Vamos trilhar a via de acesso que se abre para o Brasil

Caros amigos

A autorização para que tenha início o processo de impeachment da Governanta Dilma Rousseff caracteriza a abertura de uma via de acesso para o objetivo que é o anseio da maioria esclarecida da sociedade brasileira.

O desespero embutido nas ameaças de ir às “últimas consequências”, vindas dos líderes do ”dispositivo miliciano” do governo, demonstra que eles já sentem ameaçadas as fontes de recursos escusos que têm permitido que eles sobrevivam, agridam e aterrorizem a classe produtora, os verdadeiros estudantes e os manifestantes que de forma ordeira, pacífica e democrática se têm colocado contra a corrupção, a desonestidade e a incompetência do governo.

Cumpre ressaltar que deles não se espera argumentos – porque não há nada a seu favor – mas a truculência que caracteriza a bandidagem. Contra eles além do nosso desprezo teremos as Forças que por destino e preparo assegurarão, em qualquer circunstância, que a lei seja cumprida e que a ordem seja mantida ou restabelecida, doa a quem doer.

Quem está do lado do bem, da lei e da ordem não tem nada a temer!

É preciso que nos lembremos, no entanto, que trilhar uma via de acesso implica em vencer obstáculos e resistências até a chegada ao objetivo.

O sucesso do processo ainda não está assegurado, porque os Deputados e os Senadores favoráveis ao impeachment, embora sejam maioria e representem a vontade da imensa maioria do povo brasileiro, não garantem os dois terços necessários para aprová-lo em plenário.

A crise econômica continuará se agravando enquanto o PT não for tirado do poder. O mercado já demonstrou isto no dia seguinte ao da autorização do processo, aumentando a necessidade de que tenhamos sucesso no impedimento de Dilma Rousseff.

Fernando Color também foi eleito democraticamente pelo povo, no entanto, renunciou, em 29 de dezembro de 1992, depois de enfrentar forte pressão popular promovida principalmente por Lula da Silva e pelo PT e de constatar que sua popularidade caíra a níveis insustentáveis. Diga-se de passagem, bem acima dos que registra o atual governo.

É preciso repetir a dose, sair às ruas e pressionar massivamente para que os nossos representantes no Congresso, por mais comprometidos que sejam com os malfeitos deste e de outros governos, escutem a voz do povo e entendam o risco em que colocarão seu futuro político se não a ouvirem.

Graças ao golpe – este sim, um golpe no estado – aplicado por omissão diante do roubo do dinheiro público, escondendo do povo que haviam quebrado o Brasil, o País está sendo gerido e continuará a ser administrado com cheques sem fundos!

Tentar justificar o rombo com as necessidades de gastos em projetos sociais é debochar do povo brasileiro. A “ética de resultados” do PT resultou em empobrecimento de quem paga impostos e em enriquecimento de quem os administra fraudulentamente e só serve para “justificar” o injustificável!

Temos o fato novo, a luz no final do túnel – ainda que tênue e distante -, temos que acreditar que ela é real, correr em sua direção e vigiar para que não se apague.

O combustível dessa chama é a vontade do povo e a forma veemente com que se manifesta.

Quem pensa que sair às ruas no domingo para protestar é apenas jogar fora um dia de descanso está enganado, acomodado e, por omissão, joga contra si e contra o Brasil !

Está na hora de voltar! Vamos voltar e pressionar o Congresso Nacional com a força do nosso repúdio a esse governo de falsários, profetas da ilusão, ladrões do erário!

Vamos anotar os nomes e guardar a imagem dos parlamentares que se colocarem contra a limpeza que se faz necessária na vida pública nacional, para que esta atitude marque o fim dos seus mandatos e das suas vidas públicas.

Temos que atender às convocações de voltar TODOS para as ruas, com a certeza de que é este o nosso dever de cidadãos e de patriotas.

Vamos para as ruas, porque o Brasil tem que estar e está para todos nós, acima de tudo!

Gen Bda Paulo Chagas

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4 respostas para Vamos trilhar a via de acesso que se abre para o Brasil

  1. Charles disse:

    A grande imprensa não está sincronizada com os anseios dos brasileiros, mas com seus próprios e duvidosos interesses,o que dificulta a divulgação dos fatos e a mobilização de todos. A internet,whatsapp e semelhantes serão muito importantes para que a verdade chegue aos olhos e ouvidos da maior parte da população.

  2. Maria de Sá disse:

    Caro General

    Não sei se o senhor tem idéia de como é uma manifestação na Av. Paulista, aqui em São Paulo, porque não sei onde o Senhor reside. Tem momentos que as pessoas ficam tão encostadas nas outras que é impossível levantar um braço. São milhares e milhares de pessoas espremidas, comprimidas umas contra as outras, em algumas áreas mais densas. Vou ser sincera com o Senhor, pretendo ir à Paulista, mas sinto muito medo do “exército do Stédile” , de seus assemelhados CUT e etc. Qualquer susto, muitos se ferirão ou morrerão na multidão comprimida.
    General, ficaria mais tranquila se soubesse que o Exército estaria por perto e bem visível para evitar qualquer doidice desses comunas.
    Lembrando que os comunas não deixaram os manifestantes e os ônibus chegarem ao Congresso, em Brasília, no último dia 15 e nada aconteceu com eles. Onde está o nosso direito de ir e vir? O Exército não teria que ter ajudado os manifestantes, afastando os que se opunham ao seu direito de ir e vir?
    Obrigada

    • Prezada Maria, você, no seu comentário, apresenta o princípio de guerra que assegura a tranquilidade das nossas manifestações, a MASSA. Somos 90% da sociedade, andando ombro a ombro, o que podem os 10% restantes contra nós? NADA!
      Além disso, nossas manifestações são enfáticas, mas ordeiras. Temos a Polícia do nosso lado, a proteger os nossos direitos.
      Por último, devo dizer-lhe que vivo em Brasília e que esta estória de que ônibus foram barrados na estrada pelo MST não me convence. Disseram que eram 80 agitadores que bloquearam 10 a 15 ônibus, com 40 pessoas embarcadas em cada um, o que faz com que eu fique a duvidar da determinação desses mais de 400 manifestantes, intimidados por 80 “sem-terras”!

  3. Prezado General

    Moro em São Paulo e compareci a todas as manifestações realizadas na avenida paulista, mas confesso que um fato me pôs a refletir sobre tudo, fato esse ligado ao comportamento da grande massa presente, muita bebida alcoólica, camisa amarela da CBF, mais parecia um passeio de domingo, uma festa, ou até um esquenta pré jogo da seleção. Quando penso em manifestações contra o cenário dantesco que o nosso país se encontra, eu penso em foco, deixa-se de lado as vaidades, egoísmos e etc. Caso contrário o dizer “pão e circo” cai muito bem. A exemplo das manifestações de Brasília DF em novembro, eu vi um vídeo de um brasileiro que mora nos Estados Unidos e veio ao Brasil em especial para participar do ato, e o mesmo expressou o mesmo raciocínio que o meu em relação ao “oba oba” que deixa de lado o verdadeiro foco.

    Abraço General

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