os mais corruptos?

 Não ouso expor completamente a impressão que me causaram os poucos artigos do Jornalista Paulo Nogueira que até agora me permiti ler porque não costumo cutucar onça com vara curta, assim, recorro ao conceituado Jornalista Reinaldo Azevedo para transmitir-lhes uma idéia de quem seja o epigrafado desta missiva:

É jornalista e está vivendo em Londres. Foi editor assistente da Veja, editor da Veja São Paulo, diretor de redação da Exame, diretor superintendente de uma unidade de negócios da Editora Abril e diretor editorial da Editora Globo. A exemplo de Lula, mas muito mais malsucedido do que o ApeDELTA, ele não se conforma em ser “ex”.

(…)

Foi chutado da Globo, (…). Não fossem alguns leitores me enviarem dois links de posts seus, nem teria tomado conhecimento de sua soberba mediocridade.

(…)

O que Nogueira tem a oferecer além do seu trabalho de colaboração às claras — e escondida — com a esgotosfera?

(…)

… noto que Nogueira repete, (…), o clichê habitual das esquerdas e dos “progressistas”, a saber: “Ah, conservador bom era Nelson Rodrigues; conservador bom era José Guilherme Merquior; conservador bom era…”. Já entendemos: conservadores bons são os conservadores mortos.

- http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/um-certo-paulo-nogueira-pede-a-minha-cabeca-a-editora-abril-ou-o-bravo-quer-sair-da-obscuridade-as-minhas-custas-pois-nao/ -

 Vou passar a observar para ver se Reinaldo Azevedo não foi rigoroso demais (ou de menos) com o seduzido Sr Paulo Nogueira!

 Gen Bda Paulo Chagas, cidadão brasileiro, eleitor, direitista, avesso a Lula da Silva e conservador, ainda vivo!

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Seja o que Deus quiser? Não!

Caros amigos

Há dias, comentava comigo mesmo sobre as idas e vindas da opinião pública, retratadas nos resultados das sempre suspeitas pesquisas eleitorais.

A propaganda espetaculosa e quase sempre mentirosa – ou, no mínimo, distanciada da realidade – e a descoberta e a divulgação de recorrentes escândalos de corrupção – marca registrada do Partido dos Trabalhadores e de sua esdrúxula e famigerada “base de apoio”- fazem o papel da manivela e da corda que elevam e abaixam o balde no poço dos índices da Governanta, candidata à reeleição!

Quando se pensa que o cheiro fétido do “panelão”, tantas vezes entornado, vai fazer com que o povo brasileiro feche o nariz e abra os olhos para enxergar a podridão da obra de seus “eleitos” – apercebendo-se do quanto tem sido enganado, usado e desrespeitado por eles – tem-se o desgosto de constatar que o povo parece acostumado com a sujeira e não mais se escandaliza com ela.

É como se essa fosse a única forma conhecida de gerir os bens e os recursos públicos. Chega-se a “desanimar da virtude”!

Ainda na conversa com os meus botões, cheguei a pensar em dizer-lhes: “Seja o que Deus quiser”! No entanto, lembrei-me da lição de Santo Inácio de Loyola, Padroeiro da Infantaria, que nos ensina a “rezar como se tudo dependesse de Deus, mas a trabalhar como se tudo dependesse de nós”, e dei-me conta de que, ao deixar o futuro nas mãos Dele, estaria deixando de fazer a minha parte.

Todos sabem que Deus é brasileiro e há de nos querer o bem, todavia, não podemos nos esquecer de que nossa vida não é controlada por Ele. Nós, assim como Ele, temos o livre-arbítrio.

“Se tu não falares para dissuadir o ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniquidade, mas o seu sangue eu o requererei da tua mão”.

Deus pode tudo, mas tolera aqueles que fazem mau uso do livre-arbítrio em prejuízo dos outros, mas não vai tolerar isso para sempre e não perdoará os que não souberam escolher o bem, nem tampouco perdoará os que sabendo, nada fizeram para dissuadi-los!

Assim, amigos, não podemos deixar de fazer o que nos toca, seja lá o que for que cada um possa fazer, confiando em Deus, mas nunca deixando nas mãos Dele a responsabilidade que nos cabe:

Perseverar, como Barroso em Riachuelo, pois, “o Brasil espera que cada um cumpra o seu dever” e que “sustentemos o fogo” até que a vitória seja nossa!

Paulo Chagas, cidadão brasileiro, crente na Divindade, no bem e na perseverança!

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Mais uma promessa mentirosa da candidata Dilma Rousseff sobre a Segurança Pública

Caros amigos

A Governanta e candidata a reeleição Dilma Rousseff, presa pelas forças de repressão ao terrorismo em 1970, rendeu-se à competência do Exército Brasileiro, 44 anos depois!

A rendição deu-se em seu último programa de propaganda eleitoral, no qual ela, impudentemente, tomou para si e para o seu “governo” a responsabilidade pelo sucesso da operação de neutralização da criminalidade durante a chamada “Copa das Copas do Mundo de Futebol”, realizada no Brasil há poucos meses.

Como de costume, bem de acordo com o DNA do seu partido, a Governanta passou ao imaginário dos eleitores menos avisados uma falsa ideia da realidade, relatando uma circunstância viável episodicamente como algo possível de ser executado de forma permanente e, pior, assumiu a paternidade de uma competência que nunca teve!

Falando da experiência e das realizações de seu governo na área da “Segurança Pública”, a candidata afirmou, sem nenhum pejo ou sintoma de vergonha, que o sistema de segurança planejado, testado, empregado e aprovado nas 12 sedes da Copa seria replicado para todo o Brasil, em caráter definitivo, durante um seu suposto “próximo mandato”.

Ora, o mundo todo sabe que o “sistema” a que se refere a “Madrasta do PAC” só teve sucesso porque, além das tropas, contou também com o comprometimento, a ação de comando, a coordenação e o controle exercidos pelo Exército Brasileiro, apesar das vulnerabilidades estruturais impostas verticalmente e largamente apontadas pelos especialistas no combate ao terrorismo.

Todos sabemos também que o emprego das Forças Armadas nestas missões é episódica, porquanto, como didaticamente ensinou o General Antônio Hamilton Mourão, Comandante Militar do Sul, em recente entrevista a um programa de televisão, o preparo para a guerra só se torna eficiente na segurança pública se empregado obedecendo ao princípio da massa, ou seja, “onde a Polícia coloca dez homens, o Exército coloca cem” – http://videos.clicrbs.com.br/rs/tvcom/video/maos-e-mentes/2014/08/maos-mentes-comandante-militar-sul-general-antonio-hamilton-martins-mourao-bloco-24-08-2014/92717/ -.

O uso prioritário do princípio da massa intimida a ação dos criminosos e minimiza a necessidade do emprego do princípio da ofensiva, pelo qual a tropa impõe a sua vontade e destrói o inimigo, característica primordial da ação militar, que difere substancialmente do que deve nortear a ação policial.

Desta sumária apreciação, é lícito concluir sobre a falsidade da “proposta de campanha” da Governanta / candidata Dilma Rousseff, já que também é lícito afirmar que ela não pretende, nem pode, mudar a destinação constitucional das Forças Armadas, nem tampouco decuplicar o efetivo do Exército para que o “episódio” da segurança da Copa se transforme em ocupação permanente e massiva do território nacional para assegurar a integridade física e patrimonial dos cidadãos brasileiros.

Mais uma balela, mais uma mentira, mais uma promessa descaradamente enganosa que se soma às outras hipocrisias que compõem o repertório da propaganda eleitoral do partido dos corruPTos!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil – Grupo Ternuma =

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O significado da mensagem do Gen Ex Antônio Hamilton Martins Mourão

Caros amigos

A agitação e a apreensão geradas pelas palavras do General Mourão, Comandante Militar do Sul, em cerimônia comemorativa do Dia do Soldado, são consequências da conjuntura política imposta à Nação pela esquerda de todos os matizes que se esforça para permanecer no poder pela decretação de um pensamento hegemônico controlado pela teoria e pela prática do “politicamente correto”.

Nestas circunstâncias, o País está dividido. De um lado encontramos os “fiscais do pensamento”, espalhados por todos os órgãos interessados e encarregados da formação e da orientação uniforme da opinião pública. Atentos a quaisquer indícios de manifestações contrárias ao rumo imposto pela doutrina, eles agem como os “peões estradeiros” que controlam a manada pelo êxtase do som dos berrantes e pela intimidação dos estalos de relhadores.

Do outro, negando-se a fazer parte da “massa bovina”, encontramos os que reagem a essas limitações e que não aceitam ou se intimidam com a coação imposta pela palavra oficial e pelos interesses ideológicos dominantes. A angústia gerada pela aparente impotência diante dos algozes da verdade e da liberdade os faz potencializar qualquer prenúncio ou laivo de reação aos “grilhões que nos forja” o “astuto ardil” do lado totalitário.

O Exército Brasileiro e seus Generais, para desespero da “peonada” e de seus “patrões”, não se deixam envolver pelo êxtase dos berrantes e muito menos pela intimidação dos tiros de relho. Mesmo à distância da marcha, mantém-se vigilantes e fieis a seu compromisso histórico para com a Nação, atentos a tudo que possa representar para ela um caminho sem volta, ao arrepio dos pressupostos básicos expressos na Constituição Federal.

Assim tem sido ao longo da História e nada seria mais justo, oportuno, lógico e democrático do que, no dia dedicado ao maior de todos os soldados brasileiros, Luiz Alves de Lima e Silva, reafirmar, com outras palavras, o juramento de dedicar-se inteiramente ao serviço da Pátria e de defender sua honra, sua integridade e suas instituições até com o sacrifício da própria vida, assim como foi no passado, é no presente e sempre será!

Nada seria mais significativo para um General oriundo da Artilharia, Arma de Emílio Luiz Mallet, seu Patrono, do que reafirmar esse compromisso com seu célebre desafio, em Tuiuti: “Eles que venham. Por aqui não passam”!

Nada seria mais oportuno do que a lembrança de um desafio que, em duas frases, resume a confiança do Exército em si próprio e a sua fidelidade à Nação e aos exemplos do Duque Glorioso e sagrado, herói militar do Brasil, cuja espada, tão brava na guerra, continuou fecunda na paz a brilhar e a unidade da Pátria a salvar.

O Exército de Caxias é hegemônico em seu pensamento e em seus compromissos para com a Pátria e politicamente correto nas atitudes que salvaguardam os interesses do Brasil e do povo brasileiro.

O complemento que o General Mourão houve por bem fazer às palavras do Comandante do Exército demonstram que ele conhece muito bem o pensamento e as atitudes que convém ao Exército e à Nação brasileira!

Gen Bda Paulo Chagas

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil – Grupo Ternuma =

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