Os sem causa e sem honra!

Caros amigos

A “esquerda caviar”, em mais uma de suas atitudes ridículas e incoerentes, propõe a cassação do título de Doutor Honoris Causa concedido pela UNICAMP ao Coronel Jarbas Passarinho, em 1973!

Atitude digna de quem se afoga em mentiras e contradições e que não encontra argumentos decentes para dar continuidade a uma exasperada e inútil tentativa de demonizar os militares.

Considerando que os “predicados” do Sr Luiz Inácio Lula da Silva lhe proporcionaram vários desses títulos e se não fosse pela descortesia para com os integrantes do Conselho Universitário que, em 5 de agosto, mantiveram a outorga, era o caso de sugerir ao homenageado o envio do documento aos signatários do abaixo assinado para que fizessem com o “papel” a higiene do que sobra das “obras” que resultam do esforço de cada um para fazer algo que sirva, pelo menos, de adubo!

A alegação de que a manutenção da honraria, concedida há mais de 40 anos, “afronta todos os que prezam os direitos humanos, as liberdades democráticas e o pensamento crítico” não encontra guarida na lógica nem na realidade do que vivemos hoje quando os vemos diuturnamente ameaçados, agredidos e desrespeitados!

Dizer que a trajetória pública de Jarbas Passarinho é a negação de valores como o debate político, a produção cultural, a livre pesquisa científica e a defesa dos direitos humanos, é mais do que ultrajante, é deboche da inteligência, da cultura, do conhecimento e da verdade!

Ao insistirem em falar pejorativamente dos “legados da ditadura militar”, demonstram que, mesmo tendo os olhos na nuca, não enxergam o próprio rabo e, ao tentar denegrir a imagem de um homem com a cultura e a folha de relevantes serviços prestados à Nação como a do Coronel, Senador, Governador e Ministro Jarbas Passarinho, põem em cheque a sua honestidade de propósitos e os títulos de formação que ostentam!

Ao se abaixarem para assinar tamanha estultícia e antes de prosseguir na vereda da leviandade, deveriam pensar em devolver seus próprios títulos, já que a sua atitude e a sua argumentação demonstram que não possuem nem honoris” e muito menos causa” para ostentá-los!

Gen Bda Paulo Chagas

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A farsa da “Pacificação”

Olhando a situação da Segurança Pública no Rio de Janeiro hoje, concluo que eu não estava errado quando escrevi este texto.

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 Caros amigos

 O estado de paz, antítese do estado de guerra, pode ser obtido pela prevenção, ou dissuasão, ou pela destruição física do inimigo quando este não puder ser desarmado e submetido à vontade do vencedor, em vez de ser morto.

 O que tem ocorrido no Rio de Janeiro, com relação à Segurança Pública, a partir da adoção de uma estratégia “pacificadora”, por parte do Governo do Estado, é a constatação ou a admissão da existência de um estado de guerra, já que a paz é a antítese da guerra! Ou seja, se buscamos a paz é por que estamos em guerra!

 Se é um estado de guerra, há que se identificar com clareza e precisão os objetivos a serem conquistados e os meios a serem empregados para fazê-lo, aí incluídos os equipamentos e as estratégias convenientes para vencer e estabelecer a paz em bases definitivas e claramente dominadas pelo vencedor.

 O que se tem visto é a negociação de um “clima de paz” em bases frágeis de garantias dissuasórias, isto é, em inferioridade de condições em relação ao inimigo, ou ainda, na condição de derrotados, ou, pior, nas condições estabelecidas, de forma indireta, pelos “derrotados”, por intermédio de seus aliados no poder político do Estado!

 Para negociar a paz, ou “pacificar” em bases sólidas, definitivas, é preciso, antes de mais nada, subjugar, derrotar e, se necessário, destruir o inimigo e destituir do poder todos os seus aliados, aí incluídos os dirigentes políticos, covardes, enganadores e oportunistas que, mais cedo ou mais tarde, criarão condições para desmoralizar ou corromper as forças vitoriosas!

 Se fazer a guerra é uma decisão e uma ação essencialmente políticas e considerando apenas a natureza hipócrita, interesseira e covarde dos políticos brasileiros, esta guerra está perdida! A ação da polícia e do Exército no Rio de Janeiro não é “pacificadora”, porquanto não consegue impor-se aos bandidos, e sim “negociadora”, porque terá sempre que ceder algo antes de obter, em parte, o que precisa conquistar!

 Enquanto esta guerra não for tratada como guerra, não haverá a paz que queremos, ou pior, continuaremos a negociar sob as condições do inimigo e acabaremos por ser definitivamente derrotados!

 Enquanto imperar o desinteresse ou o medo de assumir a responsabilidade “politicamente incorreta” pelos efeitos colaterais da guerra, não haverá paz.

 O que impera no Rio de Janeiro, sem sombra de dúvidas, é a desmoralização da lei e da ordem pela covardia de uns e pela conivência de outros! Os filmes da série “Tropa de Elite”, orientados pela realidade e por quem de fato a conhece e que com ela não é nem foi conivente, já desvendaram as causas e mostraram os caminhos imediatos para chegar-se às condições favoráveis à negociação da paz pela rendição incondicional ou pela destruição do inimigo! Qualquer coisa diferente disso é enganação, politicagem, medo e hipocrisia, não é solução!

 PChagas

 

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Em havendo guerra…

Caros amigos

Parece absurdo, mas ainda existem pessoas no Brasil, ligadas ou não ao Partido dos Trabalhadores, que querem para nós o triste destino do povo cubano, onde o regime de força da “famiglia Castro” distribui a miséria, a fome e a doença e confisca todas as liberdades, inclusive a de pensar e discordar.

O tempo se tem encarregado de transformar o engodo em realidade e de fazer com que os menos ignorantes enxerguem o quanto têm sido ingênuos ou coniventes com o mal chamado PT.

A consequência, lógica e democrática, será a sua derrota nas eleições de outubro e a alternância de partidos e propostas no poder da república.

Como diz o sábio ditado popular, “não há mal que nunca acabe, nem há bem que sempre dure” e, parece, está chegando o dia em que a democracia indicará o fim desse tempo e a saída deles do poder.

Resta saber se, quando efetivar-se a derrota, os vencidos entregarão, conforme manda a lei, os postos e privilégios com os quais se têm locupletado e lambuzado, desde o primeiro mandato da era pós moral, sob a liderança do Sr Lula da Silva e seus muitos ladrões.

Os indícios do desconforto dos que não reconhecem a via democrática já são audíveis. Seus temores revelam-se nas manifestações, nas declarações e nas palavras de ordem da militância que, sem subterfúgios, não nega seu desejo de que a “América Latina seja toda comunista”!

Lula da Silva, ao pressentir a derrota, ameaça: “Eles não sabem do que somos capazes!”.

João Pedro “Stalinde” promete que, em caso de a vitória da oposição, haverá guerra!

O MST, o MTST, os Black “Bosts” – protegidos do PSOL e do PC do B -, os sindicatos comprometidos, o crime organizado, a UNE, os apaniguados e incompetentes aboletados em cargos públicos e “de confiança”, os corruptos de todos os matizes e a legião de desocupados, intimidados pela fome, são os meios que podem ser mobilizados para o cumprimento das ameaças e das promessas de negar o direito e a verdade das urnas!

No entanto, caso isto ocorra, ou seja, se ousarem fazer a guerra, não restará à Nação outra alternativa que o emprego das Instituições que, sendo portadoras de suas armas, detém o dever, o poder e a competência para lutar na guerra, fazer valer e cumprir a lei e assegurar a ordem interna.

Peçamos a Deus para que estas promessas e ameaças não ultrapassem os limites da bravata e que as Forças Armadas não precisem ser empregadas para defender a vontade nacional, expressa nas urnas!

Que a Sabedoria de Deus nos inspire, agora e sempre!

Gen Bda Paulo Chagas

Nenhuma ditadura serve para o Brasil! – Grupo Ternuma

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Intervenção militar?

Caros amigos

Tenho recebido muitas mensagens de pessoas, muito justamente preocupadas com o futuro do País, sugerindo uma intervenção militar na política brasileira.

Sinto muito, por mim e por todas essas pessoas, mas a situação que estamos vivendo hoje no Brasil foi construída pelos brasileiros, por livre e espontânea vontade, por que então teriam os militares que por ordem na casa, contrariando o que a maioria dos brasileiros, aparentemente, quer?

Lula venceu as eleições e tomou o poder dos Tucanos com as mesmas urnas eletrônicas que se suspeita, desde sempre, que sejam fraudáveis. Por que FHC não fez o seu substituto? Será que não sabia fraudar urnas ou não sabia que eram fraudáveis?

Tudo que está sendo feito para o mal do Brasil é constitucional ou está sendo aceito como tal pelas Casas que representam o povo. Na Democracia Representativa, em princípio, isto é a vontade da maioria. As instituições, bem ou mal, estão funcionando – aparelhadas, é bem verdade.

Está tudo uma droga, mas dentro da lei, caso contrário o MP, a OAB e outros fiscais da lei já teriam tomado providências. Porque não o fazem? Aparentemente estão todos achando tudo muito bom! Por que então os militares, ao arrepio de tudo isto, apenas porque ostentam as armas do Estado e representam o argumento da força, iriam tomar conta da Nação? Que instituições, entre as tantas que temos, ficariam do lado do golpe?

Democracia é o mesmo que religião – não basta ser batizado – tem que ser professada. Há que se acreditar, ter fé e praticá-la. Vejo muitos católicos, como eu, maldizendo a Deus quando morre um familiar ou amigo próximo, jogando no lixo a crença na promessa de uma outra vida, ao lado do Pai, na qual juravam crer até o dia anterior!

O mesmo acontece com muitos democratas quando os seus candidatos não são eleitos ou as suas convicções não são as mesmas da maioria, comprada ou não!

Da mesma forma, serve de exemplo a “Parábola do Semeador” que põe em relevo a ação de semear a Palavra por toda parte, não importando o terreno que acolhe a semente. Quando há “terra boa” a palavra é ouvida e compreendida, a semente frutifica. Apesar dos obstáculos (pássaros, terreno pedregoso, espinhos), no final, a colheita é sempre abundante.

Por que a direita não semeia o que é direito até que se esgotem os recursos da democracia? Será que o medo de declarar-se de direita ou conservador tomou conta de nós e nos impede de semear seus ideais?

A esquerda conseguiu, com a ajuda da nossa omissão, fazer com que seja politicamente incorreto declarar-se de direita ou conservador. A solução mais simples parece que passa a ser chamar os militares e escudar-se atrás deles – não dá trabalho e é mais seguro para garantir os interesses frustrados.

Seria muito bom também se aproveitássemos a lição deixada pela humilhante derrota futebolística,  se assimilássemos os ensinamentos e colocássemos em prática as reais medidas de salvamento da Pátria que se fazem necessárias, e que estão ao nosso alcance, antes de querer transferir a responsabilidade e a iniciativa para os outros.

Em 1964 houve uma decisão manifestada pela maioria, ou se dava o golpe ou se sofria um golpe, e hoje? Onde está a maioria que apoiará o golpe militar?

Não descarto, é lógico, a intervenção, mas repudio o golpe para salvar os acomodados. Intervenção, em qualquer caso, justificada ou não, é uma agressão à lei!

É preciso, portanto, antes de mais nada esgotar os recursos da democracia para, só então, se for o caso, apenas aplaudir os Salvadores da Pátria, porque eles não precisarão ser chamados, eles conhecem a voz do dever e não lhe faltarão!

Gen Bda Paulo Chagas

Nenhuma ditadura serve para o Brasil! – Grupo Ternuma

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Monumento para vítimas da ditadura ou mais um ato de corrupção?

Caros amigos

A prefeitura de São Paulo pretende construir um monumento em homenagem aos mortos e desaparecidos políticos na “ditadura militar”, no parque do Ibirapuera, com o objetivo de preservar a lembrança de fatos que, por suas características, se pretende que sejam abolidos do repertório das ameaças aos “Direitos Humanos” (DH) no Brasil.

A maior parte das “vítimas” a serem lembradas no monumento foi também responsável por atos de terrorismo que vitimaram outras pessoas, inclusive inocentes passantes, sentinelas, militares estrangeiros, seguranças de bancos, crianças, policiais e viajantes, entre tantos outros tipos de desafortunados. Logicamente que estes serão excluídos da homenagem, já que, por origem, ela é sectária.

Seguindo a mesma ideia de fazer lembrar para não repetir, cabe, pela precisão e pela abrangência, a leitura do texto a seguir:

A corrupção representa uma violação das relações de convivência civil, social, econômica e política, fundadas na equidade, na justiça, na transparência e na legalidade. A corrupção fere de morte a cidadania. Num país tomado pela corrupção, como o Brasil, o cidadão se sente desmoralizado porque se sabe roubado e impotente. Sabe-se impotente porque não tem a quem recorrer. Descobre que os representantes traem a confiabilidade do seu voto, que as autoridades ou são corruptas ou omissas e indiferentes à corrupção, que os próprios políticos honestos são impotentes e que a estrutura do poder é inerentemente corruptora”. José Genoino em “A corrupção e morte da cidadania”O Estado de S.Paulo, 29 de abril de 2000.

Trata-se da definição de um crime que, por atingir indiscriminadamente todos os cidadãos, toma a forma de genocídio. Mais importante se torna a descrição quando sabemos que o autor é um corrupto julgado, condenado e recolhido à Penitenciária da Papuda, em Brasília.

Em tempos de caça às bruxas, de passar a limpo o passado e de “comissões da verdade” que visam a fazer com que não se repitam práticas que, na verdade, nunca deixaram de existir e que se estendem, de todas as formas, ao conjunto da sociedade, nada mais justo e coerente do que erguer-se também um “Memorial da Corrupção”, pois, nenhuma outra prática produz mais ofensas aos DH do que a corrupção. Ela é como uma bomba terrorista de destruição em massa, pois fere, mata e espalha destruição de forma indiscriminada em todo o território nacional.

No Brasil de hoje, patrocinados pelo oficialismo, os corruPTos já causaram mais vítimas entre nós – e seguem causando – do que todas as guerras que lutamos ao longo da nossa história.

A iniciativa de construir um monumento em homenagem às vítimas do regime militar, partindo da “comissão municipal da verdade”, estando a prefeitura entregue ao PT, é, com toda a certeza, uma ação a ser acompanhada e investigada, pois tem todos os ingredientes para ser uma obra inútil e superfaturada, ou seja, mais uma oportunidade para por em prática a especialidade dos que, como o Sr José Genoino, sobreviveram ao regime!

Gen Bda Paulo Chagas

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A garantia dos militares!

Caros amigos
Estive, a convite do Comandante de Operações Terrestres, Gen Ex Villas Bôas, em visita ao Centro de Comando e Controle da Força Terrestre, de onde têm sido coordenadas e controladas todas as operações de segurança da Copa do Brasil.
Foi um bálsamo para a alma deste soldado em reserva, fiel e cada vez mais crente na competência de seus companheiros na linha de frente, ver o mesmo Exército de sempre, empenhado em sua missão de instituição de estado, ombreando com nossos camaradas da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira.
Vi, com emoção, Generais, Oficiais e Praças motivados por nada além do que o cumprimento do dever, tendo o Brasil acima de tudo! Vi profissionais, vi soldados em seu ambiente de trabalho, comprometidos com a missão e fazendo com que o resultado do seu empenho atingisse o limite próximo da perfeição!
Ao sair de lá, renovado nas minhas convicções e na minha fé nos homens e mulheres de farda, não pude deixar de lembrar-me da realidade do que se passa aqui fora em meio a corrupção, incompetência, mentiras, enganação e dissimulação. Lembrei-me de quanto o comportamento dos militares contrasta com o daqueles outros “servidores” que, usurpando do poder, comprometem-se apenas com os seus interesses e ambições pessoais.
Não pude deixar também de lembrar-me de uma mensagem do Coronel Jarbas Passarinho, então Ministro de Estado da Justiça, contra argumentando a contestação de um General sobre um decreto equivocado do governo, na qual, embora defendendo a decisão tomada, dizia que se sentia mais seguro ao saber da opinião contrária do Chefe Militar, porque se, no futuro, ficasse comprovado o equívoco, o Exército de Caxias estaria atento e pronto para corrigir o seu erro!
Assim, amigos, enquanto os militares brasileiros continuarem a ser como a amostragem que me foi permitido rever no dia de hoje, a sociedade brasileira, mesmo sofrendo em consequência de seus erros e más escolhas, terá sempre a garantia de que eles estarão lá, atentos, prontos e dispostos a corrigi-los!
Gen Bda Paulo Chagas

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A lição da Alemanha

Caros amigos
O desempenho da Seleção Brasileira é o retrato da Copa do Brasil: cara, improvisada e um fracasso diante da realidade.
Deus é justo e impediu que o acaso e a euforia pusessem uma cortina de fumaça sobre a realidade da copa mais cara da história do futebol mundial, cujas obras foram pagas mesmo antes de serem concluídas ou entregues, aí incluídos 12 estádios faraônicos envoltos no rescaldo mal arranjado de empoeirados canteiros de obras.
O Brasil tem vivido na copa o clímax de uma fraude chamada governo popular do partido dos trabalhadores. Uma farsa, uma mentira, uma ilusão!
Só a “odiada classe média” teve recursos para sustentar uma parte do prejuízo, comparecendo aos estádios. Só o concurso das demoníacas Forças Armadas e das truculentas e despreparadas Policias Militares foram capazes de garantir a segurança de atletas, delegações, chefes de estado, turistas e torcedores. Só a decretação de feriado nos dias de jogos assegurou a mobilidade urbana para pedestres e jumentos.
Nem mesmo o desabamento de um viaduto do “PAC da Copa” e a morte de dois trabalhadores foi capaz de abrir os olhos do País do Futebol para a improvisação e para a correria da tapeação.
Foi preciso a seriedade e a competência de um grupo de alemães para tirar-lhe a venda e o entusiasmo pelo efêmero e fazê-lo enxergar o tamanho do engodo, da mentira, do rombo e da conta a pagar.
O exemplo dos alemães não deve, no entanto, limitar-se ao degradante 7×1, mas estender-se aos próximos anos e aos desafios de reerguer o Brasil depois de 12 anos de PT, assim como eles recuperaram sua pátria depois da destruição de 6 anos de guerra!
Que Deus não deixe de iluminar o nosso caminho e que nos dê força, determinação e maturidade para reconstruir a nossa pátria!
Gen Bda Paulo Chagas

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